História Obsessed - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias 5 Seconds Of Summer
Personagens Ashton Irwin, Calum Hood, Luke Hemmings, Michael Clifford
Tags 5 Seconds Of Summer, Clemmings, Muke, Obssessed
Exibições 87
Palavras 993
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Festa, Hentai, Lemon, Musical (Songfic), Orange, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Espero que gostem, primeira vez escrevendo uma fic de Muke
Bjoska de algudaun doce pra vcs ❤

Capítulo 1 - Skin


Fanfic / Fanfiction Obsessed - Capítulo 1 - Skin

Eu conseguia facilmente escutar os pássaros cantarolando perto de minha janela, o vento fraco e agradável que batia na minhas cortinas, era difícil se levantar e me preparar para um novo dia.

-Está pirando?! São quase sete horas!- Apenas escuto meu primo, Eitan, gritando ao meu lado.
Coloco o uniforme, as longas noites de insônia, estavam me deixando com uma aparência desgastada.

Eu não podia negar que eu queria o ver todos os dias, mesmo que seus olhos nunca pudessem se encontrar nos meus, mesmo que esse sentimento me levasse ao desespero.

Seus cabelos sempre com cores diferentes, voavam com o vento, meus olhos sempre acompanhavam cada movimento, eu me sentia tão obsessivo.

-Luke, você sabe que a feira é daqui dois dias? Ei cara! Está me escutando?!- Calum tentava ganhar alguma atenção.
Mas era difícil quando minha mente, estava apenas tendo tempo para pensar nele... Michael Clifford.
Ele era um ano mais velho, nossas salas eram próximas, no que me facilitava de o observar em horas vagas.

Foi difícil encontrá-lo nas redes sociais, Clifford parecia ser um cara bem anti-social, tive o prazer de o ver sorrindo uma vez, bem rápido,  o suficiente.
Não tem muitos amigos, nem garotas interessadas, eu me sentia até mais seguro. Não tanto ao ponto de tomar coragem e expressar esse sentimento bem escondido.

Eu sabia muito sobre ele, seus gostos, seus medos, até mesmo seus maiores prazeres. Michael se tornou minha rotina, a faculdade nunca se tornou algo tão bom, eu poderia vê-lo.

-Eu sei. Não acho que esteja tão ruim assim.- Logo volto a atenção em Calum, o mesmo suspira.

-Está uma bosta! Alguma vez foi lá ver?- Neguei. Ainda esperando por Clifford descer as escadas, olhei no celular, faltava apenas um minuto.

-Quer saber deixa quieto! Vou mijar que ganho mais.- Recebo um tapinha nas costas de Calum, que sobe as escadas.
Já era a hora, respirei fundo, esperando.

Assim foi feito. Lá estava Michael, andando desatento, como se nada lhe estivesse passando na cabeça, sem dúvidas ele estava com uma paz de espírito.

Eu suplico por apenas um olhar. Mas parece que seus olhos não conseguem manter o contato, era deprimente.
Mais deprimente ainda, era o fato que talvez nunca eu iria conseguir tomar coragem.
Se eu apenas tivesse cinco segundos de uma coragem insana....

Apenas Clifford deixa seu cheiro impregnado na minha alma, era difícil ficar com poucas esperanças.
As aulas eram longas, ou talvez era minha ansiedade de poder encontrá-lo no refeitório.

-Essas duas últimas aulas ficarão para o estudo da prova de vocês...- O professor de biologia guarda seus cadernos e seu estojo, liberando o bando de animais que queria sair daquela pequena sala.

Ando ao lado de Calum. Não demora muito para ele me deixar sozinho, tinha pessoas mais interessantes para ele, como o Ashton.
Não me incomodava, eu não teria nenhum motivo de tentar achar respostas para poder observar Michael.

-Um energético e uma pizza...- Sussurro para mim mesmo, era o lanche de Clifford. A maneira que eu o observava às vezes me assustava também, eu sabia mais do que devia, muito mais....

Mordo o lábio inferior, queria saber como era tocar em sua pele, era algo idiota, mas era uma necessidade.
Me contive. Coloquei as mãos no bolso, eu precisava comer, cinco reais era o suficiente.

Caminho até a cantina, mais uma chance de  sentir seu cheiro novamente. Eu parecia um pervertido.

-Foi mal...- Deixo meus pensamentos de lado, sem perceber que havia trombado com um rapaz.
Nada mais do que amigo de Michael.

-Não foi nada... Eu estou bem.- Procuro pelo meu dinheiro, que não se encontrava mais na minha mão.

-Acho que isso é seu...- Viro a cabeça de lado, meu corpo não se moveria mais ao ver quem era.
Clifford estava tão lindo, dava para ver cada detalhe de seu rosto, apenas pude sentir meu corpo fraquejar.

-Valeu.....- Sinto o maldito toque em minha pele ao pegar o dinheiro. Seria insano se eu dissesse que aquilo me provocou muitas sensações tentadoras?

Foi a primeira vez que seus olhos se encontraram nos meus, eu senti a esperança voltando, seria um começo?
Como  eu queria que fosse....

Maldita sensação louca, que girava como um Carrossel, eu queria poder voltar o relógio,  sentir mais vezes o toque.
Me faltou ar, por pouco tempo, já que meu pulmão gritava por mais.

Me tornei um louco?
Amar nos torna pessoas loucas?

Ele não estava mais lá, nem mesmo estava mais no refeitório,  era apenas eu mais uma vez com meus pensamentos.

Compro o que tenho que comprar. Ainda havia tempo para me alimentar, a comida até parecia mais alegre, tudo parecia mais alegre.

O toque ainda queimava, essa era a única coisa que queria que permanecesse em minha pele.
Meu sorriso era involuntário, como um bobo eu sorria, sozinho. Quem passasse estranharia tal ação.
Mas se soubessem a razão, não poderiam apontar dedos e me julgar. Em tempos como esse não se apaixonar não é uma opção.

Em tempos como esse...

Logo volto para a sala, o que agora deveríamos falar sobre a tal feira.

-Votação. - A professora de ética anotou na lousa, senti que a vida estava tentando ser boa comigo.

-Preferem ficar com que sala?- Estava a sala D e C, é claro que eu votaria na D.
Clifford estava lá, se eu pedisse mais um favorzinho para a vida, ela não ficaria brava?
A D não era tão boa quanto a C, no que era óbvio. 

Mas a D ganhava pelo simples fato de nossa sala ter mais garotas do que rapazes, o que era diferente na sala de Michael.
Todas as garotas escolheram a sala D. Eu agradeci mentalmente para aquelas garotas loucas para trabalharem com os rapazes da outra sala.
Eu me sentia como elas.

Michael Clifford... O único abismo que não tenho medo de pular.
É vou pular sem hesitar.
Clifford me segure...
Meu único abismo...
Me sinto próximo, cada vez mais...


Notas Finais




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