História O Virus - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias Resident Evil, The Walking Dead
Personagens Personagens Originais
Visualizações 22
Palavras 2.496
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Ficção, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bem gente olha ai mais um capitulo espero que gostem, não esqueçam de mandar suas fichas se quiserem participar da fic., bem boa leitura e me desculpem qualquer erro.

Capítulo 3 - Capítulo 3


Não tinha como escapar estávamos em uma área aberta sem nem um lugar para nos esconder, olhei a nossa volta e a única coisa que via era água nada além de uma longa estrada de terra e água e bem atrás da gente uma centena de vagantes ansiosos para nos devorar, voltei minha atenção a Douglas que carregava John e foi aí que pude ver algo ir na direção dos dois.

– Douglas – foi a única coisa que consegui gritar, o menino parou assim que me ouviu.

Todos paramos ao ver uma espécie de carro passar por nós em alta velocidade fazendo a poeira subir, dificultando nosso campo de visão, olhei para onde o carro estava indo e me surpreendi com o que vi, eles destruíram todos os zumbis com apenas um tiro, quem eram eles? Será que era nossa ajuda? Não demorou até que o carro voltasse até nosso encontro, logo a porta do mesmo se abre e uma linda mulher de cabelos escuros sai de dentro do automóvel.

– Me chamo Mirian, estou em busca de Odette Casteliny e Charly Brat – disse a mulher nos olhando com muita atenção.

– Sou eu e esse é o Charly – Odette parecia um tanto amedrontado com o que eles poderiam querer com ela.

– Estamos aqui para leva-los em segurança até o presidente. – Mirian nos olhou orgulhosa, parece que ficou feliz por nos encontrar vivos.

– Nossa que alivio pensei que fosse matar a gente, ou nos manter de refém... – disse a menina um tanto aliviada.

– Desculpe mais as ordens são apenas de levar a senhorita e o sr. Brat em segurança – disse ela seca, como se Douglas e John fossemos descartável.

– Não vamos sair daqui sem eles dois – digo elevando um pouco o tom de voz.

– Char está certo eu não vou a lugar nem um sem eles – agora Ode tomava a palavra parecendo um tanto autoritária.

– Desculpe, mas essas são as ordens. – Mirian olhou para o carro e em seguida dois homens saíram do mesmo um era moreno de corpo bem atlético já o outro era ruivo e não tinha um corpo muito forte pelo menos não tão forte quanto o moreno, os dois nos agarraram e tentaram nos levar para dentro do carro, mas pararam ao ver Douglas apontar as duas armas para ambos.

– Larguem eles agora – ordenou o maior, sem demora os dois nos largaram e tanto eu como Odette corremos até Douglas. – agora vão embora.

– Nossas ordens são...

– Eu sei quais são as suas merdas de ordens, porém resolvi quebra-las, agora vão! – disse o menino interrompendo a mulher de terminar sua frase, por meio de sua voz dava para perceber que ele não estava para brincadeiras.

– Eu não posso ir sem levar os dois tenho ordens – disse a mulher olhando atentamente as armas de Douglas – além do mais você só tem duas armas e nós somos três, não vai ser rápido suficiente para matar nos três – Mirian carregava um sorriso vitorioso em seus lábios.

– Charly leva a Odette e o John para um lugar seguro – olhei Douglas por alguns estantes, nunca o tinha visto daquele modo, não parecia ele. Sai de meus devaneios e o obedeci peguei, John no colo e puxei Odette até uma área um pouco mais seguro do que estava prestes a acontecer ali.

Mirian olhava Douglas com atenção, parecia que ela queria saber exatamente qual seria seu próximo passo, foi quando a mulher piscou que o maior atirou na cabeça do ruivo e do moreno ao mesmo tempo sem nem uma dificuldade ele matou os dois com apenas um tiro em cada um, Mirian por sua vez pegou sua arma com rapidez e apontou para Douglas que com agilidade pulou para detrás do carro escapando do tiro com facilidade e em um movimento rápido atirou em um dos pés da morena por debaixo do carro. Tudo aquilo foi impressionante eu não sabia o quanto Douglas erra bom com uma arma, eu me sentia um tanto nervoso por andar com alguém tão perigoso e que eu nem conheço bem, mas também me sentia muito seguro quando estava com ele.

O maior foi até a mulher que agora estava no chão gemendo por seu recém ferimento feito por Douglas, pegou sua arma e a olhou com um olhar vitorioso, o mais velho nos chamou e sem demora corremos até seu encontro.

 – Ai!!! Meu Deus Douglas, isso foi incrível, nunca vi alguém manusear uma arma tão bem. – Odette saltava perto do menino o olhando em total êxtase.

– Devo concordar nunca vi alguém tão habilidoso como você – o olhei um tanto corado.

– Está bem chega de elogios – disso o maior voltando a olhar a mulher deitada sobre o chão – Você vai levar todos nós ou prefere que a deixemos aqui para morrer e virar um vagante?  – A mulher não conseguia dizer uma só palavra apenas concordou com a cabeça. Douglas a pegou com cuidado e a levou até o carro e sem demora assim que todos já estavam dentro do mesmo o garoto se pós a dirigir

# Quebra de Tempo #

Depois de quase 2 horas de estrada o veículo finalmente parou, confesso que ainda estava um pouco amedrontado, já que não sabiá o que nos esperava naquele lugar, Mirian já tinha sido tratada no decorrer desse tempo e seu ferimento já não sangrava tanto como antes, olhei pela janela e pude notar que estávamos em uma floresta fira e escura.

– Você nos levou até uma floresta? – Douglas parecia um tanto irritado com Mirian, parece que no fim não podíamos confiar nela.

– O acampamento fica a alguns quilômetros à frente, não é muito longe, siga em frente – Mirian disse olhando todos.

Douglas a olha confusa, não sabia bem se confiava nela e provavelmente estava pensando que a mulher nos levava para uma armadilha e eu não o culpo eu também estava pensando o mesmo, quando o mais velho tentou ligar o carro o mesmo não pegou, ele tentou algumas vezes e nada.

– Ótimo era o que faltava a gasolina acabar – disse o garoto ainda mais irritado.

– Calma vamos dar um jeito – Tento o acalmar

– Podemos ir a pé até esse tal acampamento? – Pergunta Odette olhando Mirian com atenção, a mulher a olha e apenas afirma que sim com a cabeça.

Saímos do carro assim que a mulher nos mostrou onde tinham lanternas, Douglas a pegou e deu uma para cada e sem demora começamos nossa jornada para agora talvez o nosso único lugar seguro. Douglas ia na frente carregando Mirian que ainda não tinha forças suficientes para andar sozinha, Odette vinha logo atrás deles já eu estava bem atrás junto a John e Yume.

– Charly você tem pais? – pergunta o menino com um ar de inocência.

– Nunca conheci meus pais, porém tinha uma mulher no orfanato onde eu morava que cuidava de min, ela foi o mais próximo do que eu tive de uma família – o olho um pouco triste, não gosto muito de falar sobre o que ouve no orfanato, foi algo que marcou muito minha vida, ela não morreu pelo vírus em si e sim por min, eu a matei por que ela pediu. Ela não queria se tornar uma daquelas criaturas e fez seu último pedido para que a matasse, “já estou perda meu querido e você não, fuja e se salve, sobreviva “ essas foram suas últimas palavras e elas me perseguem desde aquele dia, parte de min se sente culpado por isso, mas outra parte diz que foi necessário.

– Os meus também morreram, isso nos torna irmãos? – disse o menino agora me olhando com um sorriso animado.

Parei de andar e o olhei no fundo de seus olhos, John é uma criança muito inocente não merece crescer nesse mundo terrível, vê-lo ali tão frágil, se agarrando a min como se fosse sua única família me fez sentir que eu tinha um proposito para sobreviver.

– Claro anjinho – falei por fim bagunçando seus cabelos, eu faria de tudo para manter ele vivo.

O garotinho a minha frente em um salto só me envolve em um abraço calmo e caloroso, John realmente havia trazido um pouco de esperança a esse mundo que eu já considerava perdido, eu poderia ficar ali e o abraçar por horas e fingir pela primeira vez desde o apocalipse que nada havia mudado, que na verdade a terra era a mesma, um lindo e cheio de vida, um lugar do qual ninguém nunca jamais queira ir embora, porém logo voltei a realidade assim que ouvi o som de galhos quebrando não muito longe de gente.

– Gente vocês ouviram isso? – voltei minha lanterna para frente, mas não os encontrei, fiquei tão imerso no meu mundo de fantasia que acabei me perdendo dos outros. – John fique perto. – o menino se agarra a meu pé como se fosse o bem mais precioso que possuía naquele momento.

Olhei atentamente para o céu, estava tão escuro quanto a própria floresta, não havia nada, nem estrelas e nem mesmo a lua, parece que se escondendo, mas do que? Foi só aí que pude ouvir um grito ecoar por toda aquela mata, eu não fazia ideia de onde vinha o gripo, mas de uma coisa tinha certeza não era um vagante e sim uma garota. John pegou yume em seus braços e apertou com força em um ato de proteção.

– O que foi Charly? – dava para se notar o quanto o pequeno garoto estava assustado, pois sua voz havia saído tremula e quase inaudível.

– Está tudo bem não é um vagante, é uma garota e parece que precisa de ajuda – Sem pensar duas vezes peguei o loiro no colo e comecei a correr por entre os galhos secos da floresta a procura de onde vinha o som tão aterrorizante.

Corri por alguns minutos a procura de onde vinha o som, porém nada encontrei e provavelmente não encontraria, já que tudo a nossa frente era apenas escuridão, yume começou a latir freneticamente o que piorou ainda mais as coisas, pois, se essa garota estiver mesmo correndo o perigo que eu acho que está correndo, a cachorra só ia os atrair para nós, uma presa muito mais fácil de se capturar.

– John você precisa fazer yume parar de latir, caso contrário ela vai atrair os vagantes até nós – O menino pareceu compreender o que eu tinha dito, já que concordou com a cabeça, enquanto John tentava acalmar yume eu decidi voltar a minha atenção em uma forma de sair desse lugar tão perigoso.

– Charly... – ouço o menino me chamar com uma voz carregada de doçura, sem demora o olhei confuso

– Está tudo bem?

– Está sim... é que a yume me disse que a menina está atrás de uma pedra grande – Confesso que não era natural uma criança falar esse tipo de coisa, provavelmente John estava delirando de medo e eu não o culpo eu estou tão aterrorizado quanto ele, mas tenho que manter a calma e nos tirar daqui.

Voltei a correr com rapidez dessa vez, ignorando totalmente o que o menino disse, não sabia exatamente para onde estava indo e paro ao me chocar com uma pessoa pelo menos eu esperava ser uma pessoa.

– Quem é você? – o menino apontou sua lanterna em minha cara o que fez eu proteger um pouco meus olhos.

– Charly – falei me levantando do chão úmido da floresta – e você?

– Não a tempo pra isso estamos fugindo de alguns vagantes que não estão muito longe de nós, tentamos nos esconder atrás de uma pedra grande que fica poucos centímetros de onde estamos agora, porém eles nos encontraram e agora se você quiser sobreviver eu acho bom você correr – Não ouvi mais nada do que o menino disse depois de “pedra grande” como John sabia disso? – Ei vamos, rápido. – voltei a min assim que vi o garoto sair correndo com uma menina que até então eu não havia notado, sem pensar duas vezes corri junto a eles. Meu desespero se fazia presente naquele momento, eu precisava salvar John, porém só conseguiria fazer isso se encontrasse Odette, Douglas e Mirian, o menino iluminava o caminho a nossa frente o que nos ajudava muito, porém assim os vagantes saberiam para onde ir e ver o moreno parar de uma forma extremamente rápida me assustou ainda mais, andei o mais rápido possível até ele e não vou mentir um sorriso enorme surgiu em meu rosto quando vi Ode, Douglas e Mirian.

– Ai meu Deus é tão bom ver vocês – Falei os abraçando

– Não achamos vocês quando olhamos para trás então voltamos para procurar – disse Ode agora me olhando, dava para ver o quanto ela estava feliz por nos ver.

Meu coração vai a mil quando ouço o som do disparo da arma de Douglas, olhei pra trás e lá estavam eles, os vagantes haviam nos encontrado, peguei John que ainda carregava sua cachorra nos braços e me pus a correr assim que vi Odette fazer o mesmo com Mirian e a menina que estava com o moreno que para ganhar tempo ficou junto a Douglas matando a maior quantidade de zumbis possível.

Dava para se ouvir os sons dos tiros sendo disparados contra aquelas criaturas que persistiam em nos devorar, mas logo o som parou e meu coração congelou por completo, parei de correr e olhei para trás, Douglas não pode ter morrido... olhei para cima e vi finalmente o brilho da lua se fazer presente em toda aquela floresta sombria.

– Finalmente assim vai ser mais fácil de.... – sem poder terminar minha frase senti o chão em baixo de min se desfazer e em seguida eu cai com tanta rapidez que não demorou muito para que meu corpo se chocasse contra a água fria e pegajosa que se encontrava no fim do buraco, meus pensamentos estavam tão agitados que nem havia percebido que John estava comigo. – John John... – falei o procurando por aquela água um tanto nojenta.

– Eu estou aqui Charly – assim que o vi não tão longe de min corri até o mesmo e o agarrei como se nunca mais fosse o soltar

– Você está bem? – perguntei o olhando

– Sim, eu estou bem a yume me salvou – disse o menino olhando a cachorra que já estava fora da água. – onde estamos?

– Primeiro vamos sair dessa água nojenta – sem demora o levei para fora da mesma e em seguida olhei em volta para saber exatamente onde estávamos – acho que é uma espécie de caverna, se for mesmo uma caverna provavelmente terá uma saída, agora o problema é encontrá-la.

– Deixa que a yume mostra para nos onde é a saída Charly – Olhei o menino por alguns estantes e lembrei do que havia acontecido a alguns minutos atrás, não podia negar aquela cachorra poderia de fato ser a nossa saída desse lugar.

– Tudo bem – o menino abriu um lindo sorriso e correu até yume, falou para a mesma encontrar a saída e sem demora a mesma se pós a andar, não sabia exatamente para onde estávamos indo, porém de uma coisa eu sabia tudo ia dar certo no fim.


Notas Finais


olha eu aqui de novo bem gente eu vou está aceitando as fichas só até dia 03 de setembro então vocês vão ter bastante tempo pra fazer as fichas... e ai o que acharam do capitulo?


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...