História Obras do Acaso - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hoseok, Jihope, Jikook, Jimin, Seokmin, Sugakook, Taehyung, Taeseok, Vhope, Yoonkook
Exibições 173
Palavras 3.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Obrigada a todos que estiveram aqui comigo, nesses seis capítulos, que deram sua atenção e carinho a essa Jihope, assim como aos meus projetos Vhope.
Espero que gostem >...< Boa leitura.

Capítulo 6 - Aceite meu amor


Fanfic / Fanfiction Obras do Acaso - Capítulo 6 - Aceite meu amor

A água quente percorria meu corpo ao mesmo tempo que sentia suas mãos me limpando, era bom. O banheiro era mais do que um local onde a higiene era sempre feita, agora era mais um ninho de amor. Nunca tinha sentido algo assim. JungKook e eu nunca chegamos a nos banhar juntos. Eu nunca deixei que ele me visse completamente nu, nem quando fazíamos sexo. Sempre era algo realizado com as luzes apagadas. Mesmo que ele resmungasse em querer me ver o penetrando, eu não conseguia fazê-lo com as luzes nos rodeando. Sentia que estava enganando a mim mesmo, mais ainda. Hoseok era carinhoso e ao mesmo tempo me fazia sentir excitado e relaxado. Eu suspirava de vez enquanto. Que sensação inebriante. Senti seus beijos em meu abdome e sabia que talvez nós estivéssemos ousando demais estando assim. Tomando banho juntos e aquela hora do dia, mas eu queria incessantemente poder experimentar com ele coisas pequenas que eu não havia feito antes. Nunca me atrevi a deixar que alguém tomasse tanto de mim o quanto ele estava tomando em pouco tempo. Já que depois de me apaixonar pelo namorado do meu melhor amigo, eu meio que me fechei para o amor. Por mais que ficasse com alguém por ai, por mais que namorasse, ficasse ou tivesse outros homens tocando em mim. Nada seria como o desejo que eu fazia questão de guardar no fundo do meu ser. Nada era como isso que eu estava tendo agora.  Então aquele pequeno ato, mesmo que simples demais era meu e dele. Nosso segredo intimo. Seus lábios eram mornos agora, assim como sua pele por conta do liquido incolor que nós aquecia. Eu fechei os e senti aquele carinho se perpetuar, ele vez outra acariciava meu membro enquanto um pouco mais abaixado beijava aquela extensão. Se ele pretendia fazer o que fez eu não percebi e nem esperava. Aliás a minha intensão era apenas um banho calmo, mesmo sabendo que o corpo dele me levava a loucura. Será que eu estava o pondo em perdição? Ah, não sei...Senti sua boca rodear meu membro com precisão. Ele abocanhou tudo sem pudor ou calma, apenas sugava devagar enquanto eu sentia minhas coxas serem apertadas de leve. Sua língua quente fazia questão de me deixar louco quando rodeava a glande sem nenhuma pressa. Onde ele aprendia essas coisas? Suas mão agora brincavam com meus testículos, trazendo uma sensação nunca antes sentida. Seus olhos estavam fechados e eu desliguei a ducha para evitar que ele ficasse com água batendo no rosto. Foi muito difícil pra mim tomar aquele ato, já que tudo que eu conseguia pensar era em gemer e acariciar aqueles cabelos molhados que ele tinha. Tae aumentou seu ritmo e passou a solver com mais força minha extensão. Não pude evitar soltar seu nome em meio a gemidos. Estava bom demais, e eu perdia aos poucos a noção de local e espaço. Seus carinhos agora se intercalavam, ora nas coxas, apertando e provocando, ora nas nádegas, que estranhamente me causava uma sensação boa, ora nos testículos. Ele estava brincando comigo. E pouco importava como ele estava fazendo, contanto que minha sanidade fosse retirada assim não tinha problema. Não sei se eu conseguiria parar ou me conter. Queria mais era senti-lo dentro de mim outra vez. Eu acariciava seus cabelos, ora com força, ora lentamente. Ditando meu ritmo e do jeito que eu sabia que não iria gozar. Não queria fazer isso sem sentir ele em mim. Não podia.

Delicadamente eu o puxei pra cima e fiz com que ele me olhasse nos olhos. Seus lábios avermelhados, cabelos molhados. O beijei inteiro. Ele gemia sim. Amava ouvir aquilo, era música para os meus ouvidos. Eu sabia onde pegar, sabia como tocar e principalmente sentia que ele ficava todo mole nos meus braços. Mesmo que ele quem fosse o ativo da nossa relação. Acabei descobrindo que ele quem gostava de fazer o papel que eu fazia, mas depois de uma conversa, decidimos intercalar as ações. Mas eu pedia para que ele sempre fosse mais dominante do que eu. E deixava para ficar por cima dele uma vez por semana. Mas eu gostava mais assim, de ser aquele que se entrega mais. E ele era mestre em provocar, instigar, até maltratar de leve. Gostava de lhe fazer sentir coisas nunca antes sentidas. Me deixava todo rendido a ele e aquilo lhe deixava louco. Eu buscava sua boca, mordia seus lábios. Explorava a derme contra minha palma vendo ele de olhos fechados se entregando ao nosso prazer. Nos completávamos;

Saímos daquele banheiro, assim mesmo sem nos enxugar. Ele odiava quando eu molhava a cama com a minha mania de sempre não secar direito os cabelos. Assim quando caminhamos para o quarto, completamente nus, fiz questão de colocar duas toalhas bem estiradas para me deitar em cima. Eu sei que ele tinha pressa em me ter e eu tinha de tomá-lo pra mim, mas se havia algo em que Hoseok era bom, ainda mais, era em me deixar completamente a vontade. Assim ele esperou que eu me acomodasse e depois seus olhos me queimavam mais ainda. Eu estava prestes a derreter de amores por ele. Sempre mais.

Ele acariciava a minha nuca de uma maneira carinhosa, porém sensual, me fazendo arquear de leve ou gemer em sua boca. Não faço a menor ideia de porque ele é tão sedutor sem se esforçar. Nos deitamos e ele ficou por cima de mim, melhor posição. Suas mãos agora se ocupavam em tirar o pouco de sanidade que eu tinha. Já que, atrevidas, elas  massageavam meu membro. Eu gemi mais ainda, ele era preciso, não usava de muita força, mas o atrito dos nossos corpos deixavam a situação ainda mais gostosa. Uns fios de cabelo ficavam presos em sua testa. Fodidamente provocante. Seu tronco desnudo era uma tentação a parte.  E me senti mais do que tentado a marcar toda aquela extensão. Assim o fiz, ataquei aquele pescoço e beijei, mordi e lambi. Nem estava pensando nas marcas que iriam ficar, já que eu estava desesperado por aquele homem. Ele por sua vez, buscava me deixar mais louco, já que gemia em meu ouvido, junto com palavrinhas que deixavam meu membro mais que desperto. Nos ajeitamos mais na cama e ele me deixou tomar um pouco o controle da situação. E explorei aquele corpo inteiro com beijos, mordidas e lambidas. Por fim cheguei em seu abdômen, todo definido, depositei alguns selares ali e rocei o meu nariz pelo seu membro. Sem pensar muito o abocanhei. Eu o  chupava de uma maneira tão necessitada, enquanto a parte que  ainda não estava em minha boca era massageada, enquanto com a outra mão eu brincava com seus testículos. Ouvir o jeito doce como ele me chamava e ao mesmo passo acariciavas meus fios, era uma tentação. A luz estava acessa e víamos nossos corpos completamente. E não precisei sentir vergonha alguma. Apenas vontade de estar mais e mais ao lado dele. Completamente exposto e do jeito que ele quisesse.

Logo trocamos as nossas posições. Ele veio pra cima de mim de novo, mas fazendo questão de se esfregar em mim, com força. Mais uma vez senti nossos baixos ventres se chocarem, estava quase chorando de tesão. Ele realmente queria acabar comigo. O puxei mais uma vez, mas ele não me deixou beija-lo. Ao invés disso ele, de novo, me virou. Mas de costas pra ele. Senti seu peso todo em cima de mim e o pior. Ele agora roçava seu membro na minha entrada. Ameaçava querem estocar, mas não o fazia. E eu estava prestes a manda-lo ir logo, mas bem. Eu amava o seu jeito e a sua maneira doce de me tratar. TaeHyung tinha sorte. Merda de frase. Mas ele era todo cuidado e isso infelizmente me fazia lembrar disso. Agora mordia e beijava as minhas costas. Fechei meus olhos enquanto sentia aquela sensação. Não sabia como um simples gestos daqueles poderia ser tão excitante. Ele não parou por ai, o senti descer mais até chegar na minha bunda. Lá ele deu duas mordidinhas e vários selares. Senti ele afastando as minhas pernas um pouco mais e se ajeitando entre elas. É agora, é agora. Pensei com convicção. E estava pronto pra encarar a dor, mas ao invés disso tive de gemer arrastado seu nome. Sim, um gemido de prazer, ao sentir sua língua invadindo minha entrada, fazendo uma massagem quente e me deixando completamente louco. Senti pena do lençol que era apertado sem dó. Assim como aquelas toalhas que não estavam mais no local. Enquanto eu me desmanchava de prazer. Suas mãos estavam em minhas coxas, me impedindo de fecha-las. Já que eu não tinha consciência, mais me contorcia inteiro. Ele era muito provocante, muito gostoso e todo carinho também. Senti mais dois beijos em cada nádega, depois daquele momento insano e virei a cabeça de lado a fim de olha-lo melhor.

Tudo que ele fez, foi rápido. Muito, fui virado de novo, agora nos encarávamos de frente um pro outro. Eu queria aquilo tanto quanto ele. Afastei as pernas e ele se acomodou mais ainda ali. Se aproximou do meu rosto e me deu um beijo simples. Eu fechei meus olhos naquela hora. Mas não por muito tempo. De uma vez e sem esperar, senti seu membro todo dentro de mim. A dor durou muito pouco. Pouco até demais. Pois ele me estocava lentamente, me acostumei logo e rodeei sua cintura com minhas pernas; E assim nos íamos mais e mais. Nos entregando ao puro prazer.

Suspirei ao mesmo tempo que gemi. Gemido esse que escapou, já que ele agora massageava o meu membro, enquanto se movimentava devagar dentro de mim. Ele estava me deixando um tanto relaxado, ao mesmo passo que me dava prazer. Uma de nossas mãos estavam entrelaçadas, a outra dele estava em meu membro e a minha em sua nuca. Sentindo a derme quente, algumas gotas de água ainda presentes. Encarar aquele ser assim. Olhar sacana, boca entreaberta, peito subindo e descendo enquanto aqueles fios grudados pelo, acima de tudo o jeito dece de me tomar inteiro o deixavam ainda mais enlouquecedor. Ele fechou os olhos por um momento, enquanto aumentava suas investidas. Tive de fazer o mesmo, já que não existia mais incomodo em mim, tudo o que eu sentia era um prazer único. Nunca me senti assim. Era uma sensação incrível, melhor do que qualquer masturbação poderia me proporcionar. E o melhor ainda. Era com quem eu mais queria. Tornando aquilo mais do que especial. Com amor e por amor. Assim era a nossa segunda vez. Tão única quanto a primeira. Ele atacou meu lábios e nossas mãos se apertavam mais. Ele agora investia com tudo. Creio que seus limites de calma foram atingidos, meu membro era massageado no ritmo de suas investidas. Eu gemia em sua boca, enquanto, agora, arranhava sua nuca. Nossos troncos se atritavam, aquela camada de suor os deixavam ainda mais propensos a deslizarem um pelo outro, quente, delirante, sensual. Tudo aquilo que eu esperava. Outro grito, descobri que ele gostava de me fazer, gritar de prazer. Ele acertou em cheio meu ponto, minha próstata. Me dando um prazer incrível. Gemia mais alto, seu nome não saia da minha boca e eu pedia por mais e mais. Dizia frases sem nexo algum, enquanto ouvia seus gemidos, tão fodidos quanto os meus. Logo cheguei ao meu limite, achei até que demorei muito. Sujando sua mão e nossos troncos. Enquanto ele continuou. Ainda me dando prazer, prazer esse que durou ainda um pouco mais. Nossos olhos estavam fixos um no outro e nossas testas coladas, quando ele gozou dentro de mim. Senti aquele liquido quente me preencher e mais uma vez, até aquilo me deu prazer. Aquele homem me deixava louco. E pela primeira vez eu disse com todas as forças. Com todo o sentimento. Sem medo, sem culpa, frase essa que foi guardada dentro de mim por anos e que só agora eu me permitia deixar sair.

- Jung Hoseok, eu te amo.

...

...

...

A chuva batia lá fora, de inicio era uma garoa fininha, envergonhada. Mas aos poucos tomou corpo e se tornou quase uma tempestade imponente e majestosa. Nossos corpos estavam compartilhando o mesmo edredom, minha cabeça estava encostada em seu peito, enquanto ele acariciava minhas costas com uma mão e com a outra meu antebraço. Seu cheiro estava impregnado em mim, assim como a minha perna estava por cima das suas. Eu estava tão cansado, mas ao mesmo tempo tão feliz. Hoseok era carinhoso e me deixava relaxado. O frio que fazia era bom, já que assim eu me aconchegava mais nele e ele me acolhia de maneira mais doce possível. Seu rosto estava sereno e eu observava seu perfil, tão tentador. Aquele homem definitivamente era o que eu mais queria pra mim. Assim como me sentia o ser mais sortudo do mundo por estar nos braços dele agora. Confesso que me sentia e ainda sinto um tanto culpado, por estar sendo feliz assim ao lado dele, sendo que à alguns meses atrás tudo o que havia em seu peito era dor. Sendo que ele perdeu a pessoa a quem mais amava nesse mundo. Contudo, eu estava decidido a tomar o lugar dessa pessoa. Eu tinha em mente que precisava que fosse eu ali a ser o dono do seu coração. Precisava que aos poucos a imagem do meu melhor amigo fosse apagada de sua mente e a minha fosse quem estivesse no lugar; Claro, que me sentia um completo egoísta, mas eu precisava dele. Já que não conseguiria mais viver sem isso.

- Porque me olha tanto? - fui interrompido de meus devaneios com o sussurro que fora a sua voz ao pé do meu ouvido, juntamente com um selo casto ali.

- Você é lindo, confesso que tenho muita sorte em te ter. Parece um sonho te ter aqui comigo. Eu nem acredito que estou vivendo tudo isso ao seu lado. - disse com vergonha, já que era bem isso que eu sentia, por mais que não houvesse coragem de dizer. Ele riu baixinho e me puxou um pouco mais para cima.

- Desde quando você gosta de mim Jimin? - sua pergunta me acertou em cheio. Ele sabia? Como? Eu fazia de tudo para...Droga. Se ele sabia, acho que Tae...

- Como você...?

- Meio que eu percebia, não somente eu, mas Tae também. - ele sussurrou ao se sentar e me trazer para o meio de suas pernas, fiquei de lado e encostei minha cabeça em seu peito. Estava com muita vergonha e não conseguia encara-lo de frente.

- Me desculpem, eu tentei, eu...

- Eu sei. - de novo ele me cortava. - Não somente eu, mas meu ex também sabia. - Meu Ex. Ele finalmente usou essa palavra para se referir ao meu amigo. Antes era meu namorado para cima e para baixo. Tanto que chegava a doer. Era como se o fantasma de Tae estivesse sempre ali. - Tínhamos consciência de que você era o ser mais respeitoso e que fazia de tudo para não nos atrapalhar assim como nos apoiava e por diversas vezes nos ajudava a fazer as peses. Por esses e outros motivos que ele confiava em você. Sabia que nunca seria e nunca foi capaz de fazer algo contra o nosso relacionamento. Confiávamos em você, e eu ainda confio. - ele beijou o topo da minha cabeça e me fez fitá-lo. Me ajeitei e fiquei de joelho em frente a ele, sentindo agora seu carinho em minha bochecha. - Eu sei do que ele te fez prometer. - meu coração palpitou mais e eu entrei em desespero. Se ele achasse que tudo aquilo era por conta disso, se ele duvidasse eu...

- Hoseok eu...- ele me calou com um selar casto.

- Ele sabia que você me amava, assim como ele. E acho que por isso que ele te pediu isso.

- Quando você soube?

- Uma semana depois do enterro dele. A sua mãe e a dele vieram conversar comigo. Me contar sobre a ultima vontade de Kim TaeHyung. De início eu não aceitei isso e alias imaginei que você também não. Já que nem falar comigo você falava mais. Então eu sabia que você sentia o mesmo que eu. A dor. A perca. E isso foi o que mais te fez te aceitar aos poucos. Você me deixou ter espaço para sofrer, para chorar, me martirizar e lamentar. Me deu espaço para querer ele de volta todos os dias. Penso que isso poderia e foi uma tortura para ti. Já que eu sabia dos seus sentimentos. Me senti horrível por isso. Por não conseguir esquecer, por não querer. Depois de tanto e tanto tempo. Mas ai que contei com a ajuda e os conselhos dos meus amigos, assim como dos pais dele. A mãe dele um dia me disse que sabia que eu o amava mais que tudo, mas que ao mesmo tempo ele me amava. E não iria querer que eu vivesse com a sombra dele em minha vida. Sem me dar chances de ser feliz de novo. Sem me dar qualquer chances de encontrar esse sentimento. Jimin eu - ele pegou meu rosto com as duas mãos- confesso que nunca vou te amar como eu o amei. - naquele momento eu quis chorar, quis sair dali e desistir de tudo, mas fui paciente. Ainda bem que eu fui. - Mas prometo que nós vamos construir o nosso próprio amor. Nosso namoro, do nosso jeito. Você quer?

Confesso que meu coração pareceu que parou de bater naquele momento. Seus olhos eram quentes e fixos nos meus e o brilho que continha ali era mais do que suficiente para me deixar completamente a mercê dele.

- Estou sonhando? - soltei a frase sem querer o que o fez rir. Então ele sabia de tudo? Então ele não estava me rejeitando porque queria, ele estava me aceitando aos poucos? Eu estou completamente sem palavras.

- Se for um sonho eu quero estar nele com você pro resto da vida. - ele disse meio bobo e eu pulei em seus braços. Desastradamente, o fazendo bater a cabeça na cabeceira da cama. Rimos disso e depois eu o cobri de beijos. E me prometi que seria o melhor namorado do mundo pra ele. Assim como ele queria e estava sendo pra mim. - Então, você ainda não me respondeu. Só chorou e eu pensei que estivesse dizendo algo errado.

- Claro que não seu bobo, claro que não. Você não estava dizendo nada de errado.

- Então Park Jimin, você me aceita como seu namorado?

- Claro que sim, Jung Hoseok. Claro que eu aceito. - nos beijamos por mais um pouco de tempo e nos perdemos naqueles lençóis naquela noite fria de chuva. E eu me deixei ser consumido outra vez e tantas outras em que ele quisesse que fosse assim. É perigoso se apaixonar. Mas eu quero queimar com você essa noite, essa semana, esse mês, esse ano. Nessa vida. Nós somos um par perfeito, perfeito de alguma forma. Mesmo com todos os defeitos, mesmo com esse passado e nosso presente. Nós fomos feitos um para o outro, para completar nossas alegrias e tristezas. Para queimar um ao outro em dias frios, e nos derreter em dias quentes. Eu mal posso respirar, quando você está aqui me amando, por isso eu tornei ele o meu único ar. E por esse amor que eu estarei sendo, mais que um, agora meio, agora com ele. Um todo. E serei mais feliz quando ele disser pela primeira vez.

- Jimin, como eu te amo.


Notas Finais


Gostaram desse final? Espero que sim, fiz com carinho e amor.
Sou muito feliz em ter vocês aqui do meu lado.


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