História Odds Are Against Us - Capítulo 7


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Categorias Adam Lambert, Tokio Hotel
Personagens Adam Lambert, Bill Kaulitz, Georg Listing, Gustav Schäfer, Personagens Originais, Tom Kaulitz
Tags Adam Lambert, Romance, Tokio Hotel
Exibições 27
Palavras 1.251
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Festa, Romance e Novela, Suspense
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá meus amores!!!
Capítulo quentinho para vocês. Esse está um pouco mais melancólico, então, não deixem de me contar o que acharam dele.
Beijooooos!

Capítulo 7 - Travel


Fanfic / Fanfiction Odds Are Against Us - Capítulo 7 - Travel

BILL P.O.V.

 

Logo após meu encontro nada agradável com Adam e Alex, Devon perguntou se eu gostaria de ir para casa. Eu não estava cansado, do contrário, eu estava com a cabeça a milhão.

Saímos da festa e fomos dar uma volta, conversamos um pouco e logo após isso resolvemos ir para o apartamento do Devon. Quando entramos na porta eu já estava novamente grudado em seus lábios. Meu corpo estremecia a cada toque de suas mãos. Sua língua percorria cada canto da minha boca e logo desci minhas mãos para seu membro. Senti seu corpo estremecer e sorri maliciosamente entre seus lábios.

Naquele momento minha mente estava livre, eu me sentia livre de qualquer culpa que poderia estar sentindo em relação a qualquer coisa.

A respiração de Devon estava ofegante e aquilo me animou a continuar a acariciar seu membro, fazendo movimentos mais intensos. Ele não desviou o olhar de mim um segundo. Parecia convicto do que estávamos fazendo e eu gostava disso. Segurança.

Os lábios dele percorreram toda a extensão do meu pescoço me causando arrepios. Logo, senti o calor e o molhado de sua boca envolverem meu membro. Estava melhor do que antes na sala reservada da boate. Ele parecia estar se sentindo à vontade. Joguei minha cabeça para trás passando minhas mãos sobre seu cabelo enquanto sua língua passeava lentamente sobre meu membro. Eu já não conseguia respirar normalmente.

Eu já estava de costas quando senti Devon me penetrar lentamente. Não segurei um gemido baixo que saiu de meus lábios ao senti-lo dentro de mim. Lentamente ele fazia movimentos para frente e para trás e percebia que minhas mãos estavam agarradas aos lençóis de sua cama. Puta merda, aquilo era tão... gostoso! Eu mal conseguia organizar minha respiração.

Espiei sobre meu ombro e recebi um sorriso malicioso enquanto suas mãos agarravam minhas nádegas. Percebi a diversão no rosto dele e toda vez que eu sentia seu membro cada vez mais fundo dentro de mim eu soltava um gemido. Logo ele fez o mesmo.

Continuei a acariciar meu membro enquanto Devon também se divertia, logo percebi que meu liquido quente escorreu por entre meus dedos e ele acelerou, já estava quase terminando.

Ele caiu sobre a cama e aquilo me fez gargalhar.

- Suas pernas estão tremendo. – eu disse sorrindo debochadamente.

- Isso – ele fez uma pausa e suspirou de olhos fechados – foi muito bom.

- Podemos repetir mais vezes. – eu disse.

- Certamente. – ele riu.

Devon me deixou em casa quando estava quase amanhecendo. Na sala encontrei garrafas de bebidas e um par de sapatos femininos jogados no canto do sofá. Tom também havia se divertido. Não parei para olhar a bagunça, somente subi para tomar um banho e me deitar. Agora sim, eu estava exausto, porém, com uma sensação maravilhosa.

 

****************

 

DIANA P.O.V.

                    

Segunda – feira.

 

- Não tenho certeza se marco a reunião com o pessoal do Tokio Hotel hoje ou somente na semana que vem. – eu disse a Jéssica.

- Você tem que marcar o quanto antes. – ela largou a agenda sobre minha mesa – Estamos cheias de coisas marcadas para a semana seguinte. Sem falar que a Lívia terminou as artes conceituais dos garotos. – ela suspirou – Só falta eles darem sinal verde.

- Tem razão, - olhei pela janela – vou marcar para quinta-feira a tarde.

- Está tudo bem? – seu olhar parecia me interrogar.

Não estava, mas eu não precisava falar sobre isso com ela agora. Eu estava preocupada com o Adam e sentindo uma parcela de culpa pelo acontecido na noite anterior. Ele estava péssimo e combinei de mais tarde passar em seu apartamento para fazermos algo.

- Sim. – menti – Jéssica, você pode ligar para o Tom Kaulitz e combinar um horário com eles para quinta?

- Claro. – ela sorriu maliciosamente – Será um prazer.

Eu ri de sua expressão.

- Olá meninas. – Devon entrou na sala com um sorriso de orelha a orelha.

- O quê? – Jéssica apontou para o relógio – Você aqui antes das dez horas da manhã de uma segunda feira?

- O que tem? – ele perguntou.

- A noite foi boa Devon? – eu perguntei mais por curiosidade.

- Ótima. – ele suspirou.

- Percebesse. – eu disse – Você até está aparentemente mais corado. – brinquei.

- Bill Kaulitz é incrível. – Jéssica disse rindo.

- Shhh – ele colocou o dedo indicador entre os lábios – ninguém tem que saber.

- Todos que estavam na festa perceberam a intimidade de vocês. – Jéssica sentou sobre a mesa.

- Ok, eu sei, mas podemos deixar isso um pouco discreto se não ficarmos comentando toda hora. – ele disse.

- Pessoal, eu tenho que ir. – eu disse pegando o celular e a bolsa – Lívia está esperando para almoçarmos juntas.

- Tudo bem. – ele disseram em coro.

 

TOM P.O.V.

 

A luz ofuscante refletia o rosto de Bill na sala, segurando uma revista enquanto tomava café. Eu conhecia bem aquela expressão. Ele estava crisado com algo, porém, ele escondia isso de mim.

- Você está pensativo desde a festa Bill. – eu disse me sentando ao lado de Pumba.

- Tenho meus motivos Tom. – ele largou a xícara na mesa de centro – Você sabe, não sei porque pergunta.

- Que porcaria Bill – eu disse chateado – quatro anos depois, eu não pensei que ficaria assim quando reencontrasse o Adam.

- Você nunca gostou dele, por que a preocupação?

- Nunca gostei e nunca vou gostar, mas eu me preocupo com você!

- Está tudo bem. – ele se levantou – Eu estou me organizando novamente, só me de um tempo para colocar as ideias no lugar. – ele bufou – Temos o álbum, ele está quase pronto, a gravadora está trabalhando seriamente nisso, vou me distrair logo com outros assuntos e tudo vai ficar ok.

- Tudo bem. – eu disse mesmo sabendo que isso não mudaria nada. Bill era fraco nesse quesito. Adam o deixava fraco.

Fui ao aeroporto levar Gustav e Linda. Eles estavam embarcando para a Alemanha e ele voltaria somente na semana que vem. Logo após o embarque, enquanto caminhava pelo saguão avistei Adam parado em um guichê de venda de passagens. Ele parecia estar segurando uma mala pequena ao seu lado.

Tentei fazer com que ele não me visse. Ele parecia mesmo estar indo viajar, o destino eu não sabia. Mas isso era um bom sinal. Ele queria ficar longe do Bill e aquilo me tirou toneladas das costas. Era melhor assim. Eu queria a felicidade de Bill e ver tudo o que ele passou logo após a separação dele e Adam me fez perceber que algumas pessoas realmente precisam partir de nossas vidas para que tudo fique bem.

Foi pensando nisso que o Bill escreveu Run, Run, Run, uma faixa do nosso novo álbum. Durante a gravação da música no estúdio, percebi que era para o Adam que ele cantava, tão profundamente, com os olhos fechados. Parecia estar lembrando de algo.

Então, se Adam estava dando um tempo, era porque ainda sentia algo pelo Bill, ou porque nunca deixou de sentir. Mas, apesar disso, era melhor que isso. Nem todos os amores foram feitos para durar.

 

ADAM P.O.V.

 

Mensagem de texto para Diana Mitchell:

 

“Querida amiga. Estou dando um tempo de LA. Sei que marcamos de jantar juntos hoje, mas minha cabeça está precisando de um tempinho para se organizar. Estou indo passar uns dias na casa da minha mãe em Las Vegas. Não se preocupe que eu vou voltar. Ok?

Vou mandar contato diariamente. Não fique triste. Logo estarei de volta. Somente sinto que preciso me afastar um pouco.

Amo você.

Beijos, Adam.



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