História Obsession - Capítulo 10


Escrita por: ~

Postado
Categorias Barbara Palvin, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Barbara Palvin, Criminal, Justin Bieber, Trafico
Exibições 90
Palavras 2.719
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meus anjinhos!
Título: Tiro ao alvo.
Espero que vocês gostem.
Boa leitura😙😙

Capítulo 10 - Target Shooting


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 10 - Target Shooting

Nina ficou por minutos encarando o chão, com os olhos escorrendo lágrimas. Até que por fim falou:

- Você ta mentindo pra mim. A Ana não morreu. Ela não pode ter morrido.

- Nina eu sei que é difícil. Mas é a realidade.

- Para Justin. Eu não acredito em você. A Ana não morreu, eu sinto isso. Ela não iria me deixar sozinha, e também não abandonaria o Ryan assim.

- Nina...

- PARA – Ela gritou e colocou as mãos no cabelo escondendo o rosto – A Ana não morreu. Eu sei disso. – Ela sussurrou.

A Porta se abriu e o Dr. Sérgio entrou.

- Senhorita Maxwell. A senhorita Já está completamente recuperada, então não tem mais porque ficar aqui certo – Ele sorriu.

- E a Ana? Ela pode ir também – Ela encarou o médico, como se tivesse descartado tudo que eu tinha acabado de disser.

O médico olhou pra mim, mas eu era a pessoa mais perdida naquele quarto.

- A senhorita Ana. Ela faleceu hoje de manhã – Ela olhou pra mim confusa.

- Porque vocês tão mentindo pra mim? Porque todo mundo ta dizendo que a Ana morreu. Parem com isso. Não tá vendo que isso machuca. A Ana tá viva – Ela falou entre as lágrimas.

O médico me chamou em um canto da sala.

- O choque foi muito forte, mas de um tempo a ela. Ela vai acabar se acostumando.

- Ok. Eu já posso levar ela?

- Pode sim. – Olhei pra Nina. Ela estava encolhida  na cama. Fui ate ela

- Troca de roupa pra gente ir embora. – Ela foi pro banheiro e voltou depois e alguns minutos.

Levei ela pro carro indo em direção a casa. Ela passou o caminho todo calada, olhando pela janela.

Quando chegamos ajudei ela a sair do carro. Jazmyn tava na piscina e veio correndo ate mim. Ela parou em nossa frente e olhou pra Nina.

- Quem é ela?

- É uma amiga minha. Volta pra piscina eu já vou la. – Passei por ela e levei a Nina pro quarto.

- Você quer tomar um banho? – ela balançou a cabeça positivamente.

Levei ela pro banheiro, tirei a roupa dela deixando ela apenas de lingerie. Tentei não olhar com outros olhos pro corpo dela, mas foi em vão. Milhares de pensamentos impróprios passaram por minha cabeça, mas eu tentei afasta-los pro mais longe possível.

Coloquei ela em baixo do chuveiro, ela parecia flutuar em seus pensamentos. Deixei ela por um tempo em baixo do chuveiro. Tirei ela do banheiro a enrolando em uma toalha.

Levei  Ela pro quarto e Mandei Ela ir trocar de roupa. Ela voltou vestindo um camisola bege curto. Tipo muito curto.

- É. Eu vou pegar alguma coisa pra você comer. – Sai rápido do quarto indo ate a cozinha.

Tereza uma das empregadas da casa estava fazendo uns lanches, provavelmente pras crianças.

- Tereza faz mais um desses por favor. – Ela sorriu e pegou as coisas pra fazer outro lanche.

- Você já chegou! – meu pai falou entrando na cozinha – como estão as garotas.

- A Nina ta bem. Mas a Ana... – Ele me interrompeu.

- Morreu. Eu fiquei sabendo. – Ela falou simples.

- Como?

- ora. As notícias correm rápido. – Ela falou e saiu da cozinha.

Tereza veio até mim e trouxe uma bandeja com um seco e laranja, um sanduíche e uma maçã 

- Obrigada – Peguei a bandeja e voltei pro quarto da Nina.

A Porta estava aberta então era so empurra.

Entrei dentro do quarto. Nina estava deitada na cama dormindo tranquilamente. Coloquei a bandeja no criando mudo a sai do quarto fechando a porta.

Nina On:

Eu estava em um jardim cheios de lírios.

Comecei a andar sem direção.

- Pra onde vocês vai? – Ouvi uma voz familiar, Olhei pra trás e Ana tava vestida com um vestido de renda azul claro. Corri até ela e a abracei.

- Eu sabia que você não estava morta. – abracei ela.

- Pra você não. Eu vou ta sempre com você. Mesmo não estando presente fisicamente.

- o que você quer disser?

- Não se preocupe com isso agora. Eu so quero que você faça uma coisa. Primeiro não fique triste, segundo não se envolva com as coisas do Justin. Você me promete?

- porque você ta me pedindo isso?

- So me promete Nina, por favor.

- tudo bem. Agora vamos voltar pra casa. – Peguei a mão dela mas... abri meus olhos e ela não estava comigo. Foi um sonho?

Levantei rápido da cama e sai do quarto. Desci as escadas gritando o nome da Ana.

Justin saiu do escritório seguido de um Homem alto com o braço todo tatuado, provavelmente era o pai dele.

- O que aconteceu? Porque você ta gritando? – Justin falou vindo até mim.

- Cadê  a Ana? Você falou que ela morreu. É mentira não é? – senti as lagrimas escorrerem pelo meu rosto.

- Nina calma. Olha o que eu falei é verdade sim. – Ele falou e me abraçou.

- É  mentira. Isso não pode ter acontecido. – Afundei minha cabeça em seu peito e comecei a chorar.

- Vem. Vamos pro quarto. – ele saiu me guiando até o meu quarto.

Ele me sentou na cama.

- Quem fez isso? – perguntei encarando ele.

- Nina é melhor você não ficar sabendo de nada, pode ser perigoso.

- perigoso? Você acha que eu to me importando se é perigoso ou não? Eu quero saber quem matou minha amiga.

- Nina tem coisas que não é necessário você saber. Agora dorme, se você quiser ir pro velório amanhã. – ele saiu do quarto.

Deitei na minha cama e voltei a dormir depois de horas chorando.

Justin On:

O outro dia chegou mais rápido do que eu imaginei que viria.

Levantei da cama e fui pro banheiro, tomei um banho demorado a vesti uma Blusa preta um calça social preta e um blazer.

Descia ás escadas e encontrei a Nina sentada na mesa de jantar olhando pro nada.

Ela tava vestida com uma calça preta, uma Blusa também preta, e um casaco grande preto, encima da mesa tinha uma Bolsa.

- Você dormiu bem? – perguntei me aproximando dela.

- Não. – Ela respondeu seca. Ryan desceu ás escadas vestindo uma roupa toda preta.

- Vamos? – ele perguntou cabisbaixo.

- Cadê os outros?

- eles foram resolver as coisas do enterro. O Chris não deixou eu ir.

- Ok. Vamos Nina – Falei e ela pegou sua bolsa e levantou.

Fomos até o carro e partimos pra o cemitério. Nós tínhamos um lugar reservado no cemitério, onde nos enterrávamos ás pessoas que trabalhavam com a gente. Nós não identificávamos as pessoas, para que ninguém pudesse achar informações delas que levassem até mim.

Estacionei o carro em frente ao cemitério, ajudei a Nina sair do carro e fomos até onde estava o Chris e a Alex.

*

Aquilo tava um inferno. Passamos meia hora ouvindo o Ryan falar sobre ela, a Nina não quis falar nada. Aliás ela não falou nada por todo esse tempo. So conseguia olhar pro caixão.

- Nina você vai querer escrever alguma coisa na lápide? – Perguntei. Ela continuou olhando fixamente para o túmulo.

- Aqueles que amamos nunca morrem, apenas partem antes de nós. – ela falou por fim. – Ela sempre me dizia isso. – Alex jogou uma rosa branca dentro do túmulo, e logo depois o Chris depois eu e o Ryan. Nina continuou olhando sem se mover

- Nina nós precisamos ir. – Ela me olhou e eu pude ver seus olhos azuis, sem vida.  Ela jogou a rosa dentro do túmulo e se abaixou.

- Quando a gente se conheceu a última coisa que eu imaginei foi que um dia eu estria dizendo essas palavras em frente a um túmulo, onde seu nome estaria escrito na lápide. Você foi as irmã mais velha que Deus escolheu pra mim. E eu so tenho a agradecer por tudo que você me proporcionou. E eu prometo que eu nunca irei te esquecer, e que eu vou fazer justiça. Não quero saber se pode ser perigoso. Eu so quero me vingar de quem fez isso. – Ela jogou um colar em formato de coração partido dentro do túmulo e saiu.

Ryan começou a jogar a terra até cobrir todo o túmulo.

- Amanhã o homem vem colocar a lápide. – Ryan falou. Assenti e fui em direção ao portão do cemitério.

Nina estava sentada encima do capô do carro, fui ate ela.

- foi bonito o que você disse. Mas não acho que você deve-se querer se vingar. – Fiquei parado entre suas pernas.

- Porque?

- porque a vingança pode nos mudar, nos transformar em pessoas que nós não somos.

- Eu não me importo. Ela faria o mesmo por mim.

- Você não teria capacidade de fazer isso Nina. O Victor ele é esperto, você não conseguiria fazer nada contra ele sozinha.

- Victor? Foi ele que matou a Ana? – ela arregalou os olhos.

- Eu falei Victor? Não lembro. – Tentei disfarça. Eu não deveria ter dito pra ela.

- Você falou Victor sim. Quem é ele? Porque ele fez isso com a Ana? – Suspirei.

- Eu não faço ideia. Ela fez um trabalho pra mim e envolvia o Victor. Ele pode ter matado ela por isso, ou apenas pra me afetar.

- Eu acho que já vi ele. Quando eu cheguei no apartamento ela estava com um Homem e se eu me lembre ela chamou ele de Victor.

- Pode ser. Mas agora não vamos se preocupar com isso. – Passei a mão pelo seu rosto. – vamos Voltar pra casa e descansar. – Ajudei ela a descer do capô do carro e entrar dentro dele.

O resto do dia foi normal. A Jazmyn e o Jazzon tinham saído com o meu pai então a casa estava tranquila. Nina voltou do enterro e se trancou no quarto. Quando as crianças chegaram eu passei um tempo com elas e quando deu onze e trinta eu fui dormir.

Acordei assustado com o som de um tiro. Peguei minha pistola na gaveta do criado mudo a fui ate a varanda do meu quarto. Olhei para o jardim e não vi a agitação dos seguranças. Ouvi outro disparo e percebi que vinha de trás da casa.

Coloquei uma bermuda e desci as escadas indo pra parte de trás da casa. Nina estava com um shorts de tecido super curto mostrando a poupa da bunda e uma Blusa que parecia um sutiã, com uma pistola na mão.

- O que você ta fazendo? – Ela me olhou e sorriu. Veio até mim e me deu um selinho.

- bom Dia gatinho – Ela falou e deu as costas Pra mim voltando ao lugar que ela tava e continuou a atirar. Fui ate ela e olhei para o outro lado, tinha uma placa pintada como tiro ao alvo e as partes centrais estava marcadas com três tiros.

- Quando você aprendeu a atirar?

- Quando meu pai me ensinou.

- será que foi seu pai que te ensinou a andar nua também? – Ela me encarou e depois olhou sua roupa.

- Eu não to nua.

- Jura. Andar de sutiã não é andar nua? Vai trocar essa roupa.  – Ela sorriu e veio andando até mim e pendurou as pernas em minha cintura colocando os braços em volta do meu pescoço. Coloquei minhas mãos em sua bunda pra poder segura-la. O que deu nela?

- Você que mesmo que eu troque de roupa? – ela falou encarando Minha boca

- O que aconteceu com você? Porque você ta agindo assim?

- Assim como? Eu to do mesmo jeito de sempre.

- Não. Não está, tem alguma coisa errada com você. – Ela desviou os olhos da minha boca e olhou pra trás de mim esticando o braço e disparando. Ainda bem que a arma tava com o silenciador.

Me virei ainda segurando ela no colo. O tiro tinha pegado bem no meio do alvo.

- Você atira bem. – Ela desceu do meu colo.

- Eu faço muitas coisas bem. – Ela falou e saiu rebolando.

Percebi que os seguranças que estavam por perto seguiram ela com o olhar.

- Que é? – gritei pra eles. – Se vocês olharem outra vez assim pra ela, saibam que vão receber de troca um tiro na testa. – Eles me olharam a voltaram a fazer os seus deveres.

Entrei dentro e casa e encontrei meu pai descendo as escadas.

- Aquela é a garota que você comprou? Bem gostosinha. Agora ta explicada a sua obsessão em comprar ela.

- Eu não tava obcecado pra comprar ela.

- Gastar Um milhão, quando se está perdendo tudo é uma prova de obsessão.

- Você é tão chato as vezes. – Revirei os olho e subi as escadas.

Encontrei a Nina saindo do quarto enrolada em uma toalha branca

- Que porra é essa? Porque você ta SÓ de toalha no corredor?

- Eu ia te chamar. Não tem água no meu banheiro.

- como não tem água? – passei por ela e fui pro banheiro. Ela me seguiu.

Entrei no box e liguei o chuveiro, a água caiu normalmente. Me virei pra Nina. Ela estava completamente nua na minha frente.

- Nina. O que é isso? – perguntei assustado. Ela me empurrou pra baixo do chuveiro e atacou meus lábios. Seu beijo não tinha mudado, continuava ardente e delicado.

Segurei sua cintura  com força, trazendo seu corpo pra mais perto do meu. Ela separou o beijo e arranhando meu peitoral indo pra mim barriga até chegar a minha bermuda. Ela desabotoou minha bermuda encarando meus olhos.

Ela me deixou so de cueca e colocou a mão por dentro dela, massageando meu membro.

Em um instante ela já avia retirado minha cueca. Ela beijou a cabecinha e logo começou a chupar. Seus movimentos eram rápidos e prazerosos.

Quando ela percebeu que eu já estava extremamente excitado ela parou com os movimentos e veio lambendo meu corpo até minha boca.

Peguei sua cintura e a empurrei na parede a penetrando ela gemeu alto e agarrou meus cabelos e enfiou as unhas nas minhas costas, me causando uma dor até que prazerosa.

Fiz movimentos rápidos fazendo ela chagar ao seu ápice junto a mim. Puxei ela fazendo nosso corpos ficarem colados e todo em baixo da água.

- Você não ia tomar banho né? – perguntei, ela riu e balançou a cabeça em negação deitando no meu peito logo depois. Coloquei minha mão por baixo do meu – Você ta bem?

- to. Eu so precisava me distrair um pouco. – ouvi alguém me chamar fora do quarto.

- Acho que eu tenho que ir. – Me separei dela e beijei sua testa. Saindo do banheiro e pegando uma toalha enrolado ela na cintura.

Sai do quarto e vi a Alex quase derrubando a porta do meu quarto.

- Olha eu ainda preciso da porta. – Ela me olhou.

- Eu precisei falar com você é urgente. Troca de roupa e vai pro escritório. Rápido – Ela passou por mim apresada e desceu as escadas.

Fui pro meu quarto e vesti uma roupa casual.

Desci as escadas e fui ate o escritório. Todos estavam la Ryan, Chris e Alex.

- O que aconteceu?

- A gente ta ficando sem dinheiro. – Chris falou – E a Boate do Centro explodiu.

- O que? Outra? Como assim? Essa já é a segunda boate que explode em menos de um mês. – Falei irritado

- Isso ta muito estranho. É boate explodindo toda semana.

- e o que a gente faz?

- Eu pensei o seguinte. Lembra que eu te falei que o Victor tava vendendo a Boate que ganhou de você no jogo? – Assenti – a gente podia fazer um assalto à algum banco essa semana e comprar a Boate.

- O Victor nunca venderia a Boate pra mim, e ele conhece todos vocês.

- Mas ele não me conhece – olhei pra trás e Nina estava parada encostada no batente da porta.



Notas Finais


Roupa I (Velório):

http://www.polyvore.com/m/set?.embedder=20424852&.svc=whatsapp&id=212356840


Será que a Nina vai continuar com esa ideia de vingança? E esse jeitinho safado dela? Meu Deus.

Beijos! E até o próximo capítulo!! 😆😙😙😙😙


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