História O vizinho - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Zayn Malik
Personagens Personagens Originais, Zayn Malik
Visualizações 38
Palavras 1.864
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom, pra quem recebeu minha mensagem já entendeu que eu apaguei os capítulos dessa história pra recomeçar tudo de novo... E quem acabou de começar a ler não tem problema essa será a história original daqui em diante então bem vindos.



Eu por enquanto tinha criado cerca de 3 capítulos dessa fanfic porém reconheci que não estava indo muito bem como eu queria que fosse... A história vai continuar a mesma mas com alguns ajustes que eu não coloquei no início tudo bem? Mas só isso, a sinopse e os personagens são os mesmos nada muda fiquem sossegados leitores.


* a história será com dramas da parte do Zayn sim, depressão e síndromes do pânico são assuntos sérios e assuntos graves que eu quis abordar assim como o preconceito ( Quero que a história faça os leitores se emocionar e a refletir nos problemas.) Por favor não recriminem o personagem de louco antes de ler a história.


* Terá assuntos pesados droga, álcool, violência e sexo muito sexo.


Sejam todos bem vindos eu amo vocês não me deixem só, estejam presentes na história, dando opiniões e favoritando é de extrema importância a mim.


Nas notas finais sempre estarão minhas outras histórias com Zayn Malik pra vcs olharem.

Capítulo 1 - Prólogo


- Pessoas muito quietas são sempre assustadoras, porque é difícil saber o que estão pensando de verdade. Raramente expressam suas opiniões e idéias, o que faz o ouvinte desconfiar delas imediatamente entende? É por isso essa reação de quem convive ao lado de quem é assim. Essas pessoas geralmente não oferecem nada além do que você pergunta, não são bons conversadores e nunca iniciam uma conversa ou seguem suas pistas de forma a elaborar o que lhes foi perguntado, normalmente, pessoas de poucas palavras estão enfrentando problemas psicológicos. Tendem a ser extremamente tímidas, absortas e encabuladas. Essas pessoas são contidas e sempre reprimem seus verdadeiros sentimentos.

- Essa descrição tem tudo a ver com o que o Zayn é doutora, ele sempre foi assim, mas quando cresceu tudo piorou... O que ele tinha cresceu em dobro.

-  Sim, eles têm tendência a negarem a si mesmas a possibilidade de descobrir quem realmente são e geralmente se fecham para novas pessoas, novas idéias e novos empreendimentos.

- Ele não tem se relacionado muito com as pessoas, na verdade ele nunca se relacionou com alguém durante todos esses anos, sem nenhum convívio social, nada... Eu e meu marido tentamos trazer Zayn para mais perto da família e dos amigos mas ele sempre recusou, ele não falava isso com palavras mas deixava bem claro com as atitudes dele que não queria ninguém por perto assim como não queria estar perto de ninguém... Nós não podemos fazer muita coisa, não sou a mãe dele.

- É normal para alguém como ele, são distantes e isoladas, e por isso não gostam de depender de ninguém. Em vez disso, tendem a se tornar solitários. Como não conseguem se relacionar com os outros, vivem como medo sabe? Costumam evitar a competição por exemplo. Quando são forçados a falar, é comum que tenham a sensação de estarem sendo punidos ou torturados.

- Eu sei, é assim mesmo que funciona e como ele se comporta, você falando isso faz todo o sentido, ele só fala quando alguém fala com ele ou quando ele quer  falar, mas é raro isso acontecer, ele é teimoso e eu como tia dele percebo quando ele tenta controlar os outros da sua maneira passiva-agressiva através da atitude de não falar, eu realmente não sei como lidar diante disso, a cada dia que passa Zayn piora e eu me preocupo com isso eu queria que ele parasse de se comportar assim, parasse de tomar remédios que o deixa sobrecarregado e exausto... Queria que ele fosse normal, ajudaria a todos nós. Ele não se expressa com sentimentos ou ri como rimos, mas eu sei que ele não é ruim doutora, ele só tem um jeito diferente do nosso só vive em silêncio as vezes, não é muito de conversar... Ele pode sair dessa clinica sim, sei que ele é maduro o suficiente para ajudar a mãe dele que agora mais do que nunca precisa ser ajudada. Mesmo que de longe nòs nos preocupamos com o seu bem estar, só o trazemos até aqui para ele se recuperar da tentativa de suicídio a pouco tempo atrás e se renovar... Eu prometi a mãe dele que cuidaria dele e sei que ela vai poder ajudá-lá nesses últimos dias.

- Sim, eu tenho total ciência disso senhora, sei o quanto você e a mãe dele se preocupa com Zayn, afinal ele é o filho dela e seu sobrinho, pode ter certeza que eu entendo a sua dor, eu só estou dizendo isso porque a familia tem que ter ciência de como ele é, esses indivíduos abrigam ressentimentos e têm muita hostilidade e raiva interior. Parecem fracos, frágeis e quietos, mas não são nada disso. Normalmente são assustadores, porquem mantêm os sentimentos tão contidos que, é inevitável, um dia eles explodirão.

- Eu sei... - A mulher falou chorosa ao ouvir com atenção tudo o que a mulher dizia. - Eu juro que se nós pudessemos trazer Zayn para um mundo melhor sem depressão, sem nada disso fariamos tudo que estivesse ao nosso alcance.

- Em muitos casos, esses indivíduos se fecham por medo de serem feridos, devido, talvez, a um trauma do passado. Recusam-se a participar de forma plena e se distanciam emocionalmente. São pessoas rígidas, que parecem incapazes de suportar a mudança. Tendem a usar as mesmas palavras e frases repetidademente, como "Pode apostar", "Acho que sim", "Não sei". Frequentemente explicam suas resposta de uma ou duas palavras decidindo que os outros falam demais, e por isso eles economizam as palavras. Tendem evitar os outros e justificam uma atitude de desinteresse.

- O que vamos fazer pra isso melhorar?

- Bom, eu devo dizer que o Zayn continua o mesmo desde que o internaram aqui, as consultas com o psicologo e o psiquiatra não tiveram grande evolução e ele ainda continua negando a se expressar ou a conversar direito... Porém não houve mais tentativas de suicídio, eu não sei se é porque ele não quis ou porque nossa clinica toma os reais cuidados para a segurança dos pacientes daqui... Mas ele continua tendo o mesmo jeito de bom moço que sempre teve.

- Já é um começo. - A senhora sentada na cadeira em frente ao consultório dizia aliviada. 

- Tem certeza que se o Zayn voltar para a casa vocês conseguiram dar conta de tudo mesmo que ele passe tempos sozinho?

- Sim, nós vamos... Ele estará seguro na casa dele isso o trará segurança e conforto, eu prometo que irei visitá-lo toda semana e ver se ele esta bem e controlar os remédios.

- Tudo bem... Eu vou pedir pra que ele faça as malas e falar que ele pode ir pra casa agora.

[...]

A nostalgia tomava conta do moreno parado em frente a sua casa, ele se lembrava muito bem daquela casa de dois andares construída com tijolos ingleses, lembrava também do ar gélido de Bradford que tocava seu rosto naquele exato momento, aquela cidade não mudava em nada quase nunca, ruas vazias arbustos enormes e sempre frio. Ele entrou em casa lentamente, como se a cada passo lembrasse que era ali mesmo que morava apesar de muito tempo internado. Cada objeto no mesmo lugar, cada móvel velho continuava ali intacto e empoeirado, no mesmo período em que ele saiu daquela casa para a clínica sua mãe também se ausentou do imóvel. Subiu as escadas de madeira e caminhou até o quarto onde costumava dormir, novamente viu que tudo continuava como sempre. Continuou a caminhar até a sacada do local e parou por alguns segundos procurando por algum cigarro no bolso, e quando finalmente acendeu a nicotina relaxou o corpo na mureta deixando o cérebro processar onde finalmente estava. 

- Estou de volta. - Gemeu contra o ar olhando por toda parte. Os olhos cor âmbar observavam a rua vazia e todo o movimento pacato causado pelo clima frio e um céu nublado como era de costume estar, em seus dedos finos um cigarro e a fumaça de nicotina que chocava com o oxigênio gélido eram o que o acompanhava. Era quase melancólico estar sozinho naquela casa vazia, mas Zayn preferia assim.

Um movimento na casa da frente fez o moreno olhar com atenção para lá, uma menina ria descontroladamente de algo enquanto falava ao celular  encostada na janela, ela não tinha o visto ali, mas ele sim, o moreno tinha a visto muito bem.

- Não... - Ele sussurrou quase não acreditando no que via novamente. - Não pode ser... Angel. - Ele dizia quase inaudível enquanto tentava puxar o ar de seus pulmões o mais fundo possível, suas mãos agora trêmulas eram o indício de que ele estava tendo mas uma de suas malditas crises de pânico. Antes que fosse tarde demais ele recuou da varanda para o quarto novamente, a dor em seu peito aumentava cada vez mais, assim como sua frequência cardíaca, mesmo assim imagens se formavam em sua cabeça como um filme em lembranças do passado.

- Por favor não, agora não. - Ele incentivava a si mesmo enquanto deitava na cama para evitar mais uma maldita recaída. - Droga. - Murmurou sentindo os músculos travarem por completo restando somente os movimentos do pescoço para cima, seu corpo travava mas os pensamentos não.

" Ela estava ali, tão bela como sempre costumava estar todos os dias, sorrindo enquanto acariciava o cão no gramado da escola, ela era a única que dava atenção ao cãozinho do caseiro do prédio. Todos os dias no mesmo horário quando ela se sentava no gramado durante o intervalo o labrador ia até lá aguardando os carinhos que ela oferecia e vez ou outra petiscos que ela misteriosamente tirava de dentro da mochila.

- Malik, Malik... - Uma voz sussurrou atrás do menino que estava encostado em uma das pilastras de pedra do prédio. - Observando as pessoas de novo, como um completo estranho... Como um completo imbecil mudo. - O loiro riu colocando as mãos no bolso, ele tinha a mesma idade que Zayn, ambos tinham acabado de entrar na adolescência, mas certamente o loiro falava como um adulto não como uma criança como seria o normal. - O que foi agora? Não vai falar de novo? Não serve nem pra responder as ofensas? - Ele riu debochado. - Angel está ali... Você não estava a olhando? Vamos fala... Fala. - Ele gritou empurrando o menino magro contra a parede. Antes que pudesse reagir, socos foram distribuídos por todo seu corpo enquanto o loiro ria do que estava fazendo. - Não vai reagir? Não vai me atacar de volta? Vamos... - Pediu por fim quando viu que Zayn já estava caído no chão. - Você se dedica tanto a observar os outros como um completo doente, porque não se dedica a falar? A ser alguém menos inútil? - Riu. - O que foi? A falta de comida em casa fez você reagir assim como um completo demônio doente? Acha que Angel vai gostar quando souber que você está a observando como um imbecil? "

- ARGHHHHH. - Ele urrou de dor ao sentir o corpo todo se contorcer enquanto os pensamentos se afastavam de sua mente. Tentou se levantar mesmo assim e sem rumo caminhar desnorteado, mas enquanto tentava Zayn caiu desacordado no chão.

O isolamento social é um comportamento no qual o indivíduo deixa de participar de atividades em grupo como trabalho e entretenimento. Fatores como doenças físicas, eremitismo, ideologias de preservação e doenças psicológicas podem influenciar, as causas mais comuns para o isolamento social involuntário são geralmente o transtorno de ansiedade Social em que a pessoa é incapaz de lidar com os sintomas de ansiedade que são provocados por contato com outras pessoas. Outra causa é o Stress pós-traumático, onde um trauma psicológico pode levar o indivíduo ao completo isolamento. O isolamento social é geralmente uma condição devastadora da psique humana, já que um dos princípios que regem a sociedade é que o ser humano é um ser Social e se não obtiver os cuidados necessários, em alguns casos, o isolamento social pode provocar morte por desnutrição, pois o indivíduo não consegue sair para comprar comida nem exercer um emprego, o risco de suicídio é alto se comparado com outras enfermidades psíquicas como depressão que também faz parte de um ser isolado.


Notas Finais


Eaí gostaram? Não deixe de comentar eu peço por favor!


Minhas outras histórias:


Fanfic : IMPERADOR

Os gregos viam na como uma deusa, deusa provida da maior beleza mas também da maior bravura, pronta para defender sua tão amada Grécia dos persas... O império persa, a civilização mais expressiva da antiguidade, comandada pelo príncipe e imperador Zayn Javadd Malik, o mais temido entre os golfos, terras e ares... Ele e seus homens não temiam a ninguém, estava sempre pronto pra comandar uma batalha e vencer a guerra de territórios. Zayn Malik se alimentava de ódio e vomitava vingança, ano após ano vivendo em função de guerrilhar. Notícias corriam de continente a continente, gostavam de dizer que ele não tinha um ponto fraco se quer, diziam pelos quatro cantos da terra que era invencível, mas era mentira. Seu maior inimigo era então seu maior ponto fraco, sua obsessão, a grega que ele jamais poderia ter. E ela sabia que era o que ele mais desejava, usava seu corpo a seu favor.


- Teu império é meu... - Ela gemeu roçando a intimidade no membro do homem. - Você é meu, Zayn Malik, príncipe da Pérsia, é meu.


- Seu. - Ele gemeu em frustração ao tentar agarrá-lá em vão. Seus braços estavam acorrentados na cama da mulher.


- Teu povo persa sabe que você clama por tua inimiga grega? Teu povo sabe que o príncipe que os comandam imploram por mim?


- Não me castigue assim. - Ele implorou tentando se soltar. - Deixe me te tocar, deixe me te sentir... Eu estou louco por ti. - Ele gemeu sentindo a mulher deitar em seu corpo.


- Eu estou satisfeita com o que tenho imperador Malik, deveria estar também... - Riu enquanto beijava lentamente o pescoço do moreno, que se arrepiou em resposta. - Porque amanhã minhas tropas estarão em confronto com as tuas... Grécia nunca será sua, e nem eu.



https://spiritfanfics.com/historia/imperador-10271718



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Desejo:



Se envolver com a filha de seu melhor amigo catorze anos mais nova que ele com certeza é a pior coisa que Zayn Malik já ousou em fazer.

" Sabe os dedos que você usa pra se satisfazer Ally? Eu sou mais grosso, mais duro e maior, você quer?"


https://spiritfanfics.com/historia/desejo-10089677





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O vizinho:

Zayn Malik sofria distúrbios psicológicos e depressão, o tornando ainda mais estranho aos olhos da sociedade, principalmente quando ele desenvolve uma estranha obsessão por sua nova vizinha de dezoito anos.

- Você é minha doce ninfetinha Angel, só não sabe ainda.


https://spiritfanfics.com/historia/o-vizinho-9986357



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Psicopata:

- Por favor, não me machuque. - A menina implorou em meio ao choro.

- Eu já posso sentir seus gemidos de dor implorando para que eu te solte. - Zayn fechou os olhos como se estivesse tendo um orgasmo com o sofrimento dela.


O maior psicopata de Bradford estava solto e era Megan, a doce e inocente psicóloga criminal que ira ajuda lo.


https://spiritfanfics.com/historia/psicopata-9964752



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Perdição:

Eu a desejava como nunca desejei nenhuma outra mulher na vida, eu queria ela na minha cama gemendo o meu nome, mas eu também queria andar de mãos dadas com ela na praia e não podia, ela era mulher do meu irmão e aquilo não poderia existir entre nós.


https://spiritfanfics.com/historia/perdicao-9954000


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Dominador:

Eu deveria a ele ter total submissão como esposa, era ele quem determinava a minha hora de rezar, comer e minha hora de dormir. Ele me machucava, me machucava muito até ele ficar exausto ou se cansar e depois de tudo isso eu tinha que me redimir, quando eu o desobedecia ou fazia algo que não lhe agradasse ele se transformava em um monstro, mas era só eu quem era testemunha de suas loucuras, Zayn Malik gostava de ter me em suas mãos, eu que sempre achei que me casar com ele fosse uma carta de euforia para a liberdade estava errada, eu devia submissão a ele como uma boa mulher não devia? Eu sabia que o casamento entre os homens paquistaneses eram severos mas Zayn Malik era o pior dos homens sem dúvidas mas eu o amava, mesmo que não fosse recíproco eu tinha aprendido a amá-lo.


- Zayn... - A garota sussurrou quando seu marido lhe puxou pelo braço. - Você está me machucando, por favor me solte. - Implorou com lágrimas nos olhos.


- Você é minha mulher Samira, minha mulher e sou eu quem mando em você. - Ele falou com a voz alterada.


- Eu só estava dançando. - Ela tentou se justificar quando foi pega dançando sensualmente a típica dança do ventre que tanto amava dançar em seu antigo país.


- Vá para seu quarto agora. - Ele ordenou como se fosse seu pai. - Ore, ore cinco vezes e peça para Alah te perdoar das impurezas que você fez.


- Por favor Zayn...


- Samira... - Ele ordenou com raiva. - EU ESTOU MANDANDO.



https://spiritfanfics.com/historia/dominador-10055178



Leiam lá!


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