História O.d.e - Capítulo 38


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Menina 13/ode
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Palavras 3.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Espero que gostem, preparei com todo carinho, o cap ta bem grande pra compensar ne, amo vocês, beijos e boa leitura❤💐👏

Capítulo 38 - Psicopata🔫


 Londres           

1997       

 P.O.V Ana   

 Depois de tanto chorar, eu me dei conta que o melhor a se fazer, era conversar com Laurence e tentar ter contato com a Sky, mesmo que ela nunca soubesse a verdade, eu precisava ao menos conhecer a minha filha, e isso o Laurence não pode me negar, ele sabe o quanto sofri com isso. Sou retirada de meus pensamentos, pela voz de Laurence;

 -Querida, como você está?

 -Como acha que estou?

 Eu estava na sacada, com as mãos na grade de vidro, olhando para o nada, ou melhor em direção ao parque, passei as mãos em meu rosto, para secar qualquer resquício de lagrima que estivesse em meu rosto, apesar de saber que os meus olhos no mínimo estariam inchados.

 -Me perdoe, Ana, eu queria muito que você me entendesse. 

 Fiquei um tempo em silêncio, e vi que não adiantaria discutir com Laurence, realmente não adiantaria nada, me virei para ele dando um suspiro.

 -Eu só quero conhecer a minha filha.

 -Não posso te dar isso..

 -Como assim não pode? Isso é o mínimo que você pode fazer por mim, depois de tudo.

 -ANA, acho que você ta adorando essa situação, mas não esqueça que independente disso, você me traiu, você me traiu Ana!! 

 -Já te perdi perdão por isso Laurence.

 -Tudo bem Ana. Ele falava sarcástico comigo, eu abaixei a cabeça e perdi perdão mais uma vez. 

 -Isso não importa agora Laurence, mesmo sabendo que a Sky é sua filha, você não vai trazê-la de volta?

 -Não posso Ana. 

 -Porque não?? -Eu..eu não sei onde a Sky está..

 -Você foi vê-la, você sabe sim, botou até outro nome nela..L..Luana.. Eu o olhava frustrada. 

-Eu menti Ana, eu menti...mais uma vez..  

-Laurence..o que você ta fazendo comigo? Me conte a verdade por favor...  

-A Sky foi levada para um orfanato, assim que nasceu. 

 -Mas..onde é o orfanato? 

 -No Brasil.. 

 -Lau..Laurence e a criança..a Luana, ela existe? 

 -Sim... 

 Ele abaixou a cabeça e chorou.

 -Como então? Eu estava confusa. 

 -Ela é filha minha e da Cristina.. Senti meu sangue parar de percorrer as minhas veias, no instante em que Laurence pronunciou aquelas palavras.

 -O que? Você ta querendo dizer..que me traiu com a Cristina?

 -Sim Ana, eu te trai com a Cristina, mas saiba que não me orgulho disso, na verdade a Cristina ela me chantageou depois que teve a Luana, ela tenta tirar todo o meu dinheiro, e quando soube que você estava grávida piorou tudo, por isso proibi ela de vim aqui, ela iria te contar tudo e você poderia perder a minha Evy.. 

 -Eu sinceramente não esperava isso Laurence, o meu casamento inteiro foi uma farsa, eu sei que te trai, mas saiba que nesses 4 anos ao seu lado eu me dediquei, me esforcei para te amar, e te amei Laurence, te amei muito, mas quando o Henry reapareceu, não nego que me senti atraída novamente por ele, mas não foi assim Laurence, eu tentei evitá-lo, mas acabou acontecendo e eu também não me orgulho disso, tenha certeza. Senti algumas dores bem fortes. Laurence me carregou até a cama. 

 -Vou ligar pro Médico. Ele entrou em desespero. 

 -Calma..Tá passan..aii 

 -Não Ana, não ta passando, você vai pro hospital.

 -Laurence, está tudo bem, foi apenas umas contrações..normal nesse período tão perto..

 -Tem certeza? 

 -Sim Laurence..pode ficar despreocupado e largar esse celular.                                         ***

 Nesse último mês de gestação, aguardando só a hora da chegada da pequena Evy, Minha vida mudou muito, Laurence estava mais dedicado a família, por incrível que pareça, estávamos agindo como um casal feliz, e realmente eu estava muito feliz, ouvir Laurence conversar com mina barriga dava a sensação de que ele realmente se importava. -Bom dia querida, hoje não vai dar pra ficar em casa, vou na empresa resolver umas papeladas, mas retornarei assim que possível.. 

 -Laurence, eu preciso conversar com você quando chegar.. 

 -Ok, volto o mais rápido possível querida. 

 Ele se aproximou da cama, me deu um beijo na testa e saiu do quarto, fiquei deitada por alguns minutos, passando a mão em minha barriga, não via hora da pequena chegar, mas tinha algo que me afligia, Laurence não me falará se teria chances de achar a minha Sky.. Me levantei, fiz minhas higiene, vesti um vestido folgado confortável, e desci as escadas devagar, afinal aquele barrigão estava pesando.

 -Quer ajuda senhora Ana?             

 -Sim Rose.. 

 Abri um sorriso e ela retribuiu, me ajudando a descer os últimos degraus da escada. -Preparei um café da manhã saudável para a senhora, depois vamos dar um passeio no parque, a senhora fica trancada nessa casa o dia inteiro.. Ela abriu um largo sorriso e eu retribui. Comi as frutas, e o pão integral com um copo de suco de laranja que rose havia feito, peguei meu celular, e nós saímos em direção ao parque, andamos bem devagar, não demorou muito chegamos ao parque e nos sentamos em um banco, perto de uma grande árvore. 

 -Ar fresco.. 

 -Pois é..ar fresco senhora..

 -Esse lugar me traz uma tranqüilidade...

 -Realmente..

 Rose se levantou e foi em casa buscar a água que havia esquecido, eu fiquei sentada no banco do parque, acariciando minha barriga, quando senti uma respiração no meu pescoço.. me virei rapidamente e meus lábios ficaram próximos ao de Henry devido a virada brusca logo me afastei. 

-O que faz aqui? 

 -Estava passando de carro, te vi e vim até aqui, como sei que Laurence proibiu de nos vermos, achei uma ótima oportunidade. 

 -Mas eu não achei, foi bom ficar afastada de você. Não foi certo o que fiz com Laurence.

 -Ana, o que aconteceu com você? O Laurence realmente conseguiu te manipular.. 

 Henry segurou as minhas mãos e me olhou com os olhos frustrados, aquilo partiu meu coração, seus olhos azuis como gelo estavam brilhando, mas era de tristeza. Retirei minhas mãos da de Henry. 

 -Henry, eu e o Laurence estamos felizes, ele soube de tudo, eu contei ele me perdoou, e eu realmente quero ser feliz com o pai da minha filha. Dei uma olhada em volta ao parque, não conseguiria ver a reação de Henry.

 -A..na, eu sei que a Evy tem chances de ser minha filha.. Eu o olhei.

 -Não, não tem Henry, agora vai embora daqui por favor. 

 Ele deixou uma lágrima rolar sobre seu rosto, assentiu com a cabeça e saiu em direção ao seu carro. Eu fiquei em pé olhando ele se afastar e me sentei no banco, e lágrimas invadiram o meu rosto. 

 -Por que? Por que? Eu não mereço ta passando por isso meu deus.. Eu chorava. -Senhora Ana, o que aconteceu? Eu olhei para Rose que estava com a feição desesperada, ela se sentou ao meu lado. 

 -Não foi nada Rose, está tudo bem. Ergui a cabeça, na tentativa de que as lágrimas parassem de cair. 

-Sabe, que hoje é o jantar do senhor Laurence com o Henry, não sabe? Olhei surpresa para Rose. 

 -Não, o Laurence não havia me dito nada.. 

 -Meu deus, então me perdoe senhora Ana.

 -Não rose, está tudo bem, você sabe onde vai ser o jantar?

 -Sim, na sua casa.

 -Lá em casa? Rose assentiu com a cabeça, me deixando surpresa. Por que Laurence não havia me dito nada? 

 -Rose, se não se importa queria muito ir pra casa.. 

 -Claro, senhora Ana, vamos.. Rose me ajudou a andar até em casa, entramos e ela foi para a cozinha, eu subi as escadas e fui para o meu quarto, me sentei na cama, e fitei o criado mudo, fixei meus olhos no porta-retrato que tinha uma foto minha e de Laurence no dia do nosso casamento.

 -Eu nunca pensei que tudo fosse voltar, que o que eu achei que já tinha acabado iria recomeçar, o Henry deveria entender, que realmente o esperei voltar, mas ele não voltou, agora também não faço mais questão de tê-lo em minha vida, não haveria motivos. Ouvi meu celular vibrar, uma mensagem. Á abri.

 “Querida, sei que já deve estar sabendo sobre o jantar, não avisei, por que não queria lhe causar ansiedade, li que faz mal para o bebê, mandei a secretária levar um belo vestido, feito especialmente para você. Irei me atrasar a chegar em casa, então atenda os nossos convidados, eu te amo muito. Com amor, Laurence Lavigne.” 

 Li a mensagem, e não acreditei, o Laurence vai se atrasar, justamente quando sabe sobre o Henry, e o pior que ele vai está aqui em casa,há algo de errado nisso...ou talvez seja paranóia minha, o Laurence pode ter resolvido confiar em mim, o primeiro passo para termos o casamento feliz que sempre sonhamos.

 Sinto o celular vibrar novamente, olho e vejo que chegou outra mensagem.

 “Ana, eu nunca pensei ouvir aquelas palavras que me dissera, imaginei que fosse gostar, não acredito que o nosso amor se desfez em apenas um mês sem nos vermos, não acredito que parara de me amar, imaginei que no instante em que me visse, iria me dar um abraço e dizer o quanto sentiu minha falta, imaginei que poderia me contar sobre a nossa filha, porém vejo que enquanto eu alimentava o nosso amor, enquanto estávamos afastados, você o jogou fora, me desculpe Ana se á magoei, minha intenção nunca fora essa, e mesmo com o que aconteceu, continuo te amando, pois preciso te contar o real motivo de eu não ter voltado. Com muito amor, Henry Bluun."

Eu chorei ao ler aquelas palavras, eu chorei por amor e por raiva de mim, como ? como eu poderia mesmo com isso tudo amar outro homem, como? Eu me sentia uma inútil, porém Henry me intrigou ao mencionar a palavra Nossa filha, eu o disse que a Evy não é filha dele!! Mas e isso do real motivo, o que será, será que esse real motivo me fará o amar mais ou ficar com raiva por ele não ter voltado? Sinceramente aqueles pensamentos me torturavam, tomei um banho e dormir.                                  *** Acordei, fitei o despertador e eram 19H02 O jantar seria ÁS 20h, levantei-me, olhei para a cama e vi um vestido preto muito bonito, com um laço de cetim azul na cintura, ele era rodado, entendi que foi o que Laurence havia mencionado. Fui para o banheiro, me despi e entrei na água morna da banheira, fiquei lá por 15 minutos, saí me enrolei numa toalha branca e peguei uma roupa de baixo qualquer, vesti o vestido e me olhei no espelho, realmente o vestido era lindo, meu barrigão ficou bem bonito nele, fiz uma make leve, botei um batom vinho, e uma sandália rasteira, pois não podia usar salto né. Desci ás escadas, e ainda não havia dado o horário de o Henry e a Cristina chegarem, porém ouço a campainha tocar e vejo rose passar para atender, faço sinal para ela e eu mesma vou. Abro a porta e dou de cara com Henry. 

 -Me desculpe, vim mais cedo, mas não me importo de esperar, e eu preciso conversar com você Ana. 

 Ele falou aquelas palavras muito rápido, parecia nervoso, pedi para que  entrasse. 

 -O Laurence irá se atrasar, então vamos ao jardim dos fundos e conversaremos. 

 -Ok, 

 Fiz sinal para que ele me seguisse e assim ele o fez. Nos sentamos na mesa que fica de frente as rosas belas que pedi ao jardineiro que cultivasse.

 -Henry, primeiramente, já te disse que a Evy não é sua filha, e segundamente, eu não deixei de te amar, estaria mentindo para mim mesma se dissesse isso, mas eu quero lutar pelo meu casamento, o Laurence não merece...talvez mereça, mas eu não quero mais o trair, não quero fazê-lo sofrer.

 -Ana, tudo bem, eu entendo você, eu á amo. Minhas mãos estavam sobre a mesa e Henry acariciou uma das.

 -Henry..você mencionou algo do real motivo de não ter voltado..de ter me feito ficar com falsas esperanças. 

 -Ana, sabe que á amo e se não voltei é por que houve motivos, quando consegui o emprego em Londres me estabilizei, resolvi ligar para a sua mãe para falar com você, e ela me disse que você já iria noivar e que não gostava nem mais um pouco de mim, que estava apaixonada por um homem de posses, e esse homem era o Laurence, eu conheci o Laurence na empresa em que comecei a trabalhar, logo quando cheguei na empresa eu e ele viramos amigos, eu falava de você para ele, falava que assim que estivesse bem eu iria te buscar e nos casaríamos, ele me apoiava dizia que isso era o certo a se fazer.

 -Mas isso foi depois de muito tempo Henry, sua ligação foi quando já ia noivar, quanto tempo depois né. 

 -Aí que entra o motivo, nesse tempo que não mandei noticias, eu pedi para o Laurence levar umas cartas minhas para você, falando tudo que se passara, mas ai foi quando ele se encantou por você Ana, foi quando ele falou pra sua mãe que ao invés de ser um empregado como eu, ele era acionista, e sempre estava comprando mais e mais ações, o Laurence começou a me evitar e quando perguntava sobre as cartas se ele havia entregado, ele fugia do assunto. Ana acha que ele apareceu do nada, caiu do céu? E foi logo pro interior de Londres onde você morava? Seus pais disseram que era amigo de um primo seu, eu sei sobre tudo, então quando descobri naquela ligação, depois que sua mãe falou, eu procurei o Laurence e soquei a cara dele, e disse que independente de ter casamento, você sempre iria carregar uma coisa que só pertencia a mim e a você.

 -Henry...o Laurence não pode ter feito isso comigo..como ele teve coragem? Ele interpretou o que você falou errado Henry, pois dois anos depois eu engravidei e perdi o bebê, mas ele me contou que na verdade ele mandou o bebê pro orfanato no Brasil, que eu não havia perdido bebê algum, ele achou que deveria ta tendo um caso com você e o bebê representaria isso, e não o nosso amor.. Eu estava abismada.. 

 -Ana, esse é o real motivo e não aquele que as pessoas disseram que a Cristina havia me obrigado a casar com ela. 

 -Henry minha mente está bagunçada, mas falando na Cristina cadê ela?

 -Está vindo. Mas e a criança Ana, não vai lutar para tê-la de volta? O Laurence é um psicopata doentio.. 

 -Eu quero ter a Sky de volta, porém não sei como, o Laurence se nega a me dar informações e eu tenho medo dele, pois ele é agressivo algumas vezes. 

 Henry se levantou e eu também, ele me abraçou e me olhou nos olhos.

 -Eu te amo Ana, eu te amo mais que tudo nessa vida. 

 -Nós te amamos Henry, nós te amamos. 

 Henry me afastou e abriu um sorriso, passando a mão na minha barriga por cima do vestido. Ele se abaixou ficando na direção da minha barriga. -

Papai ama você e sempre amará, independente do que aconteça. Ele se levantou e segurou minhas mãos.

 - Eu te amo, sempre será meu único amor.

 -Eu também te amo.. Henry me abraçou num abraçou apertado e profundo.

 -Posso saber o que está acontecendo aqui? Ouvimos a voz de Laurence e logo nos afastamos. -H..Henry estava me parabenizando pela nossa filha meu amor. Corri até Laurence, depositando lhe um beijo na bochecha.

 -Ah, muito obrigado, Henry, seremos muito felizes, vamos jantar?

 -Claro meu amor. Nós três entramos e Cristina já estava á espera, nos sentamos na mesa de jantar e comemos.

 -Que tal irmos ao parque? Eu dei a idéia e Laurence me olhou desconfiado.

 -Iremos sim Ana.. Laurence sorriu e se levantou da mesa. 

 - Vou ao escritório buscar algo e já vou com vocês. 

 -A gente espera.

 -Ok.

 Laurence demorou uns 5 minutos, e saiu do escritório com sua maleta em mãos e falando ao telefone, desligou e virou se para mim.

 -Ana infelizmente, não poderei te acompanhar ao parque, tenho que voltar a empresa agora. 

 -Aconteceu algo grave Laurence?

 -Não henry, mas precisam de mim. Laurence me deu um beijo e saiu apressado. 

-Então vamos só nós..

 Cristina pegou na mão de Henry e fomos andando aqueles poucos metros até o parque, chegou lá fiz sinal para que Rose distraísse Cristina, corri com Henry até atrás de uma arvore e ele me beijou, nos beijamos como nunca antes, como se fossemos um casal de verdade, digo sem aquela situação. 

 -Eu te amo, eu te amo muito. Ele me beijou novamente após eu dizer aquelas palavras. 

 -Eu te amo muito mais Ana. Henry segurava meu rosto em forma desesperada e apaixonada. 

 -Vamos fugir Ana..vamos fugir, e seremos felizes longe daqui, eu você e nossa filha. 

 -Vamos Henry, eu aceito o que não posso é viver mais longe de você. Beijei ele de forma apaixonada e ele retribuiu.

 -Eu vou levar a Cristina de volta para casa e digo que vou para a empresa, me espere aqui no parque, eu vou voltar Ana arrume suas coisas, voltarei e iremos fugir, pra longe daqui.

Ele me beijou uma última vez e foi para perto de Cristina, eu fiquei na árvore por um tempo. Logo depois saí. Enfim, Henry foi embora com Cristina, arrastei rose até o quarto e arrumei minhas malas..

 -Isso parece loucura Senhora Ana.. 

 -Rose eu amo o Henry, e vou fazer isso. 

 -Mas Senhora Ana, a senhora pode entrar em trabalho de parto a qualquer momento.. 

 -Calma Rose, o Henry sabe realizar partos, sobre isso fique tranqüila, eu só preciso viver o amor de verdade Rose, o amor que sempre me neguei.

 -Se faz a senhora feliz, tudo bem. Rose me abraçou e eu desci as escadas, fui para o parque, já eram 00h00, fiquei sentada no banco esperando, Rose insistiu em ir comigo. Então estava sentada ao meu lado. Já eram 02h00 e o Henry não havia aparecido. Começei a ficar desnorteada, ele mentiu de novo, mas ainda sim estava com esperança, quando ouço uma voz. 

 -Rose me dê licença para conversar com a minha esposa por favor. 

 Laurence disse frio e com muita raiva. Eu senti calafrios percorrer todo o meu corpo. 

 -Querida.. Ele segurou o meu braço bem forte, apertando de maneira bruta.

 Eu estava com lágrimas nos olhos. 

 -Ele não vai voltar.. 

 Ele disse friamente me olhando nos olhos.

 -Como você sabe?

 -Ele está morto, querida..   


Notas Finais


Espero que tenham gostado, hihi, e até o próximo❤😞💐


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