História Obsessive love - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias One Direction
Personagens Harry Styles
Tags Amor, Violencia
Visualizações 156
Palavras 1.392
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Sinto muito pela demora. Wow. Oito meses sem postar, não é mesmo? Passei por alguns problemas pessoais e isso acabou afetando a minha rotina, até a minha escola. O capítulo não estava completo, então aumentei mais um pouquinho e resolvi postar hoje. Comecei um projeto para uma fanfiction interativa e assim que terminar essa aqui, entrarei em contato com alguma beta para postá-la.
De qualquer forma, queria pedir perdão à vocês por simplesmente sumir sem dar nenhum aviso, mas pelo tempo, todos perceberam que tinha algo errado. Não vou prometer postar todos os dias, mas tentarei ao máximo postar um capítulo de dois em dois dias, já que está tudo muito atrasado. Estou de férias e vou dedicar uma parte do meu tempo para Obsessive Love, tentarei melhorar a fanfiction ao máximo, tudo bem? Chega de falatório, boa leitura.

Capítulo 8 - V


Fanfic / Fanfiction Obsessive love - Capítulo 8 - V

  Eram exatamente 03:55 da madrugada quando Louis adentrou o hospital rapidamente. Fechei os olhos com força e foi aí que finalmente a minha ficha caiu.

  Eles estavam realmente mortos.

  Cobri o meu rosto com minhas mãos trêmulas e comecei a soluçar tão alto, que as pessoas ao meu redor me olhavam com pena. Por mais que eu tenha passado várias coisas ruins com a minha família, eles eram uma das únicas coisas que eu tinha no mundo. E foi aí que meu cérebro começou a trabalhar, me fazendo repensar em tudo o que acontecera desde que eu resolvi sair da casa dos meus pais para tentar a vida como pediatra morando em um kit net no centro da cidade. Havia brigado feio no dia que os avisei de minha mudança, eles não queriam que eu me mudasse por medo de nada dar certo e eu acabar me envolvendo com coisa errada para me sustentar. A aceitação de Thomas em minha vida foi outro fato para me fazer repensar no porquê da implicância dos meus pais. Será que eles temiam a sua maturidade? Será que eles temiam uma morte precoce? Céus, era muita coisa para se pensar naquele momento. Aquele aperto no meu coração piorava a cada segundo, me fazendo pensar em Cameron e como ele ficaria. Meu pai e ele eram tão apegados. Eu precisava resolver várias coisas, eu precisava chorar, eu precisava gritar, precisava de alguém para estar abraçado fortemente comigo naquele momento.

  Senti braços ao redor do meu corpo, me puxando para um abraço apertado. Foi aí que acordei para a minha realidade e percebi que eu estava ajoelhada no chão frio e meio úmido do hospital. Eu não conseguia ver quem me abraçava pelo embaço de minha visão por conta das lágrimas, então eu só joguei os meus braços pelos ombros daquele homem que me abraçava e o apertei com toda a força que eu possuía no meu corpo. Eu precisava de um abraço daqueles.

  Louis. Thomas.

  Eles haviam sacrificado o momento especial deles com amigos e família por minha causa. A queimação na minha garganta ficava pior. Apertei a camisa da pessoa que me abraçava com minhas unhas, sentindo um aperto maior tomar conta do meu coração. Céus, eu queria que tudo ficasse bem. Abri os olhos para encarar o corredor e encontrei Cameron, Louis, Charlotte, Felicité, Thomas, Margareth, Sue e tia Amelise me encarando um pena. Meu irmão não soltava nossa tia de forma alguma, era como se ela fosse o seu apoio no momento.

  Pisquei algumas vezes para assimilar tudo aquilo que eu estava presenciando e soltei a pessoa que estava abraçada, me afastando um pouco e limpando meus olhos com as palmas das minhas mãos frias e trêmulas. Pouco me importava como minha maquiagem estava, eu queria poder enxergar quem me abraçava e quem me dera apoio quando estava no chão me lamentando da forma mais desesperada que eu estava. Engoli em seco e finalmente meus olhos conseguiram focar o rapaz de pele clara, cabelo cacheado e olhos verdes, estes que me encaravam com pena, culpa e remorso. Juntei todas as forças que eu tinha naquele momento e as concentrei em minhas mãos, o empurrando para trás com força. Justo Harry? Solucei alto enquanto tentava me levantar e comecei a estapear o seu corpo.

  ─ Me deixa em paz, por favor, é só isso que lhe peço!

  Berrei com a voz embargada e me levantei de uma vez, sentindo minhas pernas vacilarem e também sentindo, mais uma vez naquele dia, os braços de Harry me segurarem. Abri meus olhos enquanto sentia as lágrimas diminuírem e vi que Louis andava em minha direção, empurrando Harry e me abraçando com força. Era do abraço dele que eu necessitava naquele momento. Era dele que eu precisava, e não de Harry Styles. Senti mais um par de braços rodearem meu corpo e logo depois mais seis pares nos envolverem. A pressão em minha cabeça estava começando a ficar insuportável e o oxigênio estava começando a faltar para os meus pulmões. O meu nariz entupido dificultava mais ainda as coisas. Apertei os braços de Louis e senti uma forte pontada na cabeça, fazendo-me perder os sentidos e ver tudo girando.

  ─ Meu amor?

  E foi a única coisa que ouvi antes da minha visão escurecer por completo, e meu corpo amolecer nos braços das pessoas que me seguravam.

 

                                                 •

 

  ─ Mas ela está bem, certo? ─ Arqueei uma sobrancelha e ri fraco.

  ─ Com toda a certeza, senhor Ebertz.

  ─ Quando ela poderá sair?

  Revirei os olhos olhando para Thomas e segurei no seu pulso, o apertando de leve e tombando a cabeça para o lado, pedindo apenas com o olhar que ele parasse com interrogatório.

  Assim que ele entendeu, olhou para o médico e sorriu amarelo, fazendo o médico se retirar do quarto enquanto ria maroto.

  ─ Ele já disse duas vezes a você que estarei liberada daqui à uma hora, Thomas. Você é muito chato quando quer, não é? ─ sorri fraco e mordi o lábio inferior.

  ─ Eu só estou preocupado. Você deixou todos preocupados, mocinha... Até o seu marido ─ deu uma pausa e suspirou fundo. ─ Ele está dormindo na cadeira da recepção, quer que eu o chame?

  ─ Não.

  Disse rapidamente sem pensar duas vezes e engoli em seco, olhando pra ele desesperada e balançando a cabeça negativamente.

  ─ Louis está aqui? Deixe-o entrar, por favor.

  Pedi baixinho e o vi assentir e suspirar fundo antes de se retirar do meu quarto. Engoli em seco e levei o meu olhar para as paredes, vendo que as mesmas eram totalmente brancas. Aquilo dava bastante dor de cabeça.

  Ouvi o barulho da porta ser aberta e levei o meu olhar para quem entrara rapidamente, fazendo a minha garganta secar e o meu coração acelerar. Meu corpo estava tenso e de longe se via.

  ─ Harry, eu não quero você aqui.

  Disse entre dentes e o vi soltar uma gargalhada alta, fazendo-me arrepiar dos pés à cabeça. O que diabos ele iria fazer comigo?

  O observei se aproximar da maca em que eu estava lentamente e me encolhi na mesma, apertando o lençol fino com força e me preparando para gritar o mais alto que pudesse se ele tentasse fazer algo contra mim.

  ─ Saia do quarto, Styles.

  Murmurei com a voz completamente trêmula e senti o seu toque em meu queixo, fazendo-me virar o rosto e fechar os olhos com força, sentindo nojo.

  ─ Oh, doce McNeely. Por que rejeitas meu toque? Não gosta de quando lhe faço carinho? Não foi o que sempre esperou?

  ─ O que sempre esperei de você foi amor e não um carinho de animal, Harry. Por que está agindo assim tão falso?

  ─ Eu descobri o que fez na noite anterior, meu bem.

  Disse com um leve tom que beirava à irritação. Soltei uma das minhas risadas mais cínicas e sorri de lado. Nem mesmo com a morte dos meus pais ele me deixava em paz, mas que diabos.

  ─ Fico realmente impressionada pelo fato de você ter descoberto apenas hoje. Você já foi mais rápido, Styles.

  Disse sem medo nenhum e levei meu olhar até o seu, o encarando friamente. Eu nunca havia sido capaz de fazê-lo.

  ─ Acha que sairá impune por seus atos, McNeely?

  ─ Acha que você sairá impune por seus atos, Styles? Sabe que posso colocar-lhe na cadeia em um piscar de olhos ─ rebati com um olhar severo.

  ─ Então por quê não o fez ainda?

  Suspirei fundo e olhei profundamente nos seus olhos verdes.

  ─ Você sabe muito bem.

  Disse cerrando os olhos e o vi sorrir cínico antes de ficar de costas para mim e observar o quarto, talvez certificando-se da existência de câmeras no local.

  ─ Achava que minhas ameaças não te afetavam, querida.

  ─ Não seja idiota.

  Disse já irritada com a sua presença e o vi virar-se rapidamente, logo colando nossas testas e me encarando com ódio.

  ─ Eu quero respeito de sua parte, Jasmine. Quer que eu tire Jackson de você? É rápido.

  Arregalei meus olhos assim que ele citou, mais uma vez, o nome daquela mulher em uma de nossa discussões. Engoli em seco o olhando e senti um forte apertão em meu cabelo na região da nuca, fazendo-me fechar os olhos com força e grunhir baixinho.


Notas Finais


Jasmine e Jackson, quem são? Todos estão curiosos, mas logo irão saber quem os dois são. Algum palpite? Haha. Deixarei minhas redes sociais aqui e vocês poderão tirar alguma dúvida da fanfic por mensagem, será mais prático e sempre estarei online para respondê-los.
Snapchat: jamily_coutinho
Twitter: @niallamprea
Instagram: @jamilycoutinhos


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