História Obscure - Terceira Temporada - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Criminal
Visualizações 63
Palavras 2.061
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


"Mais coisas"

Capítulo 10 - More Things


POVS JUSTIN 

Estávamos todos sentados na mesa comendo e conversando. 

Meu celular apitou e todos pararam de conversar e me encararam. Peguei o celular era uma mensagem do Patrick.

"O serviço lhe chama, esteja aqui em 10 minutos" 

Respirei fundo e encarei ao meu redor, todos sorriam e conversavam. Eu não posso desistir disso, eles precisam disso.

Me levantei e subi correndo, peguei minha arma carregando ela é colocando na cintura abaixo do moletom. 

Respirei fundo olhando pra foto da Rubya no quarto e desci. 

Tentei passar rápido pela sala pra que não percebessem, mas foi em vão.

-Onde você vai Justin? - Chaz perguntou, parei e me virei lentamente em direção à mesa. 

-Resolver uns negócios na boate - disse ele assentiu 

-Se precisar de ajuda, estamos aqui - ele sorriu 

-Eu sei - sorri e sai da casa respirando aliviado 

Entrei no carro e acelerei indo para a casa do Patrick. Quando virei a esquina vi o carro da Rubya me seguindo.

-Merda - disse e mudei o caminho indo para a boate 

Ela continuava me seguindo.

-Vai pra casa Rubya - sussurrei parando em frente a boate 

Desci do carro e parei na frente da boate olhei em volta e entrei na boate. 

-Chefe - Khalil disse vindo até mim -Quanto tempo não? 

-Estou ocupado - disse subindo pro escritório onde dava pra ver a rua, olhei em volta e seu carro tinha sumido.

-Parece estar fugindo de alguém - ele disse e o encarei 

-Se qualquer pessoa ligar aqui procurando por mim, diga que estou muito ocupado para atender o telefone, consegue fazer isso? - ele assentiu 

-Você parece tenso - ele disse preocupado 

-Impressão sua - disse e o encarei -Combinado? - ele assentiu - Até mais 

Desci correndo entrando no carro e acelerando até a casa de Patrick.

Parei na frente da casa e os portões se abriram, entrei e os seguranças disseram onde eu poderia estacionar. 

Logo desci seguindo-os até o escritório. 

-Você está atrasado - Patrick disse assim que entrei no escritório 

-O acordo são meus serviços não minha pontualidade - disse me sentando - Qual o serviço? 

-Preciso que pegue um documento para mim - ele disse respirei fundo 

-Quer que eu roube? - ele riu 

-Exatamente - ele pegou uma pasta na gaveta e me entregou 

Abri vendo a foto do governador Eric.

-Quer que eu roube o governador? Você quer me por em problema - disse analisando os dados 

-É de seu interesse também - ele se levantou - Eric e eu costumávamos ter um acordo e ultimamente ele tem feito visitas ao nosso amigo Liam - encarei Patrick me interessando no assunto - Uma de suas visitas a Liam ele saiu de lá com uma pasta, eu quero essa pasta 

-É isso? - ele assentiu 

-Aqui está a planta da casa dele - me entregou um papel - Essa pasta está aqui - ele circulou um cômodo na planta da casa -No cofre 

-Como quer que eu roube um cofre que só abre com a digital dele? -perguntei sério 

-Eu não sei, o ladrão de bancos aqui é você, como rouba os cofres do banco? - ri 

-Eu tenho um cara que cuida disso, eu só faço o trabalho pesado - disse ele respirou fundo 

-Ótimo traga ele - Patrick disse eu neguei com a cabeça -Como assim não? 

-Não vou envolver eles nessa - fechei a pasta e coloquei em cima da mesa - Eu dou o meu jeito 

-Ótimo, quando voltar terá suas perguntas respondidas - assenti 

-Vou precisar de algumas coisas - disse 

-Do que precisa? 

Dei o nome te tudo que eu precisava e comecei a traçar as rotas e analisar a planta da casa. 

[...] 

-Está tudo aqui - Patrick disse me entregando uma mochila 

-Volto em algumas horas - disse colocando a mochila nas costas 

-Justin não leia o arquivo - encarei ele e sorri fraco 

-Eu não prometo nada - disse e sai da casa entrando no carro que Patrick me deu para realizar esse serviço. 

Acelerei vendo o carro com seguranças logo atras de mim. 

Estacionei o carro a dois quarteirões de distância da casa e fui andando até lá. Tomei um susto quando meu celular começou a tocar, era Rubya. 

-Melhor atender - um dos seguranças disse encarei ele sério - Desculpa é que ela não vai para de ligar se você não atender 

-Você tem razão - disse e respirei fundo  -Oi Rubya 

-Justin quando tiver voltando pra casa compra uma torta de morango? - ela disse 

-Torta de morango? - parei de andar 

-Sim Justin, eu tô morrendo de vontade de comer uma e Dorota já foi dormir não quero acordar ela e eu tenho você pra isso - ri fraco 

-Ok, eu compro - pude escutar ela rindo 

-Ok, vai demorar pra chegar? 

-Não sei, acho que não 

-Ok, toma cuidado tchau 

-Rubya? 

-Oi? 

-Eu te amo 

-Eu também te amo - ela disse e em seguida eu desliguei.

Olhei em volta e todos me encaravam sorrindo. 

-O que foi? É sempre bom lembra-las disso, o sexo é melhor - disse e todos riram -Vamos voltar ao trabalho 

Voltamos a andar em direção a casa, analisei por um brecha do portão os seguranças parados no quintal, eram sete. 

Pulei o muro e atirei em todos eles indo em direção a casa, abri os portões e os seguranças de Patrick entraram. 

Entrei na casa e um segurança apareceu. Soquei a cara dele em seguida dando joelhadas no seu estômago, derrubei ele no chão e bati com sua cabeça no chão o fazendo desmaiar.

Segui meu caminho até o escritório tirando tudo do caminho pra o cofre ficar livre. Peguei o que precisava e sai pela casa procurando impressões digitais por todo canto. 

Entrei no quarto vendo ele deitado na cama do lado de sua esposa, me aproximei do criado mudo onde havia um copo com água. 

Peguei o copo e fiz com que a impressão digital passasse para um plástico fino para que eu conseguisse abrir o cofre. 

Coletei as digitais com cuidado, qualquer erro e eu não conseguiria abrir o cofre. 

Sai do quarto em silêncio assim que consegui o que eu queria, assim que fechei a porta tomei um susto com uma criança parada olhando pra mim. 

O desgraçado tem filha.

-Quem é você? - ela disse cocando os olhos 

-Eu sou um... anjo - disse me afastando da porta do quarto dos pais dela 

-Anjos não existem - ela disse me seguindo 

-Existem sim, eu sou um deles estou aqui para você -sorri fraco 

-Porque pra mim? - entrou no quarto dela 

-Porque você está acordada essa hora e... E nessa hora que os monstros procuram crianças acordadas para assustar e eu vim aqui pra te por pra dormir pra eles nunca assustarem você - ela sorriu e deitou na cama 

-Obrigada anjo - ela disse fechando os olhos 

-Não pode contar aos seus pais que você me viu ok? Se não eu nunca poderei aparecer pra você novamente - ela assentiu 

-Boa noite anjo - sorri fraco e esperei com que ela dormisse de novo

Sai do quarto e fui até o escritório, peguei o plástico e coloquei na digital do cofre, fechei os olhos torcendo pra que abrisse. 

Abri um sorriso quando escutei o barulhinho e vi a luz verde, o cofre abriu. 

Peguei a única pasta que tinha lá e coloquei dentro da bolsa, organizei tudo desci correndo indo até os seguranças. 

-Consegui vamos - disse e pulamos o muro de volta.

Corremos até o carro e entrei acelerando. Peguei um caminho diferente e parei o carro em uma rua não muito movimentada e peguei a pasta abrindo.

Arregalei os olhos quando vi uma foto minha na pasta. Olhei as outras paginas vendo que era sobre mim, exatamente tudo.

-Porque Liam está distribuindo uma pasta sobre mim e porque Patrick quer isso? - fechei a pasta jogando no banco do lado 

Acelerei indo pra casa de Patrick, assim que estacionei no jardim.

-Onde ele está? - Perguntei a um dos seguranças que me acompanharam 

-No escritório, e não parece estar feliz - revirei os olhos e peguei a pasta indo até o escritório 

Entrei e mostrei a pasta pra ele.

-Você conseguiu - ele apagou o cigarro 

-Sempre consigo - disse e coloquei a pasta na cadeira ao meu lado - Mas só vai tê-la quando me contar tudo que sabe 

Ele assentiu parecendo concordar comigo.

-Aposto que procura alguém que ele ame pra atrair ele até você, perca de tempo - sorriu - Ele não tem ninguém 

-Mãe? Pai? Irmãos? - perguntei e Patrick negou 

-Todos mortos, ele matou todos - arregalei os olhos 

-Liam matou seus pais? - ele assentiu 

-Não só os pais como a família inteira, eu me lembro da história - ele disse e me encarou sério - Eles estavam numa reunião de família o pequeno Liam pegou uma arma e matou todo mundo logo em seguida fugindo 

-Ele matou todo mundo? - Patrick assentiu 

-Ele é psicopata Justin - Patrick disse com lágrimas nos olhos - Nos trabalhávamos juntos, até que um dia um de nossos planos deu errado ele jogou toda a culpa em mim, mas por conta dele tinha dado errado, nós brigamos e então eu decidi ir pra casa, mas antes passei numa floricultura pra comprar flores pra minha mulher e pedir desculpas e falar que finalmente eu iria sair desse mundo, mas quando eu cheguei minha mulher e meus dois filhos estavam mortos 

Meu coração acelerou por imaginar Rubya, Rachel e Jake mortos.

-Foi aí que ele começou a fazer da minha vida um inferno, eu estava no buraco e cada vez mais ele me afundava, ele tirou tudo de mim - Patrick respirou fundo bebendo um gole do líquido em seu copo - Se eu fosse você eu sairia dessa enquanto há tempo, você tem filhos?

-Dois - disse aceitando o uísque que ele ofereceu - Não há mais tempo - dei um gole respirando fundo 

-Tem algo que nunca saiu da minha cabeça - Patrick disse - Há uns vinte e sete anos atras ele e a esposa sumiram por nove meses e depois ele voltou sozinho dizendo que estava apaixonada por uma mulher casada e que ela estava grávida e não iria deixar o marido e depois de um tempo a mulher dele morreu 

-Grávida dele? - perguntei e ele sorriu

-Isso você só vai saber no próximo trabalho, junto com o nome da amante que eu também sei  - ele riu - A pasta por favor - entreguei pra ele

-Porque Liam está distribuindo informações minha pro governo? - perguntei e Patrick me olhou assustado 

-Ele vai por o governo atrás de você, se já não estiverem - ele fechou a pasta e passou a mão na cabeça - se ele souber que você tem contato comigo aquele louco vai vir atras de mim também - ele começou a dizer rapidamente 

-Como você sabe disso? 

-Eu já trabalhei com ele sei de todas as jogadas dele, você tem que ir embora e esquecer que eu existo - ele começou a me puxar pra fora da casa 

-Mas você não me disse tudo - me soltei encarando ele 

-Não me procure mais Justin, está me ouvindo? Vá embora e não volte mais - ele encarou uns seguranças - Tirem ele daqui 

Respirei fundo entrando dentro do meu carro e saindo da casa, soquei o volante.

-Desgraçado - soquei diversas vezes 

Acelerei indo pra casa, passei na padaria 24h perto de casa e comprei a torta de morango da Rubya. 

Cheguei em casa e joguei a chave do carro em cima da mesa, tirei meus sapatos  olhando em volta, todos deveriam estar dormindo. 

Óbvio que estariam dormindo três horas da manhã. Fui até a cozinha e peguei uma colher e subi. 

Entrei no quarto a televisão estava ligada, mas Rubya estava dormindo. Me sentei ao seu lado e cutuquei ela.

-Rubya? - disse e ela abriu os olhos lentamente 

-Você demorou - ela disse se sentando e abrindo um sorriso assim que viu a torta de morando na minha mão - Muito obrigada 

Sorri fraco e beijei sua testa me direcionando até o banheiro. 

Eu preciso descobrir mais, amanhã eu vou falar com Patrick e conseguir todas as minhas respostas. 


Notas Finais


OI OI GENTEEEEEEE
Tudo bem com vocês? Espero que sim.
O que acharam do capítulo? Será que o Justin vai se meter em problema? Comentem suas apostas...

Beijos e até o próximo capitulo...


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