História Obsessive Love - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Visualizações 22
Palavras 1.130
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Tentei fazer uma planta do local para ter uma imagem de como é

Capítulo 2 - Capítulo 1


Fanfic / Fanfiction Obsessive Love - Capítulo 2 - Capítulo 1

Capítulo 1

 

Kouta Pov’s

 

Eu estava observando o rosto adormecido de Nozomi, ela estava com as mãos amarradas e parecia até um anjo dormindo, até que percebo que sua consciência estava voltando.

- H-hum. Ai, ai. Que lugar é esse? - parecia que ela ainda estava meio sonolenta.

- Demorou um pouco pra acordar, Nozomi. - quando ouviu minha voz parece que despertou por completo e se lembrou do que houve.

- Kou-chan! Por que você- hã? Por que estou com as mãos amarradas? - disse enquanto tentava soltar as mãos em uma tentativa falha.

- Achei que seria melhor te deixar com os movimentos restringidos no começo, mas se decidir se comportar direitinho posso te deixar sem as cordas.

- O quê? Tá tirando uma com a minha cara é? O que quer?

- Bom, isso foi algo que você mesma fez com que acontecesse.

- O que quer dizer com isso?

- Eu te amo tanto e mesmo assim você não quer aceitar o meu amor, então vou te fazer aceitá-lo. Por bem ou por mal. Só isso. - falava enquanto me aproximava dela, a cada passo que eu dava e a cada palavra que dizia, Nozomi parecia ficar cada vez mais assustada e seu desespero parecia aumentar cada vez mais, ahh, como aquela expressão era maravilhosa.

- O-o que pretende fazer?

- O que pretendo? Não é óbvio? Vou fazê-la minha. A partir de agora você vai ser meu objeto e vou fazer o que bem entender com você. - disse calmo, palavra por palavra, enquanto me aproximava dela, seu rosto demonstrava cada vez mais desespero. Me agachei ficando a sua altura e coloquei a mão em seu queixo fazendo-a me olhar nos olhos - Posso te matar, ou posso te manter presa aqui para sempre, tudo depende da minha vontade, sua vida agora me pertence.

- N-não! Kou-chan, não faça isso! Por favor! Não, não, não, NÃO!!

A puxei pelo cabelo e rasguei suas roupas, enquanto ela se debatia desesperadamente, aahh só de olhar aquele rosto cheio de desespero e lágrimas eu já ficava excitado.

Tirei sua calcinha e Nozomi continuava a se debater, então a soltei e me distanciei um pouco, peguei uma camisinha que tinha na minha bolsa e coloquei. Assim que voltei ela começou a chorar novamente e pedir para parar, mas aquilo só me deixava mais e mais excitado, me coloquei entre suas pernas e enfiei de uma só vez sem dó algum é um grito agudo soou pelo local.

- AAAAAAAAAAHHHHHHHHH! NÃO, NÃO! ISSO DÓI, DOI MUITO! PARE POR FAVOR, KOU-CHAAAN! AAH! - Nozomi chorava e gritava enquanto eu entrava e saía dentro dela, também vi sangue escorrendo de sua intimidade.

- Hum... então essa é sua primeira vez hein. Fico feliz em saber que se guardou para mim. - disse sorrindo, continuando com os movimentos, até que me veio uma brilhante ideia, então aproximei minha boca em seu ouvido e disse:

- Ei, Nozomi, acabei de ter uma ótima ideia. Se tivéssemos um filho com quem você acha que ele pareceria? - seus olhos se arregalaram em surpresa e desespero.

- Eh? O que quer dizer com isso? Não pode ser! - ela disse com sua voz já ficando fraca.

- O que quero dizer? Exatamente o que está pensando nesse exato momento. - disse me retirando de dentro dela e tirando a camisinha que estava usando para logo em seguida entrar nela novamente. - Quero resolver essa dúvida, o que acha?

- NÃO! TUDO MENOS ISSO! EU IMPLORO, KOU-CHAN! HOJE NÃO É UM DIA MUITO SEGURO! - todo esse desespero estava me fazendo chegar perto do clímax.

- E isso não é uma coisa boa? Vamos nos livrar mais rápido dessa dúvida, adoraria que fosse parecido com você.

- Por favor, Kou-chan. Me deixa ir embora. - aquelas lágrimas escorrendo por seu belo rosto são muito prazerosas de se ver.

- Lamento em dizer que não pretendo te deixar sair daqui tão rápido. A propósito, estou chegando no meu limite, vou deixar sair tudo bem lá no fundo. AH! - disse enquanto fazia meus últimos movimentos antes de me derramar dentro dela.

- NÃOOOO! AAAAHHH! - ela gritou quando soltei tudo dentro dela.

A desamarrei, depois levantei e peguei minha coisas me virando novamente em direção a garota que se encontrava chorando e soluçando jogada no chão.

- Por que eu? O que eu fiz para merecer uma coisa assim? - perguntou entre lágrimas.

- Porque eu te amo, e te quero apenas para mim. Nem pense em fazer alguma coisa enquanto eu estiver fora, caso contrário acho que adoraria ter sua irmãzinha como companhia. - quando disse isso seus olhos se arregalaram e ela se virou com tudo em minha direção:

- Minha irmã não tem nada a ver com isso! Não a machuque, por favor. - disse voltando a chorar.

- Enquanto você se comportar e ficar aqui quietinha nada vai acontecer a sua irmã. - disse e me virei para ir embora. - Ah, esqueci de falar, aqui é um terreno abandonado, então nem adianta tentar gritar e chamar ajuda, já que não tem nada ao redor. - dito isso sai do esconderijo e segui rumo a minha casa, precisava fingir que nada aconteceu.

 

Nozomi Pov’s

 

Por que isso está acontecendo comigo? O que foi que eu fiz? Meu amigo de infância de repente se declarou pra mim, eu o rejeitei, ele me sequestrou e me trouxe pra algum lugar que não conheço, me violentou e ainda ameaçou minha família. O que foi que eu fiz para merecer um destino tão cruel?

Fiquei um tempo jogada no chão, chorando, pensando em como uma pessoa tão gentil pode ter feito algo assim, sem nem hesitar. O que vai acontecer comigo a partir de agora? Vou ficar aqui nesse lugar que nem onde fica e servir apenas como um objeto para satisfazer as vontades dele?

Depois de um tempo me levantei e andei até onde parecia ser o banheiro, e sim, era mesmo o banheiro, tentei ligar o chuveiro para ver se funcionava e começou a cair água gelada e foi esquentando, então me coloquei embaixo da água e deixei que escorresse por todo o meu corpo, enquanto começava a chorar de novo, também sentia muita dor na minha intimidade.

Quando saí do banho decidi ver o que tinha nesse lugar, onde eu ficaria por tempo indeterminado. Tinha uma sala com um sofá e uma mesa e uma suíte, que tinha uma geladeira, uma cama e um criado-mudo, no banheiro só tinha o chuveiro, a privada e uma pia e mais nada. Como não tinha mais nada pra ver eu fui pra cama dormir e tentar esquecer tudo o que estava acontecendo pelo máximo tempo que eu pudesse.



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