História Obsession - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Chaz, Chris, Drogas, Justin Bieber, Máfia, Romance, Ryan
Exibições 252
Palavras 3.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 10 - Ele Voltou


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 10 - Ele Voltou

 — 01:10 (madrugada) — 01 de abril — Los Angeles —

Kayla Collins narrando

Meu corpo fica rígido, imóvel, como se eu não conseguisse me mexer, apenas olho para frente e o vejo com um sorriso perturbador e louco. Justin deve ter percebido o meu medo, já que ele parou de dançar.

— Ei — Ouço sua voz e suas mãos em meus ombros, ele tenta chamar a minha atenção, mas meu olhar esta fixado, paralisado de medo na pessoa em minha frente. — Oque foi? — Justin novamente pergunta e eu continuo sem responder — Que porra tu tem?— Me balança e só então saio do transe e o olho atordoada.

— J-Justin, me tira daqui — Jogo o meu orgulho no lixo e imploro — Por favor, me tira daqui —Repito com os olhos cheios de lágrimas.

Ele me olha confuso sem saber oque dizer.

— Porque esta com tanto medo? — Pergunta.

— Me tira daqui, e me leva pra mansão, por favor Justin, por favor — Peço novamente tentando prender o choro, mas o medo estava me consumindo, minha vontade é de correr, ir embora pra bem longe.

— Tenta se acalmar caramba — Diz nervoso, pela primeira vez o vejo sem saber oque fazer — Vem — me puxa pela multidão.

Olho para todos os lados procurando algum vestígio daquele desgraçado, já não conseguia conter as lágrimas que queriam descer, meu coração se apertava a cada passo que eu dava. 

Justin me guia até área VIP, onde todos estão lá. Vejo eles me olhando confusos, mas os ignoro e tento me concentrar em algo que não seja o medo.

— Oque ela tem? — Kate pergunta se levantando.

— Chris, do que aquele porra é feito? — Bieber pergunta puto — Acho que ela enlouqueceu — Olha pra mim. 

Fecho os olhos tentando reprimir a vontade de gritar. Respiro rápido sentindo o ar me faltar. 

— ME TIRA DAQUI AGORA — Não contenho e grito desesperada — EU TENHO QUE SAIR DAQUI — choro e empurro Bieber que estava na minha frente e corro.

Não, não pode ser ele. Isso de novo não.

 Ver aquele desgraçado me olhando me deu medo. Confesso, tenho muito medo daquele maldito, eu não sei como ele me encontrou, não sei porque ele veio atrás de mim ou se foi uma coincidência, mas de uma coisa eu sei, não quero olhar pra ele, não quero estar no mesmo ambiente que ele. 

Corro desesperada pela multidão, olho para os lados e ponho a mão na cabeça, minha respiração acelerada e minha visão aguçada pelas lágrimas me impedem de ter um senso de direção, é como se eu estivesse perdida, sem saber qual rumo seguir.

Puxo o ar dos meus pulmões que querem sumir, minha cabeça lateja bastante, como se a qualquer momento fosse explodir. A música alta junto com a multidão pulando não estão me ajudando muito, empurro as outras pessoas e ando sem rumo pela boate. 

Agradeço as céus quando vejo a porta da saída, corro o mais rápido que consigo até que estou fora da boate, algumas pessoas me olhavam confusas, algumas até mesmo devem estar com pena da minha situação, outras devem achar que sou louca, já que estou com a mão na cabeça e chorando.

Limpo as lágrimas tentando focar a minha visão, mas oque consigo é tombar para o lado, de longe vejo o carro de Bieber, corro para lá e me sento, me escoro no carro e apoio minha cabeça em meus joelhos. 

Sinto meu corpo entrar em dormência. Minha respiração pesa, como se algo estivesse me impedido de respirar. O choro em minha garganta já não quer sair, levanto meu olhar e não vejo nada, apenas um pequeno reflexo de alguém se aproximando.

— SAI DAQUI — grito para a pessoa em minha frente, tento me levantar, mas as minhas pernas tremem eu volto a me sentar.

— Que porra tu tem? — Reconheço a voz de Bieber. 

— Me tira daqui Justin, por favor — Choro pondo a mão na cabeça — Eu não estou conseguindo respirar. — adiciono ofegante.

— Porra, você ta tendo um ataque de pânico — Fala e segura meu rosto — Olha pra mim Kayla —abro os olhos de relance e o vejo na minha frente — Presta atenção na minha voz — Pede e eu assinto tentando recuperar o fôlego. 

Meu coração esta acelerado e minhas mãos estão molhadas de suor. Meu corpo treme e eu seguro seus braço com força.

— Eu não c-consigo Justin, não consigo — Choramingo baixando a cabeça. A dor no meu peito estava aumentando, como se a qualquer momento eu fosse ter um ataque cardíaco.

— Kayla porra, presta atenção em mim. — Fala alto levantando a minha cabeça — Respira fundo— nego com a cabeça. Eu não consigo, a cada segundo o ar some me deixando mais apavorada do que antes.

  — Jus.. — ele me interrompe juntando nossos lábios.

 De começo senti todo o ar sumindo de mim, mas assim que me entrego ao beijo, a sincronia entre nós dois, faz com que meu fôlego volte, faz com que o meu coração volte ao normal, o medo e a ansiedade que estava me consumindo evaporam.

— Esta se sentindo melhor?— Ele pergunta depois de parar o beijo. Respiro fundo e assinto.

— Sim, esta parando — Confirmo — Mas eu quero sair daqui Justin — Peço e olho para trás dele pra ver se aquele desgraçado esta me seguindo.

— Eu não sei oque você viu, mas vou te tirar antes que tenha outro ataque de pânico — Se levanta e estende a mão — Agora vem, levanta daí — Seguro a sua mão e com sua ajuda me levanto.

Entro no carro e em seguida ele entra, da partida e finalmente sai daquele lugar. Fomos até na mansão em silêncio, agradeço mentalmente a ele, já que não quero tocar nesse assunto, alias, não quero tocar nesse assunto nunca. Vi que ele as vezes me olhava de relance, curioso, não é por menos, já que eu dei um ataque de pelanca no meio de todo mundo, e o pior foi a sensação de quase morte por causa do pânico me consumindo. 

Respiro fundo e saio do carro, é tão bom conseguir respirar sem ter algo imaginário me impedindo. 

— Vai me contar oque aconteceu pra te deixar com tanto medo?— Justin pergunta assim que entramos na mansão, me viro e olho pra ele que esta visivelmente curioso. Eu não quero falar sobre isso, não quero me lembrar novamente, já basta ter olhado a cara daquele imbecil, não quero voltar a ter pesadelos. 

— Não foi nada, deve ter sido uma alucinação causada pela balinha — Minto pra ele não desconfiar, mas é difícil, já que Bieber parece um detector de mentiras.

— Odeio quando mentem pra mim.— bufa.

— Eu não menti — me defendo.

— Você fica com um tique no olho direito quando mente — observa. Será que ele não pode deixar essa vez passar?

— Eu não quero falar sobre isso, não aconteceu nada — Retruco — Agora me deixa em paz que eu quero dormir — Ando rápido em direção as escadas e subo os degraus o mais rápido possível.

— Odeio quando viram as costas pra mim, não terminei de falar com você — Segura meu braço e me vira — Agora me conta oque você viu.

— Me larga Bieber — Solto o meu braço de suas mãos — Já falei oque aconteceu, agora me deixa em paz — Deixo ele para trás e corro para o quarto. 

Tranco a porta e ele da um chute.

— MALUCA — Grita e vai embora. Viro de costas para a porta e desço até o chão, junto os meus joelhos e coloco minha cabeça em cima.

Isso só pode ser um pesadelo, pensei que o maldito dia da minha vida tinha passado, mas tudo voltou, a sensação de perigo, a sensação de pavor voltou em apenas alguns segundo, foi como se tudo estivesse acontecendo novamente. 

Me levanto e corro para o banheiro, tiro a roupa rápido e entro no boxe, ligo o chuveiro e começo a esfregar a minha pele com bastante força, tentando de alguma forma esquecer tudo oque aconteceu, tentando esquecer o medo que tive, tentando esquecer aquele momento horrível.

Meus braços e pernas  já estavam ficando vermelhos, se eu continuasse ficariam em carne viva, então desligo o chuveiro e saio sem toalha alguma, entro no closet e pego um pijama antigo que tenho guardado ate hoje, visto e sem delongas me jogo na cama.

Me cubro totalmente e me agarro com um travesseiro. 

Mesmo estando rodeadas de seguranças, mesmo estando em uma mansão com mafiosos, eu ainda estou com medo, me sinto desprotegida, como se a qualquer momento aquele maníaco fosse entrar aqui.

{...}

— Oque você quer? —pergunto nervosa e ele da um sorriso safado me olhando de cima a baixo.

— Porque você não me quer Kayla? — Fecha a porta e da um passo se aproximando de mim, logo dou dois passos para trás com as garrafa nas mãos. Respiro e inspiro rápido já sentindo o medo me dominar.

— Se você se aproximar, eu jogo as garrafas em você — Ameaço levantando uma garrafa, ele me olha negando com a cabeça e solta uma risada que fez minhas pernas tremerem.

— Você não entende Kayla? — Se aproxima — Eu te amo desde o ensino fundamental, te amo desde que éramos crianças, MAS VOCÊ NUNCA PERCEBEU NÃO FOI? — Grita me empurrando contra a parede, as garrafas caem no chão e se quebram, fazendo com que o chão fique roxo com o vinho. — Sabe como eu ficava toda vez que via você com um vagabundo se agarrando? —pergunta, as lágrimas já escorriam pela minha bochecha — Aquilo me destruía Kayla, me destruía — Leva suas mãos até meu pescoço, tento me debater, mas ele prende os meus braços e me prensa na parede. — Você é minha e de mais ninguém — Seu olhar é tão perturbador que me apavora, a forma que seus olhos estão negros, como se o próprio diabo estivesse em seu corpo.

— SOCORRO, SOCORRO — Grito tentando me soltar, ele ri alto do meu desespero e aperta mais os meus pulsos.

— Não adianta gritar amor, já mandei algumas pessoas cuidarem dos seus dois amiguinhos —Fala sorrindo. Lhe dou uma joelhada no meio das pernas. Ele se ajoelha com dor e eu corro em direção a porta, tento abri-la, mas esta fechada, começo a dar pesadas e esmurrar a porta, mas não adianta. Desesperada, eu grito por socorro, mas ninguém me ouve, ninguém vem me ajudar. 

Meus cabelos são puxados com força e eu caio no chão de costas, gemo assim que minha cabeça lateja com a dor, levo minhas mãos até onde esta doendo e meus dedos voltam cheios de sangue.

— Você vai ser minha por bem ou por mal — Fala montando em cima de mim e beijando meu pescoço.

— Sai seu doente, me larga — Falo chorando, sinto ânsia de vômito assim que apalpa meus seios por cima do vestido. Puxo o seu cabelo tentando tirar ele de cima de mim e recebo um tapa com tamanha força que sinto o gosto de sangue dos meus lábios.

— COLABORA PORRA — Grita descendo uma de suas mãos pelo meu vestido e tentando puxá-lo. Ele tenta me beijar, mas não deixo e começo a gritar por socorro novamente. Isso o deixa puto, fazendo com que meu rosto virasse com outro tapa. 

Meu cabelo já estava todo grudado no rosto por causa das lágrimas, me debato com ele em cima de mim e o filho da puta puxa meu cabelo e começa a beijar meu pescoço. Ele tenta puxar o zíper do meu vestido, mas eu o empurro com o pé, me levanto rápido e tento procurar alguma coisa pra jogar contra ele, mas não encontro nada.

 Meu corpo é empurrado e dessa vez minha cabeça bate no espelho, fazendo com que os cacos caíssem no chão. Sou arrastada e caio no chão em cima dos cacos de vidros, assim cortando minhas mãos e meus joelhos. Grito com a dor enorme e ouço sua risada.

 — SOCORRO, SOCORRO — Junto o resto da minha força e grito.

 

— 08:20 da manhã — 01 de abril — Los Angeles — 

Justin Bieber narrando

Me acordo assustado ouvindo gritos agudos e desesperados, pego a arma que esta debaixo do travesseiro e pulo da cama. Vou com calma até a porta e a abro já em posição de atirar. Encontro Kate batendo na porta do quarto de Kayla, é de lá que os gritos estão vindo.

— Kayla — Kate bate na porta e tenta abri-la — Kayla, abre a porta por favor.

— SOCORRO, ALGUÉM ME AJUDA — Kayla continuava gritando pedindo por socorro, mas que merda esta acontecendo? 

Os meninos abrem as portas dos seus quartos com as armas nas mãos e me olham confusos.

— Sai daí Kate — Falo e ela sai da frente da porta. 

— ME LARGA, ME LARGA — Kayla grita novamente, me afasto da porta e com um impulso do uma pesada fazendo a mesma cair no chão.

Entro no quarto rápido e encontro Kayla em cima da cama se mexendo e gritando por socorro. Que porra é essa? 

Sigo para a cama e tento acordá-la.

— NÃO, POR FAVOR, NÃO — Grita novamente e se debate chorando em meus braços.

— Oque ela tem?— Ryan pergunta entrando no quarto.

— Kayla — Falo e ela continua se debatendo. Tiro o cabelo  que esta grudado em seu rosto e a balanço novamente — KAYLA, ACORDA! — Falo alto. — é um pesadelo porra — Dou tapas leves no seu rosto.

Ela abre os olhos e pula dos meus braços.

— Ele voltou — Chora com as mãos na cabeça.

— Ele quem? — Chris pergunta com o cenho franzido. 

Ela olha para nós e continua chorando.

 E eu como estou? bem... estou confuso pra caralho.

— Kayla, se acalma, foi só um pesadelo — Kate ta abraça tentando acamá-la.

— Endoidou — Chaz fala e Kate fuzila ele com o olhar.

Por um momento pensei que oque tinha acontecido ontem foi por causa da porra da balinha que Chris tinha dado a ela, então ela teve uma alucinação e entrou em pânico. Mas isso? isso já é loucura, se ela esconde alguma coisa, ela vai ter que falar que merda é essa. Já não basta ter feito aquele papelão na boate dando a louca, agora tem pesadelos e berra pedindo socorro. 

Com certeza eu não fui feito pra isso, com certeza não, não sou de ficar dando uma de psicólogo pra ninguém, eu não ajudo ninguém, eu ferro com todo mundo, eu passo por cima de todos que tentam me atrapalhar. 

Pra falar a verdade, minha vida anda de cabeça para baixo desde que essa garota chegou, sempre me desafia, sempre me desobedece, não sei como controlá-la, nunca transpareceu ter medo de mim, mas agora esta parecendo um cachorro abandonado procurando abrigo. 

O pavor em seus olhos chega ser absurdo, como se o próprio diabo tivesse vindo atrás dela. 

"Ele voltou"... Ele quem? quem ser que seja, tomara que não resolva atrapalhar meus planos, ou se não enfio bala em todo mundo, isso já esta me dando nos nervos, essa porra já esta me irritando, e se tem uma coisa que ninguém quer é me ver irritado.

— PARA DE CHORAR CARALHO — Grito nervoso, ela me olha assustada e se encolhe nos braços de Kate.

— Justin, sai daqui, não está vendo que ela esta mal? — Kate pergunta irritada. 

— A porra desse choro esta me irritando, eu não aguento mais — Falo e saio antes que faça alguma merda. 

Porra de confusão. Isso me deixa frustrado, e Justin Bieber nunca fica frustrado.

Vou para a cozinha e pego uma garrafa de vokda, encho o copo e bebo tudo de uma vez, única forma de me acalmar. Deixo o copo de lado e levo a garrafa para a sala, me jogo no sofá e começo a beber.

Respiro fundo e os meninos entram na sala.

— Oque será que aconteceu com ela? — Chris pergunta se jogando no sofá.

— Não sei, mas oque quer que seja acho melhor ela contar — Bebo novamente.

— Vai com calma, acabou de acordar — Chaz fala e eu reviro os olhos.

— Só assim pra me acalmar — Retruco bebendo outro gole.

— Só assim pra morrer mais rápido — Ryan se intromete tirando a garrafa da minha mãos.

— Me devolve essa porra — Peço irritado.

— Não e cala a boca, beber não vai resolver porra nenhuma — Fala irritado

— Concordo com Ryan, beber não vai adiantar nada — Chris da de ombros.

Passo as mãos pelo cabelo e jogo minha cabeça para trás.

— Ela é louca — Múrmuro.

— Não acho isso, ela só esta com medo— Ryan fala se sentando ao meu lado.

— Diz isso porque não foi você que viu ela quase morrer com um ataque de pânico — Bufo impaciente.

— Vocês ouviram quando ela disse "ele voltou" ? — Chaz pergunta — Talvez ela tenha visto essa pessoa ontem, oque fez ela ter o ataque. —  da de ombros.

— Concordo com Chaz — Chris fala. 

— Também tu concorda com tudo Chris — Reviro os olhos — Mas se for realmente alguém, porque ela não tem medo de mim e tem dessa porra de pessoa?— Pergunto puto.

 Quem poderia deixá-la com tanto medo? ela nem se quer me respeita, isso seria uma puta de uma sacanagem, ter medo de algum cuzão qualquer e não ter medo de mim. 

— Quem quer que seja temos que matar — Chaz opina.

— Porque?— Ryan pergunta.

— Porque certamente essa pessoa vai interferir nos nossos planos, e já basta uma louca morar aqui, imagina ter outra pessoa louca atrás dela?

— Pela primeira vez eu não sei oque fazer — bufo.

— É, também não sei— Ryan suspira fundo.

— Só iremos saber oque fazer se ela contar alguma coisa. — Chris fala pegando a garrafa de Vodka da mão de Ryan e bebendo um gole.

— Numa situação dessas até eu vou querer vodka — Chaz pede e Chris passa.

— Passa pra mim também— Ryan estende a mão e vira a garrafa.

— Bando de cuzões — Reviro os olhos. 

Essa garota vai acabar me enlouquecendo. Oque tem de bonita tem de doida.

Depois de conversar um pouco sobre a sanidade mental de Kayla eu sai da sala, subi as escadas e fui e direção ao meu quarto, não deixei de olhar para o quarto dela que esta com a porta no chão, mas ela não estava lá. Deve estar no quarto de Kate, já que ouvi as duas conversando. 

Entro no meu quarto e tomo um banho longo para tirar todo o estresse matinal.

Apos o banho  visto uma cueca e uma calça moletom. Saio e passo pela porta do quarto de Kate, nunca fui disso, mas pela primeira vez encostei o ouvido na porta, mas elas já não estavam lá. 

Dou de ombros e desço as escadas, paro na sala assim que um segurança me entrega as correspondências. Pego e vou para a cozinha.

Contas, contas, a mãe de Ryan, contas.. tudo balela. Mas uma chama a minha tenção, não tem remetente, mas esta destinada a Kayla.

— Que cara é essa Drew? — Ryan chama a minha atenção, então só agora percebo que já estou na cozinha. Olho para ele e vejo Kayla em pé com um copo de água na mão, ela me olha e sorri de lado. Se ela pensa que um sorriso vai me fazer esquecer a raiva que ela me fez hoje de manhã esta muito enganada. 

 — Passou o endereço daqui a alguém? — Pergunto parando em sua frente. 

Ela me olha confusa e nega com a cabeça.

 — Não — responde. 

Agora o confuso nessa história sou eu.

Pego a carta e abro.

 

"Meu amor, fiquei preocupado com você ontem, já que me viu e saiu correndo, não esperava por isso, mas logo descobri onde você esta. Não estou gostando das suas novas companhias, espero que não dure por muito tempo, sabe muito bem do que sou capaz. Estou feliz por reencontrá-la, logo estaremos juntos novamente. 

Do seu grande amor Allan"

 

 

Olho para a carta e olho para Kayla em minha frente, olho novamente para a carta e olho pra ela não acreditando que essa filha da puta tem namorado. Mas que merda é essa? 

— Você tem um namorado? — pergunto não escondendo a raiva.

— Eu? namorado? — me olha confusa — Claro que não — completa.

— E quem caralho é Allan? — Pergunto.

Ela me olha abismada e o copo cai da sua mão se quebrando em mil pedaços.


Notas Finais


PRIMEIROOOO ME SEGURAAAAA QUE EU TÔ NO CHÃO DE TANTA FELICIDADEEEE
uashaush 400 favs gente.... nossa,vocês são demais <3 obrigada a todos 😍😍😍😍

Volteeeeeeeeeeeei... meus amores, estava na casa da minha tia no RJ, então lá não tinha meu pc e tals, então fiquei sem postar já que os capítulos reescritos estão no meu pc. </3
Prometi que iria postar capítulos todos os dias, mas se eu não vou até a vida social, ela vem até a mim. Então é isso, sempre que eu estiver em casa eu irei postar todos os dias.

E agora voltando a fanfic.... A praga chegou gente(Allan).. E agora vai começar a putaria. auhsuahsauush


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