História O vizinho novo - Capítulo 22


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Categorias Ashley Benson, Chaz Somers, Christian Beadles, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa, Pattie Mallette
Personagens Ashley Benson, Chaz Somers, Christian Beadles, Jaxon Bieber, Jazmyn Bieber, Jeremy Bieber, Justin Bieber, Marina Ruy Barbosa, Pattie Mallette, Personagens Originais
Tags Justin Bieber
Exibições 263
Palavras 2.518
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá pessoas!
Mais um capítulo pra vocês, espero que gostem!
Boa leitura! 😘

Capítulo 22 - Reunião


Fanfic / Fanfiction O vizinho novo - Capítulo 22 - Reunião

Antes mesmo de abrir os olhos, eu sentia como se alguém tivesse dado marteladas na minha cabeça. Mesmo tendo acabado de acordar, eu estava exausta. Sentia um peso em minha cintura e também muito calor. Ao abrir os olhos, descobri o porque do calor e do peso.

Um homem com uma respiração regular e dormindo tranquilamente, estava me prendendo em seus braços fortes. Pisquei algumas vezes para comprovar o que eu estava vendo, torcendo para que fosse só imaginação.

Bom, não era.

Olhei para os seus traços, seu cabelo, mas nada me levava a pensar que eu conhecia essa pessoa. Pelo menos eu estava no meu hotel e não em um lugar desconhecido. O que tornava as coisas um pouco menos piores, eu acho.

Desvencilhei-me dele, sem me importar se eu ia acordá-lo ou não. Na verdade, essa era uma de minhas intenções. Mas ele parecia estar em coma. Fui até o armário e peguei meu roupão, pois não queria que ele acordasse e me visse nua, poderia parecer que eu pretendia uma segunda rodada, mesmo não tendo lembranças concretas da primeira.

Quando virei-me para voltar e acordá-lo, ele estava com os olhos abertos e me encarando, seus olhos eram verdes. Ele deu um impulso parando sentado na cama, fazendo com que o lençol deslizasse até parar em volta de sua cintura, deixando seu belo físico visível.

- Bom dia. - sua voz saiu preguiçosa e grave.

- Bom. - disse, sem nem mesmo sair do lugar. Eu esperava realmente que eu não precisasse despachá-lo e, sim, que ele percebesse sozinho.

Ele riu levemente e lançou-me um olhar divertido.

- Não precisa ficar com essa cara. Eu vou embora agora, do jeito que combinamos ontem.

Combinamos? Oh, sim, tenho uma vaga lembrança disso também.

- Está certo, então… - eu não lembrava o nome dele.

- Angus. - ele riu novamente - Angus Fitzgerald.

Assenti, tentando não deixar a situação ainda mais constrangedora. Ele então, começou a buscar suas roupas e se vestir. Se tem algo que eu não podia reclamar, é de seu corpo. Pelo visto eu tenho bom gosto até quando estou bêbada.

Agradeci aos céus quando vi um pequeno pacote prateado no chão, perto da cama. Pelo menos nós tivemos o mínimo de senso antes de fazer qualquer coisa. Me senti mal por não oferecer nem o banheiro para que ele tomasse um banho, mas não ia fazer isso agora que ele estava todo vestido.

- Se quiser, eu posso pedir que entreguem um café aqui em cima. - ofereci esperando que ele recusasse, não queria prolongar a estadia dele aqui, mas precisava ter o mínimo de educação.

De novo, seu olhar tornou-se divertido. Ele era um homem esperto, sabia que eu não queria que ele ficasse por mais tempo.

- Agradeço, mas não precisa. - sorriu

Saímos do quarto, passamos pela pequena sala, até chegar à porta. Ele parou de costas antes de abrí-la e depois tornou a ficar de frente para mim

- Olha, eu sei que não é a sua intenção ter algum tipo de relacionamento, mas caso queira me encontrar de novo... - ele tirou um cartão do bolso e me entregou.

Pensei em não aceitar, mas ele era bonito e adepto a relações casuais, assim como eu. Por que não? Peguei o cartão da mão dele e sorri.

- Então… até mais.- disse.

Ele sorriu, abriu a porta e foi embora.

Dylan saiu pela porta de seu quarto de modo relaxado, mas quando me viu na sala, assustou-se e voltou correndo para dentro.

- DYLAN, VOLTE AQUI AGORA! - fui correndo e consegui parar a porta antes que ele a fechasse. - Abra essa porta direito!

- Não! Eu que não vou ficar ouvindo suas reclamações. - sua voz estava afetada pelo esforço que estava fazendo.

- Eu não vou reclamar! - bom, talvez eu fosse, mas ele só precisava acreditar que não.

Em derrota, ele abriu a porta e fez uma menção para que eu entrasse. Sentei na cama e dei duas batidinhas no espaço vazio ao meu lado.

- Vamos, sente aqui. - disse.

Relutante e resmungando, ele sentou-se.

- Agora diga: O que exatamente aconteceu ontem à noite? - pedi.

Dylan suspirou, passou a mão no rosto e encarou-me como se fosse começar um grande discurso. Também não parecia estar querendo falar nada.

- Bom, depois que saímos da varanda….

"Eu estava furiosa. Queria arrancar a cabeça do Bieber e sair chutando por aí. Como ele ousou falar assim comigo? Eu precisava esfriar a cabeça ou eu voltaria lá e falaria poucas e boas para ele.

O que mais me intriga, é como ele ficou assim em todos esses anos. Ele era tão doce, claro que tinha seus momentos tarados e sarcásticos, mas sempre foi muito gentil e amigo. Não há sentido nessa frieza, pelo menos, é o que eu acho.

- Dylan, - toquei seu braço o fazendo olhar para mim - eu preciso beber alguma coisa.

- Tudo bem, desde que o líquido vá para sua boca e não para o seu vestido. - zombou.

- Engraçadinho. Eu preciso beber algo, mas não aqui.

O seu semblante iluminou-se quando ele entendeu o que eu estava dizendo. Ele não precisou perguntar para saber que eu e Justin tínhamos uma história, Dylan era esperto. Claro que o programa na TV ajudou.

Nos despedimos de Sky e Chaz, que se ofereceram para vir conosco, mas eu disse que era melhor eles ficarem e aproveitarem a noite. Pattie me mataria se eu tentasse carregar os convidados dela comigo, ela quis me matar só por eu estar indo embora antes da meia noite.

Eu teria que passar na casa dos meus pais amanhã, ou minha mãe me puxaria pelos cabelos, de qualquer forma. Era normal o velho Noel - vulgo meu pai - só distribuir presentes na manhã seguinte a noite de natal.

Entramos em um táxi e fomos em direção a qualquer casa de festa que víssemos no caminho. Não importava qual, eu precisava ocupar minha cabeça com outros pensamentos, que não fossem sobre o maldito Bieber.

- Aquela alí! - Dylan indicou que o taxista parasse na entrada de uma boate, cujo a fila estava enorme.

Pagamos a corrida e saímos do carro. Nem pensamos em entrar na fila, as vezes usar meu nome para entrar nos lugares era super útil. Pessoas reclamaram quando o segurança abriu a cordinha para que entrássemos, mas eu ignorei.

O lugar estava lotado, som alto e pessoas dançando como se não houvesse amanhã.

Era disso que eu estava falando!

- Vamos pegar algo no bar! - gritei para que Dylan me ouvisse.

Ele me puxou pela mão, foi passando pelas pessoas, até que chegamos ao bar.

- Eu vou deixar você fazer isso dessa vez, mas não venha reclamar comigo amanhã! - ele precisou gritar para ser ouvido.

Meu amigo estava se referindo à todas as vezes que eu fazia burrada, enchendo a cara, fazendo coisas que eu nem pensaria em fazer quando estou sóbria e, no dia seguinte, ficava me lamentando em cima dele.

- Eu não vou fazer isso! - olhei para o barman - duas doses de tequila, por favor!

- Eu não vou beber tequila, preciso prestar atenção em você e, bêbado, isso será impossível! - Dylan disse.

Eu o olhei e dei o meu melhor sorriso.

- Eu não disse que a segunda dose era pra você!"

- ESPERA, você me deixou encher a cara com tequila?! - interrompi a história que Dylan contava.

Ele resmungou pelo que foi a quarta vez desde que começou a contar a história.

- Você disse que não iria reclamar, mas está fazendo isso. - encarou-me com os olhos semicerrados e balançando a cabeça negativamente.

- Mas é porque…. Arrgh. - inspirei profundamente para me acalmar - Dylan, encurte a história, por favor.

Ele fitou-me por mais um longo momento, provavelmente para ver se eu não entraria em colapso de novo.

- Bem, você ficou louca, mas muito louca mesmo e aí, teve esse cara. Vocês começaram a dançar de um jeito…. explícito demais, digamos assim, e eu sugeri que fôssemos pra casa antes que acontecesse alguma coisa alí, na pista de dança, que você se arrependeria muito depois.

- E… - fiz um gesto com a mão, para que ele continuasse.

- E que me arrependi totalmente, devia ter deixado vocês lá. São muito barulhentos, se é que me entende.

Senti meu rosto queimar de verdade. Não acredito que fiz isso com Dylan em casa. MEU SENHOR!

- Me desculpe, Dylan.- levantei-me - Você é o melhor amigo do mundo! Me perdoe mesmo.

- É, sei. Diz isso porque está se sentindo culpada agora! - o ouvi dizer quando saí do quarto.

Precisava achar um buraco para enfiar minha cara.



Três dias depois - 27 de dezembro.



Eu Dylan, Chaz e Sky, estávamos em um tranquilo e agradável almoço. Eu já havia visitado meus pais e estava de bem com a vida. Tudo parecia estar indo muito melhor, comparado aos primeiros dias depois que eu cheguei.

- Então, Alison, - Chaz começou - vai ser realizado um evento de ano novo na J.B. Studios, e nós estávamos querendo fazer uma grande abertura.

- Hm, e já tem alguma ideia? - perguntei.

- Bom, eu pensei em uma pianista que voltou recentemente ao país.

Demorei um tempo para processar o que estava sendo pedido alí. Ele queria que eu tocasse na abertura desse tal evento. Mas nem morta! Aquele era o território do Bieber, não quero me meter nisso. Sem contar, que ele nem deve estar sabendo dessa história.

- Desculpe, Chaz…

- Não responda agora, pense um pouco sobre isso.

Não precisava pensar, Justin e eu no mesmo lugar, era confusão na certa.

- Pra você está me pedindo isso, o Bieber não deve estar sabendo de nada, certo?

Chaz olhou para Sky, que estava com um sorrisinho no rosto, como se dissesse "Eu avisei."

- Não, ele não sabe. - declarou ele. - Isso é um pedido de amigo, Ali, apreciaria muito se você aceitasse.

Tico e teco tagarelavam as mil opções que eu tinha. Podia facilmente recusar, afinal, eu tinha uma boa desculpa, certo? Não sei. Mas de qualquer forma, para mim era uma boa desculpa. Ou eu podia aceitar, mas a minha condição para isso, seria igual a entrar numa cova de leões. Porém, era o que eu estava disposta a fazer.

- Eu aceito… - o semblante de Chaz iluminou-se. - Mas eu quero marcar uma reunião com o Bieber para me certificar de que ele não entrará em crise ao me ver no evento.

Dylan e Chaz arregalaram os olhos e Sky continuava sorrindo. Ela adorava ver o circo pegar fogo.




Justin narrando



- Definitivamente, não. - declarei.

Eu não a quero perambulando em volta do meu mundo novamente. Não mesmo. Porque que todos pareciam ignorar o meu evidente incômodo quando ela está no mesmo ambiente que eu?

- Drew, você não está pensando direito. - Chaz insistiu - Ela é uma ótima artista e também de grande influência. Você mais do que ninguém deveria pensar nos benefícios que isso traria à empresa.

Não quis olhar pra ele. Ficar brincando com meu grampeador estava mais legal e até menos perigoso, diante do caminho que eu estava prestes a percorrer.

- Eu não quero.

- "Eu não quero" - ele imitou-me fazendo uma voz irritante. - Pense direito, homem! A imagem da J.B.S diminuiu no conceito das pessoas depois dos problemas recentes. Precisamos disso, precisamos dela.

Eu não queria precisar dela. Porque ela teve que voltar depois de todos esses anos?!

- Ok. - comecei - Mas você vai cuidar de todos os detalhes com ela.

Chaz coçou a cabeça e desviou o olhar.

- Então, sobre isso…

- Chaz… - meu tom era cauteloso.

- Ela quis uma reunião com você. Eu marquei na sua agenda sem que você visse. Desculpa, cara, foi preciso.

- Mas você é um cuz…

- Sr. Bieber, a Srta. Benson o espera na sala de reuniões. - minha secretária nos interrompeu entrando na sala.

Lancei um olhar furioso à Chaz, que só conseguiu abafar uma risada. Filho da puta.

- Chame-a aqui, por favor. - pedi.

Se eu iria ter que encarar isso, que seja na minha sala, pelo menos.

- Está bem, Senhor. - ela girou em seus calcanhares e saiu silenciosa, do mesmo jeito que entrou.

- E essa é a minha deixa pra ir, boa sorte, Drew. - Chaz encolheu os ombros, como se dissesse "Sinto muito". Mas sei que ele não sentia porra nenhuma.

Não muito tempo depois, houve uma batida na porta, que logo se abriu, revelando um manto ruivo. Alison entrou na sala com o olhar decidido e nada afetado, pelo menos até agora. Vestia uma calça justa e preta, saltos e uma blusa de seda verde. Combinava muito com a cor de seus cabelos e também com a de seus olhos…

Mas o que eu estou pensando?! Mantenha o foco, Bieber.

- Boa tarde, srta. Benson. - fiz o melhor que pude para ser educado.

- Boa. - ela olhou para sala ao redor e também através das janelas que iam do teto ao chão. Pensei que veria alguma mudança em seu olhar, pois foi nesta mesma sala o nosso último encontro. Mas ela não demonstrou nada.

- Sente-se. - fiz um gesto para que ela se sentasse na cadeira em frente de minha mesa.

Ela sentou e prendeu os cabelos em um coque.

- Venho aqui para tratar de minha participação no evento de ano novo da J.B. Studios. Creio que a essa altura, o senhor já deve estar ciente disso.

Seu tom era calmo e profissional, mas sentia como se ele estivesse zombando, pois seus olhos divertidos a entregavam. Porém, não vou me deixar levar por isso.

- Sim, já estou ciente. - fiz uma pausa - Creio que veio aqui para que façamos a coisa profissionalmente, certo?

Ela deu um leve sorriso, o que fez o tempo parar por um instante. Havia me esquecido desse efeito câmera lenta que só acontecia com ela.

- Não me entenda mal, eu vim pois queria me certificar de que o convite era de conhecimento do CEO desta empresa. Mas aceitei tocar pois foi um convite de Chaz, meu amigo. Não quero remuneração.

Engraçado, ela não tem problemas em falar o nome de Chaz.

- Srta. Benson, você será remunerada devidamente. Agora vam…

- Não. Eu não preciso. - ela me interrompeu.

- Isso não é uma negociação. - disse firme. Não queria favores dela para com a minha empresa.

Ela sorriu, um sorriso debochado e relaxado.

- Vejo que se tornou autoritário, senhor.

- Vou levar isso como um elogio. - sorri do mesmo jeito que ela.

Uma breve e silenciosa batalha foi travada com nossos olhares. Sorri internamente ao perceber que ela havia cedido primeiro. Mas martirizei-me por quase não conseguir desviar o olhar de seus olhos verdes.

- Está bem, se quer fazer assim, que seja. - sua sobrancelha arqueou-se. Ela pegou uma caneta e um papel que estava em minha mesa. Anotou alguma coisa e me entregou. - Mas esse é o meu preço.

Olhei para os números perfeitamente alinhados no papel, embasbacado. O preço era exorbitante para uma apresentação de uma música só, mas meu orgulho não permitiu que eu voltasse atrás.

- A senhorita receberá o cheque no dia do evento.

Ela mal conseguiu conter o seu divertimento.

- Fico feliz que tudo tenha sido resolvido. - ela levantou-se - Passar bem, Bieber.

Não respondi. Só a queria fora da minha sala, era vergonhoso eu não conseguir lidar normalmente com ela. Porque ela tinha que ser tão linda? Se fosse feia, tudo seria mais fácil.






















































Notas Finais


Comentem o que acharam!

Beijinhos e até a próxima! 😘💕


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