História OffspringTale - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Undertale
Personagens Chara, Flowey, Napstablook, Personagens Originais, W. D. Gaster
Tags Alphyne, Alphyster, Asgoriel, Frans, Papyton, Undertale
Visualizações 7
Palavras 1.716
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Científica, Magia, Romance e Novela, Survival, Universo Alternativo
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Essa AU é de minha Autoria, não aceito Plágio, Obrigada ^^


Meu Deviant nas notas finais

Capítulo 1 - Ruinas


Fanfic / Fanfiction OffspringTale - Capítulo 1 - Ruinas

[ P.V ???]

 

- Levante garota, você não deve morrer agora... – Dizia uma voz no fundo do meu consciente, sua voz era rouca e falhada.

 

“Tenha DETERMINAÇÃO”

 

Abro os olhos rapidamente com essas duas palavras que ecoavam em minha mente. Minha cabeça dói, não consigo me lembrar de nada. Olho para cima e vejo uma abertura no teto.

“é muito alto, será que cair de lá?” Pensei. Olhei pra baixo – estou sentada- e vejo como estou, usando um suéter amarelo com uma listra cinza, uma calça marrom e uma sapatilha preta empoeirada.

 

- Levante garota – Me assustei com a frase que ouvir em minha mente ser dita por alguém, olhei em volta e não via ninguém. – aqui em baixo, não sou tão pequeno assim. – resmunga

Olhei para baixo automaticamente e vi notei uma flor dourada que se destacava nas flores brancas e rosas em que eu estava sentada, essa flor esta em um vaso marrom claro com as bordas marrom escuro.

- Uma Flor?

- O que mais seria – Diz a florzinha como se fosse algo normal, sobressaltei pra trás, não é todo dia que vemos uma flor que fala. – Não precisa se assustar garotinha.

- Q-quem é você? – Digo com receio.

- Eu sou Flowey, Flowey a flor. Quem é você?

- E-Eu não lembro. – Sussurro choramingando.

- Você deve ter batido a cabeça na queda, que pena – Diz com um pouco de sarcasmo.

 

- FLOOOWEEYYYY! – Ouço um grito vindo de uma porta alta, de lá surgi uma cabra meio alta, ela usava uma Túnica verde claro e verde escuro, com um símbolo estranho no centro  – Há te achei seu danado. – Ela vem em nossa direção, mas logo para olhando pra mim de forma assustada. – U-um.. Um humano... Depois de tanto tempo... – Ela fica parada no mesmo lugar durante um tempo, até começar a caminhar em nossa direção, comecei a suar frio, talvez ela seja do mal? – Não tema Humano, não vou te machucar. – Ela pega Flowey. – Deve estar cansada, qual seu nome?

- Ela não sabe nem que dia é hoje – Brinca flowey. – Ela caiu de cabeça.

- Oh, lamento. – Dizia enquanto me ajudava a levantar. – Posso te chamar de Sacha? você tem cara de Sacha. – Diz sorridente.

- Que nome tão.... aleatório.. – Resmunga Flowey.

- Fica calado, ninguém pediu sua opinião. – Flowey se cala, mas não fica com uma cara muito boa. – Venha Garota, te ajudarei nas ruinas. – Fico feliz, mas vejo Flowey soltar uma risadinha sarcástica.

Ela segura minha mão, sua pata é fofa como uma flor. Sua outra pata segurava firmemente o vaso de Flowey.

- Oh, que mal educada eu sou, meu nome é Agatha, a nova guardiã das Ruinas.

- “Nova”? – Ao dizer isso, logo ela para de andar.

- E-Eu disse nova? – Se pudesse ver sua pele nesse momento, com certeza estaria pálida. Suava frio com o olhar baixo com uma expressão triste, Flowey não estava muito atrás – V-Você deve ter se confundido, vamos seguir em frente. – voltamos a caminhar, passando por uma larga porta com o mesmo símbolo que esta estampada na túnica de Agatha. Decidi ficar quieta sobre o assunto.

Passamos por um corredor verde, porém a parede incialmente era roxa, porque dá pra ver algumas falhas na pintura, claramente foi pintado as pressas.

Chegamos numa sala onde havia uma sala com duas escadas que levava ao mesmo local – outra porta larga, entre as escadas havia uma cama de flores vermelhas e uma estrela apagada.

- Isso era para ser save points, mas elas não ascendem há 12 anos. – Flowey explica com sua expressão calma, mas com um tom sério – Tente não morrer criança ingênua.

“Morrer?”

Subimos uma das escadas e passamos por vários pluzzes, muitos já estavam liberados, e outros quebrados. Chegamos num corredor cheio de armadilhas pontiagudas, Agatha andava distraída e quando ela ia pisar em uma das armadilhas...

- AGATHA!! – Flowey usou suas vinhas para segura o corpo de Agatha, a mesma se assustou ao notar onde pisaria. – Sua retardada, quer morrer?

- Eu não vi seu boboca. – Dizia ainda em choque. – Elas estavam desarmadas na ultima vez que passamos por aqui.

- Eu sei! – Dizia como se fosse o Obvio. – Alguém deve ter as rearmado.

Senti como se eu estivesse sendo observada, olhei para trás e não vi nada, apenas o escuro do horizonte do corredor verde/roxo.

Flowey esticou uma de suas vinhas na direção de uma das armadilhas que com a aproximação, logo abaixou seus espinhos, e assim foi seguindo alguns metros de armadilhas até chegarmos no final do corredor.

Entramos em outro corredor, na verdade só eu, os dois correram e mandaram seguir o resto do caminho sozinha.  O corredor dar bastante medo, o verde escuro das paredes faz o local ser meio escuro, além de alguns froggrit me observarem de longe. Corri em desespero na direção onde os dois foram, eu queria chorar, como... se eu já tivesse passado por um momento assim.  Quando eu ia passar pela porta no fim do corredor onde fica um pilar, saiu Agatha juntamente com Flowey em seu vaso.

- Me desculpe garota, não queria fazer isso com você. Vejo que não consegue ficar sozinha, infelizmente... – Agatha fica pensativa. – Terei que resolver algumas coisas, você pode ficar com meu irmão. – Flowey a fuzila com seus olhinhos negros, espera... “irmão”? como uma Flor pode ser irmão de uma cabrinha? Bem... eu acho que é uma cabra...

- Irmão? – Pergunto, eles logo me olham confusos. – Vocês não se parecem nem um pouco.

- é uma loooonga história. – Flowey insinua um bocejo.

Ela me entrega o vaso de Flowey, é um pouco pesado por conta da quantidade de terra, eu insinuo derruba-lo até Agatha segura-lo de volta.

- Oh, é meio pesado para você.. Flowey, você consegue ir sem seu vaso? – Agatha faz cara de cãozinho pidão e a Flor em seu colo bufa.

- Ta, só porque você é minha irmã... – Flowey sai de seu vaso e “salta” com ajuda de suas vinhas em meu braço, me assusto pelo ato, mas logo volto ao meu estado normal.

- Pegue esse celular era de minha irm-- - Agatha se cala rapidamente. – e-era meu, mas tem outro em minha casa no fim das ruínas. Qualquer problema ou dúvida só me ligar ou pergunta ao Flowerzinho – A Flor resmunga do apelido, solto uma risadinha.

Agatha sai em disparada para sua casa sei lá onde. Volto a caminha em direção ao caminho em que Agatha percorreu. Flowey ficou calado, me ajudando de vez em quando com alguns monstros, me alertando varias e varias vezes para eu não os atacar.

*Tlim Tlim*

Celular começou a tocar, é Agatha, atendi rapidamente.

- Olá humana Sacha, eu queria saber se você come Torta de lesma.

- Que direta! – Flowey gargalha.

- É-é melhor não.. – Tento ser simpática.

- há, vai! Você nem sentirá o gosto. – Cantarola a cabrinha.

- O-okay, vou provar.

- Isso ai – Disse animada e desligando a chamada.

 

- Você terá uma infecção intestinal grave – Diz flowey rindo baixo.

- Não deve ser tão ruim... Talvez...

 

[ Corte de tempo ]

 

Chegamos em uma porta onde havia uma bandeira verde com o símbolo de antes, Parei de caminhar para analisar, é um estilo de “S” com duas esferas em cada ponta desse “S”. Flowey logo questiona o motivo de eu ter parado.

- Que símbolo é esse? – Aponto pra bandeira.

- Há, esse? É o Símbolo da Descendência. Ele substituiu o Brasão do Subsolo.

- Porque foi substituído?

- Para não lembrarmos do nosso passado... – Sussurra Flowey quase indecifrável.

- Oque disse?

- N-Nada – Logo muda de expressão. – Eu mesmo não sei muito da história, só nosso cientista sabe.

- Hm..

Passei pela porta, dando de cara com uma arvore sem folhas. Onde surgiu Agatha no celular, que ao notar nossa presença logo o desligou.

- Há já chegaram, entrem. – Ela foi em direção há uma casa laranja. A segui e adentrei a casa. Era bastante aconchegante. – Esperem aqui em cima, preciso resolver uma coisa. – Ela desceu uma escada larga que levava para um porão talvez? Pensei em segui-la mas flowey me segurou.

- Não vá atrás dela, já já ela volta. – Diz com naturalidade.

Exploro a casa e encontro um pedaço de torta, eu a guardo comigo e vou até flowey que já se encontrava em seu vaso no chão.

- Ela esta demorando. Vou atrás dela.

- N-Não! NÃO VÁ! – Gritou Flowey mas eu já estava na escada descendo até la.

E não é um porão, é um corredor pra variar. Segui em frente, tinha varias curvas e é bastante abafado. Até eu chegar em Agatha que estava escorada numa grande porta com o “símbolo da descendência”, ela parecia sussurra para alguém.

- Há você já chegou! – Flowey se encontrava amarrado no braço de Agatha, como ele chegou tão rápido? – Você quer sair, não é? Não vou te forçar... mas..

Foi tudo muito rápido, senti uma queimadura em meu rosto e meu HP em 10/20. Me assustei com o ataque repentino. Agatha se encontrava com duas chamas que giravam em sua mão com marcas negras em seu rosto. Ela estava em posição de combate.

Ela me olhava com um olhar de pena, eu não gostava desse olhar. Minha única opção seria atacar?

- Nem pense nisso. – Flowey se pronunciou. – Não contra minha irmã.

Agatha ficou confusa no que Flowey estava se referindo.

- Não vou te atacar pequena Sacha, afinal, não quero que você morra tão cedo. – Me assustei com as palavras. – "Ela" tem outros planos para você.

“Ela”?

Agatha abriu o portão atrás de si, dando passagem para eu sair.

- Cuidado com os outros lá fora, ele não serão tão piedosos como a gente. – Flowey explicava, eu estava em choque.

Agatha veio em minha direção e passou a mão em minha cabeça.

- Sobreviva... Okay? – Falou Agatha com lagrimas nos olhos, claramente é alguém que sofre bipolaridade.

Então sair, um caminho escuro, e mais largo que qualquer corredor de antes.

 

[P.V Agatha]

 

- Você acha que “ela” conseguirá proteger a Sacha? – Pergunto preocupada, sentada perto da parede daquele corredor de baixo da casa de minha mãe.

- Claro que conseguirá, “ela” gosta de crianças. – Diz com uma voz falhada e tão roca que quase não consegue entender.

- Você também deve ir atrás dela....

 

 

 

Chara


Notas Finais


Obrigado por Lerem ^^

Pra quem quiser Saber, Haverá sim Comic. Mas será em Inglês.

Meu deviant: Nyarata.deviantart.com


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