História Odeio Amar você - Capítulo 17


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Palavras 1.115
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 17 - :::.Voltando a realidade!.:::


Fanfic / Fanfiction Odeio Amar você - Capítulo 17 - :::.Voltando a realidade!.:::

° Lilly P. O. V °

 

      O dia amanheceu rapidamente, abri os olhos com muito custo, eu queria me afogar em sono para não ter que aceitar que agora, definitivamente, eu o havia perdido. Emanuel agora não lembraria nem que eu existo. Na noite anterior, depois de todos os beijos que ele deu com Joyce na minha frente, me deixou bem claro isso.

 

      Já Eduardo estava dormindo, todo tordo, sentado na cadeira ao lado da minha cama, já que só Emanuel havia levado alta, sorri ao ver o quanto ele se importava comigo. Alguém bateu levemente na porta do quarto o fazendo levantar todo desesperado.

 

- Calmo amor, está tudo bem. - Eu disse tentando acalmá-lo, ele sorriu cheio de sono e foi abrir a porta.

- Bom dia. - O doutor disse e eu me sentei na cama, e sorri como resposta.

- Bom dia. – Respondeu Eduardo, sorrindo.

- Bom, olhei seus exames e está tudo bem com a senhorita, sua mãe está assinando uns papéis lá fora, mas você já está liberada para ir pra casa.

- Sério doutor? - Eu disse abrindo um sorriso contagiante, ele concordou com a cabeça e se retirou.

Levantei da cama me sentindo renovada, prendi meu cabelo em um coque todo mal feito e abracei Eduardo.

- Obrigada por passar a noite aqui comigo. _Falei sorrindo de orelha a orelha. Como era difícil olhá-lo depois de tudo o que aconteceu.

- Obrigada por ter voltado bem, me dando oportunidade de passar outras, milhões de noite com você. - Me senti corar e o beijei levemente. Novamente alguém bateu na porta, virei o rosto para ver quem era.

- Estou atrapalhando algo? - Mamãe disse entrando no quarto.

- De jeito nenhum. - Me afastei de Eduardo e corri para abraçá-la.

- Você quase me matou do coração, Lidiane. - Ela já foi logo me dando esporro.

- Eu sei mãe, desculpe. _Falei. Fazendo bico.

- O que importa é que você e seu amigo estão bem. - Ela afagou meus cabelos - Bem, vamos pra casa? Carona, Eduardo? _Elsa falsa olhando até ele.

- Não senhora, estou de carro. Mas, se não se incomodar, eu posso levá-la para casa. _Ele e da um sorriso pra mim.

- Não, tudo bem, mas não demore, ela precisa descansar. - Ela beijou minha testa. - Ah filha, uma carta do seu pai pra você. - Ela abriu a bolsa e retirou um envelope de lá, o peguei e sorri.

 

      Assim que mamãe saiu, juntei todas as minhas coisas e Eduardo as levou até o carro para mim. Alívio.  Era o que eu estava sentindo por estar indo para casa, depois de todo esse tempo longe. Peguei a carta que meu pai havia me mandado, Eduardo me olhou de rabo de olho, mas continuou a dirigir. Ele sabia o quando eu sentia falta do meu pai, o quanto dois anos longe dele estavam me afetando, o quanto a separação dos meus pais me machucava. Abri a carta para acabar logo com isso.

 

Novembro 9

 

Lidiane,

Eu estou completamente preocupado com você, sua mãe me avisou o que aconteceu e eu não consegui pregar os olhos. Minha vontade é de viajar até ai, e te buscar para morar comigo, você iria adorar Los Angeles. . Fico feliz e aliviado em saber que você está bem, e seu amigo também... Grande garoto, e salvou sua vida, quero conhecê-lo. Mas diga a ele que sou eternamente grato por isso. Eu já estava com a passagem em mãos para ir te ver, desculpe não ter ido, logo no dia em que você sumiu, eu tentei, mas você sabe como as coisas andam corridas. Só não esquece que eu te amo, e pense com carinho na minha proposta.

 

Beijos, papai.

 

      Dobrei o papel e o guardei no bolso, olhei Eduardo e ele continuava dirigindo como se nada tivesse acontecido, fitei a rua e o olhei novamente.

 

- Não vai me perguntar? - eu disse o fazendo virar o rosto para mim.

- Se você quiser me contar, se não..._O cortei.

- Ele me chamou para morar com ele em Los Angeles. - Eu disse. Sua expressão mudou completamente, ele encostou o carro e me fitou.

- E você? - Ele me olhou como se suplicasse para que eu nem pensasse nisso, e foi o que eu fiz.

- Eu não cheguei nem a pensar nessa possibilidade, minha vida está aqui - Eu disse passando a mão levemente sobre seu rosto, ele sorriu aliviado e me beijou.

- Bom, eu sei que eu tenho que te levar pra casa, mas quero te mostrar uma coisa. - Ele disse enrolando os dedos nas postas do meu cabelo, fazendo cachinhos nos mesmo.

- Não tem problema, sem pressa. - Sorri. Ele ligou a carro novamente e seguimos na direção de sua casa, ele estacionou o carro em frente a grande casa branca e abriu a porta para que eu descesse.

Caminhamos de mãos dadas até entramos na casa. Eduardo abriu a porta para que eu pudesse entrar e me abraçou por trás assim que entrei no lugar.

- SURPRESA! - Todos gritaram em uníssono, eu teria caído de tanto susto se não fosse Eduardo me segurar. A casa estava toda enfeitada, e um grande cartaz preso na sala dizia: Seja bem vinda. A mesa posta perto da escada estava cheia de doces, e logo uma música começou a tocar. Rowan, Flávia, Fernanda e todos os garotos vieram me abraçar.

- Surpresa. - Eduardo sussurrou no meu ouvido.

- Amor, você devia ter me contado, olha meu estado. - Eu disse.

- Está linda, amiga - Rowan me abraçou novamente.

- Obrigada, isso que está lindo. - Eu disse contente com a surpresa. Sem poder evitar, lancei o olhar mais para dentro do lugar a procura de uma única pessoa, e ele estava ali, sentado no sofá com um copo em mãos, sua expressão estava vazia, e eu daria tudo para descobrir o que estava pensando.

- Então vamos beber! - Gritou Matheus me animando ainda mais. - Menos você, é claro! - Ele me olhou e riu.

- Maldade isso, hein?! - Retruquei e todos riram.

- Vou tomar banho, já desço se cuida por mim! - Eduardo sorriu, dando-me um selinho antes de subir rapidamente. Sem que eu pudesse perceber, já estava indo na direção do sofá, eu não tinha tido tempo de falar com Emanuel e, apesar de todas as minhas mágoas, eu queria agradecer a ele por te salvado a minha vida, mesmo que a mesma tenha acabado no mesmo dia pela manhã. Logo, eu que tinha tanto medo de me machucar, cai na do amor! 



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