História Obscurité - Capítulo 6


Escrita por: ~ e ~moonHale

Postado
Categorias Saint Seiya
Personagens Afrodite de Peixes, Aiolia de Leão, Aioros de Sagitário, Aldebaran de Touro, Camus de Aquário, Dohko de Libra, Hades, Hyoga de Cisne, Ikki de Fênix, Kanon de Gêmeos, Mascára da Morte de Câncer, Miro de Escorpião, Mu de Áries, Pandora, Radamanthys de Wyvern, Saga de Gêmeos, Shaka de Virgem, Shion de Áries, Shiryu de Dragão (Shiryu de Libra), Shun de Andrômeda, Shura de Capricórnio
Visualizações 41
Palavras 3.054
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Policial, Romance e Novela, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Mutilação, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


demorei, desculpa gente mas eu fiquei muito doente essa semana mds, eu realmente estava podre era só me jogar no lixo Zeus amado!
outro capítulo meio bleeee mas espero que gostem e a partir de agora as coisas vão ser mais hardcore LALALA
espero que gostem :3

Capítulo 6 - Capítulo 6


Kanon observava todos que estavam no bar, sabia que tinha traficantes e pessoas estranhas que faziam parte daquela máfia, já que eles não lidavam com pessoas, e podia sentir que estavam sendo observados e analisados, que tinha sombras materializadas naquele lugar. Logo iriam entrar na casa noturna, talvez fosse naquele lugar que acontecesse o ataque, ou talvez onde o seu irmão estava, não queria pensar nessa hipótese, desejava do fundo do coração que fosse lá, não se perdoaria se alguma coisa acontecesse com seu irmão, na verdade não se perdoaria se acontecesse alguma coisa com todos que ele trabalhava, poderia até estar com raiva de Milo, mas não queria que o outro se machucasse, por falar em Milo, ele realmente estava muito bonito, observou Kanon assim como também observou a troca de olhares entre o ruivo e ele, ficou um pouco desconfortável e lembrou-se “eu amo outra pessoa”, a frase ficou ecoando na sua cabeça pela semana toda, não que os dois tivessem alguma coisa, ele sempre tentou, mas o loiro não facilitava, nunca perdeu as esperanças, vai que um dia desse certo, mas ouvir aquilo e o olhar dele, o magoou, até agora não entendia porque tinha ameaçado o outro, aquela ameaça nem fazia sentido, na verdade o que não fazia sentido era a proposta indecente que fez ao loiro, sentia-se um pouco envergonhado, tratou o outro como um qualquer, lógico que desejava o loiro, mas aquilo foi horrível, ele merecia um soco pelo o que falou, não revidaria deixaria que o socassem até perder a consciência. Nunca teria coragem de tirar Milo do departamento, provavelmente muitas coisa iriam sair dos eixos, não fazia sentido e Kanon se arrependeu muito do que falou, porém não tinha coragem de ir se desculpar com o escorpiano, pois sabia que o outro ainda estaria com raiva, esperaria mais um pouco , gostava muito do loiro e não queria perder a amizade dele, tentaria se redimir.

Já era 23 horas quando o grupo resolveu ir para a casa noturna, o plano era meio que se separarem e tentar descobrir qualquer coisa que os fizessem salvar as pessoas que estavam ali, já que não tinham tantos recursos e armas, não que não andassem armados, as armas comuns não ajudavam muito, todos sabiam atirar e a lutar, mas como fazer isso com uma sombra? Impossível e meio desanimador.

Na frente da casa noturna havia muitas pessoas que já se encontravam bêbadas e com um comportamento estranho, drogadas talvez? Camus olhava para aquilo sem nenhuma expressão, realmente não queria estar ali, mas era seu trabalho, mesmo não sabendo direito o que teria que fazer “Como vamos salvar essas pessoas?” era o que todos estavam se perguntando internamente, “Será que temos a chance de ver alguém se materializando e influenciando alguém? Duvido, não teríamos essa sorte” pensou Milo desacreditado que estava um pouco atrás dos outros, não estava tão animado em entrar no lugar estranho, várias pessoas estavam vestidas casualmente, tinha motoqueiros com suas jaquetas de couro que provocavam algumas mulheres de roupas provocantes que passam na frente do lugar, um dos motoqueiros olhava fixamente para o loiro que logo sentiu e fez o mesmo, era um detetive por assim dizer, observava tudo, desde o som da lata caindo até o comportamento da pessoa que fez a lata cair, tudo era analisado porque todos os detalhes são importantes, era o que pensava, enquanto os seus companheiros entravam no lugar, o loiro ficou na porta sustentando o olhar do homem de cabelos loiro escuro e olhar crítico, sua jaqueta de couro era bem bonita, o loiro analisou tudo, desde a cor dos olhos que eram dourados, até os coturnos, também reparou na mulher que estava com ele, alta, magra, com o cabelo preto e comprido usando um corse preto e calça de couro justa e coturno também, faziam um casal bonito, provavelmente problemático, mas bonitos, pensou o grego, reparou também nos seus companheiros que estavam perto das motos customizadas, todos eram peculiares com suas características, dois homens com cabelos rosa e um com cabelo platinado, todos com roupa de couro e com uma aura ameaçadora, aquilo estava ficando estranho, o loiro resolveu entrar quando percebeu que os companheiros do outro loiro se aproximaram e começaram a encarar o homem que estava parado na entrada do lugar.

Assim que Milo entrou no longo corredor notou várias pessoas sentadas bebendo, injetando drogas, outras alucinadas, transando sem nenhum pudor, homens e mulheres gemendo como se não houvesse amanhã e no fundo o som de uma música eletrônica, tinhas várias garrafas pelo caminho e o chão estava escorregadio, as paredes pichadas, várias lâmpadas quebradas e queimadas fazendo com que o corredor ficasse com algumas partes escuras e no final tinha uma porta com uma cortina preta que dava para a casa noturna em si, as luzes coloridas dificultaram um pouco a sua visão que logo foi se adaptando aquele jogo de luzes, tinha muitas pessoas dançando, tentou achar os outros mas não conseguiu, pensou que assim seria melhor, pois se houvesse sombras naquele lugar seria mais fácil para cada um se mobilizar, ou talvez não, desejava do fundo do seu ser que não fosse naquela casa noturna, não sabia se estava preparado para lidar com aquelas sombras de novo, aquela aflição e desespero que sentiu, não queria que mais ninguém sentisse aquilo, era por isso que trabalhava na agência, anos atrás tinha prometido para si mesmo que acabaria com elas, mas porque era tão difícil? Nunca chegavam em lugar nenhum, aquilo era frustrante e o irritava, agora talvez conseguissem alguma coisa, as sombras nunca tinham se manifestado daquele jeito, ameaçar não era o tipo delas, o que elas realmente estavam aprontando? Milo teve os seus pensamentos interrompidos quando ouviu uma voz de alguma forma familiar atrás de si, olhou para ver quem era e se surpreendeu ao notar que era o homem no qual estava analisando na porta da casa noturna, o que ele queria?

- Posso ajudar? – perguntou o loiro desconfiado, o homem o encarava de cima a baixo, com aquele olhar crítico e com os braços cruzados, o cenho franzido, Milo notou que as suas sobrancelhas eram juntas, “Nossa esse cara deve ter medo de pinça” pensou o outro divertido mas contendo o riso. Ao notar o silêncio do outro, perguntou novamente – Posso ajudar?? – e sustentou o olhar.

- Quem é você? – perguntou o outro sem rodeios depois de analisar o loiro novamente, ele era atraente não podia negar, tinha uma presença forte, mas aquilo o incomodava.

- Como assim? – perguntou o loiro se fazendo de desentendido.

- Quero saber quem é você e o que faz aqui – disse se aproximando de forma ameaçadora, aquilo não incomodou Milo nenhum pouco.

- Ah, eu só estou aqui para me divertir – deu de ombros – Não posso? – perguntou desafiador.

Aquele olhar debochado e irritante estava o tirando do sério, queria pegar o loiro e encher de socos para acabar com aquele ar esnobe que ele estava passando, ninguém nunca o afrontava daquele jeito, nem mesmo o ser para qual ele trabalhava e não seria um humano qualquer que o trataria daquele jeito.

- Não sei quem é você e não quero você aqui dentro, vá embora. – disse se contendo para não avançar no loiro que continuava olhando em um desafio mudo.

- Não irei embora, paguei para entrar e vou ficar até a hora que eu quiser – disse e começou a andar até o bar, logo o outro loiro começou a segui-lo a passos largos, sabia que tinha que ser discreto mas se aquele cara puxasse confusão não iria se segurar, quem ele pensa que era? O dono do lugar? Provavelmente não! Porque aquele homem o incomodava tanto?? De onde conhecia a sua voz? Aquilo já estava aborrecendo Milo que chegou no bar e pediu um uísque e se sentou, podia sentir o homem parado atrás de si mas resolveu ignorar.

- Já disse para ir embora – o fato de estar sendo ignorado já estava enlouquecendo-o, quem esse loiro maldito pensava que era? Ah pelos deuses iria expulsá-lo de lá no chute se fosse preciso não o queria ali dentro, sabia exatamente o que ele estava fazendo e não facilitaria para o grego que estava se metendo onde não era chamado.

- E eu já disse que não vou – disse Milo sem olhar para trás, se olhasse veria um homem extremamente irritado e pronto para matar alguém, de repente sentiu todos os seus pelos se arrepiarem e quando olhou para trás viu que o homem tinha sumido deixando para trás um vestígio de energia estranha, na qual lhe causava ânsia, a mesma que sentiu no dia que foi na fábrica, seu pescoço que ainda estava cicatrizando doeu de uma forma intensa e involuntariamente colocou sua mão ao redor e notou que estava suando, o que era aquilo? Não é possível... será? Será que tinha tido contato com uma sombra e não percebeu? Será que era por isso que tinha a impressão que conhecia aquela voz? Não podia ser verdade, perdeu a maior oportunidade da sua vida! Não se perdoaria depois dessa, mas se ele realmente fosse uma sombra pelo menos já tinha uma forma para descrever o ser. Será que o tal ataque seria ali? Com certeza as sombras sabiam que estava lá e sabiam quem era cada um, mas porque estava se mostrando desse jeito? Com certeza aquelas “pessoas” que estavam com o outro loiro também eram sombras e aquela mulher? Claro que tinha sido ela quem ligou para o Sr. Minderfeit! Como pode ser tão descuidado e não ter notado o que estava na sua cara?? Milo realmente estava frustrado e ficar ali parado não ia lhe ajudar em nada, pagou a bebida e foi atrás de algum companheiro para contar o que aconteceu e saber se tiveram algum tipo de interação qual algum dos companheiros do outro loiro. Ele andava pelo meio das pessoas, sentia ser puxado, tocado, até sentiu que tinha alguém beijando seu rosto, mas não poderia se distrair e por isso continuou andando até chegar do outro lado da pista, ele olhava para os lados mas não conseguia se focar em nada, seu pescoço ainda doía e ele suava muito, estava se sentindo claustrofóbico no meio daquelas pessoas, precisava achar seus amigos e pensar em alguma coisa. Enquanto andava sentiu uma mão no seu ombro, mas estava tão mal que não reconheceu a pessoa, simplesmente ignorou e se virou novamente, mas aquele aperto em seu ombro se intensificou, o fazendo olhar novamente, seu olhar continuava vago e desfocado até que ouviu alguém chamando o seu nome.

- Milo? O que você tem? – perguntou Camus que viu seu amigo atravessando a pista um pouco perturbado e desorientado, se preocupou, notou que o grego estava pálido e suava, fora que ele estava com a mão no pescoço, aquilo não era normal por isso se aproximou cautelosamente, ficou um bom tempo ali parado com a mão no ombro do amigo esperando alguma resposta que não veio, Milo estava muito perturbado o que tinha acontecido? Depois de longos minutos o mesmo respondeu.

- Aconteceu muita coisa, eu não estou me sentindo bem – respondeu o grego.

- Como assim? Você descobriu alguma coisa? – perguntou preocupado.

- Mais ou menos..

- Milo! – ouviram a voz de Shaka que vinha se aproximando com os outros – Por Buda, o que aconteceu com você? – perguntou o loiro preocupado. A visão de Milo começou a falhar e suas pernas também, Kanon que estava do lado de Shaka segurou o amigo antes que ele caísse no chão, sem muita opção, levaram o grego para um canto menos movimentado para tentar ajudar. Levou alguns minutos até que Milo acordasse aliviando Camus que já estava quase surtando sem entender nada, assim que abriu os olhos sentiu seu pescoço doer e sua cabeça também, mas que diabos está acontecendo consigo? Porque estou no chão? Pensou o grego.

- Milo você está melhor? – perguntou Kanon que estava na sua frente.

Milo não gostou muito dessa primeira visão, estava com raiva mas teria que ser forte, estava trabalhando e não poderia expor aquilo na frente dos outros então limitou-se a dizer que sim e logo foi bombardeado com várias perguntas entre elas “Porque você não entrou com a gente?” “Onde esteve?” “Procuramos você” “O que realmente aconteceu com você?” eram tantas perguntas que o grego tinha voltado a ficar tonto, mas se concentrou para responder todas elas e contou o que tinha acontecido, ao terminar viu a expressão de surpresa no rosto de cada um deles, por um momento ficou com medo de que alguém falasse alguma coisa por não ter percebido antes, mas ninguém falou nada, pelo contrário, estavam até que felizes por finalmente terem um rosto para procurar, não um, mas cinco! Aquilo foi melhor do que pensaram, mas a noite ainda não tinha acabado e Milo não estava em condições, Camus em silêncio deduziu que o que Milo estava sentindo era por causa do machucado e de que alguma forma aquilo era sua fraqueza, pelo menos até cicatrizar, o grego teria problemas em se aproximar das sombras com aquele machucado, assim como o próprio ruivo, que estava se sentindo enjoado desde que entrou na casa noturna. Aquilo não era nada bom, esse empecilho poderia custar muitas coisas nessa investigação e ficar vulnerável daquele jeito não estava nos planos dos dois.

Shun estava distraído e mais aliviado por seu “mestre” ter acordado e por isso estava alheio a algumas coisas que estavam acontecendo ali, assim ele se virou e viu muitas sombras vagando por cima das cabeças das pessoas que ali estava, viu exatamente na hora em que uma sombra possuiu o corpo de uma mulher e instantaneamente a cor da mulher mudou, não só a pele mas como seus olhos e sua aura, a mulher não aguentou e começou a gritar de dor, até que seu corpo não aguentou e caiu no chão sangrando, o cheiro do sangue foi como um convite para as outras sombras que se aproximaram do corpo imóvel e começaram a devorar o sangue da mulher, que logo foi reduzido apenas a carcaça do seu esqueleto, aquilo causou náuseas no menor, não tinha forças para fazer nada, estava horrorizado. Os outros que estavam alheios ao que estava acontecendo se viraram rapidamente ao ouvir o grito da mulher que foi possuída pelas sombras, foi uma visão horrível, que chocou não só a eles mas como as outras pessoas que estavam ali, causando pânico na maioria que começou a gritar, mas quanto mais gritavam, mais pessoas eram possuídas e reduzidas a carcaças pelo salão. Aiolos e Ikki que já tinham visto coisas parecidas, logo se misturaram no meio dos civis e começaram a organizar a saída, já que foram treinados para esse tipo de situação, Kanon logo se prontificou a ir ajudar na evacuação do lugar junto com os outros, Milo continuava passando mal e por isso se apoiava em Camus e Shun para sair de lá, mas como bons policiais, esperaram até que todos saíssem para que pudessem seguir em frente, enquanto andavam notaram que já não tinha mais sombras e que a aura do lugar estava diferente, mas aqueles corpos sem vida jogados e que já estavam entrando em estado de decomposição os agonizavam de um jeito que não tinha explicação, o sentimento de impotência os nocauteou, não tiveram tempo de fazer quase nada, Aiolos, Shaka, Ikki e Hyoga guiaram as pessoas para a saída, enquanto Kanon ligou para Shion que cuidaria dos corpos e ajudaria Milo.

Assim que respiraram a brisa da madrugada se sentiram vivos, porém a sensação de impotência estava em todos, lutar contra aquelas sombras seria mais arriscado do que tinham imaginado. Kanon estava preocupado com seu irmão e com os outros, mas estava mais aliviado por ter sido com eles, mas isso não o alegrava em nada, mas pelo menos seu irmão estava seguro, era o que achava.

O que Kanon não sabia é que aconteceu a mesma coisa na outra casa noturna, Shion se desdobrava em dois para dar conta dos corpos e logo teria que ir para a outra casa noturna que também havia sido atacada, o que estava acontecendo? Ele se perguntava enquanto analisava os corpos apodrecendo e não deixando nenhuma prova para trás, aquilo era perturbador demais, se não estivesse acostumado com cenas daquele tipo, provavelmente passaria mal, mesmo assim não conseguia deixar de sentir ânsia por causa do cheiro que emanava dos corpos, era intenso e chegava ser tóxico, causando tontura nos demais, era só uma questão de tempo para se acostumar e pode trabalhar normalmente, precisava ser rápido e ir em socorro dos outros, Kanon tinha dito que Milo estava passando mal, isso era preocupante, pois era para o tônico que tinha desenvolvido não deixar que ele passasse mal até o machucado cicatrizar, provavelmente teria que dar outra dose para o grego e verificar o machucado, isso não é nada bom, pensou o mais velho. Assim que terminou de recolher os corpos ele e outros agentes se locomoveram para a outra casa noturna assim que chegaram, puderam ver só os agentes sentados na rua, todos os sobreviventes já tinham ido embora, encontraram todos ao redor do grego, que continuava pálido e suando, Shion logo se prontificou a cuidar do loiro e disse para os enfermeiros que o acompanhavam para começar a recolher os corpos, se é que ainda tinha corpos lá dentro. Na calçada mesmo, injetou outra dose de tônico para que o grego melhorasse e recomendou que ele fosse descansar e assim terminou de atender Milo, foi para dentro da casa noturna ajudar a terminar de recolher os restos mortais.

Kanon e Saga conversavam um pouco mais afastados, o gêmeo mais novo contava o que aconteceu entre Milo e a suposta sombra, deixando o gêmeo mais velho um pouco apreensivo, se estivesse certo, e queria muito não estar, aquilo não seria nada bom para o loiro, na verdade para ninguém, a história que envolvia a agência e as sombras era horrível não queria ter que trazer a tona tudo isso de volta, mas do jeito que as coisas estavam acontecendo provavelmente não teria outra escolha a não ser preparar o loiro psicologicamente e se preparar também, tinha prometido esconder aquela história mas não era justo com o loiro. 


Notas Finais


espero que a cabeça de vocês esteja a mil tentando descobrir o passado do loiro zjzsjxskdskd
até o próximo :3


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