História Obsession - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber
Tags Ação, Chaz, Chris, Drogas, Justin Bieber, Máfia, Romance, Ryan
Exibições 340
Palavras 4.650
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Luta, Policial, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


LEIAM AS NOTAS FINAIS. MUITO IMPORTANTE, ULTRA IMPORTANTE.

Capítulo 8 - Julgamento


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 8 - Julgamento

20:30 — 31 de março— Los Angeles

Justin Bieber narrando

Faz dois dias que eu olho pra cara da vagabunda da Kayla e tenho vontade de empurrá-la de um penhasco. Desde quando me enfrentou novamente não dirijo uma palavra a ela, e sempre que nossos olhares se encontram, faço questão de fuzilá-la mentalmente.

Ninguém nunca teve coragem de falar tanta merda pra mim como ela fala, afiadinha pra caralho. Esta precisando de uma surra, isso sim.

Destravo a arma e aponto para a frente, daqui a alguns minutos irei ganhar bastante grana com o carregamento de armas que entregarei para a mafia mexicana, a minha parte é  apenas levar até a fronteira, dali em diante eles que se virem, só quero saber da grana.

A porta do escritório é aberta com violência, automaticamente como um reflexo, aponto a arma para a porta e Kayla da um passo para trás. Que maluca, eu poderia ter estourado os miolos dela sem querer.

— Ta maluca? — Pergunto baixando a arma, ela revira os olhos e entra no escritório, a mesma encruza seus braços fazendo seus seios quase saltarem, olho descaradamente, posso estar morrendo de ódio dela, mas ainda quero fodê-la de todas as formas possíveis.

— Eu quero ir! — Me encara com seus olhos azuis. Nem presto atenção e volto a olhar seus seios, involuntariamente mordo o lábio inferior. 

Ela percebe que estou olhando e desencruza os braços. 

— Ir pra onde? — Questiono indiferente voltando a minha forma normal. Me sento na cadeira e coloco os pés em cima da mesa.

— Com vocês. — Responde dando de ombros.

— Seja mais específica, até parece que eu tenho uma bola de cristal pra adivinhar tudo —Retruco a fazendo bufar alto.

Ela se aproxima colocando as suas mãos na mesa e me olha como se tivesse alguma moral.

— Pro polo norte. — Responde e eu semicerro os olhos pra ela, uma das coisas que odeio nela é a porra da sua forma irônica de me responder.— Eu quero ir pro lance do carregamento, não quero ficar aqui sozinha.

Solto uma risada, ela só pode estar de brincadeira.

— Acha mesmo que eu iria te deixar ir? — Continuo rindo — Acho que a tapada nessa história aqui é você .— Me levanto — Você não vai nem por cima do meu cadáver. — Decreto.

— Você é um saco Bieber — Suspira irritada. Esse "Bieber" saiu de uma forma tão sexy que minha vontade foi de empurrá-la em cima dessa mesa e tirar a sua roupa. Mas tenho que manter o foco.

— Eu sei, agora vaza — Aponto com um sorriso falso para a porta.

— Eu não quero ficar nessa droga, estou cansada — Fala alterada.

— Caralho — Exclamo alto — Eu já disse que não vai, agora para de ser irritante porra — Ela tem o dom de me irritar em poucos segundos, quando digo não, é não e pronto, mas parece que é surda. 

Ela bufa irritada e sai batendo a porta com força. No mesmo segundo Kate entra com o cenho franzido.

— Que bicho mordeu ela? — Pergunta curiosa.

— Veio aqui dizendo que queria nos acompanhar com o carregamento — Reviro os olhos e respiro fundo, ideia tosca a dela. — Ultimamente essa garota esta me dando mais trabalho que todo os inimigos que já matei.

Kate ri negando com a cabeça.

— Vocês dois ainda vão se matar — Opina se sentando em uma das cadeiras.

— Corrigindo... Eu ainda vou matar aquela desgraçada — Falo sorrindo.

— Quem vai matar quem? — Chaz entra com um sanduíche na mão, só vive comendo, daqui a uns dias não vai passar pela na porta.

— Eu vou enterrar Kayla viva, ela só fala merda — Falo.

— Super apoio.— Chaz concorda rindo;

— Querem ela morta só porque ela assumiu o romance de vocês dois?—  Kate pergunta rindo.

Dirijo meu olhar pra ela puto da vida, até ela tá com essas porras? Eu gosto de mulher caralho.

— haha, muito engraçadinha você — Chaz revira os olhos.

— Ela ta brincando com fogo e só vai parar quando se queimar — Me levanto —  Vamos embora, já esta na hora — Falo pondo a arma em minha cintura. Não vou discutir com Kate, ela e Kayla que se fodam. Saio do escritório e encontro Chris em minha frente.

— Já ia chamar — Fala rindo — Os caras já estão aqui — Se refere a alguns homens que chamei, não se sabe se algum segurança filho da puta abriu a boca antes de morrer, então é melhor prevenir do que remediar. 

— Ótimo — Falo e desço vendo cinco do melhores atiradores que tenho, eles me olham e me cumprimenta com um aceno de cabeça, faço o mesmo.

— Escolhi vocês por serem os mais capacitados para esse serviço — Digo e eles abrem um meio sorriso — Chris já deve ter repassado o plano para vocês, não sei se os infiltrados passaram as informações para George, então vocês estão aqui para protegerem a carga, se tudo der certo serão muito bem recompensados — Completo e eles assentem com um "Sim senhor".

 Nunca vou me acostumar com as pessoas me tratando como "senhor", me  sinto um velho caduco.

Nosso time já estava pronto, então fomos para a garagem, resolvi que seria melhor e mais fácil irmos com carros modestos, pois chamaria menos atenção e isso é tudo que quero, já que vamos atravessar a fronteira, então já basta a enorme quantia de dinheiro que gastei para subornar alguns policiais.

Entro em um Audi, o carro mais simples que tenho e dou partida com todos logo atrás de mim. Assim que saímos da mansão nos separamos para não chamar a atenção dos tiras, vamos apenas nos comunicar pelo rádio, então só depois que estivermos perto do local, é que nos juntamos novamente.

Em minha mente veio a pessoa mais filha da puta que conheci, Kayla, em vez de estar aos meus pés pedindo para estar na minha cama, ela me desafia e pede pra morrer sempre que abre a boca, alias, bela boca, pena que só sai merda pra me irritar. Oque mais me chama atenção é a sua arrogância e petulância, ninguém nunca teve coragem de desobedecer alguma ordem minha, mas ela vem e passa por cima de todas, e isso me irrita pra caralho. Eu sou a pessoa mais temida de todo o território americano, todos aqueles que me conhecem trancam o cu assim que me veem, pois sabem muito bem do que eu sou capaz, mas aquela desgraçada não demonstra ter medo, e o pior, ela faz pouco caso de mim. Pra mim ela é doida, essa é a única explicação, eu posso muito bem bater nela até a merda sair, acho que só dessa forma ela vai me respeitar, sou impulsivo pra caralho e quando me irrito perco o controle das minhas ações, sorte dela que ainda não fiquei verdadeiramente furioso, porque se não ela já estaria a baixo de sete palmos de terra.

Presto atenção novamente na estrada e depois de longos quilômetros já vejo o carros dos outros se aproximarem, logo chegaremos perto das cargas que estão no galpão.

— É muito longe esse lugar? — Uma voz fala e eu freio o carro com tudo... Olho para a pessoa no banco de trás e por um milésimo e segundo tive vontade de capotar a merda do carro. Puta que pariu mil vezes.

— Mas que caralho você ta fazendo aqui ?— Pergunto visivelmente irritado, ou melhor, totalmente puto. Essa filha da puta só pode estar testando a minha paciência.

— Não me deixou vir por bem, então eu vim por mal — Responde sínica com um sorriso falso estampado no rosto. 

— Você é maluca? Como entrou nessa porra? — Questiono respirando fundo pra não voar ela do carro. 

— Só precisei de um grampo e de todos vocês distraídos dentro da mansão — da de ombros.

— Tu só pode ter merda na cabeça, só não te chuto daqui porque já estou perto da porra do local.

— Só sabe falar porra?— pergunta com deboche — É porra aqui, é porra ali, troca o disco Bieber.

— A única coisa que vou trocar é o cartucho do meu resolver onde vou te encher de bala.

— Outra ameaça de morte, ehhh— fine animação — Eu só não queria ficar na mansão.

— Problema teu caralho, se acontecer alguma coisa e você tomar um tiro, aguente a dor.

— Será que você não consegue falar uma frase sem algum palavrão? — A filha da puta pergunta se divertindo.

— É melhor ficar caladinha — Me viro pra ela — Caladinha ou se não te mato pra valer.

— humrum, tanto faz — da e ombros e se aconchega no banco.

Filha da puta, desgraçada...  Depois que mato uma vadia dessa é considerado crime.

— Justin, já estamos perto. — Kate avisa pelo rádio, como se eu fosse cego e não estivesse vendo o galpão.

— Estou vendo— Falo com desdem. Menos papo e mais ação. 

Assim que chego no galpão saio do carro batendo a porta forte, Kayla desce logo atrás e fica rodando feito peru olhando para toda a extensão do galpão.

Em minha frente dois caminhões com as armas já estão prontos, ao lado de cada carga estão dois homens que assim que me veem fazem um aceno com a cabeça.

— Estávamos esperando — Jack fala.

— Vou checar — Falo e ele assenti. 

Antes de transportar todas as cargas, sempre as checo, não posso deixar ninguém passar a perna em mim, vai que um filho da puta tenha trocado as cargas, ai eu me queimo com todos os clientes.

— Kayla — Kate fala assim que sai do carro, por um momento tinha esquecido da maluca que veio escondida. 

— Oque ela faz aqui?— Ryan pergunta confuso. 

— Novamente essa desgraçada passou  perna em todos e veio escondida — Falo abrindo o baú do caminhão.

— Tenho que confessar que ela é muito inteligente — Chaz diz baixo atrás de mim, ele com certeza não quer que ela ouça, já que os dois tem uma rincha que só piorou porque ela comeu os salgadinhos de Chaz. Duas crianças.

Entro no caminhão e checo as armas, como tudo esta em ordens saio e fecho a porta.

— Ela é intrometida, isso sim — Falo.

— Primeira vez que vejo alguém te irritar e não morrer logo em seguida — Ryan diz rindo fraco.

— Tudo culpa do cuzão do pai dela que me roubou, se não fosse isso eu estaria em paz. — Profiro bufando.

Os meninos soltam uma risada e eu nego com a cabeça indo em direção a ela e Kate que estavam conversando.

— Vamos, quero acabar logo com isso — Digo puxando ela e enfiando dentro do carro.

— Saco — resmunga e eu ignoro.

— Já sabem né? mesma formação, fiquem afastado um do outro, sem chamar a atenção — Falo alto para que todos ouçam, ouço um coral de "sim " e entro no carro.

— Machucou meu braço — Kayla reclama alisando o braço.

— É pra machucar mesmo — Rebato seco e ela bufa. — Agora não quero ouvir a tua voz até acabar com isso.

— Perfeito, não quero mesmo falar com você seu grosso — Bufa colocando o cinto.

— Já disse que grosso é meu pau — pisco pra ela safado. 

Ligo o carro e dou partida.

— E eu já disse que você é ridículo — Retruca revirando os olhos.

— Para de revirar a porra desses olhos, até aprece que ta morrendo — Digo irritado, mania chata do caralho.

— Ué, você revira o tempo todo e eu...

— Eu posso, você não pode — A interrompo — Agora para de falar, tua voz me irrita. — Pra falar a verdade não irrita, ela tem uma voz doce, mas oque me irrita é oque essa voz fala.

— Você que começou a falar.— Olho pra ela frio, será que ela não cala a boca nunca? — Esta bem, não estou mais aqui — Passa mão na boca fingindo ser um zíper, bem que poderia ser assim, pelo menos eu poderia calar a boca dela sempre que tivesse vontade. 

Felizmente alguns quilômetros ela foi quieta, mas como ela tem um parafuso na bunda começou a me remexer de um lado par ao outro, a olho de relance e a mesma continua  se mexendo de um lado para o outro. 

— Da pra parar com isso?— Pergunto irritado, essa porra de garota só presta pra me irritar, puta que pariu.

— Tem algo incomodando. — Responde irritada.

— Isso se chama sarna. — Sacaneio.

— Eu não tenho sarna seu idiota — Olha pra mim puta da vida — Tem algo me incomodando. — Repete a mesma ladainha.

— Problema teu. — digo e volto a olhar para a estrada.

Começo a batucar uma melodia qualquer no volante do carro enquanto ela fica fazendo um barulho irritante com a boca.

— Vai ficar quieta ou eu vou ter que te colocar no porta malas?— Arqueio a sobrancelha.

— Você não seria capaz— Desafia. 

— Eu já disse, não me leva na brincadeira.— Aviso.

— Não estou— Fala com os braços cruzados. Ótimo, desafio dado é desafio cumprido.

Freio o carro fazendo ela quase beijar o painel. Desço do carro, giro para o seu lado e abro a porta com força.

— Desce — Falo e ela solta uma risada.

— Não fode Bieber, para de graça — Ela leva tudo na brincadeira, impressionante. 

— Não é graça, agora desce— Me inclino e a olho nos olhos.— AGORA— grito a fazendo dar um pulinho no banco.

—  Vai se foder seu idiota, eu não vou para a porra de um porta malas— Fala decidida.

— Ué, quem foi que tentou fugir na porra do porta malas do carro de Chris?— pergunto e ela me olha atordoada — Eu já disse,  tudo oque acontece naquela mansão eu sei, tua sorte foi que Kate te encontrou, porque se não eu iria te procurar até no inferno — Sorrio sínico — Agora sai do carro.

Ela cruza os braço e nega com a cabeça.

— Não. 

— Ótimo, se não sai por bem, sai por mal — A puxo pelo braço enquanto ela me xinga de todos os palavrões que conhece.

Abro o porta malas e a empurro dentro, tranco enquanto ela chuta com todas as forças, coitada. Isso serve pra ela aprender a se colocar no seu lugar e saber quem realmente manda nessa porra.

Entro no carro e dou partida.

— FILHO DA PUTA— Ela grita me fazendo rir.

— NÃO ESTOU TE OUVINDO, FALA MAIS ALTO. — Grito de volta debochado e ligo o som do carro deixando no ultimo volume. 

A paz reinava dentro do carro, uma hora se passou e já estava perto da fronteira, desligo o som e pego o rádio pra falar com o pessoal.

— Estão me ouvindo? — Pergunto.

Sim — Todos confirmam.

— Kate e Ryan virão comigo pelo lado direito, Chris e Chaz pelo lado esquerdo, ou outros continuarão acompanhar a carga, estamos perto da fronteira, então a qualquer momento podem atacar. 

Certo — Kate fala e pelo retrovisor vejo seu carro e o de Ryan se aproximando de mim.

Tenho que prestar bastante atenção, pois George esperto e sabe muito bem como me ferrar, mas oque ele não sabe é que sempre estou um pé a frente.

— EU VOU TE MATAR BIEBER — Kayla berra do porta malas, tinha até me esquecido dela.

Rio negando com a cabeça, quem manda me desafiar, ela tem que parar com a mania ridícula de me levar na brincadeira.

Assim que chego perto da fronteira, dou a volta e fico em cima de uma pequeno barranco, de cima vejo carros parados um pouco distante da estrada de barro e uma pequena movimentação ao redores, com certeza estavam esperando para dar o bote, mas como disse, sempre estou um passo a frente.

Desço do carro e destravo a arma.

— ME TIRA DAQUI BIEBER — a desgraçada começa a gritar e bater no porta malas, porcaria, assim vai chamar a atenção dos caras.

— Cade Kayla?  — Kate pergunta assim que desce do seu carro.  

— Porta malas —  Respondo a vendo fazer uma carranca.

 Ryan desce logo em seguida do seu carro e olha para o porta malas onde Kayla esta se debatendo.

— Porque colocou ela no porta malas? — Ele pergunta confuso.

— Não calava a porra da boca, então perdi a paciência — Falo e me dirijo até o porta malas o abrindo, ou se não ela continuaria com a porra dos seus gritos histéricos.

— Seu desgraçado — Rosna saindo e batendo em suas roupas para tirar a poeira.

— Cala a boca ou te coloco de volta lá — Falo sem paciência, ela esta quase anunciando pra todos que estamos aqui.

— Já chegamos? — Pergunta.

— Não, parei pra descansar  — Respondo irônico.

— Idiota —  Resmunga.

— Vamos acabar logo com isso — Me viro dizendo a Kate e Ryan que assentem. Ainda com o porta malas aberto, subo o piso falso e pego um fuzil com mira telescópica. Assim que me viro com o fuzil na mão Kayla me olha impressionada. 

Kate e Ryan pega as suas armas e se preparam, pelo visto vai ter uma troca de tiros enorme. Sigo para perto dos dois e ouço passos atrás de mim, me viro vendo Kayla me acompanhando.

— Pra onde vocês vem? — Pergunto — Pode ir dando meia volta.

— Eu vou ficar vendo de longe — Pronuncia indignada. 

— Ta querendo morrer é ? — Ponho o fuzil no chão e seguro o seu braço — Você vai ficar no carro e bem quietinha — a puxo par ao carro e a jogo dentro.

— Você é um saco — Indaga.

— Foda-se, agora fica nessa porra e não sai — dou a ultima palavra e saio de perto dela.

Maluca.

Sigo o meu caminho pegando o fuzil de volta, Ryan e Kate me acompanham até o topo do barranco. Nos abaixamos e logo aponto o fuzil para os capachos de George, com eles estando em minha mira abro um sorriso. Pego o rádio comunicador e falo com os outros.

— Chris e Chaz, estão vendo eles? — pergunto.

Sim, já estamos preparados, só esperando a ordem. — Chaz fala.

— Ótimo, os outros se preparem, vão para a frente da carga, assim que eu der o primeiro tiro podem formar as posições e agirem.

— Sim senhor — Eles dizem.

— Se preparem! — Digo pra Ryan e  Kate que já estão com suas armas em postos. 

Miro na cabeça de um e com uma satisfação enorme puxo o gatilho vendo seu corpo cair morto logo em seguida. Assim que o primeiro tiro é dado, os outros em sua volta se assustam, então logo uma troca de tiro enorme começa. Kate que esta ao meu lado esvazia cartucho por cartucho, enquanto Ryan e eu mirávamos na cabeça dos outros que tentavam se proteger a todo custo.

Assim que os filhos da puta conseguem distinguir de onde os tiros vinham, eles começam a atirar contra nós três,  Kate se abaixa e eu giro mais para o lado. Deixo o fuzil de lado e tiro a arma da minha cintura.

Alguns imbecis tentavam se aproximar, mas Ryan sempre os acertava na cabeça, se tem uma pessoa que sabe atirar, essa pessoa é Ryan, tenho que confessar, ele é ótimo em armas, sabe de tudo sobre elas.

Um tiro atinge um pouco de areia que estava ao meu lado e ela evapora, por pouco esse filho da puta não me acerta. Com um pouco de dificuldade me arrasto entre os pequenos arbustos e assim que acho uma boa posição, aponto para alguns que estavam trocando tiro com Chris e Chaz, primeiro atiro na perna de um e ele cai no chão chorando feito uma mariquinha, logo pra acabar com o seu sofrimento acerto a sua cabeça. Menos um!

 — Lado esquerdo limpo — Ouço a voz de Chris pelo rádio.

 — Certo — falo atirando em mais dois que se aproximavam de mim.

 Não sei a quantidade que já matei, até parecia um ninho de ratos, não parava  de sair rato da toca, mas quantidade não significa nada quando se tem qualidade, e convenhamos, sou uma ótima qualidade, e junto com a minha equipe ninguém nos passa a perna.

Vários corpos estavam estirados pelo chão, deixando o lado direito livre, só faltavam alguns que correram com medo para os carros e tentaram vazar, mas é  claro que não deixaríamos nenhum fugir. A regra é clara, é matar ou morrer. 

Logo vejo os carros sendo explodidos por um dos atiradores, ele estava com uma bazuca nas mãos e comemorou assim que viu tudo indo pelos ares.

 — Voltem para os seus lugares e vamos fazer a entrega — Anuncio pelo rádio e todos voltam a seus carros.

Me dirijo ao meu carro e paro assim que vejo que Kayla não esta no carro. Desgraçada!

Assim que viro as costas um filho da puta esta com uma arma apontada pra mim. Kate e Ryan logo se preparam para atirar.

— Qualquer movimento eu mato seu chefinho.  —  Ele ameaça me fazendo bufar.

— Sério? Cara, você esta todo fodido — Digo rindo, o mané esta todo acabado, a perna sangrando, o rosto cortado, deve ter sangue até no cu, e ainda tem a coragem de me ameaçar.

— O chefe subestimou você Bieber — tosse sangue e continua com a ladainha — Estou perto me morrer, mas se eu for morrer eu irei levar você comigo — Fala com o dedo no gatilho.

Ele é impedido de continuar  o seu showzinho após levar um tiro na mão, ele grunhe de dor, rapidamente saco a arma e com um sorriso meto a bala na cabeça dele.

— Precisava matar ele? eu já tinha atirado na mão — Me surpreendo olhando para o lado e vendo Kayla com uma arma na mão, que filha da puta, desde quanto ela sabe atirar?

— Foi você que atirou? — Pergunto, confesso que um pouco abismado.

— Não, foi minha mãe — Responde irônica e novamente a vontade de dar um tiro nela vem a tona.

— Cala a porra da boca e entra no carro caralho — Digo irritado.

— Não vai nem agradecer? — questiona.

— Olha pra minha cara e vê se eu agradeço alguma coisa? — Falo indo em direção ao carro.

— Então vai se foder, mal agradecido, deveria ter deixado o cara te matar. —  bufa irritada e entra no banco de trás.

Kate e Ryan riem negando com a cabeça e entram em seus carros.

Entro e dou partida, Kayla não fala uma palavra se quer, continua com uma cara de quem chupou limão, se ela esperava que eu fosse agradecer algo, ela esta muito enganada.

Assim que chegamos na fronteira, Michael já esta em pé com seus homens do lado.

— Fica no carro — Falo frio pra Kayla.

 Saio do carro e sou acompanhado pelos meninos e Kate. Do meu bolso tiro um cigarro e acendo.

— Bieber — Michael fala estendendo a mão. 

— Michael — Dou um rápido aperto de mão. 

— A carga esta ai? — Pergunta sorrindo.

 "Não filho da puta, vim aqui por nada, só pra bater um papo" 

— Primeiro a grana, depois a carga — Falo e em seguida solto a fumaça.

— Como quiser — Estala os dedos e dois homens ao seu lado se aproximam com duas maletas, eles as abrem e eu vejo as notas de cem dólares. Jogo o cigarro no chão e as pesgo, analiso logo em seguida para ver se não são falsas. 

— Foi bom fazer negócio com você — Digo com um meio sorriso. Nunca demonstrei afinidade por ninguém, e não é agora que vou demonstrar. 

pego a maleta com os cem milhões e dólares e faço sinal para liberarem a carga.

O caminhão é passado para o outro lado da fronteira, o pessoal dele assume a carga e eu me viro com as maletas nas mãos.

Entro no carro e dou partida.

Hoje a noite foi monstra. — Chaz fala animado pelo rádio.

Então Drew, onde vamos comemorar hoje? — Chris pergunta.

— A melhor boate de Los Angeles, Sexnight— Falo ouvindo eles comemorarem.

 Essa boate é a mais insana que temos, ou seja, uma das melhores. Onde a putaria rola solta, nada melhor do que comemorar fodendo com todas as vadias que posso.

— Eu também vou? — Kayla pergunta cortando meu barato.

— Não — Respondo na lata. Doida

Passou a vez — Chaz implica rindo.

— Vai se foder Charles — Kayla rebate, Chaz odeia quando o chamam de Charles, então Kate fez a filha da putagem de dizer o nome dele a Kayla.

Já pensou em ir pro inferno? — Chaz fala encuzado.

— Calem a porra da boca vocês dois — Interrompo a discussão das crianças. — Vão na frente para a boate, vou levar ela para a mansão  encontro vocês lá.

— Isso é injusto — Kayla esbraveja.

— Nada nessa vida é justo, agora fecha a matraca — Falo e desligo o rádio.

— Eu salvei a tua vida, nada mais justo do que me deixar ir — Retruca indignada.

— Por acaso eu pedi que atirasse no cara? acho que não — sorrio falso e olho pra ela — E onde encontrou a arma?

— No porta luvas — Responde revirando os olhos. — você é um saco Bieber, um saco.

— Se continuar falando te ponho de volta no porta malas — Sorrio falso.

— Chato, chato e chato — Bufa irritada.

Uma hora se passou e por incrível que pareça ela permanece quieta, as vezes a olhava pelo retrovisor e a via morder os lábios irritada, confesso que isso me fez imaginar várias coisas que poderia fazer com ela na cama, mas ela faz um cu doce do caralho, então sempre fode meus planos.

— Porque eu não posso ir para a boate? — Ela quebra o maravilhoso silêncio e volta com a mesma ladainha.

— Porque você é a minha prisioneira — Pisco a irritando.

— Irei refazer a pergunta que fiz a dois dias atrás, porque você age feito um idiota? 

— Vai começar com essa porra de novo? vai se foder — bufo alto — Se considere com sorte, você já falou tanta merda que eu me pergunto porque ainda não te quebrei.

— Acabei de deduzir a resposta,  você não passa de um chorão que precisa que todos o temam, acha que ser temido é ser respeitado? 

Oque tem de bonita tem de filha da puta, como ela tem coragem de falar tanta bosta?

  — Esta mesmo difícil de olhar pra tua cara, porque realmente eu quero te bater — Falo com o maxilar travado.

  — Pode bater, mas isso não muda o fato de você ser um completo idiota. Você não tem sentimentos, não tem piedade, é um puta de um egoísta.

  — Eu sou egoísta sim, impulsivo pra caralho também, você esta certa, eu não tenho pena de ninguém, eu mato todos aqueles que tentam me atrapalhar, mato quantas vezes for preciso. —cuspo as palavras a vendo ficar atordoada.

Paro o carro, pois no meio de tanta merda que ela fala já tínhamos chegado na mansão.

Saio a deixando sozinha e me dirijo para dentro da mansão com as maletas de dinheiro.

— Você deveria parar de ser um idiota Justin, todos os seus amigos ainda depositam esperança em você. — Ela chega atrás de mim enquanto abro o escritório.

— Esperança é uma farsa querida — Rio sarcástico jogando as maletas em cima da mesa — Como disse, não vou dar uma de bonzinho, quando as pessoas veem bondade, eles esperam bondade. E eu não quero viver sob as expectativas de ninguém. — me aproximo dela — Se você é fraco, todos irão te pisotear.

— Então a solução para não parecer ser fraco é matar a sangue frio? — Encruza os braços.

— Não perca sua energia tentando me dizer oque devo fazer — Seguro o seu queixo. — Agora vaza pro quarto e me deixa em paz.

Seguro o seu braço e a puxo para fora do escritório, a levo para o seu quarto e a empurro em cima da cama.

— Eu tenho pena de você Bieber, muita pena. — Se levanta ficando em minha frente. — Se continuar assim, vai acabar ficando sozinho no mundo, sem amigos, sem família, nem nada.

— Pro seu bem, é melhor calar a boca — Fecho os punhos, ela me olha e ri de lado.

— Vai me bater Bieber? — Arqueia a sobrancelha — Vamos lá, bata. Mas eu não vou calar a minha boca. 

 —Você vai sim — Falo e a empurro contra a parede. Rapidamente ela engole seco. — Você pode saber meu nome, mas não sabe a minha história. Quer continuar com seu julgamento? vá em frente, mas de uma coisa eu tenho a certeza, você só me conhece pela boca dos outros. — Me aproximo de uma forma tão grande que colo nossos corpos. Ela respira fundo, percurso meu olhar em sua boca e subo para seus olhos azuis. — Não finja que me conhece. — Antes dela falar alguma coisa, calo a sua boca com um beijo.

 

 

 


Notas Finais


advinha quem passou um dia no hospital? tan tan tan..... EU
é gente... me fodi legal, desmaiei do nada e tive que ir para o hospital, anteontem. O médico disse que foi a pressão que baixou de uma vez. Quase que eu morro e não termino a fanfic ( faço piada porque sou dessas).
Então como minha mãe é muito paranoica uahsuahs(acho que puxei isso dela) Ontem ela me fez fazer todos os tipos de exames.. gente, eu to toda furada, se eu beber água a água sai pelos furos das agulhas (outra piada).
Eu ia postar ontem quando cheguei, mas ela me deixou sem computador -_-
Então só hoje mesmo.
Perdi dois dias poxa, dois capítulo já eram pra ter saído </3
Mas amanhã tem capítulo u_u
e só pra constar... vai pegar fogo uahsuahs duas surpresas :3


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