História Obscure -- INTERATIVA - Capítulo 22


Escrita por: ~ e ~Tannario

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Anjos, Asmodeus, Azazel, Demonios, Hibridos, Interativa, Interativo, Lilith, Sata
Visualizações 34
Palavras 1.753
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Ecchi, Ficção, Hentai, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Bissexualidade, Cross-dresser, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


AVISO: QUEM NÃO COMENTA HÁ MUITO TEMPO SÓ TEM MAIS TRÊS CAPÍTULOS ATÉ O FIM PARA COMENTAR. QUEM NÃO COMENTAR VAI SE DAR MAL, PQ? Pq eu vou fazer uma coisa especial com todos que seguiram a fic.

Estão sentindo isso???
É o cheiro do fim próximo...

Ah, nota, esse lance da aparência do Tiu Lu funciona assim:
Ele era o anjo mais bonito né? Mas beleza é relativa, entaum ele se adapta.
Exemplo: Vamos supor que menininha A, que vamos chamar de Hü, goste de garotos altos, magros, com olheiras e cabelo escuro. Isso significa que Hü vai ver Lúci alto, magro, com olheiras e cabelo escuro.
Agora menininho B, que vamos chamar de Tanny, goste de garotas com cabelo e olhos castanhos, pele morena, olheiras e cabelo ondulado. Tanny vai ver Luci com cabelos e olhos castanhos, pele morena, olheiras e cabelo ondulado.

Deu pra entender? Great!

Hope U Like ^^

Capítulo 22 - Irreal


Fanfic / Fanfiction Obscure -- INTERATIVA - Capítulo 22 - Irreal

 

– Se eu fizer isso… Promete que ela vai ficar bem? – a proposta parecia boa, mas não sabia se devia ou não aceitar.

– Não faríamos nenhum mal à jovem pura, mas a outra… Caso se junte à nós, só limparemos o demônio dela.

– Mas, como posso confiar em você, se sequer sei seu nome ou como é? – ele se levantou e deixou-a ver seu rosto.

– Sou Rafael. Terei que tomar medidas drásticas para que se una à nós? – ele aguardou uma resposta – O que você mais quer nessa vida?

– … O que eu… mais quero… – a face de sua mãe lhe veio à mente.

 

Desejava tanto encontrá-la.

 

– Sua mãe? – ele suspirou – Temo que não posso levá-la até ela… Mas acho que tenho algo que pode servir.

 

Ele lhe estendeu a mão.

 

– Vamos.

 

Saíram do quarto e Kelly finalmente pode ver o que havia lá fora.

Paredes douradas como o Sol e lustres como a Lua.

O piso parecia ser feito das mais puras e belas joias. E todo aquele lugar tinha uma aura de pura paz e calmaria.

 

– Onde estamos? Aqui não é o limbo… É diferente…

– Estamos no Éden. Esse lugar era chamado de Ponte Terrena, o único lugar que ligava o Limbo, o Éden e o mundo humano. Apenas aqui podemos encontrar o que você tanto quer.

 

Parou por um momento.

 

– Nalla, onde ela está?

– Está sendo tratada junto do outro, não esperávamos que se ferisse tanto.

– Outro? – ele abriu uma porta negra de ébano.

– Muitos anjos estavam vagando por aqui, pelo jeito. Alguns… corrompidos.

 

A sala tinha o piso de turmalina e ônix. E no centro uma única figura rezava para um vitral.

 

– … O que faz aqui… ?

– Ela quer encontrar a mãe.

– Não se encontra uma alma… Ela nos encontra.

– Quem é você? – Kelly perguntou, mesmo sabendo que entranhado em seu ser havia a resposta.

– Sou a morte, criança. A primeira que surgiu ante à extinção dos primeiros que aqui habitaram.

– … Por que estamos aqui? – perguntou para o anjo que a levara até lá.

 

Ele baixou os olhos como se doesse em si a resposta que daria.

Não foram necessárias palavras, o olhar da Morte e de Rafael eram suficientes.

 

– … N-Nã… Não…

 

Desabou. Sempre soube que a teria encontrado, sempre soube que ela provavelmente já estaria morta.

Mas ainda assim tinha esperanças. E todas elas foram lavadas por suas lágrimas.

 

– Você pode vê-la… se quiser. – a Morte se aproximou e tocou seu ombro – Me diga… O que acha que todos sentem antes de morrer?

– … Tristeza? – respondeu sem muita certeza.

– Não, criança. Eles se sentem relaxados… Em paz… Calma… E esperançosos. – uma caixa de música surgiu em suas mãos. – Toque.

 

Kelly girou a manivela da caixa. A música a lembrou de seu passado, sua eterna busca por sua mãe.

 

– … Filha?… Por que está chorando?

– M-Mãe? Onde você está?! – olhou ao redor da sala, mas viu apenas Rafael e a Morte.

– Aqui… Sempre estive aqui… – a mulher surgiu em sua frente. Seus traços eram leves e quase despercebidos. – … Não tenha medo… Está segura aqui. O único mal, é aquele que nos separou de você. Aquele que me matou.

– Mas quem?! Quem te matou?

– Você o ajudou… Mesmo sabendo que ele tinha matado seu pai…

– … Não… Não pode ser… Não ele…

– Por que você ainda acha… que os demônios são bons… ?

– Mãe? Mãe?!

– Ela já se foi, criança. Não voltará. -- se ajoelhou perto de Kelly -- Mas agora sabe o que tem de fazer…

 

Ela assentiu lentamente. Sua tristeza e melancolia se tornando combustível para seu objetivo.

 

– Tenho que matar… Satã.

– Muito bem…

– Quem mais está junto de nós? – fez questão de se incluir.

 

Há tanto tempo negava a verdade que sempre soube.

Negou por todo aquele percurso, mas agora aceitava o que estava há muito em sua mente.

Os demônios se fingem como bons… Dizem que os verdadeiros demônios são os humanos. Mas Os Demônios eram o acúmulo de todo o mal antropológico das mentes humanas.

Como pode se deixar enganar?

 

– … Dos anjos que vagavam pelo limbo, dois foram corrompidos por demônios que os seduziram. Um deles já estava impregnado pelo mal, enquanto o outro deve ter sido seduzido recentemente. Além de você, encontramos outros dois, sendo um deles Nalla. O outro foi encontrado buscando uma humana. Após encontrá-la, ele se juntou à nossa causa.

– Uma humana… Hazel… ? – falou em tom baixo, Rafael rapidamente virou o rosto à menção do nome.

– … A fraqueza de Satã.

– Ela está realmente aqui?!

– Está presa como a corrompida que é. – ele falou com nojo – Nunca achei que encontraríamos uma humana como ela. Ela se corrompeu por si própria, sequer foi afetada por outro demônio.

 

Novamente aquilo. Hazel não era afetada, mas não sabiam o motivo.

Kelly decidiu perguntar antes que perdesse a chance.

 

– Por que Hazel não é afetada? – Rafael a olhou como se a resposta fosse algo difícil de engolir.

– Ela é… era uma profeta. Escolhida por Ele, até que caiu.

– Por… Ele?

 

Não pode recusar a visão de um demônio de tutu e botas de salto, mas logo ignorou o pensamento e voltou sua atenção à Rafael que lhe estendia a mão.

 

– Venha. Devemos terminar os preparativos.

 

x Point of View Alek

 

Anna…

Ela sorriu ao me ver. Aquele sorriso que ela mostrou quando me fez lutar contra meu próprio irmão.

Não posso acreditar nela… Não posso.

 

Flashback On

 

– Anna.

– Olá, Aleksander. – ela caminhou até mim.

 

Era como se ainda estivesse viva. A mesma face de quem tentou me matar sorria gentilmente.

 

– Sentiu minha falta? – ela colocou sua mãos em meu rosto. Seu tato era quente e agradável, como sempre havia sido. – Eu senti a sua… Meu amado Aleksander.

 

Segurei seu pulso e a joguei no chão.

 

– Não ouse me chamar assim…

– Ou o quê? Vai me matar? De novo?! (referências) – ela se levantou e afastou-se. – Não pense que desejei estar aqui. Por sua causa nós estamos condenados a passar a eternidade nesse… nesse pesadelo.

– Nós?

– A… lek… Não fuja…

 

Decidi que não podia evitá-lo. Respirei fundo para poder ouví-lo.

 

– … Você deve fazer algo… Para que eu seja liberto…

– Qualquer coisa… Não importa, eu faço.

– Estou aqui porque você está… E você está aqui…

– Porque Satã está.

– … Não somos os únicos aqui contra nosso desejo… Para me libertar, deve matar outro…

 

Demorei um pouco para entender.

Aquilo não… Eu não podia trair mais alguém.

Eu tinha de trair.

 

– … Eu o matarei. Mas não vai passar despercebido.

– Passará. – Anna se manifestou – Já ouviu o conto de rei cego? – neguei – Pois bem. Havia um rei que seguindo, a sabedoria de seu conselheiro, de quase todos desconfiava, a não ser os guardas, membros da corte e sua família.

– Até que um dia membros de sua corte começaram a morrer. Ele não soube o que fazer, então seu conselheiro construíu um muro ao redor de seu palácio, sem portas nem janelas. – continuou Niko.

– As mortes continuaram, então veio o conselho de manter apenas seu mais confiável guarda, sua corte, sua família e o próprio conselheiro por perto.

– Ainda assim mais morreram. Então, ele deveria manter apenas seu conselheiro, o guarda, o mais fiel de sua corte e sua família.

– Tá, tá. As mortes continuaram, e dai?

– Em um momento, havia apenas o guarda, o mais fiel de sua corte e seu filho. Quem foi o culpado de todas as mortes?

– Sem enigmas! Vá logo ao ponto. – Niko suspirou.

– O rei no fim foi traído por alguém que ele confiava. E o mesmo vai acontecer nesse palácio. Vá.

– Antes… Preciso falar com Anna. – Niko assentiu e desapareceu.

– O que você q--- – agarrei o pescoço dela. – … A… Al--

– Estou fazendo isso por ele. Já você… Pode morrer. – apertei seu pescoço.

– A…

– Vou te matar. Quantas vezes eu for capaz.

 

Flashback Off

 

Eu realmente fiz aquilo.

Anna não fazia diferença matá-la. Mas ele…

Não posso pensar muito sobre isso. Não sei onde está Ayumi, mas por hora isso não importa.

Eu tenho que encontrar… Satã.

 

x Point of View Ayumi

 

Tudo ali me bloqueava.

Não era capaz de ouvir os pensamentos de Aoi, então era um mistério saber o que passava por sua mente.

 

– … Collins está morto… – falou por fim.

– O quê?! – me espantei com a naturalidade – Como?

– Eu… Eu apenas sei… – comecei a ver as lágrimas descendo por seus olhos – Eu sequer senti a morte!

 

As sutis lágrimas se tornaram um cachoeira.

Naquele momento ele agia como a criança que aparentava ser.

Seu poder. Influência. Conhecimento… Naquele momento ele não tinha nada.

 

– … Não posso fazer isso… não agora… – ele tentou limpar as lágrimas – Está chegando a hora. E tudo vai cair…

– Temos tempo ainda… Se dê um momento.

– Eles já estão vindo… Não há mais tempo.

 

x Point of View Hazel

 

– Eu…sou profeta?

– Hahahahahahaha não seja tola! Era. Era! Não mais…

– Mas por quê?! O que fiz de errado.

– Huhuhu… Quem sabe? – o homem deu de ombros e voltou a rir.

– Mas…

– Shiu! Silêncio, silêncio! Eles vem ai! Seu doce, doce Ikari deve ter dado as caras. Huhuhu…

 

x Point of View Kelly

 

O anjo era belo como todos e um pouco mais. Seu semblante carregava tristeza e determinação.

 

– Dennis, tem certeza disso? – perguntei novamente.

 

Precisava ter certeza por mim mesma, mas eu não conseguia me decidir por completo.

 

– Nunca estive tão certo de algo nessa vida. – falou e sorriu – E tenho certeza de que você quer ter certeza também. – assenti – Ele tirou algo importante de nós. Eu só queria ter notado isso antes.

– Mas… e Hazel? Eu não sei se isso é o certo.

– A Hazel que eu conheci não existe mais… E aquela que você conheceu era um fantasma do que ela era. Agora, nem mesmo esse fantasma existe mais. Lembre-se disso quando for a hora. Não hesite.

 

x Point of View Ikari

 

Saímos da sala, atravessando novamente o corredor. E por fim chegamos a árvore da guardiã.

Longe de tudo aquilo, pude ver Lúcifer.

Seus cabelos estavam escuros, olhos cor de âmbar e traços femininos. É claro que ele se pareceria com Hazel, afinal.

Passamos pela garota acorrentada e a mesma levantou o olhar ao meu ver. Mas se levantou instantaneamente ao ver Lúcifer.

Devia me tratar assim também.

 

– Mestre… Não pode sair!

– Eu devo. Não posso me esconder para sempre.

– M-Mas…!

– Por favor. – ela se interrompeu e sentou novamente.

– Não posso impedir… Cuidado. Estarei aqui.

 

Continuamos andando. Até a árvore sair de vista.

O último abrigo amigo (referência poha) desaparecer.

Esperava que tudo valesse a pena no final.


Notas Finais


E eu já sei como resolver o problema que me aflige! Hhihiihihihihiihihihiihihiih

Kissus de ketchup com bisnaguinha vendidos pelo Loki (sim, Loki voltou !!!! e-e)

P.S: Só eu que acho que esse emogi (e-e) parece uma pessoa com olheiras sorrindo com os olhos??


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