História Obedeça a autoridade - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Kai
Tags Baekyeol, Chanbaek, Dirty Talk, Exo, Lemon, Oneshot, Pwp, Sekai
Visualizações 670
Palavras 3.209
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Tô com esse plot pra desenvolver há um tempão. Foi a melhor pwp que eu já escrevi. Tô desistindo das longs por um tempo porque estão flopando, talvez eu me dedique as pwp. Só talvez. O que acham?
Tem porno pra caralho e estou meio frustrado por não ter detalhado mais por pura preguiça. Mas eu gostei.
Enfim, preparem os paus/cus/bocetas pra essa fanfic banhada de luxúria.
Boa leitura!

Capítulo 1 - Capítulo único - Bandida gostosa


Obedeça a autoridade. — Capítulo Único

Bandida gostosa.

{...}

Já se passavam das duas da manhã no principal departamento de polícia de Seul. Park Chanyeol amava seu trabalho de policial, apesar de todos os riscos que tivera que assumir ao escolher a carreira que seguiria para a vida toda. Estava fazendo ronda na cidade desde às 8h da manhã e não sabia o porquê de ter aceitado cobrir longas horas extras na madrugada. Ao menos, estava com os pés sobre a mesa de deliciando de uma caneca de sua preciosa cafeína, aquela droga que o mantinha acordado. Não via a hora de ser liberado para que pudesse voltar para casa e cuidar de seu marido Baekhyun.

Apesar de todos os preconceitos sofridos na sociedade por serem um casal homossexual, Chanyeol possuía todo o respeito em seu trabalho, assim como o marido. Era policial e podia andar armado pela cidade quando bem entendesse, então seu pequeno Byun não precisaria de preocupar e nem cogitar a ideia de ser agredido por conta de sua sexualidade. Chanyeol possuía dinheiro e poder suficientes para colocar o possível agressor por trás das grandes gelidas da cadeia.

Estava ansioso para colocar as mãos no corpo do marido como bem entendesse, adorava marcar a pele alva do rapaz com aparentes chupões roxos. E, céus, só Chanyeol sabia o paraíso que era ter aquele rabo gostoso rebolando sobre seu pau gotejante. Só de pensar naquele cuzinho melado, o Park já ficava louco de desejo.

Tomou alguns goles daquele café espresso que mais tinha um gosto de água suja, tudo isso para desviar sua atenção daqueles pensamentos pecaminosos que rondavam sua mente naquele exato momento. Contava os minutos e os segundos para que seu superior o liberasse do turno e assim que viu o delegado Kim Jongin adentrar sua sala, soltou um suspiro aliviado audívelmente.

— Pode ir, Park. — Kim escorou seu corpo esguio e definido no batente da porta. — Sehun chegou para cobrir seu plantão.

— Por Deuses, pensei que Sehun nunca viria. — se levantou da cadeira onde outrora estava entediado, colocando seu moletom preto sobre a farda que usava, pois do lado de fora da delegacia fazia um frio por conta do horário. — Até mais. — passou por Kim, dando um breve aceno como despedida e pegou sua mochila dentro do armário juntamente com suas chaves do carro.

{...}

Por todo o trajeto, Park mal conseguia se concentrar na estrada pouco movimentada. Estava ansioso para finalmente ter o marido nos braços e pedia aos Deuses para que ele não estivesse adormecido há aquela hora. Apesar da vontade louca que tinha de foder o seu pequeno, o policial se derretia todo quando se deparava com Baekhyun dormindo com um bico nos lábios e uma expressão frágil. Céus, seu garoto era completamente isento de imperfeições.

Estacionou o automóvel na garagem assim que chegou em casa, descendo do carro com a mochila nas costas e a pistola descarregada na farda, abrindo a porta principal sem fazer muito alarde porque talvez seu pequeno estaria dormindo por conta do horário.

Ledo engano, assustou-se ao ver o marido sentado no sofá da sala com uma expressão irritada enquanto fumava a cartela de cigarros mentolados de Park. O policial sabia que o marido nunca fumava, a não ser nas ocasiões que ele realmente estava puto. Em outras palavras, Park estava fodido sem ao menos saber o que fez e o que deixou de fazer.

— Você não tem vergonha na cara mesmo. Não é, Chanyeol? — permaneceu sentado, porém com o olhar fixo na expressão confusa do marido que continuava parado no mesmo lugar.

— Posso saber que porra eu fiz? — tentou usar as palavras certas e ignorar a irritação que crescia em seu âmago ao vê-lo acabando com seus pulmões e com aquela cartela de cigarros anteriormente cheia. — Apaga esse cigarro, não quero falar duas vezes.

— O que caralhos você estava fazendo na rua há essa hora?! — Byun se levantou, aproximando-se do corpo do maior e fazendo questão de cospir a fumaça pouco densa diretamente no rosto do mais alto. — Você não me manda, Park. Não vou apagar essa merda.

Sabia que seu garoto era extremamente autoritário e abusado quando queria, e geralmente usava isso a seu favor na finalidade de irritar o policial mais ainda. Park tentava manter a calma, odiava ver seu pequeno foder com seus pulmões quando estava nervoso, portanto tentou manter sua sanidade e retirar o cilindro de nicotina das mãos do menor, jogando o cigarro no chão e pisando por cima deste sem se importar com as reclamações de Baekhyun.

— Primeiro: você sabe muito bem que eu estava fazendo hora extra pra poder bancar seus gostos caros. — franziu o cenho, bufando por conta da impaciência audívelmente e se afastando do menor, se direcionando até o quarto na finalidade de trocar de roupas e ir dormir porque estava exausto e não queria manter uma discussão idiota. — Segundo: você sabe que eu odeio te ver fodendo seus pulmões com essa merda e ainda assim o faz. — já no quarto, tirou seus coturnos e o moletom preto que usava, encarando vez ou outra o baixinho que o olhava irritado enquanto apoiado no batente da porta. — Céus, o que devo fazer com você, hein? — bagunçou os cabelos, vendo Byun sumir do quarto e voltar com um cigarro aceso entre os lábios. — Puta merda, Byun!

Era inegável que Baekhyun apesar de estar com aquele cigarro entre os lábios, estava um poço de sensualidade com o a bela Vênus. Estava vestido apenas com uma blusa de linho branco, que por acaso era de Chanyeol, e sua boxer negra que marcava muito bem suas pecaminosa coxas e aquela bunda dos Deuses.

— Você é péssimo, Park. — sorriu ladino, tirando a franja negra do rosto e cuspiu a fumaça sem se importar se aquilo irritaria Chanyeol.

— Baekhyun, você sabe que está brincando com fogo e ainda assim continua. — o mais alto desistiu de desabotoar a farda e passou a se aproximar lentamente do menor até fazê-lo encostar seu corpo na parede. — Você ainda não me respondeu, baby: O que eu realmente devo fazer com você?

— Não seja patético, nem me foder você está me fodendo nesses últimos dias, Park. — deu uma longa tragada, deixando a fumaça escapar pelas narinas. — Só pensa em trabalho, trabalho e trabalho... — revirou os olhos, percebendo uma das pernas do maior em meio as suas. — Você me deixa tão sozinho... nem esquenta mais minha cama.

— Reclamações não são comigo, são com o departamento de delegados, querido. — passou o nariz pela tez arrepiada do pescoço do menor na finalidade de sentir o aroma adocicado escapar daquela pele macia e leitosa. — Eu sou policial, eu só prendo. Você tem sido uma bandida muito desobediente, sabia? Uma bandida muito gostosa e desobediente. — mordiscou a tez do garoto, ouvindo um arfar nasal vindo dele. Park levou sua mão aos cabelos que escorriam pela nuca alheia e os puxou, fazendo o mais baixo tombar a cabeça para o lado, facilitando a trilha de beijos cálidos e molhados que depositava sobre o pescoço alheio, sugando vez ou outra sem muita força. — Bandidas gostosas merecem ser presas... — investiu os quadris contra os alheios, subindo seus lábios ao pé do ouvido de seu pequeno e passou a sugar seu lóbulo. — Presas na minha cama.

— Você não está merecendo muito, mas... — Baekhyun decidiu agir naquele momento, dando alguns passos para frente até que o marido caísse sentado na cama, sorrindo de canto pela ousadia do garoto e tentando puxá-lo pelos quadris largos. — Não, não. Me solta. — deu um tapa estalado em um dos braços do mais alto, que por sua vez afastou as mãos daquela região.

Baekhyun caminhou em direção a cômoda de mogno e retirou seu celular da mesma, sintonizando o som em Sucker for Pain, do Lil Wayne e mesmo de costas para o marido, não evitou de balançar os quadris e aquele rabo gostoso que só Park podia tocar ao som daquela música contagiante. Virou-se para o maior com um sorriso ladino nos lábios, caminhando de volta para o lugar de outrora e decidindo por si mesmo rebolar os quadris próximo de Chanyeol bem lentamente, vez ou outra virando bunda roliça em direção ao rosto do mais alto. Pôs ambas as pernas ao redor das alheias, se colocando sobre o colo do moreno. Seus quadris se moviam para trás e para frente.

Decidiu levar seus lábios a epiderme branquinha do policial, passando sua língua umida e áspera pelo local e soltando um arfar ao sentir as mãos possessivas do namorado em seus quadris, impulsionando sua bunda contra seu colo, aos poucos sua ereção ia ganhando sinal de vida enquanto roçava em Baekhyun, que puxava os cabelos pretos de Chanyeol e simulava cavalgadas sensuais, quicando bem devagarinho na elevação que se fazia presente no meio das pernas do marido.

— Você... — Chanyeol falou sedento ao pé do ouvido do menor, apertando a bunda do mesmo com suas mãos masculas e possessivas. Desceu a destra por sua farda até achar suas algemas presas próximas do cinto que usava. — Está preso, sabia? — algemou os pulsos finos do mais baixo, vendo no rosto de seu garoto uma expressão surpresa e um sorriso descrente adornado em seu rosto delicado e dotado de toda a luxúria de Vênus.

Inverteu as posições, jogando o corpo menor sobre o colchão com brutalidade, se abrigando em meio das pernas do garoto e simulando vez ou outra uma penetração lenta. Queria mesmo é jogar toda a sua sanidade pros infernos e foder seu garoto de forma animalesca e bestial para justamente fazê-lo perder os sentidos.

— Vou te dizer seus direitos, bandida. — segurou o queixo de Baekhyun, fazendo-o encará-lo. — Você tem o direito de gemer bem gostosinho com o pau do seu homem dentro de si, entendeu? Tem o direito se se acabar no meu pau até ficar rouco. — invetiu os quadris contra os alheios, puxando os cabelos negros do marido para o lado. — Se desobedecer, te faço pagar um oral pro meu revólver, hm? O que acha? — tirou seu revólver descarregado de dentro de suas vestimentas de trabalho, passando a ponta do mesmo sobre os lábios de seu garoto, sorrindo de canto quando a boquinha pequena de Baekhyun se abriu e sua língua atrevida rodeou aquela parte da pistola. — Abocanha bem gostosinho como se fosse o caralho de seu homem, vai.

Chanyeol soltou uma risada nasal, segurando os cabelos de Baekhyun e adentrando com o cano da pistola na cavidade oral do garoto, sentindo seu pau melado pulsar ao constatar o bom trabalho que sua vadiazinha sedenta fazia. Não tardou muito para que ficasse satisfeito com aquele oral indireto que havia recebido, tirando sua pistola úmida de dentro da boca de Baekhyun, dando algumas batidinhas com o cano da mesma nas bochechas rosadas do marido, melando-as de leve.

Baekhyun, por sua vez, desejava ter o pau do policial fodendo sua boca, desejava sentir as bolas do mesmo batendo contra seu queixo enquanto a saliva em demasia escapava daquela relação.

— Chanyeol... Deixa eu mamar o seu cacete, vai... — pediu completamente submisso, vendo o moreno mais alto soltar um riso nasal e depositar um tapa estalado na bochecha rosada do baixinho, logo desfivelando seu cinto e abaixando as calças de sua farda juntamente com a boxer até o meio de suas coxas pouco torneadas.

Já que o menor havia feito aquele pedido de forma tão gostosinha, praticamente gemendo manhoso ao implorar para mamá-lo, Chanyeol não foi tão cruel ao aproximar seu pau do rosto de Baekhyun, direcionando seu cacete até a boquinha pequena do mesmo e a adentrando, gemendo gostoso ao ter seu pau naquela cavidade tão úmida e quente que o abrigava. Baekhyun rodeava sua língua em toda a extensão pulsante do caralho do marido, sentindo seu líquido pré seminal e suas veias protuberantes em seu paladar. Pressionava a cabecinha do pau do marido no céu da boca, tendo toda uma preparação para a garganta profunda. Amava ver Park delirando com sua expressão que exalava luxúria enquanto fodia com toda a devoção sua garganta.

Chanyeol passou a investir seu pau contra a boquinha pequena de Baekhyun, fazendo-o engolir toda a sua extensão. Chanyeol crescia na garganta de Baekhyun e adorava isso. Suas bolas iam de encontro com o queixo e pescoço de Baekhyun num ritmo rápido enquanto puxava os cabelos do garoto que o chupava com tanta maestria. Retirou seu cacete teso e melado de pré gozo e saliva da boca de seu garoto, passando a cabecinha rosada pelos lábios do garoto e sorrindo de canto ao vê-lo tentar capturar sua glande com sua língua atrevida.

— Você sempre me mama tão bem, meu amor. Feito uma vadiazinha sedenta, é tão bom sentir sua boquinha depois de um longo dia de trabalho. — acariciou os cabelos de Baekhyun, abaixando seu corpo de modo com que seu rosto ficasse próximo do abdômen do marido, que o olhava curioso esperando por cada ato. — Merece até um agradinho. Você sabia que seu homem adora sentir as pregas de seu cuzinho se contraindo contra minha língua? — sem rodeios, puxou a boxer negra que marcava a ereção do garoto e a retirou, abrindo as pernas do marido com uma certa brutalidade e praticamente salivou ao ver aquela entradinha gostosa se contraindo vez ou outra.

Sem cerimônias, passou sua língua astuta por toda a fenda de Baekhyun, assoprando contra aquele cuzinho que logo ficaria bem melado de saliva e porra antes de adentrar com a ponta de sua língua, separando ambas as bandas de Byun, sentindo seu pau pulsar dolorosamente ao ouvir cada gemidinho alto e manhoso que seu pequeno deixava escapar. Passou a fodê-lo com sua língua, se deliciando ao senti-lo contrair enquanto metia aquele músculo orvalhado o mais fundo que podia, mamando no cuzinho de seu marido.

— Contrai esse cuzinho gostoso e rebola na minha cara, baby... — não se importava ao pronunciar aquelas palavras de baixo calão porque sabia muito bem que seu garoto as amava escutar. Deu um tapa estalado em uma das bandas branquinhas de Byun e voltou a fazer aquele beijo grego com maestria antes de abandonar aquela bunda gostosa e melada.

Ficou sobre seus joelhos, uma mão segurava uma das coxas grossas de Baekhyun enquanto a outra pincelava seu pau contra a fenda e consequentemente contra a entradinha de Byun, que revelava e ansiava por mais contato e por aquela penetração que viria.

— Segura suas coxas, agora. Estou afim de fodê-las, baby. — Chanyeol soltou uma risada nasal assim que o namorado o obedeceu sem ao menos contestar, levantando suas pernas e segurando os joelhos, de modo que suas coxas roliças ficassem a mostra do policial.

Pincelou o pau entre a fenda das coxas macias do marido antes de mantê-lo naquele vão, investindo seus quadris contra aquela parte tão macia de Baekhyun, soltando alguns arfares enquanto fodia e estapeava a carne daquelas coxas pecaminosas pra caralho. Sentia as carnes roliças contra a pele de seu pau enquanto mantinha aquela masturbação sem ritmo prévio. Quando se deu por satisfeito, colocou as pernas do pequeno em torno de seu corpo.

Baekhyun estava sedento feito uma puta e sequer fazia questão de disfarçar aquilo. O marido escorregou sua cabecinha lubrificada pela entrada apertada do garoto, tendo um pouco de dificuldade para penetrar toda a sua extensão naquele canal apertado que o abrigava de um jeito quente. Sequer esperou seu garoto se acostumar coma recente invasão, já que passou a fodê-lo com força e destreza, começando lentamente antes de aumentar as estocadas de forma gradativa, tendo um sorriso ladino crescente em seu rosto suado assim que ouviu os primeiros gemidos manhosos que pediam, ou melhor, implorava por mais velocidade e força. Como seus desejos eram semelhantes aos do menor, decidiu fodê-lo do jeitinho que ele gostava, com uma rapidez animalesca e com uma força descomunal, tendo seu pau esmagado pelas paredes internas do pequeno.

Ao perceber a posição monótona demais, decidiu virá-lo de lado depois de tirar suas algemas e colocou uma das pernas do pequeno em seus ombros, investindo com ritmo e força enquanto o fodia de ladinho, ouvindo-o praticamente gritar com o uma meretriz renascentista. Uma fodida meretriz gostosa, era isso que Baekhyun era para si enquanto dividiam suspiros voluptosos e uma cama quente.

Por um momento, ao achar aquela posição meio desconfortável para continuar metendo seu cacete contra Byun, retirou-se de dentro de seu pequeno, virando-o de bruços com brutalidade, tendo a visão dos Deuses de seu marido naquela posição submissa tão abertinho para si.

— Vejo que está todo meladinho como uma puta, hm? — adentrou dois dedos no cuzinho já um pouco alargado de Baekhyun, passando a fodê-lo com aquelas falanges de forma lenta. — Seu cuzinho praticamente engole meus dedos, sabia! Tão gostoso. — deu um tapa estalado em uma das bandas do menor, levando suas mãos másculas até a cintura larga do mesmo, roçando seu pau duro contra a entradinha do garoto, escorregando sua extensão por aquele canal antes de voltar a fodê-lo.

Sons molhados de pele se chocando contra pele se mesclavam com os arfares arrastados e graves de Chanyeol e os gemidos altos praticamente gritados de Baekhyun. Naquela altura, ambos pouco se fodiam se algum vizinho reclamaria de sua foda no dia seguinte. Queriam apenas sentir um ao outro. Baekhyun, queria continuar sentindo Chanyeol metendo fundo dentro dele enquanto ficava de quatro, bem abertinho para seu homem fazer o que bem entendesse com seu corpo trêmulo que mal conseguia se manter naquela posição. Chanyeol, queria sentir aquele cuzinho maravilhoso esmagando seu pau e ouvir aqueles gemidos de puta que só o seu marido tinha.

Baekhyun foi o primeiro a sentir os costumeiros formigamentos no baixo ventre, o que indicava que seu orgasmo estaria próximo. Dito e feito, não demorou nem cinco estocadas para que gozasse com pressão em seu abdômen. Chanyeol continuou o fodendo, mas despejou sua porra na entradinha de Baekhyun quando a mesma o esmagou de uma forma dolorosa e absurda, porém continuou o penetrando como forma de prolongar o belo orgasmo que ambos haviam tido.

Depois de algum tempo ainda dentro do corpo de Baekhyun, o policial se retirou dentro do mesmo, deitando-se ao lado de seu garoto e o puxando para si num abraço desajeitado enquanto ambos, ofegantes, tentavam normalizar suas respirações.

— Nada mal. — Baekhyun falou porque nunca admitiria em voz alta o quão seu marido fodia bem. — Você prendeu direitinho sua bandida.

— Estou exausto, mas confesso que eu aguento mais algumas rodadas em diferentes lugares da casa. — sorriu de canto, tirando seus cabelos grudados de suor da testa. — Quero prender minha bandida em outros cômodos, o que acha? — perguntou, observando seu marido se levantar da cama com a algema até então esquecida em mãos.

— Quer começar pelo banheiro? — o pequeno alargou o sorriso, correndo em disparada para o cômodo seguinte assim que viu seu marido se levantar da cama, correndo em direção de si.

Chanyeol estava acostumado em seu dia-a-dia a colocar sua vida em risco para manter a paz da cidade ao prender ladrões e assassinos cruéis. Mas quando chegava em casa, a única pessoa que queria presa e algemada em sua cama era sua preciosa bandida, Baekhyun.


Notas Finais


Eu queria ter colocado ainda mais posição, mas fiquei com preguiça. Na próxima, eu detalho mais. Juro!
Alguém tem recomendação de pwp que envolva maconha no meio? Tô precisando.
Comentem, bros.
Beijo na boceta! Até a próxima!


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