História Obssesion - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Bleach
Tags Bleach Romance
Exibições 13
Palavras 876
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Hentai, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 2 - Coragem






I— Ichigo —

Melancólico. Era essa a palavra que me definia no momento. Havia acabo de chegar em casa e cansado da noitada, então simplesmente me joguei no sofá, eu não tinha animo nenhum para ir para cama. Fiquei ali mesmo observando o apartamento vazio, assim como eu. Sem ela era sempre assim que eu me sentia ao chegar em casa. Vazio, solitário e melancólico.

— Rukia. — Sussurro e só de pronunciar seu nome meu coração já dá um solavanco e começa a bater descontroladamente. — Nunca terei coragem.... — a insegurança nem me deixa terminar a frase e agora que enfim estava sozinho em plena madrugada que pude parar para pensar em como iria expor meus sentimentos para ela. Pergunto-me aonde foi parar toda aquela confiança de mais cedo, eu definitivamente não sei. Acho que talvez possa ter sido o álcool agindo em meu organismo dano-me uma coragem que não possuo quando estou sóbrio.

“…. Uma hora ela pode se apaixonar por alguém e você perderá sua chance, idiota. ” Sinto meu estômago revirar ao ter uma simples possibilidade dela se apaixonar por alguém que não seja eu.

— Covarde. — sussurro frustrado. — Covarde! – exclamo levantando do sofá. — Covarde! — grito enfim chutando e socando tudo o que vejo pela frente destruindo minha sala descarregando todo o ódio e a frustração que eu sentia.

Joguei todos os objetos que estavam na rack perto da janela e o som do vidro se estilhaçando me faz voltar a razão. Agradeço aos céus por morar isolado no último andar e não ter num vizinho para reclamar de todo esse barulho.

Finalmente um pouco da angustia havia passado então comecei a observar a minha espaçosa sala a fim de analisar os estragos que fiz e sinto como se meu coração tivesse parado por alguns instantes ao ver o porta-retratos que ela havia me dado estraçalhado perto da janela.

Minha respiração ficou ofegante, meu corpo inteiro tremia e então eu caminhei meio hesitante até lá. Caindo de joelhos diante daquele lindo retrato que me trazia uma de minhas melhores lembranças. Peguei enfim aquela linda foto em mãos sem me importar com a dor de ter os cacos de vidro penetrando minha carne. E em meio a dor sorrio lembrando todos os motivos para querê-la ao meu lado.

“…. Ei Ichi. Eu juro que não importa o que aconteça nós vamos ficar juntos até o fim. ”

É inevitável não sorrir ao lembrar do dia em que tiramos àquela foto e automaticamente sinto meu coração aquecer ao lembrar que ela havia jurado viver ao meu lado para sempre e isso me devolveu toda a coragem que eu havia perdido.

Olhei afobado a hora em meu celular. Quarto e cinquenta e sete da manhã. Ela ainda nem devia ter chegado em casa e então simplesmente resolvi dormir um pouco após limpar meus machucados.

Joguei-me na cama ainda com a mesma roupa que havia usado há noite e então admirando aquela linda foto sucumbi ao cansaço. Com a certeza que nada nem ninguém iria me impedir de tê-la ao meu lá.

Abri os olhos com dificuldade, minha cabeça latejava de dor e minha mão ardia. Levanto-me da cama com dificuldade e caminho até o banheiro. Indo para embaixo da água fria após livrar-me das roupas sujas. A água cai em minhas costas fazendo-me arrepiar e a ardência em minha mão esquerda não me deixa esquecer do que eu deveria fazer.

E após quase vinte minutos já estou caminhando decidido para a casa dela. Por morarmos perto um do outro decido ir caminhando para pensar em tudo o que eu diria.

Sentia que a insegurança queria tomar conta de mim novamente então comecei a pensar nela para afastar pensamentos ruins.

Minha melhor amiga. Minha confidente. Meu amor. Definitivamente ela é a mulher mais importante da minha vida. Pois é graças a ela que eu estou aqui hoje. Ela é meu porto seguro que me ajudo a superar todos os obstáculos de minha vida até agora.

Sem perceber já estava em frente ao prédio onde ela mora. Passo pela portaria do prédio e cumprimento a todos que ali estavam. Por viver muito ali nem preciso ser anunciado e vou direto para o elevador apertando em seguida o número vinte.

Eu estava cada vez mais perto dela. Minhas mãos suavam e meu estômago se revirava a cada andar. Decimo segundo andar. Os números mudavam rapidamente e eu me sentia sufocado no elevador vazio. Meu coração martelava acelerado contra minha costela. Vigésimo andar. As portas se abrem e eu caminho até a porta onde o número 415 estava marcado.

“Será que ela aceitara meu amor? ”

Essa pergunta me inquieta então sem pestanejar aperto a campainha com força. E então sem demora a porta é aberta pela pequena morena que me faz suspirar abobado pelos cantos.

— Boa tarde, morango estragado. — Cumprimenta ela sorrindo alegremente me puxando pela mão apressada.

Por um momento quase me esqueço qual era me objetivo ali. Então antes de fechar a porta puxo-a para mim fazendo com que ela pare de andar e me olhe nos olhos.

— Rukia…. — “não hesite” disse a mim mesmo “vá em frente” “diga a ela” — Rukia eu….

— Ichi... — sussurra ela surpresa usando aquele apelido carinho demonstrando preocupação — O que você tem? — pergunta.

“Não posso voltar atrás! ”

“Você consegue! ”

“Fale! ”




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