História Obscene - Os 12 Casos de David - Capítulo 6


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi Gente! Tudo bem com vocês?
Tô de volta com uma linda história pra vocês!
#sqn, isso é secsu, n tem que ser lindo, só picante xD
Espero que gostem :)

Capítulo 6 - Peter


Depois que Wes foi embora, eu fiquei muito triste. Acho que pelo meu isolamento e o meu comportamento anti-social, os poucos que eu deixava entrar na minha Fortaleza da Solidão deixavam um buraco quando saíam. E Wes me deixou mais carente naquele tempo do que qualquer um pôde me deixar na vida. Naquela época eu ainda estava muito trancado em casa e a escola era um pesadelo, mas teve um dia em especial que me pegou desprevinido, onde no ápice da raiva eu encontrei prazer.

*Flashback On*

Em pleno início de ensino médio eu já era zoado pelos babacas repetentes porque não importava o quanto eu disfarçasse, meu comportamento já entregava a minha sexualidade. E Peter, um dos melhores alunos do 3º ano de pele pálida, cabelos cacheados castanhos, olhos verdes e lábios rosados, porte físico de academia, líder dos babacas, namorado da garota mais sexy e capitão jogador de futebol, era o único repetente que corria atrás do prejuízo. Não se dava por satisfeito antes de me zoar, mesmo que fosse preciso interromper a aula dos professores, que apesar de não fazerem nada, me davam aquele patético olhar de pena.

Eu era incapaz de me entristecer com essa palhaçada; só ficava com mais raiva, quase dando uma de Carrie A Estranha pra cima de geral enquanto os professores vissem a escola pegando fogo. Mas alguns poucos amigos que eu fiz me mantiveram na linha e me impediram de enfiar agulhas nos olhos verdes do Rei Babaca.

Num intervalo qualquer em que ele ainda não havia me zoado, eu fui procurar outros cantos da escola pra ficar sozinho, já que um moleque do Fundamental tinha vomitado no lugar que eu costumava ficar. Mas quando achei um canto escuro entre duas salas no quinto andar, me deparei com Peter se agarrando com Colin, seu melhor amigo, quase o seu substituto como atleta e como valentão na escola.

Colin estava desabotoando as calças de Peter enquanto o último ainda colava seus lábios carnudos e de um rosa intenso com os finos do amigo. Ambos estavam tão distraídos um com o outro que nem perceberam as várias fotos que eu tirei, em vários momentos, capturando tanto o oral que Colin fazia no amigo quanto às reboladas do Peter na rôla do outro. E apesar de eu ter certa felicidade em finalmente ter provas comprometedoras pra me livrar de ambos, a minha raiva chegou a ultrapassar a minha excitação.

Quer dizer que esse tempo todo, eu tava sofrendo bullying por ser gay de dois outros gays?! E dois gays que já têm compromisso com garotas, são o orgulho dos pais e razão pela qual alguém se interessou em financiar os esportes da nossa escola?! Cara, como eu queria interromper essa foda do casal no estilo Sexta Feira 13... Mas então me vieram várias maneiras de me vingar deles. Eu podia mostrar as fotos pra tantos grupinhos sociais desses dois, acabar com a vida deles de tantas maneiras... Ah, Peter... Você realmente não devia me provocar, muito menos com outro homem.

No mês seguinte, foi organizada uma festa de despedida no pátio da escola para o Peter. Eu havia revelado as atividades dele para os pais, que apesar de já saberem, não queriam que fosse feito um escarcéu na escola. Então exigi que o moreno saísse da escola o mais rápido possível e prometi não mostrar as fotos para os amigos ou a direção da escola.

Porém, a namorada dele recebeu um misterioso envelope ontem e bem... Devo dizer que é tocante o esforço dos repetentes em alegrar o Rei Babaca. Claro que Colin, que também teve problemas com a namorada, nem mesmo foi à festa. E apesar de eu saber que o loiro bronzeado de olhos castanhos e musculoso pode acabar juntando as peças, um pio dele e não só ele vai cair fora, mas também vai ser exposto para toda a escola, porque eu consegui tirar fotos dele sem capturar o rosto do Peter e posso garantir que na minha escola, ele não vai sobreviver depois que todo mundo o vir com um caralho na boca.

No final da festa, começou a chover. O lugar era aberto e Peter foi aos poucos deixando os amigos irem embora. No momento ele estava no meio da chuva, com uma Heineken vazia na mão enquanto chorava de cabeça erguida. Eu comecei a rir de felicidade, dançando na chuva e listando as vantagens de não ter o Rei Babaca por aqui. Mas claro, ele percebeu.

- Que porra você acha que tá fazendo, viado? - Ele me disse, jogando a garrafa vazia na minha direção.

- É tão engraçado como o seu reino desmoronou tão rápido por causa de algumas fotos! - Respondi, me entregando de propósito enquanto me desviava daquela garrafa, que se estilhaçou no chão.

Ele, percebendo o que eu havia falado, perguntou como eu sabia e apenas com uma piscadela, ele entendeu o recado.

Peter então, tirou o casaco preto e avançou na minha direção, furioso. Peguei uma cadeira de plástico no pátio e bati com toda a minha forca, fazendo-o cair numa mesa de plástico, que cedeu ao seu peso tombando para frente. Enquanto ele se recuperava, peguei uma perna da mesa, agora virada de lado e a destaquei do resto, improvisando um porrete para me defender. Assim que ele se levantou, pegou outra garrafa que estava caída no chão e tentou me acertar, errando mais uma vez. Possesso, ele avançou mais uma vez contra mim, mas o acertei na barriga e quando o vi perder o fôlego, larguei a perna da mesa e lhe desferi um belo soco na cara, o jogando para a parede na qual eu o prensei.

Ele estava fraco emocionalmente e fisicamente, além do efeito de 7 garrafas de cerveja afetando seu desempenho físico. Só assim pra um moleque magro que fazia basquete dominar um atleta com hábito de ir à academia. E ainda sim, foi difícil, ele continuava resistindo enquanto pequenas lágrimas se formaram na cabeça dele.

- Por quê? - Perguntei, retomando a ira de um mês atrás. Meu sangue fervia e eu devia estar quase fazendo careta. Mas foda-se, eu precisava saber. - Por que você implicava tanto comigo? O que eu havia te feito de mal até então, seu filho da puta?! - Continuei, mirando nas suas orbes esmeralda enquanto o jogava no banco de pedra, ouvindo um baque nas suas costas.

Enquanto eu o via dolorido e emotivo no chão, não pude sentir empatia alguma, apenas raiva e prazer em me vingar de maneira lenta e cruel do Rei Babaca. Porém, quando ele começou a chorar forte, soluçando e indo em direção aos cacos de vidro no chão, eu voltei a mim.

Deus, ele ia...?

- Você não vai pegar o meio mais rápido! - Falei, forçando o a se sentar no banco de pedra. - Agora me fala, o que você tanto via em me provoc... - Fui interrompido por lábios frios e um gosto de sangue na minha boca. Peter estava me beijando.

- Eu sempre tive uma queda por você, David. - Ele me disse ao cessar o beijo. Eu estava sem chão agora. - Eu tenho reparado em você há tempos, mas quando eu vi um sorrisinho apaixonado na sua cara ano passado, eu percebi que você estava com alguém. Eu comecei a te provocar por ciúmes, mas quando você voltou a ficar desanimado que eu percebi o que estava fazendo à você. E percebi que depois de tantos meses de bullying, você estaria enojado de mim, com razão. - Ele me disse, ainda chorando.

A chuva já havia ensopado há nós dois completamente e como hoje era feriado (motivo pelo qual o porteiro ainda nos deixou entrar), teríamos que limpar toda essa bagunça.

- Foi aí que o Colin assumiu estar apaixonado por mim e... O resto você já sabe. Eu sinto que merecia ficar sem namorada e sem o Colin, até mesmo sem esses companheiros na escola, mas eu estive me sentindo culpado desde que você parou de sorrir. E foi ainda pior ver que só depois de você me arruinar, você voltou a sorrir. Mas eu acho que estamos quites agora. - Ele me disse, levantando-se, sua camisa cinza molhada marcando o seu peitoral e seus cachos alisados pela água.

- Não estamos não. - eu o prensei contra a parede novamente, mas para a sua surpresa, eu o beijei, sentindo menos o gosto de sangue e mais o de cerveja naquela boca estranhamente gélida. A sua língua, igualmente fria, tocava a minha com desejo o suficiente pra comprovar a sua história. Ele realmente sentia tudo aquilo por mim. - Só... Nunca mais pense em suicídio, seu atleta babaca. - Eu o avisei, pegando na sua mão enquanto o puxava para as vassouras. Eu não sabia o que uma relação com ele poderia gerar em mim e tentei atrasar isso limpando a bagunça da festa, à medida que a chuva parava.

Assim que terminamos, quase secos pelo tempo que levou, ele me pegou pela mão e me levou para o seu carro, onde pude finalmente continuar de onde paramos, apesar do receio de iludí-lo. Mas, como se respondesse meus pensamentos, ele me disse:

- Sem arrependimentos hoje. Não é como se eu esperasse que você fosse corresponder meus sentimentos a essa altura, bichinha. - Ele terminou usando um dos seus modos prediletos de se dirigir à mim em sala, retomando um pouco da minha raiva, na qual eu ataquei seu ombro com os dentes.

- Se usar mais uma dessas belíssimas palavras, você vai me implorar pra parar. - Avisei com um olhar ameaçador enquanto rasgava sua camisa e arranhava seu torso.

- Duvido muito, viadinho. - ele sussurrou, colado à minha orelha. Eu o joguei contra a porta do carro e o arranhei mais forte nas costas enquanto mordia seu pescoço, chupando-o ali como um vampiro, sentindo seu perfume e ouvindo sua respiração pesando.

Baixei suas calças e arranquei sua cueca com os dentes, fazendo seu falo, de grande tamanho e considerável grossura pular pra fora. Um brilho de luxúria preencheu seus olhos, mas eu o torturei, tirando a minha roupa lentamente enquanto o via começando a se masturbar, aproveitando a cena.

Estava quase tirando a cueca, última peça de roupa, quando Peter me puxou para si e mordeu meu ombro, forte o suficiente para me fazer gritar. Me vinguei mordendo sua orelha e ele gemeu avidamente na minha nuca, me arrepiando e me estimulando a continuar, indo com as mordidas para seus lábios tão carnudos quanto os meus, não resistindo à tentação que era fazê-lo sangrar e mordendo com força aquela região deliciosa. Ouvi seu gemido dentro da minha boca em meio à briga das nossas ligeiramente ensanguentadas línguas, tão vorazes quanto nossas mãos, que se apressavam em tirar qualquer peça de roupa que restasse no nosso corpo.

- Me chupa logo, seu idiota gostoso! - Pedi forçando raiva enquanto seus beijos, chupões e mordidas marcavam todo o meu torso nu e descreviam uma trilha para a minha pélvis.

Peter foi o mais lento de todos os que eu já tive. Mas ouso dizer: ele rivalizava com Wes e superava Rick. Porque, ao contrário de Rick, ele não tinha pressa alguma de fazer acabar, como se o sexo valesse mil vezes mais que o clímax. E se opondo a Wes, que buscava mais o prazer próprio do que o meu, Peter nem mesmo se importava em pedir que eu o tocasse, o beijasse, só queria me satisfazer. Uma espécie de passivo, mas não necessariamente dominado.

Quando dei por mim, estávamos num meia-nove. Seu perfume, localizado em quase todo corpo já havia sido decorado pelo meu nariz, mas aquela região tinha um cheiro especial. Lembrava-me o tão familiar perfume próprio de Wes, mas como uma versão refinada (e coincidentemente, ambos eram de classes sociais quase opostas). Era igualmente viciante, mas parecia menos selvagem, menos estimulante e mais curioso.

Depois de muita espera, senti enfim a sua língua fria tocar no meu membro, me arrepiando por completo e entumecendo meus mamilos. Peter lambuzava de saliva o meu falo e parecia aproveitar cada milímetro que alcançava. Mas o meu delírio veio ao tocar seus lábios, já menos ensanguentados, na minha glande, iniciando os movimentos de vai e vem, engolindo por completo meu pênis, que queria mais do que nunca gozar. Ele mantinha os movimentos lentos e ameaçava morder quando eu empurrava sua cabeça, roçando os dentes na extensão do meu membro, me forçando a deixá-lo em seu ritmo.

Procurando retribuir o prazer que ele tanto insistia em me proporcionar, dei mais atenção ao seu membro tão convidativos quanto seu ânus. Salivava e encharcava su falo tão grosso com a minha língua e continuava zonzo pelo prazer enquanto ele simplesmente não me largava, apertando as minhas nádegas com força e tirando, com cuidado, meu pênis da boca, direcionando-a para a minha entrada.

Quando finalmente engoli seu membro, engasgando e lacrimejando, ele começou a soltar longos gemidos, quase gritando quando comecei a felação. Sua língua atrevida estava lubrificando e penetrando aquela região tão sensível e me provocando gemidos com seu pau na boca. Quando senti meu ápice chegando, nos interrompi e enfiei de uma vez só o meu falo na sua garganta, fodendo sua boca intensamente e esporrando vários jatos na sua garganta, com os quais ele engasgou um pouco, mas engoliu.

Continuamos nos amando como se não houvesse amanhã, nos permitindo sentir cada parte um do outro e naquela noite, nos tornamos um. Meu valentão e eu trocamos os papéis e se depender de mim, isso vai acontecer de novo hoje à noite.


Notas Finais


Estou desmaiada, sem comentários x_x
Até o próximo cap!


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