História O youkai e a humana - Capítulo 1


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Categorias Inuyasha
Exibições 36
Palavras 670
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 1 - Prólogo


 

--me chamo inu no taisho, sou o rei dos inucubus demônio que se alimenta da energia vital dos humanos durante o ato sexual, sei que isso e estranho, mas a minha raça e assim somos insaciáveis e estamos sempre a procura por vitimas para supremir nossos desejos proporcionando uma noite intensa de puro prazer, algumas vezes as mato outrás as deixo vivas, mas sempre empéssimo estado fisico pelo cansaço que as deixo, muitas vezes levando até a morte. dei um  sorriso de lado e pouso no telhado da casa de um senhor feudal que guarda a sua unica filha a sete chaves já ouvir dizerem que ela nasçeu deformada, e que seu pai não aguentou ver a seu rosto e a obrigou a viver trancada em seu quarto para evitar de ser vaiado pelos moradores da vila por ter feito uma aberração, não sei se isso e verdade, mas hoje descobrirei se o que dizem e verdade ou não descir do telhado e me transformo em uma sombra começei a caçar o seu quarto até que o encontro concluir que fosse o seu pois estava cheio de corrente, e a moletos magicos contra youkais mas, nada que me empedisse de entrar, pois eram fracos e velhos cheguei perto do seu ser analisando cada detalhe do seu corpo e não era o que emaginava encontrar, em meus pensamentos via a imagem de um ser deformado, mas tudo que vejo e um bela jovem de beleza surreal enferma na cama sem poder sair do quarto, me abaixei e com um pouco de receio toco em seus labios rosados fazendo uma pequena pressão com meu dedo fazendo um pequeno e lindo biquinho nela fiquei parado alguns segundo, e escuto abrirem a porta e novamente me transformo em uma sombra agora na escuridão do seu quarto.

izayoi acorde minha filha, você estar muito fraca precisa se alimentar não sei, o que faria se perdesse você como perdir a sua mãe.

pai eu sentir algo tocando, em meus labios.

não diga bobagem todos dessa casa sabir que não podem entrar aqui, pegue trouxe as maças que tanto gosta, e a sua flor favorita o lirio.

izayoi- obrigando pai essa, e a flor que, mas amo por que simboliza a pureza, a inocência e também o amor_ disse a bela jovem com os olhos fechado respirando a flor que não sabia que também simbolizava a tentação das paixãoes e o erotismo.

inu no taisho- depois que o sei pai foi, embora e ela voltou a dormir, sair do seu quarto e fui pro meu palácio sem compreender do por que não te-la matado, ela estava bem em minha frente aquele ser frágil e linda como um raro cristal pare inu no taisho, me repreendir por tais pensamentos com uma humana, com um alimento ? eu não voltarei, mas a ve-la, e foi assim que tentava comprir com a minha palavra toda vez que voltava da sua casa, já não conseguia ficar longe dela, todas as noites saia do meu leito para velar o seu sono, muitas vezes recusando mulheres da minha raça querendo ter uma noite de prazer comigo, tudo por essa humana que tinha noite que  acarisiava o seu rosto, e a beijava levemente para que não acordase outras noites era, mas atrevido e cheirava o seu corpo apalpando. peguei uma mecha de seu cabelo levando, até o meu nariz cheirando aquele cheiro doce e florido fechei os meus olhos apreciando aquele cheiro sedutor.

izayoi- estava dormindo quando sentir alguém tocar em meu cabelo, abrir os meus olhos lentamemte, e vejo um homem de cabelos brancos feito a neve e pele alva cheirando uma madeixa do meu cabelo levantei uma das minhas mãoes endireção os meus olhos, e os enfreguei pensando que aquilo fosse um sonho pisquei algumas vezes, e tudo que vir foi um lirio pousado em meu corpo dei um sorriso, e o cherei imaginando quem teria tamanha coragem, de ir contrar a ordem do meu pai de não entrar em meu quarto.



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