História Obstinada - Capítulo 18


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Categorias Homem de Ferro (Iron Man), Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Clint Barton, Dr. Bruce Banner (Hulk), Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Rupert "Rhodey" Rhodes, Natasha Romanoff, Pantera Negra (T'Challa), Pepper Potts, Pietro Maximoff (Mercúrio), Sam Wilson (Falcão), Scott Lang, Steve Rogers, Thor
Tags Agente 13, Agentes Da Shield, Bucky Barnes, Feiticeira Escarlate, Homem Aranha, Homem Formiga, Inumanos, James Rhodes, Máquina De Combate, Natasha Romanoff, Os Vingadores, Pantera Negra, Pepper Potts, Sam Wilson, Scot Lang, Sharon Carter, Soldado Invernal, Steve Rogers, T'chala, Thanos, Tony Stark, Visão, Viuva Negra
Exibições 34
Palavras 1.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Festa, Ficção, Luta, Romance e Novela, Saga
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oie amorecos, aqui estou eu com um novo capítulo mega açucarado. Pois é, eles merecem.
Obrigado por favoritar e Boa Leitura.

Capítulo 18 - Pedido


Fanfic / Fanfiction Obstinada - Capítulo 18 - Pedido

            Por mais que eu tenha tentado desviar, tudo o que consegui nos últimos minutos, manter os meus olhos verdes, fixos no de Tony Stark, estou no cantinho da cama, com minhas costas encostadas á parede, tomada de pavor. Respiro com dificuldade, e lágrimas correm pela minha face.

-Tony. –Eu o chamo, fazendo menção de tocá-lo, mas detenho-me ao ser lembrada que foi o meu toque que causou tudo isso.

-Tony, meu... –Minhas palavras tropeçam na garganta. “Amor!”, meu Deus. –Amor, por favor. –Eu engulo em seco.

Mas, todas as minhas tentativas de reanima-lo são inúteis. Uma vez, que ele permanece quieto, com a boca aberta, respirando com dificuldade. Como se alguma coisa, estivesse-o torturante mentalmente.

-Tony. –Ergo minha mão, mas antes que ela possa chegar ao seu destino, o corpo dele, luz da sala começa a diminuir.

Ah, essa não! Sinto o medo em meu peito crescer exponencialmente. Alguma coisa fina e solida perfura a minha pele, como uma espécie de faca, rasgando o tecido. Pisco algumas vezes, tentando enxergar ou reconhecer talvez, o local que me encontro, existe pouca iluminação no local.

-Você tem certeza disso?-Ouço uma voz grave, masculina, indagar. –E se ela, se rebelar contra nós como o primeiro experimento.

-Ela não fará, temos garantias. –Uma voz, um oitavo menos grave que a primeira, assegura.

“Experimento!” Pisco algumas vezes, agito minha cabeça. Um lampejo, sei exatamente onde estou, deitada em uma mesa de cirurgia feita de mármore. Papai e Mamãe, eles os assassinaram, os Kree.

Uma lágrima escapa, um grito de dor forma-se em minha garganta, mas ele permanece no local, uma vez um tecido sintético impede a passagem dele. O grito de dor, formado pela de grossa agulhas que penetram minha pele exposta.

-Não me toque!-Eu grito, ao sentir uma mão macia sacolejando suavemente o meu ombro. –Vocês os mataram, parem.

-Selene. –Ouço uma voz familiar me chamar, uma voz que eu reconheceria em qualquer lugar do mundo.

Mas, não obedeço a voz, ponho-me a debater-se.

-Selene, amor. Acorde. –Sinto lábios macios e quente depositarem um beijo em minha testa. –Amor, acorde.

Ao abrir os olhos, encontro um par de olhos castanhos preocupados fitando o meu rosto, em seu rosto imperceptíveis vestígios das marcas escuras.

-O que aconteceu? –Eu indago, piscando os olhos, tentando me adaptar com a luz do ambiente.

Movo-me para lado, ao fazê-lo sinto o toque macio do edredom contra a minha pele. Mas, não deveria existir tanta intensidade. Comprimo meus lábios, ao descobrir-me nua. Melhor dizendo estamos nus!

-Acho que você estava tendo um pesadelo. –Stark explica, disseminando-a o curtíssimo espaço, que nos separava. –Não parava de repetir a palavra “Inumanos”.

Meneio a cabeça tentando lembrar alguma coisa, mas tudo o que consigo e ver naquela mesa de mármore, tomada pelo pavor. Busco os olhos de Stark, como uma espécie de objeto mágico capaz de afugentar meus demônios.

Ele me olha em silêncio por um curto período de tempo, em sua face uma expressão serena.

-Vamos tirar isso de você amanhã. –Ele determina, erguendo sua mão e a pousa na minha testa.

Começo a formular algo para pronunciar, mas antes que eu possa falar, qualquer coisa, ele adverte:

-Com uma pequena condição.

-Qual? –Eu pergunto ansiosa.

-Torne-se minha namorada. –Arregalo meus olhos, obrigando-me a acreditar nas que realmente ouvi essas palavras.

Por um breve momento o fito nos olhos, esperando o momento em que Stark rirá, ou pronunciará alguma frase sarcástica, mas como na primeira vez apenas perco o meu tempo. Como o que esperei não acontece, mordo meu lábio inferior fingindo disfarçar meu riso.

-Namorada?-Eu enfatizo a última palavra que ele pronunciou, arqueando minha sobrancelha.

Em resposta, Tony Stark revira os olhos.

-É namorada! Até onde sei somos duas pessoas livres. –Ele insta.

Curvo meus lábios no sorriso mais feliz que eu consigo dar, porque é assim que me sinto feliz.

-Eu aceito. –Eu digo, antes de depositar um selinho em seus lábios.

-Ah Selene. –Ele suspira, pondo uma mecha do meu cabelo solto, atrás da minha orelha. –Você me faz sentir-se tão jovem.

Meus lábios permanecem curvados no sorriso, o encaro quieta em silêncio, apenas comtemplando o castanho dos seus olhos, o tom bronzeado da sua pele, a forma apaixonada como devolve o meu olhar...

-Eu amo você Tony Stark. –Sim, eu também mal acredito nas palavras que acabei de pronunciar, mais é exatamente o que sinto por ele, amor. Desenvolvi amor pelo meu alvo, e sinceramente o que Thanos fará comigo pouco importa. Eu amo Tony Stark, e vou protege-lo e apoia-lo do jeito que for, eu estou pronta.

-Eu amo você, minha Selene. –Ele diz, puxando o meu rosto e deposita um beijo em minha testa.

Ainda sorrindo deposito um beijo em seu peito, onde logo em seguida eu deito minha cabeça, e com o deslizar de suas mãos e sua respiração suave, eu adormeço. Tenho uma noite tranquila sem pesadelos.

Ao abrir meus olhos no dia seguindo, deparo-me com a sua face serena e sua respiração suave, sem querer acordá-lo levanto-me sorrateiramente e concentro meus passos para o banheiro.

Dentro do cômodo encosto-me nos azulejos, fechos meus olhos, meus lábios curvados num sorriso. Sentimentos, por um curto momento, lamento não tê-lo conhecido, é inacreditável as sensações que eles lhe ofertam, como por exemplo, a que nada lhe falta, essas borboletas no estomago... Sacudo a cabeça, cuido disso mais tarde, tenho uma viagem para Viena.

Ligo o chuveiro. Minha mente é invadida por lembranças da noite anterior, quando a agua morna toca minha pele, involuntariamente deslizo minha mão pelo abdômen e paro na entrada do meu sexo.

Um grito de susto forma-se em minha garganta, mas fica preso em virtude do indicador de Tony Stark entre meus lábios. Carinhosamente ele pega minha mão em meu sexo e a leva até os seus lábios.

-Bom Dia, amor. –Ele diz, levando minha mão até a sua masculinidade. Ele está duro feito pedra.

-Bom Dia. –Retribuo, deslizando minha mão pela extensão do seu pênis, seguidamente apoio-a em seu pescoço, e logo ponho a outra.

-Como foi sua noite? –Indaga, após um rápido selinho em meus lábios.

-Sinceramente? –Eu faço uma careta. –Não me lembro de ter vivido outra melhor antes.

-Que bom. –Ele diz, juntando-se á mim no chuveiro. –Porque Natasha Romanoff, a acompanhará até Viena.

Pisco. O que ele acabou de dizer?!


Notas Finais


Pois é, uma última ceninha de amor, porque nos próximos capítulos só sofrimento.
Beijos.


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