História Obsessão - Capítulo 12


Escrita por: ~

Postado
Categorias Jensen Ackles, Lucy Hale
Tags Terror
Exibições 62
Palavras 2.176
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fiz um capítulo maior para vocês, espero que gostem..
Boa leitura! <3

Capítulo 12 - Festa


Fanfic / Fanfiction Obsessão - Capítulo 12 - Festa

Desci as escadas enquanto sentia a leve brisa da noite que entrava pela janela, balançar meus longos cabelos castanhos,  encontrei Dean de costas para a escada, assim que me ouviu descer me olhou de cima a baixo.. ele estava, nossa... ele estava maravilhoso 

-Você está.. linda Les.. –ele disse me estendendo a mão, me ajudando com a escada-

-Você não está nada mal.. –eu disse sorrindo fraco-

-É.. a gente faz o que pode... –gargalhei ao ouvir ele dizer aquilo, Dean estava de bom humor, o que era ótimo, nós dois precisávamos de um tempinho a sós sem nada para nos preocupar-

-E então.. a onde vai me levar?

...

Dean parou o carro perto de um lugar cheio de árvores, não sabia ao certo o que pensar daquele lugar... mas uma coisa eu sabia: ele não me trazia boas impressões..

-É aqui? –perguntei o olhando sem entender-

-Não, não.. –ele disse dando uma risadinha- vamos andar um pouquinho –Dean disse descendo do carro, desci em seguida-

Eu ainda não sabia ao certo o que pensar daquela pequena floresta, olhei para Dean, ele estava estranho, prestava bastante atenção no caminho enquanto eu, apenas o olhava...

-Prontinho Les... –ele disse se encostando em uma árvore, franzi o cenho-

-O que? Você não está falando, sério não é mesmo?

-Ahh.. vai me dizer que não gostou.. pequena Leslie? –estremeci por completo quando ele me chamou assim, eu não sabia se corria ou se permanecia o olhando-

Dean se aproximou e me abraçou por trás, seu corpo estava completamente frio, senti algo estranho me relar, enquanto Dean segurava aquilo, eu tentava pensar em algo bom, para trazer a sanidade dele-

-Dean....

-Não vai doer nadinha Leslie... eu prometo. –pude ouvir seu famoso sorriso sádico de satisfação, respirei fundo, tentando escapar dele de todas as formas possíveis, mas nada naquele lugar, estava a meu favor- Não precisa ter medo –ele sussurrou ao pé do meu ouvido, foi ai então, que pude sentir um facão contra meu pescoço, meus batimentos aceleraram, tentei manter a calma..

-Dean.. por favor, não faça isso.. você sabe que.. não é isso que você quer, não é esse mostro que você quer ser... –não sei de onde tirei forças, mas segurei firme na mão em que Dean segurava a faca, me virei e o olhei nos olhos- Dean.. eu sei que está me ouvindo, então por favor, não faça isso, lembra? Você disse que não conseguiria viver com isso, então não faça... só.. não faça... –eu sussurrava enquanto ele me olhava- não faça –Dean deixou a faca cair de sua mão e me olhou-

-Ah meu Deus Leslie... me desculpe.. eu..

-Está tudo bem Dean... tudo bem... –eu disse o interrompendo e o abraçando ao mesmo tempo-

-Leslie.. eu não posso mais fazer isso, quase te matei... eu sinto muito, mas... vou parar por aqui.. –eu o olhei confusa-

-O que quis dizer com isso Dean? –perguntei me afastando dele-

-Eu vou sair da sua vida, de uma vez por todas, não vou mais te atormentar, será melhor assim, você vai voltar para a faculdade e levar uma vida de uma adolescente comum, como se nada tivesse acontecido e..

-Você está pedindo pra eu te esquecer Dean? –perguntei com algumas lágrimas prestes a sair de meus olhos- Se você estiver pensando que vai ser melhor assim, pode esquecer! Porque não vai ser.. não tem chances de ser, Dean! Porque eu não vou suportar a ideia de não te ter na minha vida, não vou conseguir levar a minha vida sem você, Dean! –ele me olhava, talvez procurando as palavras certas para descrever o que ele estava sentindo-

-Eu sei que vai ser melhor se você pensar que nada disso aconteceu, porque só assim você vai viver tranquilamente Leslie, sem correr perigo algum...

-Não dá Dean! Não dá pra simplesmente apagar da minha memória tudo o que aconteceu... tudo que passamos.. todos os bons momentos...

-DO QUE ESTÁ FALANDO LESLIE? EU SÓ TE FIZ MAL! –Dean gritou me olhando-

-Talvez seja por isso, talvez essa é a chave pra tudo, sabe qual é a minha resposta pra você Dean? Estou falando que me apaixonei por um psicopata maníaco que mata pessoas e tenta me matar sempre que está perto o suficiente de mim, talvez seja por isso que eu não quero te perder, sinceramente... você é o que eu procurei toda a minha vida, um amor com aventura, dor, presságios, perigos, segredos....

Esperei Dean responder enquanto sentia as lágrimas rolarem por cada perímetro de meu rosto, talvez eu não esteja esperando palavras da parte de Dean, só um gesto, carinho.. era tudo o que eu realmente precisava nesse momento, e ele o fez quando colou nossos lábios e me puxou para seus braços enquanto tirava meu fôlego durante o beijo macio que me dava...

-LESLIE NÃO! –Dean disse me empurrando rapidamente, me deixando fraca novamente, em apuros- DROGA! A CURA.... preciso ir.. –ele disse e simplesmente desapareceu, me deixando ali no meio do nada, sem explicação, apenas com o gosto de seu beijo em meus lábios...

...

Acordei com o despertador tocando, depois do beijo peguei um voo de volta para casa, isso já faz duas semanas, e desde então.. nem sinal do Dean, segui minha vida normalmente, voltei para a faculdade e comecei um novo emprego em uma pequena loja em Manhattan, estava tudo indo bem, eu agia tranquilamente, tentando esquecer tudo o que havia acontecido à alguns dias, era isso que Dean queria não era? Pois foi isso que conseguiu.

Era mais uma manhã fria em NY, a neve caia sobre nossas cabeças na mesma frequência que eu respirava, corri um pouco para entrar em Harvard sem que a neve cobrisse totalmente meu suéter, peguei um Cappuccino no refeitório, o que me aqueceu por alguns minutos, até o sinal bater e indicar que deveria subir para o térreo, hoje a aula seria  sobre como as aves inofensivas se protegiam da neve obscura, capaz de congelar suas asas, impedindo um voo tranquilo. Eu não via muita importância naquilo, mas se o Sr. Connor diz ser importante, quem sou eu para questionar?

...

Sabe quando você para pra pensar um pouco, e questionar sua vida? Ou então quando você começa a questionar o por quê da existência de certas coisas, ou até mesmo certas pessoas? Todos os sentimentos tem um nome em específico, se você está alegre, é porque algo ou alguém te deixou daquela forma, se está com medo é porque aconteceu algo que te aterrorizou por completo, e você nem sequer consegue achar uma saída, ou então você pode ser apenas uma pequena criança com medo das palavras sombrias de seu irmão mais velho, mas de todos eles, sabe qual é o pior sentimento de todos? A solidão... percebo ela presente em momentos que me sinto distante, em momentos que penso nele, sinto ela quando estou com medo, ou quando estou feliz, amedrontada ou aterrorizada, sinto ela desde que ele me deixou, como se já não bastasse o vazio, a cratera, o buraco aqui dentro, ela só serve para piorar as coisas, como eu sei de tudo isso? A solidão nunca esteve tão viva dentro de mim como agora, sinto ela fluir em minha pele e correr por minhas veias, como se eu precisasse daquilo, como se eu ainda precisasse sofrer mais um pouco com toda essa história, mas se tudo isso é preciso para esquecer Dean, é o que farei, vou enfrentar tudo de frente, mas dessa vez, sem cair, sabe por que? Porque essa Leslie aqui dentro, nunca se sentiu tão viva.....

Me arrumei completamente, para falar a verdade, nunca havia me visto assim, dei mais uma voltinha de frente ao espelho para apreciar minha beleza externa, sorri satisfeita, ficou tudo perfeito, exatamente como eu queria.

Após pagar o táxi, desci do carro e olhei bem para o local, fazia quantos anos que eu não ia à uma festa? A música estava bem alta, respirei fundo sentindo a leve brisa de inverno e entrei na boate, sorri contente ao ver alguns rapazes olhando para mim, mas logo desviei minha atenção, estou aqui para me divertir, não quero arrumar alguém para me sentir presa, não agora. Me dirigi ao bar e pedi uma dose de Everclear , e então começou....

Batimentos bem acelerados, visão completamente curva, cabeça girando e custando ficar em pé... esse foi o resultado depois de tantas pequenas doses de Everclear, “Summer” de Calvin Harris tocava na maior altura, olhando para todos os lados só se podia ver pessoas bêbadas, assim como eu. Na pista de dança, eu me acabava como se não houvesse amanhã, meus pés estavam latejando de tanto pular, mas quem é que liga? Após sentir que precisava de mais algumas doses sentei no balcão de frente para o bar..

-Mais uma dose.. –eu disse dengosa olhando pro garçom, o mesmo riu-

-Acho que já está na hora de ir pra casa.. –eu fiz bico-

-Ah papai.. nem me acabei ainda.. –eu disse gargalhando e fazendo bico-

-Não vai dirigir, vai? –fiz que não com a cabeça-

-Sou menor de idade –pude ver ele franzir o cenho, ahh as coisas que eu estava imaginando com esse loiro.. não são para menores não- O que foi general, não posso beber? –me debrucei no balcão, deixando o decote do vestido à mostra-

-Sinto muito mas não podemos a deixar permanecer aqui, é contra as regras.. –ele disse se esforçando para não babar em cima de mim, o puxei pelo colarinho e disse em seu ouvido após beijar seu pescoço-

-E quem é que liga? –desci do banco rebolando e cambaleando ao mesmo tempo, pisquei para o garçom e voltei para a pista sem a bebida mesmo-

Dancei mais um pouco, foi quando senti uma mão sobre meus ombros, me virei e  dei de cara com o garçom loiro dos olhos azuis...

-Acho que esqueceu sua bebida.. –ele disse me entregando um copo com uma bebida azul, sorri contente e virei de costas, me esfregando nele, virei o pequeno copo de dose e comecei a dançar conforme a música tocava-

-Ainda não sei seu nome... –eu disse cochichando em seu ouvido após me virar para ele-

-Sou Patrick.. –ele deu um sorriso safado me olhando- podemos subir se quiser –olhei para todos os lados e quando olhei novamente, vi Dean ali com uma faca em mãos e Patrick caído sem cabeça, olhei novamente e Patrick estava dançando ainda colado em mim-

-O que me deu para beber? –eu disse tentando não parecer aflita-

-Nada de mais, você vai ter algumas alucinações, mas logo passa, vai se sentir bem.

...

Sabe àquela sensação de liberdade? Estou sentindo ela agora, as luzes piscando era o que eu precisava, mas tudo tem limite, reparei isso quando saí da boate e já era dia, me despedi de Patrick que insistiu para me deixar em casa até eu negar pela quinta vez, peguei um táxi e voltei para casa ainda meio mal, cambaleando, meu estomago estava embrulhando, mas aposto que se não estivessem fechando a boate, eu com toda certeza estaria lá dentro ainda, então quando cheguei em casa liguei o som e peguei minha garrafa de Whisky, subi no sofá, foi quando escutei alguém descendo as escadas..

-Olha quem voltou da terra do drama –eu disse enquanto me sentava no sofá-

-Olha quem está bêbada –disse Dean me olhando e rindo fraco- parece que ficou revoltada comigo, ficou?

-Não sei Sr. Sabe-tudo, fiquei? –levantei uma sobrancelha e virei a garrafa de Whisky, Dean veio em minha direção-

-Já chega de beber não acha?

-Arrr! Para de pegar no meu pé! –eu disse levantando e indo até ele- bebe um pouco, pode ser bom pra você parar de ser tão auto protetor –Dean riu fraco- Já sei! Vamos dar uma festaaa! –eu disse levantando a garrafa em forma de comemoração-

-Vem, vou te levar pra cama Leslie.. –Dean disse segurando em meu braço-

-Uii.. ele vai me levar pra cama –gargalhei fraco, Dean revirou os olhos- Cadê seu humor? –Dean sorriu cínico-

-Foi embora junto com seu juízo –ele disse me ajudando a subir as escadas-

-Que braço forte amorzinho.. –eu disse apalpando seus músculos, que por um acaso, eu nunca tinha os notado ali-

-Entre de baixo do chuveiro com água gelada, precisamos conversar, e para isso, tem que estar sã...

-Ahh não! Não gosto da Leslie sã... –fiz bico, Dean bufou-

-Não quer me ver estressado não é mesmo? –Dean disse sério me olhando-

-Tá bom... –eu disse tirando o vestido em sua frente, ficando apenas de calcinha, um volume grande apareceu em sua calça, sorri vitoriosa- Ops! Caiu..

-Vou.. esperar lá em baixo.. –Dean disse sem disfarçar estar olhando para meus seios o que me deixava desconfortável e contente ao mesmo tempo, ri fraco e virei de costas retirando a calcinha, ouvi a porta ser fechada, suspirei e me virei para entrar no banheiro quando senti o impacto de meu corpo contra o dele...

-Quer uma festa Leslie? Então vamos dar uma festa...


Notas Finais


O que estão achando da história? eu adoraria conhecer meus leitores fantasmas..!
Bom.. até o próximo capitulo <3


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