História O virgem - Capítulo 32


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bts, Jungkook, virgem
Exibições 545
Palavras 1.665
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Hentai, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Genteeeeeee.

Espero que gostem srsrsrs

Boa leitura.

Capítulo 32 - Uma Doença Oculta


Fanfic / Fanfiction O virgem - Capítulo 32 - Uma Doença Oculta

Quatro Dias Depois...

(S/N) Onn

_Você tem certeza (S/N)? – Jungkook perguntou.

_Que escolha eu tenho? – Perguntei o olhando sem animo.

_Eu nunca vou concordar com isso. –Ele disse e se sentou ao meu lado.

Eram quase 20:00hrs, e eu estava sentada em minha cama de frente ao espelho, olhando para o meu reflexo e pensando na possibilidade de voltar ao club essa noite, eu me sinto mal em voltar lá. O falecimento da minha mãe ainda é muito recente e eu não sei se quero ou aguento suportar aquele clima estranho e vulgar que o club tem. No entanto eu necessito de dinheiro, não tenho absolutamente NADA. Gastei tudo o que eu tinha no enterro da minha mãe e como o ”salário” do club era diário, eu teria que trabalhar se quisesse comprar pelo menos um pacote de arroz.

_Acha que eu quero? É tão difícil para mim, porém eu não tenho como me sustentar sem isso. – Expliquei e ele suspirou frustrado.

_Queria poder te dizer ao contrario. – Ele falou passando a mão pelos cabelos.

_Sem estresse, ok? – Falei e ele me olhou.

_Não deveria ser assim. – Jungkook disse mostrando indignação. – Eu queria te fazer sair daquele club.

_Se não fosse para ser assim, não seria. – Eu disse e me levantei. – Mesmo se você tivesse milhões em seu bolso, eu não iria depender de você.

_Teimosa. – Ele falou e sorriu levemente.

_Prefiro que me ”classifique” como diferente. – Falei o olhando.

_Diferente... – Ele repetiu pensativo.

_Não te agrada? – Perguntei cruzando os braços.

_Agrada sim, foi por isso que te escolhi naquela noite. Você era a única diferente. – Ele explicou e eu não pude deixar de sorrir.

_A ”diferente” lhe causou muitos problemas. – Eu disse, chegando novamente próxima a ele.

_Os melhores problemas da minha vida. – Jungkook falou e pegou em minha mão, me puxando para um abraço.

A cada dia que se passava, eu e Jungkook nos aproximávamos mais e o nosso ”gostar” evoluía para algo mais concreto á nós dois.

Depois da morte da minha mãe, ele ficou o tempo todo ao meu lado, me fazendo necessitar da sua presença e cuidado.

Ainda não podia dizer que o ”amava”, pois passamos por muitas coisas que abalou o nosso relacionamento e eu não sei se estou disposta a amar alguém e sofrer com uma possível perda. Mas eu gosto de Jungkook e ele gosta de mim, então somente isso é o necessário nesse momento.

Em seus braços em consigo me livrar de todos os sentimentos ruins, e me sentir protegida da maldade da sociedade que SEMPRE me julgou e me humilhou por ser quem eu sou.

_Vamos procurar emprego em outros lugares, noona. – Ele sussurrou em meio ao abraço.

 _Você sabe que não é tão fácil assim, Jungkook. – Falei, desfazendo o abraço, mas ainda ficando próxima a ele.

_Vamos tentar. – Ele pediu e eu respirei fundo.

_Você não quer me ver com outros homens, certo? – Perguntei e ele desviou o olhar.

_Eu gosto de você. Então não é fácil ver a mulher que eu quero para mim, se dar para outros. – Jungkook confessou.

Direcionei as minhas mãos até o seu rosto e o fiz olhar para mim, era nítido que aquele tipo de conversa o deixava desconfortável e levemente irritado.

_Eu te entendo. – Falei acariciando suas bochechas.

(S/N) Off

Taehyung Onn

Eu havia chegado do meu trabalho e estava tentando fazer algo para comer, porém não tinha ideia do que fazer para mim.

Jungkook estava na casa de (S/N). Acho que daqui alguns dias ele muda para lá, pois aqueles dois não se desgrudam mais desde a morte da mãe dela. Mas tudo bem, eu fico feliz que eles estejam bem, é muito melhor que fiquem ”grudentos” assim e não me deem mais trabalho para juntá-los.

Peguei uma panela no armário e decidi que iria fazer um arroz, pois fazia muito tempo que eu não comia uma comida ”decente”, minhas ultimas refeições eram compostas somente por besteiras industrializadas.

Antes que eu pudesse acender o fogo para começar a preparar o meu jantar, escuto o barulho da campainha.

_Será que Jungkook voltou? – Perguntei para mim mesmo.

Peguei a chave que estava sobre a mesa da cozinha e fui em direção ao portão. Abri o mesmo rapidamente, esperando que fosse Jungkook, para zoar com a cara dele por estar 24hrs com a (S/N), mas senti um dos maiores abalos da minha vida, ao ver aquela pessoa ali...

_Na....Nayeon. – Gaguejei o seu nome.

_Oie Taetae. – Ela respondeu olhando para baixo.

Aquela era a primeira vez que eu a via depois daquela noite infernal que a mesma me fez passar.

_O que faz aqui? – Perguntei serio.

_Podemos conversar? – Ela perguntou e me olhou.

_Conversar? – Perguntei, descrente.

_Sim, por favor. – Nayeon pediu mordendo os lábios em sinal de timidez.

_O que você poderia querer falar comigo? – Perguntei, ainda sem entender.

_Me deixe entrar, aqui fora não é lugar para isso. – Ela pediu.

Eu ainda estava muito em choque com a presença dela ali, mas lhe dei espaço para entrar, mesmo que minha consciência me falasse para manda-la embora.

_Fale logo o que você quer. – Eu pedi, quando já estávamos na sala.

_Não me trate assim, por favor. – Ela falou e se sentou no sofá. – A gente nunca teve a oportunidade de se falar, depois daquele dia.

_Pois é. – Falei indiferente.

_Eu... Eu terminei com aquele cara, quero ficar com você. – Nayeon disse, sendo completamente direta.

_Que?? – Perguntei, tentando processar aquela frase.

_Eu me dei conta que fiz a maior burrada da minha vida. – Ela falou, se levantando e chegando perto de mim.

_O que te fez mudar de opinião tão rápido assim? – Eu fazia varias perguntas.

_Não sei. – Ela respondeu, parando a minha frente. – Eu simplesmente notei que eu errei.

Eu não sabia o que dizer. Em minha expressão, era visível que eu estava confuso e duvidando de tudo aquilo, mas o meu coração ainda acelerava por estar tão perto dela.

_Nayeon... Eu... – Não conseguia processar nenhuma palavra.

_Não precisa dizer nada. – Ela falou, e guiou uma de suas mãos até o meu ombro, fazendo um leve carinho ali. – Você ainda gosta de mim, não é? – Ela perguntou, chegando mais próxima de mim.

_Para com isso. – Falei tentando me afastar, mas ela segurou em meu braço.

_Por favor Taetae. Vamos voltar a ser como éramos antes, nos divertir e nos amar. – Nayeon disse, como se recordasse dos nossos momentos juntos.

_Até parece que você se importava com isso. – Respondi ríspido e puxei meu braço violentamente de suas mãos.

_Você ainda continua com essa agressividade toda? – Ela perguntou, parecendo indignada.

_Continuo sim. Agora sai da minha casa e volte para os braços daquele cara. – Falei, tentando manter a minha calma.

_Eu quero você. – Ela falou e tentou se aproximar, mas eu me afastei.

_Sai daqui, Nayeon. – Pedi, respirando fundo.

_Tae, eu juro que agora irei cuidar de você amor. – Ela disse com a voz calma, mas eu não iria acreditar nessa desgraçada outra vez.

_Não me irrite. – Respondi entre dentes.

_E sua doença? Como está? – Ela perguntou e eu a olhei com pura raiva e revolta.

_EU NÃO SOU DOENTE. – Gritei e ela se assustou.

_Você está tomando seus remédios? – Nayeon perguntou e eu revirei os olhos.

_Sai ...Da...qui. – Falei pausadamente.

_Você sempre me quis, porque agora mudou de ideia? – Ela perguntou e eu simplesmente não aguentei mais.

_POR QUE VOCÊ É UMA VAGABUNDA. – Falei e fui rapidamente em sua direção, pegando em seus braços e a puxando para fora da minha casa.

_EU POSSO CHAMAR A POLICIA NOVAMENTE PARA VOCÊ, TAEHYUNG. – Ela disse, enquanto eu a colocava para fora.

_CHAMA, MANDE ELES ME PREENDEREM POR COLOCAR UMA IMUNDA NO LUGAR DELA. – Gritei, abrindo o portão da minha casa e a empurrando para rua.

_NA VERDADE ELES NÃO VÃO TE PRENDER NÃO, VOCÊ É UM LOUCO/DOENTE. – Ela disse e eu me segurei ao máximo para não bater naquela desgraçada.

_SOME DA MINHA VIDA, SE EU SOU ASSIM, É TUDO GRAÇAS A VOCÊ. – Gritei e senti as malditas e corriqueiras lágrimas.

Evitei olhar para Nayeon e fechei o meu portão rapidamente, sem esperar que ela falasse qualquer outro tipo de merda.

Entrei em minha casa e não me preocupava mais com o meu jantar. Minha cabeça estava quase explodindo e meu coração parecia que iria saldar para fora, de tão acelerado que o mesmo estava.

_Por que ela veio aqui? – Perguntei para mim mesmo, indo em direção ao banheiro.

Cheguei no cômodo desejado e me olhei no espelho. Eu não estava acreditando que essas lágrimas voltaram, foram tantos dias sem elas e sem essa terrível sensação em meu peito.

Poucos sabiam sobre a minha ”doença”... Na verdade eu odiava que nomeassem assim o problema que eu enfrentava em minha vida.

Personalidade Boderline, esse foi o nome que o medico disse aos meus pais e que fez com que eles tivessem medo de mim e das coisas que eu pudesse fazer.

O tal psiquiatra disse que eu poderia me tornar uma pessoa muito agressiva e fazer mal aos outros, porém não é assim que acontece... Eu não faço mal a ninguém, na verdade as pessoas me fazem mal, me machucam e fazem com que eu me sinta o pior ser desse mundo.Entre todas essas pessoas que me fazem ou fizeram mal, Nayeon é a que mais me machuca, ela sabe que tem esse ”poder” sobre mim e ainda brinca com a minha dificuldade.

Olhei para a primeira gaveta do banheiro e me lembrei da coisa que me fazia sentir bem em momentos como esse...

_Esta tudo bem Taehyung... – Murmurei, abrindo a gaveta. – ... Vai ficar tudo bem...

Eu conversava comigo mesmo, me dando bons ”conselhos”.

Peguei em minha mão, a minha lamina que parecia estar um pouco antiga, já que fazia um bom tempo que eu não a usava...

_Pare de chorar... – Murmurei novamente e me olhei no espelho. –... Você terá muitos amigos... – Eu disse e passei suavemente a lamina pelo meu pulso, causando um simples arranhão. – Ela não vai mais te machucar....


Notas Finais


E ai o que acharam??

Bem, espero que comentem a opinião de vocês S2;

Lembrando que eu leio TODOS os comentários e respondo quando tenho tempo sobrando rsrrs.

Quero que você saibam que esse capitulo foi SIM focado no Tae, para vocês saberem sobre a doença dele e isso será MUITO importante para toda a historia da fic.

Já que alguns de vocês estão com saudades dos spoilers, então vou contar um pouquinho das minha ideias rsrsrs
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*Jungkook e Jimin ainda vão se aproximar mais, pois os pais de Jungkook vão começar a ”surgir” novamente na fic;
*Jin ainda vai fazer as merdas deles, para conseguir ficar com (S/N);
*Jungkook e (S/N) vão descobrir sobre a doença de Tae logo, que irá precisar de bastante atenção e cuidado da parte deles.

Bem, é isso kkkkkk

Beijos amores.


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