História Ódio?a primeira vista. - Capítulo 12


Escrita por: ~

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Palavras 1.164
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Comentem! Serio, é importante.

Capítulo 12 - Lembrança


Fanfic / Fanfiction Ódio?a primeira vista. - Capítulo 12 - Lembrança

Isabel encarava a grande janela em seu lado. Olhava a boate que havia na frente, luzes roxas com vermelho se destacando, varias pessoas entrando sóbrias e saindo bêbadas.

- Posso anotar seu pedido? - O garçon chamou sua atenção.

- Não. Estou esperando uma pessoa. - respondeu gentilmente.

- Sra. Bane! - A voz era conhecida. - Você veio! - Rafael se aproximou. Isabel sorrio e fez feição para que ele se sentasse.

- Ola Rafael! Como você vai?

- Com uns dilemas.. - Respondeu, pensando em Simon. - Mas e a senhora? Faz tempo que não te vejo.

- Senhora a puta que pariu! - Rebateu Isabel. - Tenho nome. - riu ao ver a cara desamparada de Rafael. - Mas eu estou bem.. Na verdade acho que meu sobrinho vai me dar um bolo.

- Não acho que ele seja assim.. - Rafael enxergou Magnus vindo, ajeitando sua gravata e limpando algo em seu blazer. - Eu falei! Bom jantar.. - Se levantou, comprimento Magnus e saiu.

- Desculpa o atraso. - Magnus disse simplesmente e se sentou. - O caso de hoje deu mais trabalho do que deveria..

- Está tudo bem.. - Isabel disse docemente. Ela ouviu um barulho alto vindo da mesa do lado, notará que havia uma criança de mais ou menos 7 anos, derrubando um prato com lasanha na mesa. - Você era tão fofo quando criança.

- Está dizendo que não sou mais fofo?

- Você entendeu.. Sinto falta de crianças..

- Espere um de Clarissa então, por que de mim.. - Magnus respondeu seco.

- Cade o de olhos azuis? - Perguntou como quem não quer nada.

- Ah.. Ele não pode vir..

- Posso anotar o pedido? - o mesmo garçon de antes chamava a atenção novamente.

...................

Flash back; 40 minutos atrás..

Magnus encarou a porta dos Lightwoods, imaginando o que pensariam.. Afinal não é todo dia que Alec recebia visita do sócio de seu pai.

Mas deu de ombros e apertou a campainha. Esperou uns segundos para que atendessem mas logo se arrependeu e deu as costas para sair.

- Magnus? - Alec chamou ao abrir a porta.

Magnus suspirou, fechou o punho e virou com um sorriso fraco no rosto.

- Alexander.. Há, eu vim ver a Clarissa.. - Explicou rapidamente. Era mentira mas quem notaria. - Ela está?

- Na verdade não. - respondeu fechando a porta atrás de si. - Ela saiu com Simon.. E eu meio que fiquei sozinho, pois a família perfeita saiu pra jantar.

- Por que você não foi?

- Por que.. Você não quer entrar?

- Não. - Foi rude. - Estou atrasado para o jantar com a minha tia.. - Respirou fundo e quando iria tomar coragem de falar, Alec o interrompeu.

- Eu tenho que entrar, está frio.

Magnus notou que Alec estava chateado com algo. Queria tanto reconforta-lo e perguntar oque o aflige, mas não podia, não agora. Tinha um jantar a ir... Mas foda-se. 

- Eu estou com sede.. Tem água? - perguntou com um sorriso sacana. Alec por outro lado, sorrio de canto.

- Acho que sim, não costumamos passar cede. - Brincou. Abriu a porta e deu espaço para que Magnus entrasse.

A casa estava silenciosa de mais. Isso encomodava ambos. Magnus foi em direção a cozinha e esperou Alec o seguir.

- Tem água potável na geladeira. - Avisou. Estava encostado na porta, só de olho em Magnus e sua sede repentina.

- Sabe.. Acho que passou a sede. - Magnus agora sorria maliciosamente. Caminhou em passos pequenos até Alec.

- Hum.. Assim do nada? - Fingiu inocência.

- Talvez...

E Magnus o puxou para um beijo nada calmo. Nada mesmo!

Suas mãos passeavam pelas costas dos 'de olhos azuis', o mesmo tinha sua lingua sugada e foi empurrado contra a parede.

Alec passava suas mãos no abdômen definido de Magnus com seus dedos gelados, fazendo Magnus arrepiar.

Quando o blazer de Magnus iria ser jogado, o telefone dele tocou. O som do inferno, agora se chamava.

- Desculpe.. É minha tia. - respondeu mesmo sem olhar o telefone. - Estou atrasado.

- Está tudo bem.. - Alec respondeu ainda sem folego. - Vou abrir a porta. - Se soltou de Magnus e foi em direção a porta.

-Alec! - Quem estava sendo chamado virou rapidamente.

- Oi.

- Você não quer.. - Deu uma pausa. - Me pagar uma água outro dia?

- Seria otimo. - Falou rindo.

Off

...........................

A noite era fria. Mas linda.

Simon caminhava de mãos dadas com Clary pelo belo Park que ali tinha. As pessoas passavam e imaginavam o belo casal que formavam. Pena que eles não achavam o mesmo.

- Clary, sei que é algo pessoal.. - Começou. Chamando a atenção total da ruiva. - Mas por que você não fala com a sua tia? - Clary largou sua mão rapidamente e se sentou no banco em sua frente. - Desculpe, eu não..

- Está tudo bem.. Confio em você..

.....................

A lagosta estava ótima no ponto de vista dos Banes. Sorriam como se o passado não existisse de forma alguma.

Conversa vai, conversa vem, mas sabiam que teriam que tocar no assunto.

- Clary não vai voltar?

- Você não deve culpa-la..

- Mas já faz tanto tempo.

- Como se isso mudasse algo. - Magnus deu de ombros.

..............

- Eu tinha 9 anos.. - Começou. Simon já estava em seu lado, segurando sua mão. - Minha mãe disse que seria legal passar um tempo na casa de Isabel. Então eu fui. Ela tinha.. Tem um marido, lindo devo acrescentar. - Riu consigo mesma. - Eu tinha um quarto só meu, tinha até as mesmas estrelas que tem em seu quarto... Magnus falou que iria sair com a minha tia e me deixou com ele...- Simon já havia deduzido o resto da historia, mas decidiu ouvi-la. - Ele parecia tão legal, disse que no meu quarto havia uma surpresa... - Clary deixou uma lagrima cair ao lembrar.

- Vem cá.. - Simon colocou seus braços em volta de Clary. - Não precisa terminar..

- Ele tirou a roupa.. - Limpou as outras lágrimas que desciam. - Foi horrível! Foi brutal.. Minha tia mandou eu ficar quieta. E eu fiquei! - Gritou. - Como pude ter sido tão burra.. - Disse em um sussurro. E então o choro veio.

- Você é a menina mais inteligente que eu conheço. Eu te amo e estou aqui para o que der e vier.

Clary nada disse, nem conseguia.

.........................

O mundo só não é mais bonito que a bondade que vive nele.. Se houver alguma.

Desde quando o mundo virou brutalidade, morte e estrupo?

Era pra vivermos em paz. Cada um com a sua felicidade e talvez - duvido muito que se todos vivêssemos em paz - tristeza.

Beije quem quiser! Transe com quem quiser! Seja quem quiser! Pau no cu da sociedade que enxerga errado mas não assume.

Quando o mundo acabar, verei na primeira fila. 


Notas Finais


Desculpa se o capítulo não ficou bom..


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