História Ódios opostos! - Capítulo 7


Escrita por: ~ e ~light-hig

Postado
Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 17
Palavras 580
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Canibalismo, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Maldição


   Zebek estava morta em meus braços, mas ainda sim pude sentir seu espírito deixando seu corpo. E logo sinto algo queimando em minha mão, deixando assim uma marca na parte de cima ficando visível aos olhos de qualquer um. Não entendia o que era aquela marca, mas decidir não pensar muito naquilo e me concentrar em outras coisas.

Então eu levantei e cavei uma enorme cratera para fazer ali um leito de morte para Zebek. Enquanto isso Levi já estava despertando. Então o peço para me ajudar a colocar Zebek na cratera e nós dois a enterramos deixando assim uma flor para demostrar nosso ( para falar a verdade o meu) arrependimento.

Então seguimos caminho para encontrar a saída daquela maldita floresta. Até que duas horas depois de uma cansativa caminhada conseguimos encontrar uma estrada, então concluímos assim que conseguimos.

- Obrigada! Mas já posso seguir sozinha. – Falei colocando meu capuz e seguindo meu caminho, o deixando me observando lá trás.

Estava em uma distância mínima de dez passos de Levi quando sinto a marca queimar como ferro quente em minha pele. E ouço Levi urrar de dor atrás de mim. Então recuo para trás me aproximando dele, até que vejo que ele tem uma marca igual a minha na mão.

- Não acredito que ela fez isso! – Ele disse me olhando. – Logo agora que eu consegui finalmente me livrar de você!

- Do que você está falando, quem fez o que?- perguntei confusa e ainda atordoada com a dor.

- Isso é uma marca de uma maldição antiga, que poucos sabem hoje em dia, ela serve para unir duas pessoas, e raramente pode ser quebrada. – Ele falou alisando a mão.

- Não, não. Eu não posso te levar comigo. Eu não quero, você me irrita. Como ela pode fazer isso depois de tudo. E o pior é que ela não pode mais desfazer. Arg! – bufei de raiva.

Não o queria perto de mim, estava acostumada com a solidão, mas infelizmente não podia fazer mais nada além de aguenta-lo. Mas se ele acha que vou desistir está muito enganado vou procurar alguém que entenda de feitiços e o farei desfazer a maldição.

Então seguimos caminho a procura da cidade mais próxima, e não trocamos nenhuma palavra, não conseguia tirar as palavras de Zebek da cabeça. “Quem já sabia da minha existência?” “ Porque eu deveria tomar cuidado” “O que eu sou?”

Fui tirada dos meus devaneios com Levi que me perguntou alguma coisa que eu realmente não entendi.

- O que você falou? – Perguntei.

- Se aqui está bom para você? – Ele respondeu.

- Como assim? – perguntei.

- É que já está anoitecendo, precisamos acampar. Não seria uma boa ideia viajarmos a noite. – Ele falou já jogando sua mochila no chão e indo procurar lenha, porque a noite era muito fria.

 Então eu abrir minha mochila e peguei um lençol que o trazia comigo desde que perdi minha mãe. E o abrir no chão e sentei em cima. Logo Levi voltou com lenhas e um animal morto, parecia um esquilo, ele fez uma fogueira e nós dois comemos o esquilo assado. Ainda sobrou alguns pães da última cidade em que eu estive e os peguei e dividir para nós dois e comemos como acompanhamento. Mesmo não gostando dele, eu não podia nega-lo um pão já que ele trouxe um esquilo para nós dois, depois que comemos me deitei no lençol e adormeci esperando que o amanhã fosse melhor que hoje.



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