História Obsession - Capítulo 31


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Abo, Alfa, Baekyeol, Bdsm, Beta, Chanbaek, Comedia, Hentai, Hunhan, Kaisoo, Ômega, Romance, Sadomasoquismo, Sexo
Exibições 305
Palavras 1.818
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amorecos! 😄😄😄

Desculpa pela demora!
Ahsuahsuahjshaushsusha

Deu tudo certo (Graças a deus) na minha viagem,
Só não sei se na mostra também.
Ahsuahshahdhahsuahshahshah

Enfim, sem mais delongas, espero que gostem do cap!
E, há, leiam as notas finais! ^_^

Capítulo 31 - Chapter Thirty One


Fanfic / Fanfiction Obsession - Capítulo 31 - Chapter Thirty One

                                                Narradora

E ali estava, sentado naquela poltrona extremamente confortável — Ao contrário de como estava — As mãos sobre o colo, suando de nervosismo e mastigando a parte interior da bochecha em desconforto.

Levantou-se de súbito e andou de um lado para o outro, nervoso e prendendo a ponta da unha entre seus dentes.

Isso não é bom, preciso me acalmar antes que o Baekhyun perceba”.

Respirou fundo, uma, duas, três vezes.

Abriu os olhos — Que havia fechado ao respirar fundo — E soltou o ar que estava prendendo, forçando um sorriso.

— Ai meu deus, e se ele for pra lá também?! — Esbravejou pra si mesmo.

Calma, está tudo bem, há tantos restaurantes finos em Seoul, porque ele iria exatamente pra esse?”

Mas e se ele for...? — Suspirou desanimado. — Aish, que droga!

Toda essa confusão interna se dava pelo fato de que — Como havia decidido — aceitou o convite da sua “sogra”, mas a mesma acabou pedindo-lhe pra que ao invés da confeitaria, se encontrassem no restaurante, que por sinal faz parte do conglomerado dos Byun.

Okay, até aí está tudo beleza.

Porém, o pior foi que Baekhyun ligou avisando que não iria voltar pra casa nessa noite porque iria almoçar com uns sócios de sua empresa e de lá, eles iriam ter uma viagem de negócios de um duas noites e um dia.

Tudo bem ainda?

Errado!

O “almoçar” deles sempre são em um dos restaurantes da empresa, e, mesmo que tenham muitos deles espalhados pelo país, há a possibilidade dele ir no mesmo do que Chanyeol.

O que, considerando o fato de que o Park é muito azarado, a probabilidade de ocorrer isso é bem alta.

Aí você pergunta, “E porque ele não pediu pra ser em outro lugar?”

Ele até o faria, mas quando ele ligou pra re-combinar, a sua sogra nem lhe deu tempo de falar alegando “Estou um pouco ocupada agora, querido, nos vemos mais tarde, certo?”, e desligou.

Desligou. Simples assim.

Ah, foda-se! Não vou e pronto! — Esbravejou se sentando e dando-se por vencido.

Só que não.

Ah, mas ela vai ficar esperando! O que eu faço? O que eu faço? — Choramingou, e certeza que se não tivesse pesando mais do que uma baleia orca segurando uma anaconca, estaria dando aqueles pulinhos iguais aquelas meninas mimadas de dorama fazendo birra porque o Oppa não gosta delas.

Mas, vamos fazer o quê ne?! É a vida.

Ah, chega dessas frescuras, Chanyeol! — KyungSoo reclamou. Som seu típico jeito cheio de amor, pra não dizer ao contrário.

KyungSoo era o único que sabia que Chanyeol estava falando com a tal mulher e, só pra constar, não apoiava nem um pouco isso.

Ain, Kyunggie! O que eu faço? — Choramingou para o irmão, este que apenas bufou e revirou os olhos.

Ah, não vai e pronto! Deixa aquela vaca lá plantada te esperando. — Respondeu simplista alisando a barriga e o outro o olhou indignado.

Como você pode ser tão insensível, seu grosso!

Ah, foda-se. Então vá. Tem tantos desses em Seul, porque ele iria justamente pro que você vai?

Mas e se ele for...?

— Você se fode.

Quer uma dica? Nunca peça a ajuda de Do KyungSoo.

(...)

Okay, acabou que ele decidiu ir.

Não poderia dar tão errado? Certo?

Então, o que os senhores vão querer? — Perguntou o garçom, que por sinal estava muito bem vestido naquele uniforme, coisa de restaurante de rico.

Nos traga dois Salmon em la plancha*, e pra beber nos traga um Châteaux margaux.* e pra ele, um... Suco? — o olhou — Já que não pode beber. Um suco de cupuaçu?

Cupuaçu? Porque essa droga?” — Pensou, mas não demostrou.

Apenas assentiu levemente e ela apenas fez um aceno com a mão e o garçom se curvou a quase noventa graus e retirou.

Então, querido, como vão as coisas? — Perguntou sorrindo.

Vai tudo muito bem, obrigado. — Sorriu fraco.

Está tudo bem com o meu menino? Ele está se alimentando bem? — Perguntou, e parecia realmente interessada.

Eu disse apenas, parecia.

Ele está se alimentando bem, eu acho. Ele passa maior parte do tempo trabalhando, na verdade. — Respondeu. Era verdade.

Oh, querido! Você tem que cuidar muito bem do meu filho, eu entendo que ele precise trabalhar muito, mas você não pode deixar ele se esforçar tanto assim! — Ela falou, não  irritada, mas como se estivesse lhe corrigindo.

Mas eu sempre tento...

Oh, você é o esposo dele! Você tem que ser um apoio pra ele, não tem que tentar, tem que fazer! Querido. — Franziu o “querido” como uma tentativa de amenizar a tensão de sua fala.

Mas, logo fez uma expressão de surpresa e arrependimento e continuou a falar, ajeitando o tom de sua voz para um mais doce.

Oh, me desculpe, querido! — Ela pediu — É que... Eu sou uma mãe, sabe? Eu só quero... O bem do meu filho... Me desculpe, eu não queria lhe ofender. — Ela parecia triste.

Repito, parecia.

Tudo bem... — Respondeu a um fio de voz. Mas já estava se cansando desse jeito dessa mulher, parecia tudo fingimento da parte dela. — Mas, eu vim nesse encontro só pra me despedir.

A outra arregalou os olhos minimamente.

Despedir?

Sim, eu não posso mais ficar me encontrando com a senhora. Me desculpe. — Já ia se levantando, mas a outra o fez parar.

ESPERE! — Gritou, Chanyeol a olhou assustado pelo ato inesperado, e a mesma tinha lágrimas nos olhos. Ele arregalou os seus.

Se sentou novamente.

O-O que foi? O que houve?

Maldito instinto protetor...

A essa altura, já estariam todos ali olhando pra eles, porém estavam em uma sala reservada, e somente eles dois estavam ali.

Me desculpe, querido... Eu menti... — Ela disse em meio as lágrimas e pausou esperando que o outro respondesse algo, mas como este não o fez, continuou. — Eu menti quando disse que apenas queria me tornar mais próximo de você e do... Meu neto.

Como assim? — Perguntou em um fio de voz, não que estivesse surpreendido pela mentira, mas sim pelo fato de que ela estava revelando e, ainda por cima, chorando.

É... É que e-eu... Eu só queria pedir uma última coisa... Meu último pedido... — Disse em meio aos soluços e Chanyeol a olhou atentamente. — Na verdade, eu estou doente, Chanyeol.

Chanyeol arregalou os olhos e a olhou confuso.

Doente? Como assim doente?

— E-Eu... Tenho um tumor... Tumor no cérebro... — Ela respondeu e Chanyeol abriu a boca incrédulo, as lágrimas quase fugindo de seus olhos. — E-Eu só queria... Te pedir... Uma coisa...

O que? O que é?

Uma vez... Uma última vez... Me permita encontrar com o meu filho... Uma última vez, por favor. — E o olhou, com seus olhos inchados e vermelhos. Transmitindo tristeza e implorando a ele.

Mas, Chanyeol ainda não conseguia dizer sim, mas também não conseguia dizer não.

E-Eu não posso!

Por favor! Eu te imploro, Chanyeol! Só uma vez!

Eu não posso fazer isso... O Baek não iria gostar... E-Ele...

Ele nunca te contou, certo? — Chanyeol a olhou, sabia do que falava. — A... Nossa história, certo?

Chanyeol continuou a olhando, engoliu em seco.

Se eu te contar... Você pensa no meu pedido? — Sua voz saia em um fio.

Chanyeol continuou a olhando, e ela levou isso como um sim.

Na verdade... Eu não cuidei dele quando era pequeno... — Ela começou. — Ele... Foi criado pela empregada da família...

Aquela mulher da foto?” — Pensou.

E-Eu tive um parto complicado... E, o pai dele não estava do meu lado quando eu quase morri... — Sua voz se tornava embargada. — Eu peguei depressão pós-parto... E... Rejeitei a criança...

Chanyeol sentia seus olhos marejarem só de imaginar o quão triste o seu amor estaria, ser rejeitado pela própria mãe, assim que nasce...

Mas,  mesmo assim! Você deveria ter feito um esforço! A criança não tem culpa! — Esbravejou indignado

Eu sei... Eu sei! Eu sei disso muito bem! Eu tentei... Eu tentei mas, não é fácil quando se descobre que na hora em que você estava quase morrendo pelo seu filhote, o pai dele estava na cama com mais uma de suas mil amantes! — Ela disse com a voz embargada e chorosa. Dava pra ver o rancor e a dor no seu olhar.

Chanyeol não conseguia a perdoar por ter abandonado seu filhote, mesmo que tenha sido nessas condições, mas também não podia negar que a mulher também havia sofrido com esse fato. Seus olhos diziam tudo.

Então... Por favor... Me permita ter uma conversa civilizada com o meu filho... Pela última vez... Eu te imploro! — A mulher segurou as mãos alheias com as suas, e o olhou, seu olhar parecia penetrar no fundo de sua alma, e Chanyeol não conseguia desviar.

Ao fim, o seu instinto falou mais alto.

Tudo bem... — Se limitou a dizer e logo um sorriso brotou nos lábios da mais velha. — Apenas, uma vez, uma última vez e mais nada, ok?

Claro, querido. Eu só preciso de uma única vez... — Sussurrou a última parte, porém, o mais novo não ouviu.

Você vai entrar em contato comigo? — Perguntou já se levantando, porém estranhou a forma como a outra limpou suas lágrimas com a ponta dos dedos e sorriu em deboche. Franziu o cenho.

Acho que não será preciso. Que tal se você cumpre a sua promessa agora? — Chanyeol não entendeu, franziu ainda mais o cenho, juntando as sobrancelhas.

Porém, a resposta para sua dúvida foi respondida no segundo seguinte.

Chan... Chanyeol?!

[Leiam as notas finais]


Notas Finais


*Salmon en la plancha é um prato caro originário do México, é um prato saudável de salmão e salada.

*Châteaux Margaux é um vinho francês.

Eu escrevi uma oneshot, e já postei aqui.
É uma Taoris.

Como eu não fiz o especial hot Taoris nessa fic, juntando com um pedido de uma leitora minha, eu decidi fazer ele.

Vou deixar o link aqui;

https://spiritfanfics.com/historia/love-or-sex-7133088

E também, eu estava vendo (Pela Telefone Removido7384728 vez) o MV de Love me right (Que é uma das minhas músicas favoritas :3) E, nos comentários, eu achei uma fanfic baseada nesse MV.

Só que, detalhe, a fic é em espanhol e está em um site espanhol que eu não conhecia antes, então, eu comecei a ler e já amei!

Eu ainda não terminei pq eu gosto de traduzir antes de ler, e isso demora pakas, faz dois dias que eu comecei a traduzir e ainda tô na metade do terceiro cap.

Motivos? São seis caps cada um com mais de 30 páginas.

Então, jà que eu já estou traduzindo, eu pensei em re-postar ela aqui no spirit em português, mas, claro, deixando claro que todos os créditos da história vai para a autora (Emiita, se não me engano), pra quem quiser ler em português.

A história é tipo assim, Chanyeol é o chefe da máfia EXO, e Baekhyun é o filho de uma família dessa máfia, mas ele não quer se involucrar e tem também não gosta de Chanyeol.
Mas ele acaba sendo "promovido" de seu emprego e acaba tendo que ir trabalhar como gerente no bar que pertence a tal máfia, e Chanyeol acaba ficando obcecado e doido pra "foder" ele.

Ahsuahsuhaudjahshahshahshahsha

E então, vocês querem que eu poste depois de traduzir?


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