História Obsession: Lie - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Abo, Abo Universe, Alfa, Alfaxalfa, Chanbaek, Hoseok, Hoseok!alfa, Hoseok!top, Hoseokseme, Jhope, Jhope!alfa, Jhope!seme, Jhope!top, Jihope, Jikook, Jimin!alfa, Jimin!top, Jungkook!ômega, Jungkookbottom!, Markson, Namjin, Ômega, Sexo, Srta_park, Suga, Suga!alfa, Suga!bottom, Suga!uke, Suhope, Taegi, Taoris, Vhope, Vmin, Yoongi, Yoonmin, Yoonseok
Exibições 142
Palavras 5.234
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Harem, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Gente, desculpem pela hora, desculpem pela demora ><
(Rimou ~eu sou trouxa~)

Eu não quero demorar aqui porque tô com uma baita preguiça (~alguém me salva~) e estou morrendo aqui. Mas, eu espero que gostem desse cap, porque eu fiz com carinho e demorei para um senhor caralho.

Bem, era pra eu estar atualizando 'You think you're real cool?', mas me deu uma baita vontade de escrever nessa porra aqui e eu estou mais atrasada do que galinha pronta pra chocar e com gases (da onde eu tirei isso? Eu não sei), e eu tive que vir fazer isso.

Um avisinho: Esses primeiros caps são umas espécies de prologues, porque essa fanfic vai ter três fases: A primeira (essa), a segunda (que vai se iniciar no cap 4/ quando o Hoseok mozão vai aparecer e Jikook começar a brotar s2) e a terceira (que eu não vou dizer qual é, pra não dar spoilers, mas vai se iniciar lá pro cap 9/10). É isso, essa fic tem previsão pra ser loooonga, amém.

Boa leitura ^^

PS: Depois eu beto essa porra, perdoem os erros ><

Capítulo 2 - Eu mudei, Jimin


Fanfic / Fanfiction Obsession: Lie - Capítulo 2 - Eu mudei, Jimin

Eu mudei, Jimin.

26 de março, domingo.

Seoul - South Korea

07h46


Yoongi estava acabado.


Ainda não literalmente, mas simplesmente sentia-se como tal.


Encolhido sob o chão daquele quarto que lhe parecia imenso agora, os joelhos encolhidos e apoiados em seu peito e a expressão desolada. Estava chorando? Já não mais sabia.


Somente tinha noção de que respirava, pois caso contrário estaria morto e se estivesse morto, Taehyung não estaria olhando-lhe daquela forma.


Não, ele não lhe olhava com raiva ou nojo como Yoongi esperava que ele estivesse. Mas sim com pena.


Yoongi odiava que sentissem pena de si. Mas naquele momento, nem mesmo isso conseguia sentir. Apenas estava vivendo, a respiração pesada no peito e os olhos nublados focando em um canto qualquer daquele quarto. Estava nu, o vento que provinha da janela e arrepiava a sua pele era o único que lhe dizia isso, os fios platinados desengrenhados e apontando para todos os lados, e uma breve camada de suor preenchia sua pele clara. Sua mente tecendo em algumas memórias falhas que tinha dos dias anteriores, e estas focavam em três palavras; Três malditas palavras:


Cio, alfa e… Taehyung.


Pela lua, não conseguia pôr em sua mente que havia feito aquilo com seu primo. Céus, ele praticamente forçou o garoto que nem formado era ainda à transar consigo e pior… Nem estava são e mal conseguia lembrar-se do ocorrido.


Bem, não é como se ele tivesse realmente forçado o mais novo, pois no momento antes da penetração em si, em que Yoongi ainda tinha parcela de seu lado humano controlando o lobo faminto, ele lhe ordenou que saísse do quarto, mas Taehyung não o obedeceu. Insistiu que queria ajudá-lo e bem, aconteceu o que aconteceu.


Ainda assim, seu cérebro insistia em dizer que ele havia abusado do primo e que não deveria ter feito isso. E... Céus, ele era mesmo um alfa?


As batidas na porta eram incessantes, Jimin gritava do outro lado, rosnava e fazia de tudo para entrar no quarto. Há três dias, quando saíra em busca de ajuda para Yoongi, Taehyung ouviu os barulhos estranhos e enfiou-se no quarto, acabando por pegar o loiro entrando em seu período de rut. De fato, quando Jimin voltou juntamente com Jackson — que havia sido o primeiro a quem ele encontrou — encontrou os dois trancados no recinto e os gemidos altos de seu irmão, mesclados com os rosnados furiosos de Yoongi, lhe fizeram erguer as orelhas e rosnar em puro ódio e ciúme.


Do primo com seu irmão, e do irmão com seu primo. Confuso, não?


Enfim, o garoto fizera de tudo para conseguir arrombar a porta e tirar seu irmão lá de dentro, mas depois que Taehyung gritou-lhe que estava tudo bem, Jackson o segurou e o obrigou a ir embora.


Fora um trabalho árduo, mas Jackson já era um alfa formado e Jimin, apesar de forte, ainda estava no caminho da ascensão, portanto, o mais velho conseguiu tirá-lo de lá. Nos dias que se seguiram, Chanyeol e Baekhyun ficaram na casa de KyungSoo e Mark apenas aparecia na casa dos Park’s de vez em quando, para deixar comida para os dois lupinos mais novos.


Porém, agora que o cio havia se findado, Yoongi tomou consciência do que fez e estava desolado depois de passar horas chorando, enquanto Taehyung tentava de tudo para consolá-lo, ninguém mais segurava o garoto furioso que rosnava e forçava-se contra a porta do próprio quarto.


— Yoongi, acho bom você abrir essa merda, ou eu acabo com você! — Rosnou, mas o dito sequer piscou em medo. Na verdade, não esboçou reação alguma e Taehyung estava começando a ficar preocupado.


O castanho enrolou como pôde seu corpo nas cobertas e ajoelhou-se na frente do loiro que continuava fitando o nada.


— Ei, Yoon, se acalma, hum? — Tentou, sorrindo brincalhão, ainda que um pouco mais frio que o comum — Não foi nada, ok? Logo, logo você supera e vai estar por aí gritando com todas aquelas vadias que querem ficar mais bonitas que você em suas saias plissadas, e nunca conseguem!


Bem, era uma tentativa boa. O mais novo sabia como o Wu sentia-se sempre animado ao falar daquelas invejosas que nunca chegariam ao seus pés e acreditava que aquilo iria melhorar. Arrependeu-se no instante seguinte, assim que viu os olhos do menor marejarem e ele esconder a cabeça entre os joelhos.


— Jimin! — Jackson gritou.


— Seu desgraçado!


Jimin conseguiu arrombar a porta em um estrondo, e como um vulto, avançou sobre Yoongi e o ergueu pelos braços, desferindo um soco em seu rosto e em seguida o erguendo de novo. Taehyung gritou, avançando sobre o irmão e tentando, inutilmente, o fazer soltá-lo.


— Jimin, larga ele! — Gritou, os olhos marejados — Você só está piorando tudo, não vê que ele está mal?


Por um momento, Jimin parou e deixou que seu lado humano o concientizasse novamente e encarou o recém-alfa em seus braços.


Yoongi estava mal e isso era nítido para qualquer um que o observasse. Os olhos vermelhos e inchados de choro e a pele mais pálida que o normal. O corpo mais magro que o comum devido ao esforço de seu primeiro rut, os cabelos que antes sempre estavam bem arrumados e decorados com tiaras e adereços bonitos, desgrenhados e opacos. A boca que antes era sempre bem hidratada e rosada, estava ressecada e sangrava devido ao machucado recente e o corpo estava cheio de marcas, arranhões, mordidas e chupões.


E o principal, seus olhos, ainda que fitassem Jimin, estavam desfocados em sem o brilho costumeiro e bonito que todos viam ao olhar sua expressão infantil.


Jimin sentiu sua garganta fechar e seus olhos marejarem ao ver o estado do amigo, logo tratou de soltá-lo, mas o mais velho sem forças tombou e quase caiu, sendo acolhido em seus braços mais uma vez.


— Yoongi… Me desculpa, eu… Agi sem pensar. — Murmurou, arrependido ao olhar para o corte no canto da boca pequena e ressecada. — Vem, deixa eu cuidar de você, bebê. Segurou sua mão e tentou arrastá-lo para sentar-se na cama.


Porém, sentiu-o puxar a própria mão e assim, largar a sua. Virou-se confuso e viu o mais velho parado, olhando para o chão. Só então notou que o loiro estava nu.


— Oh, me desculpe, você deve estar com frio, certo? — Sorriu devagar, retirando a própria camisa de botão e manga longa branca, passando-a pelos braços magros e vestindo-o. Logo em seguida, procurou uma boxer nova em seu guarda-roupa, e logo vestiu o mim com uma preta que coube em si.


— Pronto. Agora vamos cuidar desses machucados, princesa.


— Não me chame de princesa. — Murmurou baixo, a voz saindo rouca e embargada.


Jimin se ergueu, segurando-o pelas bochechas e engoliu em seco ao ver seu olhar frio para si.


— O que disse? — De fato, ele possuía uma audição muito aguçada, havia ouvido o que o garoto disse, mas sua voz saíra tão rouca que não conseguira compreender suas palavras.


O loiro encarou-lhe mais firmemente. As orbes assumindo um olhar diferente, temblando entre decepção e fúria.


Não. Me chame. De princesa. — Murmurou entredentes, afastando as mãos do outro de seu corpo com brutalidade, deixando-o ainda meio assustado. — Não me chame de princesa, porra!


O Wu virou-se na direção dos outros. Encarou cada rosto. Jackson estava parado próximo a porta e lhe encava com pena, Mark estava na sua frente e tinha o mesmo olhar no rosto. Taehyung tinha os olhos tristes e a expressão chorosa, lhe encarando como se sentisse sua dor. E por fim, focou em Jimin, esse que lhe fitava ainda um pouco atônito, mas ainda assim, com pena no olhar.


Isso enfureceu ainda mais o Wu mais novo, que teve os olhos marejados.


— Não me chamem de princesa. — Repetiu, a voz saindo mais firme que anteriormente, fechou os punhos ao lado do corpo e respirou fundo para conter as lágrimas que viriam a seguir. — Eu não sou mais uma. Não, não. Eu nunca fui uma, e nunca serei.


Engoliu em seco, lembrou-se de todas as vezes que eles tentaram lhe alertar e simplesmente não dera ouvidos porque era mais fácil se iludir do que aceitar a realidade.


Fechou os olhos. Sentia-se um estúpido por isso, sentia como se todos estivessem rindo de si naquele momento. Apontando o quão ridículo era.


— Sim, vocês estavam certos. — Murmurou, um sorriso sem humor no canto dos lábios. Ergueu o olhar. — Sim, eu sou a porra de um alfa! Estão satisfeitos agora?


Todos estavam temerosos demais para murmurar uma só palavra. Wu Yoongi parecia muito frágil naquele momento, era como se um passo em falso, como se um só toque pudesse quebrá-lo.


O garoto encarou-lhe com a expressão dura uma última vez, antes de rumar a passos rápidos em direção à porta, pouco se importando com os trajes que usava. Porém, sentiu duas mãos segurarem seu pulso e parou de frente para a saída.


Não virou-se, sabia que era Taehyung. O cheiro do garoto estava impregnado em todo o seu corpo, como erraria?


— Depois, Taehyung.


Seu tom fora tão duro e seco que o Park mais novo sentiu seus olhos marejarem mais ainda. Não por si, mas pelo melhor amigo, que estava passando por tudo aquilo e ele nem mesmo podia fazer algo além de ter cedido seu próprio corpo. Ainda assim, conhecia-o o suficiente para saber que ele precisava de um tempo sozinho agora.


Largou-o, engolindo o choro e sentiu Jimin enrolar-lhe mais uma vez no lençol e abraçá-lo com carinho, viu Yoongi rumar a passos rápidos até a saída da casa, batendo-a com força em seguida.


•    •    •


O estado do recém alfa era deplorável. Jogado por sobre a própria cama revirada com lençóis mal arrumados e os travesseiros pelo chão. Pelo cômodo havia cacos de vidro e porcelana, sangue seco, papéis, roupas espalhadas, resto de comida e tudo mais que se poderia imaginar.


O garoto não saia do quarto à dias, mal comia e muito menos bebia água, o que fazia seus lábios antes rosados e delicados, tornarem-se secos e pálidos — assim como o resto do corpo.


As bolsas negras abaixo dos olhos indicavam que ele não havia tido uma boa noite de sono à muito tempo, e a garganta ardia seca, a voz já não mais era ouvida nem mesmo por si próprio.


O ambiente naquela casa era pesado, Yifan parecia uma máquina, levantava e ia ao trabalho, mal se falavam durante as refeições e por vezes, encontrava Zitao chorando escondido por algum cômodo quando chegava do trabalho.


A situação era realmente deplorável, e Yoongi nem mesmo deixava que entrassem em seu quarto, quanto mais ajudá-lo com qualquer coisa que fosse.


Seus amigos cansaram de bater na porta do cômodo, chamando por si e receber o silêncio como resposta. Jimin e Taehyung estavam já desesperados, preocupados com o amigo que estava notavelmente mal, mas nada podiam fazer, nada podia animá-lo, mas eles conseguiam o entender.


Oras, havia passado a sua vida inteira como um estúpido, negando-se a ver aquilo que estava diante de seus olhos, vivendo a sua vida inteira de forma “errada”. Como poderia lidar com tamanha auto-decepção?


Batidas leves pôde ser ouvida na porta mais uma vez, e Yoongi fechou os olhos.


“Vá embora.” — Murmurou, porém, voz alguma saiu de dentro de si.


As batidas continuaram e o Wu somente desejava que aquilo parasse logo, que eles desistissem de si e o deixassem sozinho com a sua dor da estupidez.


Mas elas não pararam.


Vá embora. — Murmurou, baixo o suficiente para que ninguém, nem mesmo ele, pudesse escutar.


— Yoonie, por favor, sou eu… Abre. — Abriu os olhos ao ouvir aquela voz que, apesar de abafada pela porta, podia ouvir claramente agora.


Olhou para a porta, engolindo a saliva que desceu rasgando pela garganta.


Não esperava que, até mesmo, seu padrinho Chanyeol viesse visitá-lo.


— Por favor, me deixa sozinho. — Pediu, choroso, quase assustando-se ao ouvir a própria voz depois de semanas.


— Yoongi? Abre, por favor. — Ele pediu mais uma vez.


Por mais que seu corpo pedisse, o Wu nunca conseguia negar um pedido daquele homem que para si era um exemplo de vida.


Sentindo as dores apossar de seus músculos quase adormecidos quererem o trair, mas conseguiu aguentar até chegar a porta, girando a tranca com dificuldade e fechando os olhos, deixando o ar escapar pesado, antes de abri-la.


Chanyeol quase ajoelhou-se e deu graças aos céus, mas conteve-se ao ver a imundice que estava naquele quarto. Ok, ele podia suportar por hora.


— Céus, Yoongi… O que houve aqui? — Murmurou desacreditado que poderia tanta coisa caber em apenas um quarto de um adolescente.


O Park arregalou os olhos ao ver que tinha uma casca de banana grudada no teto. Nem queria saber como ela foi parar ali.


Yoongi tratou de fechar a porta novamente e se jogar na cama mais uma vez, olhando para o teto sem focar sua visão. Chanyeol parou sua inspeção pelo local e sentiu seu peito se apertar ao ver um pequeno vestidinho lilás com babadinhos e um lacinho de seda na cintura.


O vestido que o mais novo usou no dia de seu casamento, quando tinha somente cinco anos de idade. E agora, estava jogado pelo chão sujo, todo amarrotado.


Tentou ignorar a sensação ruim e dolorosa que se apossou de si ao imaginar o quão mal o garoto estava para deixar jogado aquelas peças que tanto lhe importavam, e andou até sentar-se sobre a beirada da cama — aonde o Min estava deitado de lado, de costas para si.


— Como você está, querido?


— Bem. — Mentiu, sem nem pestanejar ou fazer questão de que acreditassem em si.


— Eu sei que não é verdade, Yoongi. — Suspirou, acariciando os fios dourados que estavam ressecados agora — Como você se deixou chegar a esse ponto, meu amor?


— O que esperava que eu fizesse? — Riu, sarcástico — Saísse jogando fogos de artifício?


Chanyeol suspirou.


Yoongi estava mudado, havia posto uma máscara em cima de quem realmente era para poder lidar com tamanha decepção.


Escolheu sua mão, deixando-a sobre seu colo e abaixando a cabeça.


— Eu sei como você está se sentindo, Yoonie. — Sorriu ladino — Não sei se você sabe, mas… Eu passei por isso também, essa… Decepção.


O Wu remexeu-se na cama, virando devagar para olhar o Park. Os olhos inchados devido ao choro recente estavam levemente emotivos com curiosidade.


— Como assim? — Perguntou, a voz baixa e rouca.


Chanyeol riu de leve.


— Você acha que eu queria ser um ômega, Yoongi? — Riu, negando com a cabeça — Eu posso ser grandão assim, mas era bem desajeitado e manhoso na época, todo mundo me infernizava dizendo que eu iria ser um ômega.


Yoongi sentiu-se interessado de repente, levantando-se e sentando na cama, com as costas na cabeceira e no lado oposto do Park.


— E você não aceitava?


— E eu não aceitava. — Concordou, sorrindo de leve. — Eu era muito idiota naquela época, ainda sou, mas vamos abstrair esse fato, certo?


E então, Yoongi sorriu. Mesmo que de leve e tão baixo quanto o canto de um pássaro recém nascido, mas ainda assim, sorriu. E isso fez com que o maior repetisse o gesto com maior intensidade.


— Com todo respeito, tio Chan, o senhor ainda parece um adolescente boboca de quinze anos. — Riu gengival e o citado fingiu indignação.


— Isso é jeito de falar com o seu tio, Wu Min Yoongi Barbosa da Silva Cunha? — Brincou, arrancando uma careta do mais novo.


— Credo, tio Chan. — Riram.


Depois da breve sessão de risos, Yoongi encarou o Park com interesse e curiosidade.


— E então… Como o senhor reagiu? Quer dizer, quando soube que não era o que esperava?


— Ah, eu nem tive tempo para pensar nisso. Sabe, quando se tem um Baekhyun ciumento e chato pra caralho, enfiando os dentes no seu pescoço e dois filhotes na sua barriga, se esquece. — Deu de ombros.


— Ele enfiou outras coisas em outros lugares também, não é? — O Wu brincou, sorrindo divertido.


Se encararam por alguns instantes, mas logo começaram a gargalhar.


— Pois é, né. É a vida. — Riu.


— Então… — Mordeu o inferior, pensativo — O que eu deveria fazer agora, tio Chan?


— Sei lá. Tenta ter dois filhotes pesados e que te enjoados pra cacete dentro da sua barriga. — Sugeriu brincalhão — Você esquece rapidinho.


Yoongi riu alto, batendo uma mão na outra e limpando a lágrima que se formou no canto do olho.


— Sabe que não está me ajudando em nada, né? — Brincou, vendo o maior por a mão no peito e se fingir de incrédulo.


— Como assim? — Indagou — Está dizendo que meus conselhos de vida maravilhosíssimos não estão servindo de nada?


Yoongi imitou seu gesto, pondo a mão sobre o peito e contorcendo o rosto em uma expressão de surpreso.


— E você descobriu isso agora? — Brincou, logo gargalhando mais uma vez.


— Olha você me respeite, moleque, que eu troquei suas fraldas! — Brincou, com um tom de repreensão.


— Mas é claro, chorando junto comigo quando eu estava com fome. — Riu.


— Que culpa que eu tenho se você estava com fome o tempo inteiro? Parecia que tinha um dragão na barriga. — Brincou, com um bico.


— Só se for um dragão cor-de-rosa, porque ele tem que ser phyno como eu. — Fez uma expressão de sexy e logo em seguida, ambos caíram na cama, gargalhando até o ar faltar e a barriga doer.


Aos poucos, as risadas foram cessando, deixando apenas os semblantes animados nos rostos deles. Ambos sorrindo.


— Obrigado, tio Chan. — Yoongi disse, quebrando o silêncio das respirações.


Chanyeol sorriu sincero, colocando o braço atrás da cabeça do menor e puxando mais para perto, selando o topo de sua cabeça.


— Sempre que precisar, pequeno. — Sussurrou calmo, acariciando os fios loiros.


— Mas, sério. O que eu deveria fazer agora, Chan? — Perguntou, brincando com o peito do maior — Eu deveria esquecer? Fingir que nada aconteceu? Não sei se consigo vestir aquilo de novo…


Chanyeol seguiu seu olhar, vendo as diversas roupas bonitas espalhadas pelo chão, assim como diversos tubos de batons quebrados no chão. E logo suspirou, abraçando o Min e desviando os olhos dali.


— Você que tem que saber, pequeno. — Sussurrou — Sabe que vamos te amar de qualquer jeito, não é?


Yoongi sorriu, sincero.


— Sim, eu sei…


O Park deixou um selar carinhoso em sua testa e depois se levantou, segurando suas mãos.


— Eu tenho que ir agora, Yoonie. — Suspirou tristonho — Desculpa não poder ficar mais tempo, mas é que hoje é o dia de folga do Baek, e sabe como é, né… Ele pode acabar botando fogo em tudo.


Yoongi fez uma careta.


— Mas o tio Baek é ótimo na cozinha, não?


Chanyeol sorriu malicioso e de lado, aproximando mais um pouco do Min, apenas para sussurrar.


Não estou falando da cozinha.


E com essa o mais novo contorceu o rosto em uma careta, que fez o mais velho gargalhar e se despedir de si, fazendo-o sorrir mais uma vez.


Depois que o maior foi embora, Yoongi deixou seus olhos percorrerem pela bagunça de seu quarto, e suspirou, ao olhar para suas tão amadas peças.


— Temos que dar um jeito nisso agora, Yoongi.


•    •    •


Terminou de fechar o zíper da grande mala prateada e suspirou, deixando seus olhos percorrerem pelo arredor, notando o quarto que, há algumas horas, estava mais para um lixão de novela das nove, e agora estava bem organizado, com tudo no lugar, e principalmente, sem aquele amontoado de roupas femininas espalhadas pelo chão — pois estas, agora, estavam bem trancafiadas na mala, com cadeado.


— Tem certeza do que está fazendo? — Ouviu aquela voz grossa, ainda que melodiosa, em seus ouvidos e sorriu devagar como instinto, olhando para a entrada do quarto.


Taehyung estava encostado no portal da porta, com os braços cruzados na altura do peito, e o dedo brincando com os lábios, visando ocultar — muito mal, diga-se de passagem — o sorriso que ali brotava.


— Tae… — Sua voz saíra mais como um suspiro, mas um sorriso bonito nasceu em sua face.


O Park saiu da porta e veio em sua direção, abraçando-o devagar e com carinho. Não pôde deixar de retribuir tamanho ato afetivo.


Retesou um pouco, o pensamento de que não merecia aquilo atormentando-lhe de uma forma perturbadora. Ainda assim, seus braços magros se ergueram devagar, mas quando se acomodaram nas costas alheias, o apertaram com força, escondendo a cabeça contra o peito alheio.


Taehyung sorriu pelo ato manhoso do menor e afagou-lhe os cabelos, abraçando-o apertado.


— Own, meu bebê está carente, é? — Fez uma voz doce, o que fez o Wu retirar a cabeça de seu peito e o olhar com os olhos semicerrados e um bico enorme na boca.


— Taehyung, não fode. — Murmurou mal-humorado, fazendo o mais novo rir.


— Mas foi você quem fodeu, Gi. Me fodeu, mais precisamente. — Provocou risonho.


A carranca do menor se intensificou, assim como o bico aumentou, arrancando uma gargalhada do Park mais novo, seguido por uma mordida em seus lábios.


— Yah! — Protestou.


— Cala a boca que nós já fizemos coisa pior. — Riu, afastando-se do Min e se sentando na cama.


Yoongi abaixou a cabeça, segurando a barra da camiseta.


— Sobre isso… Eu não tive a intenção, me des- — Foi interrompido.


— Termine essa frase e eu arranco o seu pau. — Yoongi arregalou os olhos, erguendo a cabeça. Taehyung negou, revirando os olhos — Sabe qual é a maior mancada que um ser humano pode fazer?


Yoongi negou com a cabeça, confuso.


— Pedir desculpas depois de transar. — Ditou — Cara, não faz isso. Vai te fazer ser mais babaca do que é.


— Ei!


— Que é? — Riu divertido — É a verdade, horas.


— Mas… — Fez um bico.


— Yoongi, cala a boca pelo amor de Seungri! — Revirou os olhos — Não é nem como se eu fosse virgem.


O mais velho arregalou os olhos, rapidamente se sentando na cama, ao lado do Park mais novo que surpreendeu-se ao ver os olhos normalmente do tamanho de um grão de feijão, tornarem-se duas jabuticabas curiosas.


— Jesus!


— Taehyung. — Chamou, sendo logo fitado — Você transou com o…


— Yoongi! — Pigarreou, interrompendo-o — Não vamos falar disso, sim?


O Wu suspirou, dando-se por vencido.


— Tá bem.


— Assim está melhor. — Sorriu.


— Mas quem é Seungri?


— Ah, é meu novo crush. — Yoongi revirou os olhos, se levantando da cama — Ele é o senpai do mercadinho. Te falei dele antes.


— Hm.


Yoongi nem deu bola. Taehyung mudava de crush toda semana. Pegou sua mala e suspirou, ao colocá-la debaixo da cama.


Taehyung o fitou, dessa vez, sério.


— Volto a perguntar: Tem certeza de que é isso que quer?


Yoongi suspirou.


— Tenho, Tae.


— Mas, Gi. — Insistiu — Você ama tudo isso. Não pode mudar por conta de uma besteira dessas!


— Não é besteira, Taehyung. — Respondeu sério, mas logo suavizou a expressão. — Não tente me fazer ficar confuso outra vez, sim? Eu demorei muito para chegar à essa decisão.


— Mas, Yoonie…


— Taehyung.


O Park suspirou, pondo um meio sorriso no rosto.


— Tá bem, você que sabe.


Yoongi assentiu, pouco antes da porta ser aberta por um Zitao sorridente, carregando uma bandeja cheia de comida.


— Pai, você não devia pegar peso. — Yoongi bufou, indo até ao chinês e tentando tomar a bandeja de sua mão.


O mais velho revirou os olhos, desviando.


— Yoongi, fique quieto que eu não sou nenhum inválido e eu sei cuidar de mim. — Reclamou, pomposo.


— Sabe tanto que me teve por um espirro. — O garoto respondeu, revirando os olhos.


— Aquilo foi um acidente, e a culpa não é minha se inventaram de passar com aquelas flores xexelentas na minha frente.


— Tá, né. — Ele riu.


O Huang deixou a bandeja na mesinha, que tinha ali e foi até ao sobrinho, segurando suas mãos no maior drama.


— Tae, eu estou muito feliz que tenha sido você o primeiro do meu bebê. — Fungou, fingindo enxugar uma lágrima, enquanto o Park lhe encarava de olhos arregalados — Apesar de eu achar que ele não nasceu pra ser ativo, é bom variar um pouco às vezes. Eu e o pai dele…


— Pai! — Yoongi protestou.


— Chato. — Tao bufou, revirando os olhos. — Enfim, quero dizer que eu apoio vocês dois, mas só na brotheragem. — Piscou o olho.


— Pai! Eu e o Tae não temos… — Foi interrompido.


— Ah, obrigado, tio Tao. — Taehyung sorriu e Yoongi ficou boquiaberto.


— Como é que é? — O recém alfa perguntou, sendo ignorado.


— Bom, eu vou indo agora porque tenho que me encontrar com o Xing. — Zitao disse, se erguendo e seguindo até a porta — Tchauzinho, bebês. — E saiu.


Quando o ômega mais velho saiu, Yoongi semicerrou os olhos para o mais novo, que apenas sorriu grande.


— Que é? — Riu. Cínico — Ai, migo. Esse seu look está péssimo.


Yoongi bufou, revirando os olhos. Ele vestia apenas uma calça moletom cinza — que era do seu tamanho, mas cabia dois seus na largura — e uma camisa folgada branca. Não tinha nada demais, Taehyung era que era exagerado.


— É do Jimin. — Deu de ombros.


— Do Jimin? — Perguntou confuso, mas logo sorriu malicioso.


— Não é nada disso, seu idiota. — Revirou os olhos, já captando os pensamentos impuros do outro.


— Mas eu não disse nada. — Riu, cantarolando.


— Cínico. — Bufou — Ele esqueceu aqui da última vez que nós fizemos a festinha do pijama juntos, lembra?


— Ah, sim! — Sorriu ladino — a que você corou feito um pimentão quando o Jimin foi desafiado a te dar um beijo quente na frente da gente?


— Po-Poupe os detalhes, Taehyung. — Murmurou, envergonhado.


— Ah, qual é. Todo mundo sabe que vocês se pegam. — Revirou os olhos — Aliás, apoio.


Yoongi, envergonhado, arremessou um travesseiro perdido no chão, na cara do maior, que gargalhou.


— Que apoia o quê. — Formou um bico nos lábios rosados.


— Ai, ai. — Enxugou uma lágrima que escorreu no canto dos olhos — Por falar no Minnie. — Estalou a língua — Ele está louco para falar com você. Disse que quer pedir desculpas.


Yoongi desfez o bico, assumindo um semblante tristonho.


— Ah, mas… Eu não estou com raiva dele não. — Mordeu o lábio inferior — Eu… Acho que qualquer um no lugar dele, teria feito o mesmo.


Taehyung deu de ombros, mastigando um pão de queijo que estava na bandeja.


— Só sei que ele quer te ver.


O Wu sorriu sem mostrar os dentes.


— Eu o vejo mais tarde. — Concluiu, vendo o outro assentir. — Ah, quer ir ao shopping comigo?


— Pra quê?


— Como pra quê? — Yoongi revirou os olhos. — Comprar roupas novas pra mim, energúmeno. Ou você espera que eu use as roupas do seu irmão pra sempre?


— Ah, mas, pra quê roupas, Gi? — O alfa franziu o cenho quando o Park umedeceu os lábios com a ponta da língua — Você fica muito melhor sem elas.


— Taehyung!


O garoto gargalhou de suas bochechas rosadas.


— Tá bem, tá bem. — Riu — Eu vou com você.


Humpf. Cínico.


•    •    •


— Yah, você só faltou levar a loja inteira. — Taehyung comentou, rindo.


— Eu achei que aquela vendedora iria arrancar seus órgãos com os olhos dela, quando você me fez a trocar pelo outro carinha.


Taehyung deu de ombros, terminando de lamber seu sorvete de menta.


— Ninguém mandou ela ficar se jogando para cima de você. — Revirou os olhos.


— Pois é, eu disse pra ela que não é dessa fruta que eu gosto. Ela não me ouviu. — Riu.


— É por isso que eu te amo, Yoonie. — O Park colocou a mão no peito, fazendo uma falsa expressão de devoção, enquanto tentava beijar o outro com um bico grande.


Yoongi riu, empurrando sua testa e ambos continuaram o caminho, sorrindo bobos.


— Ei, pra quê essas roupas tão pretas, hein? — O Park questionou — Está querendo mudar de princesinha para badboy, é isso?


Yoongi revirou os olhos, sorrindo.


Pararam quando avistaram uma silhueta conhecida, escorada na parede de pedra da casa do mais velho. Jimin.


O moreno olhou para eles e exibiu um sorriso ao ver Yoongi, esse que sorriu sem mostrar os dentes quando o mais novo se aproximou.


— Tae, porquê não entra e me espera, uh? — Yoongi sugeriu, sorrindo pequeno para o castanho que assentiu, já captando a situação — Prometo que não demoro.


— Conhecendo como vocês são, eu sei que irão demorar. — Taehyung sorriu, deixando um beijo na bochecha do alfa e estirando a língua, em pura birra, pra Jimin.


Os dois mais velhos continuaram e encarando em silêncio até que o barulho da porta principal sendo fechada fosse ouvida pelos dois de audição apurada.


— Deveríamos ir à outro lugar? — Yoongi foi o primeiro a se pronunciar.


•    •    •


— Não vai falar nada? — Depois de minutos, o silêncio foi quebrado por Jimin.


Eles estavam em uma lanchonete qualquer, mas por ser já tarde da noite, estava quase vazia, e eles haviam pegado uma mesa reservada. Já fazia algum tempo que chegaram e Jimin logo tratou de pedir desculpas pelo surto do outro dia, fazendo Yoongi logo negar e dizer que estava tudo bem.


E então, entraram em um absoluto silêncio. Yoongi mordia os lábios e arranhava a caneca de porcelana com a unha de seu indicador, de cabeça baixa, até Jimin se pronunciar e ele suspirar.


Não podia mais adiar.


— Vamos parar, Jimin. — Levantou a cabeça, falando por fim — Seja lá o que temos, chegou a hora de parar.


O Park suspirou, umedecendo os lábios. De fato, já previa aquela reação.


— Por quê? — Questionou, recostando-se à cadeira.


— Você sabe porquê. — Yoongi foi sério e direto.


— Não, não sei.


— Não se faça de idiota, Jimin. Você não é um.


O mais novo umedeceu os lábios, desencostando-se do móvel e se inclinando sobre a mesa, olhando no fundo dos olhos do recém alfa.


— Yoongi. Eu não me importo se você é um ômega, alfa, beta, ou o meu caralho. — Franziu o cenho — Espera, isso foi estranho.


Riram um pouco juntos.


— Sim, foi.


— Enfim. — Suspirou, sério e calmo ao mesmo tempo — Eu não importo, Gi. No fundo, eu já sabia disso.


— Mas eu me importo, Jimin. — Yoongi concluiu, fazendo o Park bufar — Eu não quero mais.


— Está tentando mentir para si mesmo.


— Não estou, não. — Protestou, mas logo suavizou a expressão — Por favor, não me faça ficar confuso de novo. Eu já me decidi.


Jimin murmurou com desgosto, não dando-se por vencido.


— Minnie, olha para mim. — Jimin obedeceu, ainda com a expressão fechada — Eu não quero que a nossa amizade acabe ou seja abalada. Eu preciso só de um tempo para mim, eu não quero me envolver. Não agora. Eu preciso pensar.


Jimin suspirou, assentindo devagar.


— Tudo bem. Se é assim que quer. — Colocou suas mãos sobre as do alfa, e sorriu devagar — Você ainda tem as mãos frias.


Yoongi sorriu soprado.


— Parece que ainda sobravam várias coisas do outro Yoongi em mim. — Riu.


— Você ainda é o mesmo, Gi. — Yoongi sorriu devagar, negando com a cabeça.


— Eu mudei, Jimin. — Afirmou — Ainda não sei se pra melhor ou pior, mas eu mudei.


— Pra mim você continua o mesmo.


O Wu sorriu grande, pondo suas mãos por cima das do outro.


— Todos dizem que você é mais turrão que o seu pai Baek. — Iniciou — Mas você, na verdade, é tão gentil quanto o tio Channie.


Jimin fez uma careta.


— Você tá é louco. O cio afetou seu cérebro, por acaso?


Yoongi gargalhou. Jimin era um maldito orgulhoso, afinal de contas.


— Então… Ainda amigos? — Jimin perguntou.


Yoongi se inclinou para deixar um selo carinhoso na bochecha gordinha do mais novo.


— Sim, Jimin. — Sorriu grande — Amigos.


Notas Finais


Gostaram? Espero que sim, porque eu tô com mó sono. Zzzzzzzzzz

Pois é, meus bebês, a relação Yoonmin a partir de agora vai ser só a brotheragem (ou não, rsrs). Mas ainda tem muita treta pra rolar e muito couple pra acontecer, amém. <3

Ah, e eu fiz um blog, s2
Vai ser sobre animes, doramas, fanfics e afins.
Quem quiser divulgar sua fanfic, pode falar comigo no pv ^^
Se quiserem capas para fanfic, podem entrar no link que vou deixar abaixo e fazer o pedido tbm.
Amo vocês, até mais ^^

Benfeito feito (blog) >>> https://benfeitofeito.blogspot.com.br/?m=1

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~chuu


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