História Obsesión - Capítulo 21


Escrita por: ~

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Categorias Sherlock
Personagens D.I. Greg Lestrade, Dr. John Watson, Irene Adler, Jim Moriarty, Mary Morstan, Molly Hooper, Mrs. Hudson, Mycroft Holmes, Philip Anderson, Sally Donovan, Sherlock Holmes
Tags Johnlock, Mystrade
Visualizações 96
Palavras 1.322
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


HOLA,BUENAS TARDES!
COMO VCS ESTÃO,MIS AMORES?

Capítulo 21 - Assassinato


O médico suspirou pesadamente ao sentir o toque firme de Sherlock, arqueando as costas. O cacheado aprofundou a desgraça da tortura sexual e sorriu gratificado ao ouvir uma ladainha de suspiros e gemidos vindos do ex - soldado.

Sherlock levou os lábios pecaminosamente a nuca exposta de sua vítima, presenteando o médico com um rastro quente na sua epiderme, alavancando o seu potencial de excitação. A libido do Detetive gritava, se emaranhado no ponto entre suas pernas, rígido e latejante. John fechou os olhos ao sentir o membro duro do amigo no meio de seus glúteos, insinuando movimentos. Os beijos doces continuaram calientes, com leves mordidas e a passagem letal da língua lasciva do Detetive.

- Sherlock... - John murmurou sob o homem emanando tesão, o ar o faltava.

- Fale. - Sherlock disse mordendo um ponto no pescoço do loiro que se contorceu em prazer.

- Deixe-me sair daqui, a borda da mesa está...bem...me machucando. - O dono dos cabelos dourados falou envergonhado, a realidade era que seu falo endurecido se amassava com a borda da mesa, levando para o seu corpo prazer como também dor, essa mistura erótica incendiava o médico.

-Machucando? - O Holmes Indagou fingindo teatralmente inocência,possuía o lábio inferior entre os dentes alvos.

- Sim, meu...você sabe o que estou tentando dizer! - O loiro retrucou constrangido, apesar de ter muita intimidade com o Detetive consultor.

- Não, John! - Sherlock proferiu amando estar provocando John. - Eu não sei.

- Meu...meu...

Sherlock gargalhou observado o Médico tentar lhe explicar a situação. " Fale mais alto" - Sherlock rosnou na orelha do outro.

-Meu pau, Sherlock! - John praticamente gritou ao ouvir a ordem provocativa do moreno.

O barulho da porta se abrindo não foi escutado pelos dois homens entretidos, os passos leves e inaudíveis do visitante não despertaram nem ao loiro nem ao Cacheado. O intruso visualizou o quase sexo-por-cima-da-roupa e debochando sorriu demoradamente.

- Oras, mas se não é meu irmão! - Mycroft exclamou ainda sorrindo. - Pensei que fosse um pouquinho mais decente.

Sherlock liberou o homem loiro que surpreso com a visita apenas murmurou um leve bom dia, o rosto vermelho de constrangimento .

- Como está, Dr. Watson? - John ainda morto de vergonha respondeu e agradeceu pela atenção.

- Acho melhor ir ao banheiro, John. - Mycroft disse resoluto. - Sua calça está úmida, provavelmente isso era o começo de um orgasmo delicioso. - John se obrigou a olhar para a calça jeans molhada e logo depois para o rosto dos dois Holmes marcados pelo divertimento, estavam desfrutando da comédia que era visualizar o médico embaraçado.

- Com licença! - O loiro disse já sem sua dignidade.

Os Holmes se olharam por longos segundos. Lendo um ao outro, procurando evidências para comprovar uma tese pessoal e obscura.

- Bem. Meu caro irmão, vejo que se realizou com o John. - Mycroft olhava para a mesa da cozinha, a borda úmida e brilhante, por causa da excitação molhada de Watson. Mycroft sorriu.

- Não exatamente, ainda não me realizei definitivamente com ele. - Sherlock afirmou sorrindo de canto, porém logo o sorriso se tornou mórbido.

Sherlock não suportava o irmão.

- Só vim avisar - ló que a qualquer momento você já pode conferir os arquivos e iniciar o nosso plano. - Mycroft avisou lentamente.

Sherlock assentiu.

- Obrigada, irmão! - Sherlock proferiu ríspido.

O cinismo já nasceu grudado com os irmãos Holmes.

- Tenho uma pergunta. -Mycroft disse debochando.

- Não se prolongue. - Sherlock falou sem fixar o olhar no rosto do mais velho.

- Você realmente o ama ou só quer brincar com ele? - Mycroft sabia a resposta, contudo queria causar confusão na mente apaixonada de seu irmão.

- Saia daqui,Mycroft! - Sherlock rosnou.

Mycroft gargalhou em apreciação de seu feito e recolhendo o guarda - chuva saiu do 221B.

- O que ele queria dizer com " brincar" ? - Watson Indagou da porta da cozinha, aparentemente conseguiu ouvir um pequeno trecho do diálogo dos irmãos Holmes.

- Piadas internas, John! Nada relevante. - O Detetive bradou preocupa com a reação do homem já de calça trocada.

- As palavras dele pareciam fazer sentido para mim, você realmente sente algo por mim? - Watson franziu a testa ao interrogar o moreno.

- Você faz perguntas demais, não é óbvio. - Sherlock se aproximou do médico, que tentava a todo custo não estremecer com a voz e os gestos do Detetive.

- Eu só... - John não conseguiu finalizar a sua frase, Sherlock havia obstruindo sua boca com seus lábios volumosos e sua língua saliente.

- Prefiro as vezes você em silêncio, Dr. Watson. - Sherlock mordeu o seu lábio inferior e recomeçou o beijo, afrontando a sanidade mental do ex - soldado.

John gemeu vergonhosamente ao sentir as mãos do cacheado em suas coxas, apertando, sentindo a pele firme, porém macia e alvo por baixo do tecido grosso do jeans. John aprofundou o beijo, brigando por posse, encontrando a outra língua, também enlouquecida de prazer. A degustação de sabores não acabaria por ali, é claro se não fosse pela entrada mais que indesejada de Greg Lestrade.

- O que foi agora? - Os dois homens indagaram em uníssono, enfurecidos com a constante intromissão da pessoas à sua volta.

- Pensei que ficaria feliz por ter um caso novo! - Lestrade disse se divertindo com a situação complicada do casal.

- É...bem, eu estou! - Sherlock proferiu ríspido, no entanto tropeçando um pouco nas palavras. - É a continuação dos crimes de Moriarty, suponho.

Greg assentiu.

- Okay, vamos John! Temos um caso! - Sherlock afirmou pegando o seu cachecol, já devolvido por Mycroft, é claro a base de ameaças ao estilo Holmes.

 

[...]

 

A mulher de cabelos loiros girou nos calcanhares e correu desesperada até a saída. A porta trancada a impediu de fugir, a euforia crescente provocada pelo medo já não mais latente, fez a jovem fechar os punhos em raiva e medo, surrando a porta, implorando por ajuda, uma ajuda que talvez nem chegasse. A voz estridente, louca por ajuda.

Contudo se a ajuda não chegasse ela seria a vítima, seria a ceifada pelo fogo, seria o fim ou melhor dizendo o começo do fim. Os olhos marejados fitaram uma imagem disforme de um homem não muito alto, de estatura mediana, na mão direita uma faca, o seu reflexo transparecia a morte.

Os gritos se tornaram muito mais altos, o desespero a abraçando, Hades a evocando, a chamando para o seu covil. O cheiro da morte já impregnava o ar, a atmosfera pesada tornava tudo uma grande mancha cinza, o odor forte de sangue. A mulher se jogava contra a porta, se agarrando ainda na esperança vã de salvação . Mas o assassino não tinha pressa, o ratinho não iria fugir, ele teria o tempo exato de matar, apreciar sua obra-prima e fugir, deixando para trás o rastro maldito da incerteza e maldade.

Os vizinhos ouviam os gritos desesperados da pobre moça, no entanto não podiam fazer nada. A Scotland Yard já havia sido contatada, o que mais se podia fazer? Além de esperar os especialistas forenses saírem com um saco retangular grande contendo o cadáver daquela pobre mulher que esperneava, ansiando por continuar a viver?

- Você não devia gritar, nem tente lutar, garanto que será rápido e doloroso! - A risada mórbida e insana do possuidor do objeto cortante atravessou a nuca alva da loira.

O cômodo iluminado por uma janela aberta a direita de Mary não ajudava a trazer ao ambiente claridade, a loura morreria. Folend avançou para cima da mulher que lutou em sua defesa, Mary cravou suas unhas no braço exposto de Folend que gritando em resposta a dor penetrou a faça no torso quase desnudo de Morstan.

O sangue manchava o piso alvo do apartamento de Mary, o corpo inerte da mesma escorregou inanimado.

A morte triunfava.

 

Continua. ..
 


Notas Finais


Tive que interromper,Sorry !
mas amanhã eu termino a tortura,eu não vou prolongar desta vez,beijos!


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