História Obsession - Capítulo 20


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Alfa, Baekyeol, Bdsm, Beta, Chanbaek, Comedia, Hentai, Hunhan, Kaisoo, Ômega, Romance, Sadomasoquismo, Sexo
Exibições 715
Palavras 1.502
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oie amores, desculpem pelo atraso, não estou tendo muito tempo e problemas pessoais me complicam para escrever...

Mas vamos ao cap.

Capítulo 20 - Chapter Twenty


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 20 - Chapter Twenty

POV BAEKHYUN

M-Mãe? — perguntei arregalando os olhos.

O que demônios essa diaba está fazendo aqui?

Oh, meu amor! — ela se levantou com aquele seu sorriso mais falso possível e veio até mim me fazendo sentir náuseas devido ao seu cheiro agressivamente foce e enjoativo.

Desviei de seu abraço e apertei a mão do Chanyeol — que ainda estava sem entender bulhufas — e ele me olhou como quem diz "O que está acontecendo?"

Amor, assim você magoa a mamãe! — fingiu estar triste e eu me segurei pra não vomitar. — Faz tanto tempo, meu amor!

Infelizmente, não tanto quanto eu queria.

Seria muito melhor, se eu jamais tivesse te conhecido!

Me segurei pra não pirar ali e dar a louca xingando-a e indo embora dali, mas eu sabia as consequências que geraria e então, tive que pensar racionalmente e não emocionalmente.

A ignorei completamente e arrastei o Channy até a mesa e sorri fraco para o meu avô mantendo a minha postura de alfa e o mesmo sorriu — eu sabia que era falso — e o meu pequeno se curvou e sorriu abertamente para o meu avô.

Não quero que o meu pequenho tente se aproximar de nenhum dos dois, não quero mesmo.

Nos sentamos e a minha "mãe" sentou-se voltando a sua postura de "ômega perfeita" na frente de ambos e o Chanyeol se curvou pra mesma.

Avô, — respirei fundo e olhei-a — Mãe, — ela sorriu, nojenta — Esse é o Chanyeol, meu ômega e pai do meu filho. — enfatizei o dois "meus" e percebi minha mãe torcer o nariz "despercebidamente" e sorri internamente.

Que ela não ouse tocar em nenhum dos dois, já basta o que fez comigo.

O Channy sorriu e ficou um pouco envergonhado com os olhares em si e — eu sabia devido a conexão — ele estava super curioso pra saber o que havia acontecido minutos antes.

Não o culpo.

O silêncio se fazia presente enquanto comíamos calmamente e o meu pequeno estava desconfortável, até que uma voz meiga e doce — além de enjoativa  — irrompeu em nossos ouvidos.

Então querido, como conheceu o meu bebê? — ela perguntou em um tom falsamente doce.

O meu pequeno sorriu inocentemente.

Tadinho, nem sabe o quão nojenta essa mulher pode ser e muito menos imagina tudo o que ela fez comigo.

Nem eu desejo contar.

Nós estudamos na mesma faculdade. — ele sorriu olhando pra mesma.

Ah, sim. E você faz qual curso? — novamente o interrogatório.

Fala sério, só cala a boca antes que o meu garfo entre pela sua goela.

Música. — respondeu e ela sorriu "meigamente".

Oh, sim. Meu filho é muito popular além de que gosta muito de namorar. — Aonde diabos essa vaca quer chegar? — Não fique muito decepcionado se ele te trair vez ou outra. — o meu pequeno olhou dela pra mim e eu a fuzilei com o olhar. — Afinal, ele é um alfa voraz não é mesmo, papai? — ela olhou pro meu avô que sorriu nasalado bebendo de seu vinho.

Eles passaram dos limites agora!

Não, eu não preciso de ninguém além dele. — respondi convicto e apertando a mão dele por debaixo da mesa. Ela sorriu nasalado.

Ah, Baekkie, não precisa de tanto, o seu querido ômega sabe bem quem é você, não precisa fingir nada, querido! Não é mesmo, amor? — perguntou com deboche ao meu ômega e meu sangue subiu a cabeça.

Eu não sou como você. Pelo menos eu, mesmo que só agora, estou aprendendo a ser gente de verdade, diferente de você, pois a palavra "Caráter" não está mais no seu vocabulário à séculos, e a ação em si, você jamais conhecerá na vida, quem dera na morte! — respondi calando a sua boca e recebendo um olhar furioso do alfa na minha frente e um incrédulo dos dois ômegas presentes.

Pelo menos uma vez na vida, eu criei coragem pra abrir a boca e dizer o lugar que essa vadia pertence.

Levantei da mesa e antes que eles pudessem pensar em retrucar, levantei meu ômega pela mão e o arrastei pra fora daquele local sufocante.

Senti a raiva e a minha mágoa aumentar dentro de mim e simplesmente puxei o pulso do Chanyeol logo o colocando dentro do carro ignorando suas reclamações.

POV CHANYEOL

Ele havia rebatido a sua mãe e — pelo sentimento que veio dele — eu sabia que havia acontecido algo realmente grave, ele parecia perdido em lembranças e mágoas.

Mas estava doendo.

Ele apertava meu pulso com tamanha força que eu tenho certeza que ficaria roxo mais tarde, ele nem ao menos me ouvia, parecia perdido em seus próprios pensamentos.

Um alivio me preencheu quando o mesmo largou meu pulso, mas foi com tamanha brutalidade apenas pra me jogar dentro do carro e fechar a porta antes que eu pudesse reclamar.

Ele estava irritado, muito irritado.

Mas essa irritação se devia a uma grande mágoa e meu lobo interior sabia disso.

Baek! — o chamei quando ele deu partida no carro.

Dirigia com tamanha força que eu estava com medo que batessemos, seus olhos estavam negros e perdidos na frente — mesmo que eu soubesse que sua mente estava muito longe dali.

O carro acelerava gradativamente, e com ele o meu medo também.

BAEK! — Tentei novamente chamar sua atenção, mas o mesmo não me ouviu.

Levei minhas mãos a minha barriga e tentei a todo custo abraçar e proteger a mesma enquanto algumas lágrimas deciam de meus olhos.

Estava atordoado, via a morte passando na nossa frente cada vez que ele arrancava o carro e ultrapassava os olhos dirigindo sem rumo.

Era uma confusão de sentimentos, olhei ao lado e de seus olhos negros algumas lágrimas escorriam.

Em mim estavam meus próprios sentimentos, como medo e preocupação, além de os que vinham dele que eu mal conseguia decifrar, como tristeza, lembrança, medo, raiva, mágoa e muitos outros.

Mas o meu medo era outro.

Meu ventre estava doendo muito, meu olho chegava a lacrimejar e meu corpo enjirecer tremendo.

BAEK! BAEKHYUN! O BEBÊ! PARE! O NOSSO FILHO!

Imediatamente ele arregalou os olhos e parou o carro freiando. Quase bati minha cabeça e suspirei aliviado abraçando o meu bebê e deixando que lágrimas escapassem.

Senti algo molhado e quando olhei pra baixo — ainda com a visão um pouco turva e marejada — pude ver um pouco de sangue escorrendo.

Me desesperei a chorar.

BAEK! BAEK, MEU FILHO! EU ESTOU PERDENDO O MEU BEBÊ! — gritei chorando e não conseguindo me mover direito. Mas ele estava paralisado em estado de choque olhando pro sangue — BAEK, ACORDA! POR FAVOR! MEU BEBÊ!

Ele pareceu acordar e se desesperou deixando que lágrimas tomassem conta do seu olhar.

CHANNIE! VOCÊ... VOCÊ... VOCÊ... CHANNIE! — gritou, ele estava tremendo nervoso.

Tentou dirigir, mas seria ainda mais perigoso pois ele estava descontrolado, me desesperei sentindo minhas forças diminuírem e minha vista escurecer.

Mas, antes que eu desmaiasse, pude ver o Baek sair do carro desesperado e logo em seguida o cheiro de um ômega se fez presente e o carro foi dado partida pelo mesmo enquanto o meu Baek se desesperava no banco de trás.

(...)

Acordei em um quarto branco sentindo minhas forças retornarem aos poucos e minha visão se organizar.

Olhei para o lado e um rapaz muito bonito, loiro e dormindo com a cabeça deitada no meu lado.

Eu o conheço de algum lugar.

Ele se ajeitou e foi acordando, pelo cheiro adocicado de uva e chocolate, era um ômega.

Oh, você acordou? Está se sentindo melhor? — perguntou preocupado e logo algumas memórias se fizeram presente, foi o mesmo que me ajudou quando o Baek estava descontrolado.

Q-Quem é... V-Você? — perguntei com a voz rouca. Ele sorriu mostrando suas belas covinhas.

Ah, desculpe, eu não me apresentei. Eu sou Yixing, mas pode me chamar de Lay. — sorriu e estendeu a mão, ah, lembrei, ele também é da minha faculdade, porém sempre está sozinho.

Sorri fraco e quando ia levangando a mão pra apertar a sua arregalei os olhos e me levantei rapidamente sentando e abraçando minha barriga avoroçado.

Meu filho! Meu filho, ele não... — ele me fez deitar de novo e me tranquilizou.

Calma, está tudo bem com o seu filhote.— suspirei aliviado e deixei uma lágrima de alívio escapar. — foi só um susto. — o olhei pra perguntar do baek e ele pareceu ler a minha mente.

O Byun está conversando com o médico, ele estava em choque e um pouco alterado. — sorriu fraco passando as mãos pelo cabelo em nervosismo.

Ele está bem...? — perguntei receoso e ele sorriu.

Eu não sei bem, mas parece que foi apenas nervosismo, ele está bem agora. — suspirei aliviado e me deixei enterrar o corpo na cama.

Mas o que diabos aconteceu?


Notas Finais


E então?
O que será que aconteceu com o Baek?
Por que ele odeia tanto a "mãe" dele?
E quem era a da foto?
O que será que essa mãe fez com ele?

Hum? Hum? Hum?


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