História Obsessão Pela Beleza - Capítulo 1


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Categorias Originais
Tags Beleza, Horror, Mutilação, Obcecada, Obsessão, Oneshot, Originais, Sequestro, Terror, Tortura
Exibições 31
Palavras 808
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Estupro, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 1 - Capítulo Único


Capítulo único

Era uma vez...Uma mulher chamada Laury, digamos que, Laury, era obcecada por sua beleza, odiava defeitos, os procurava e os “apagava”, mas claro ninguém é perfeito...Todos temos defeitos, e o de Laury é essa obsessão.

 

Nossa protagonista corria quilômetros e quilômetros por dia, sempre tarde, a maioria das vezes a noite, ela queria emagrecer cada vez mais, assim ela subiria um degrau da perfeição.

 

Assim ela corria, ofegante, sua vontade agora era estar em casa, comendo chocolate, salgadinhos entre outras porcarias...Mas ela negava suas vontades, queria ser perfeita mesmo sabendo que isso era impossível.

 

Uma policial de repente a parou, Laury a olhou por alguns segundos, uma policial morena, muito bonita por sinal, mas é claro não mais bonita que ela, olhou seu crachá “Danyelly” assim ela se chamava.

 

– Eu lhe aconselho a voltar para casa imediatamente, não a aconselho como deve, um psicopata assassino está a solta, junto com sua mulher, a esse horário da noite, poderia ser muito perigoso. - falou e sorriu a policial gentilmente mostrando uma foto de um homem louro/loiro com olhos castanhos com uma cara “de mal”, dava para perceber em seus olhos a maldade, a psicopatia que ele possuía, o desejo loucamente de matar, torturar. Logo Laury saiu do transe assentindo para a policial a sua frente, Laury não pararia de correr, afinal queria ser perfeita e não achava que esse psicopata viria logo atrás dela.

Voltou a correr sem seguir o conselho, ou o dever dado da policial.

 

Ela estava quase completando sua corrida, quando começou a ouvir passos rápidos, outra pessoa estava correndo, normal, várias pessoas corriam, afinal era uma cidade grande.

 

Laury com um pouco de desconfiança e talvez, um pouquinho de medo do indivíduo atrás de si, desviou para outra rua, era mais longo, mas talvez não correria o risco de ser sequestrada.

 

Ela corria tranquilamente, até ouvir aqueles mesmos passos rápidos, ela gelou na hora... Por que ele desviou para a mesma rua? Isso não poderia ser apenas uma coincidência...Poucas pessoas moravam naquela rua, e ela sabia que apenas ela corria a noite ali.

 

Temia.

 

 

Sim, ela temia aquele indivíduo.

 

Ela temia de quem poderia ser.

 

E do que ele poderia fazer com ela.

 

Laury, tomou coragem e olhou para trás, apenas para ter certeza que não era o mesmo homem que a policial Danyelly havia lhe mostrado.

 

Poderia ser ele.

 

E era...

 

Era aquele mesmo homem, aquele olhos cheios de maldades e psicopatia...

 

Ela agora estava tremendo.

 

Até seu pulso ser agarrado.

 

E logo levar uma pancada na cabeça.

.

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.

Laury acordou, ainda de olhos fechados, sorriu, pensando ser apenas um sonho.

 

Mas não foi isso que pensou depois de abrir seus olhos.

 

Estava numa maca acorrentada, numa sala branca, com prateleiras cheias de utensílios cortantes... Facas, alicates, correntes, algemas, mordaças, giletes, tesouras pontudas e etc...

 

Ela gritou, querendo sair dali. Mas a porta foi aberta, por aquele homem, que adentrou a sala.

 

Não era apenas o homem, havia alguém com uma máscara, que deveria ser uma mulher, por seu corpo bem modelado. Eles traziam ferramentas, logo se aproximaram de Laury.

 

 

Arrancaram suas unhas, que demorou séculos para fazer e deixar perfeitas, rasparam seu cabelo sedoso, que gastava uma fortuna para deixa-lo liso e macio.

 

Até ai Laury gritava de desespero... Parece que não chegaria a perfeição tão rápido.

 

A mulher pegou estiletes e facas, e começou a perfurar e mutilar sua pele, seu sangue escorria, ela estava ensanguentada.

 

Ela gritava.

 

De desespero.

 

Seus olhos sem vida.

 

Aterrorizada.

 

Imperfeita.

 

O homem começou a rasgar suas roupas...

 

Começou a estuprá-la sem piedade...

 

Doía.

 

Afinal, ela era virgem, nunca havia tido um namorado, por que apenas se importava com sua beleza.

 

– P-por que e-estão fazendo isso co-comigo?! - ela perguntava chorosa, ninguém a respondia, ela perguntou mais e mais vezes.

 

Até a mulher mascarada perder a paciência com a garota a sua frente ensanguentada.

 

– Eu te avisei!! - gritou ela.

 

Laury reconheceu essa voz... Danyelly... Era a mesma voz que Danyelly!! A policial que a alertou!

 

– D-Danyelly?

 

Tudo apagou... Ela levou outra pancada na cabeça.

.

.

.

.

.

 

Laury acordou assustada, gemendo de dor... Voltaria ao inferno novamente?

 

Mas quando abriu seus olhos, ela estava em seu quarto...

 

Com uma carta ao seu peito...

 

A abriu e leu:

 

“Não se preocupe com a beleza excessivamente, ela engana... Ela pode lhe satisfazer agora, mas ela acabará e lhe abandonará.

Espero que tenha aprendido.”

 

Laury pensou...

 

Chorou...

 

Pensou...

.

.

.

 

Laury contava sua história para seus netos Lerry e Harry que a ouviam atenciosamente.

 

Harry se tornou um bom rapaz.

 

 

Larry se tornou obcecada pela beleza...

 

Ela corria quilômetros e quilômetros por dia... A noite.

 

Uma velha policial a parou, avisando-a sobre um psicopata e sua mulher que estava a solta.

 

Ela foi que nem sua avó, continuou correndo.

 



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