História O virgem - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jungkook, virgem
Exibições 364
Palavras 1.470
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oieee amores.

Boa Leitura.

LEIAM AS NOTAS FINAIS.

Capítulo 31 - Sorriso


Fanfic / Fanfiction O virgem - Capítulo 31 - Sorriso

Jungkook Onn

Já se passava das 8 horas da manhã. O amigo de (S/N); que se não me engano se chamava Yoongi, já estava na casa dela e disse que levaria a gente até o cemitério.

Esse tal de Yoongi ficava o tempo todo me encarando, aquilo estava começando a me incomodar. Não sei ao certo, mas parece que ele é amigo de Seokjin e talvez seja esse o motivo de tanto me observar.

Taehyung, como sempre, conseguiu se “familiarizar” rapidamente e já batia o maior papo no banco da frente, junto com Yoongi.

Eu estava no banco de trás do carro, junto com (S/N) que observava silenciosamente as casas passando, á medida em que o carro fazia seu trajeto até o cemitério. Nossas mãos estavam entrelaçadas e aquilo fazia eu me sentir útil para ela, pois eu podia ver que (S/N) mesmo parecendo estar “distante”, se empenhava em segurar firmemente a minha mão.

Nós não demoramos muito para chegar, foram mais ou menos 35 minutos até aqui. O lugar ainda estava pouco movimentado, por ser de manhã e por ser um bairro bem calmo, também.

Ajudei (S/N) a descer do veiculo e novamente entrelacei nossos dedos. Ela me olhou brevemente e deu um leve sorriso, mas que logo foi desfeito, pelo clima tenso que estávamos prestes a passar.

Fomos recebidos por um senhor de terno e gravata, que nos guiou até uma sala, onde disse que estaria o caixão aberto, para que (S/N) pudesse se despedir, caso quisesse e se sentisse confortável quanto a isso.

Assim que entramos na tal sala, pude ouvir (S/N) suspirando profundamente, então a olhei e vi que seus olhos transbordavam lagrimas, que infelizmente eram necessárias para seus sentimentos serem expressados.

Resolvi soltar sua mão, para que ela pudesse ter um “contato” somente com a própria mãe.

Eu olhei para o caixão e pude ver a senhora rodeada de flores, com uma pele bem pálida, “dormindo” serenamente.

(S/N) ficou a quase um metro de distancia do caixão.

Ela parecia estar com um pouco de medo ou insegurança, não sei dizer ao certo. A sensação de se perder algum familiar tão próximo deve ser horrível, então cada pessoa deve reagir de uma forma diferente.

Eu sinceramente não sei o que faria se soubesse que algo aconteceu com os meus pais, eles podem ser os piores pais do mundo, mas eu jamais desejaria o mal para nenhum deles.

Não sabia o que poderia estar se passando pela cabeça de (S/N), e também não sabia se podia me meter nesse momento tão delicado para ela, mas ousei falar algo que achei que seria o correto.

_Eu não sei qual a sua crença... – Comecei a dizer e ela me olhou. – ... Mas você tem a chance de mostrar o quanto a ama, ela poderá te ouvir se você acreditar que isso seja possível.

_Eu a amo muito. – (S/N) disse, olhando para sua mãe.

_Pense nesse amor e ela receberá seus bons sentimentos, então vocês duas ficarão bem. – Falei e (S/N) assentiu.

Nem eu sabia que poderia ser tão adepto a algo religioso, mas eu busquei falar para ela, palavras que gostaria que alguém também me falasse. Creio que tenha ajudado (S/N) a encontrar algo para pensar e não fazer sua mente ficar perdida em meio a tantos pensamentos inúteis.

~~

Depois de alguns minutos, prosseguimos até onde o corpo iria ser enterrado. Taehyung e eu ajudamos os coveiros a levar o caixão até o local, e (S/N) veio atrás junto com Yoongi.

Era uma situação muito difícil, que ninguém ousava querer dizer algo para “melhorar o clima”. Nada iria ajudar a fazer com que aquilo mudasse, infelizmente aquela era uma situação irreversível.

JungKook Off

1hora Depois...

 (S/N) Onn

_Você não precisa ficar, eu estou bem. – Falei, entrando em casa e dando espaço para Jungkook entrar também.

_Eu prefiro ficar com você; alias, na casa do Taehyung não iria ter nada para fazer. – Ele respondeu.

Yoongi havia acabado de nos deixar aqui em casa e disse que iria para a casa da namorada, já que a mesma estava lhe enviando 300 mensagens no celular, pois ficou sabendo que ele estava comigo e já inventava mil possibilidades de traição na cabeça maluca que ela tinha.

Taehyung tinha voltado para a casa dele, pois disse que depois do almoço precisava ir trabalhar. Então Jungkook resolveu ficar comigo e me fazer companhia, mesmo eu ainda dizendo que não era necessário, mas no fundo, eu gostava de tê-lo ao meu lado.

Entramos; eu deixei minha bolsa sobre a mesa que tinha ali e me sentei no sofá, sentindo Jungkook se sentar ao meu lado.

_Você quer comer alguma coisa? – Perguntei, o olhando.

_Não, obrigado, mas acho que você deveria comer algo. – Ele sugeriu.

_Talvez depois, eu também não estou com fome agora. – Respondi, abaixando meu olhar.

_Como você esta se sentindo? – Jungkook perguntou.

_Não sei, será estranho sem ela aqui. – Respondi pensativa. – Muitas coisas mudarão para mim.

_Eu entendo... Conte comigo para o que precisar. – Ele disse e eu o olhei.

_Obrigada. – Agradeci.

Jungkook é realmente um ótimo garoto. Acho que por ele estar ao meu lado, tudo esta sendo um pouco mais fácil de lidar e a dor tende a ser amenizada com a atenção que eu recebo dele. Não ficamos muito tempo “separados”, mas foi tempo o suficiente para eu ver que Jungkook era uma pessoa necessária em minha vida.

Sei que agora não é hora para eu pensar nisso e com toda a certeza, estou vulnerável a qualquer um que demonstrar algum tipo de afeto comigo, mas eu sei que onde quer que minha mãe esteja, ela esta feliz por Jungkook ser a minha companhia nesse momento.

*Flashback Onn

_(S/N)?! – Ela me chamou e eu a olhei. – Eu não tenho mais tanto tempo.

_Não diga isso mamãe, por favor. – Falei a abraçando.

_Não afaste as boas pessoas de você. Eu sinto que você precisa desse garoto ao seu lado, ele parece ser frágil como você fala, mas ele vai te proteger... – Ela disse e começou a tossir.

_Pare de falar mamãe, já esta tarde, vamos descansar. – Falei me sentando na cama e ajeitando o travesseiro dela.

_(S/N)... – Ela falou pegando em meu braço com delicadeza e me olhando com ternura. – Vocês precisam ficar próximos, não deixa ele ir embora da sua vida, não me deixe morrer vendo que você ficará sozinha.

*Flashback Off

Ela era tão sábia, todos os dias eu aprendia algo novo com ela.

Mesmo tento sofrido tanto na vida, ela ainda acreditava no amor e sei sempre acreditará, pois ela era magnífica e muito especial.

Fui tirada dos meus pensamentos, pelo toque do celular de Jungkook. O mais novo pegou o aparelho e olhou para a tela, devia ser alguma mensagem de texto, pois ele demorou alguns segundos lendo algo que estava escrito.

_Aish. – Jungkook murmurou, começando a digitar.

_O que foi? – Perguntei, não segurando a curiosidade.

_Meu amigo está me enchendo o saco. – Ele respondeu, aparentemente irritado com o tal amigo.

_Sobre o que? – Perguntei, me deitando no sofá e colocando os minhas pernas em seu colo... Ele pareceu não se importar, e eu estava muito cansada, então fiquei assim mesmo.

_Ele me ligou ontem á tarde e eu expliquei a minha situação para ele, mas ele não entendeu muito bem. – Jungkook falou.

_Ele deve estar preocupado com você. – Falei.

_Jimin é muito certinho, ele nunca entende o meu lado. – Ele disse, e então deduzi que o tal amigo, se chamava Jimin.

_Eu tenho certeza que você não explica 100% da verdade. – Eu disse e Jungkook me olhou.

_Não posso. – Ele respondeu e suspirou.

_Não confia nele? – Perguntei e ele ficou alguns segundos pensando na pergunta.

_Confio, mas... Não sei. – Jungkook disse, um pouco perdido. – Jimin que me levou até o club na primeira vez, me alertou sobre muitas coisas, mas eu não escutei e agora trabalho lá, então, acho que ele não irá gostar nem um pouco de saber disso.

_Se ele frequentou o club uma vez com você, talvez ele não seja assim TÃO “certinho”. – Comentei.

_Você acha que eu devo contar? – Perguntou e eu dei de ombros.

_Acho que você deve fazer aquilo que quiser e que achar que seja o certo. – Respondi, e ele assentiu.

_Vamos deixar de falar sobre isso, resolvo isso com ele depois... – Jungkook disse, colocando o celular novamente no bolso. – E quando essas pernas vieram parar em cima de mim?!?!? – Perguntou confuso e eu não pude evitar de sorrir.

_Bobo. – Falei, ainda sorrindo e ele sorriu também.

_Tão bom te ver assim. – Ele disse, apoiando as costas no sofá e relaxando o corpo.

_Obrigada bebê. – Eu falei e ele me olhou.

_Muito tempo que você não me chamava de “bebê”. – Jungkook disse.

_Muito tempo que você não me fazia sorrir. – Falei, o olhando.

_Estamos bem agora? – Perguntou.

_Talvez. – Respondi.


Notas Finais


E ai o que acharam???

Espero que tenham gostado e me desculpem pela pequena demora kkkkkk

Estou muito feliz com o andamento da história e logo mais, tudo vai se resolver para o casal e começaram os conflitos externos novamente, com os pais do Kook, com o Jin e com o problema pessoal do Tae

Bem, é isso.

Amo vocês. Bjssssss


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