História Oh baby, you can lean on me. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Visualizações 169
Palavras 745
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi, Yuri
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi amados leitores aqui estou eu com uma nova fic! YEAAAAAAH!
Eu me chamo Jessica e escrivo fanfics desde alguns meses, tenho dezesseis anos, vivo na Itália e escrever é a minha paixão. Talvez a minha escritura não é maravilhosa, muitas vezes tenho dificuldades com o português por morar na Itália desde cinco anos, então por favorzinho tenham paciência! :3
P.S. Na minha fanfic Jikook já escrevi "adesso" no lugar de "agora". Foi só uma vez gente :$
Com esse prólogo vocês podem pensar que a fic seja dramática mas na verdade não é, quer dizer não muito. O passado do meu personagem principal é difícil porque eu quero que ele seja uma pessoa com um carácter muito forte. Não é a mesma história de sempre, você vai ver, confia em mim! <3
Espero que vocês gostem do prólogo que fiz.❤️
Por favor deixe um comentário sobre o que achou, para mim é muito importante entender se vocês estão satisfeitos. Não custa nada! ;)

Capítulo 1 - Prólogo.


Fanfic / Fanfiction Oh baby, you can lean on me. - Capítulo 1 - Prólogo.

"I'm broken inside and maybe anybody can help me..."

 

Sinto o colchão afundar lentamente e uma sensação percorre a minha espinha dorsal. 

 

Não, por favor Deus, de novo não.

 

Sinto o lençol descendo, e a sua mão acaricia a minha bochecha com um toque leve.

O meu coração bate forte dentro do peito, e já sabendo o que está acontecendo, os meus pensamentos se tornam confusos. 

Tento me convencer que sou forte o suficiente para o impedir de continuar; quanto eu sou ridículo, ninguém conseguiria pará-lo. 

 

Ele é doente, ele me dá nojo.

 

Não, eu não abro os olhos, não quero assistir o seu pequeno espetáculo particular.

Um espetáculo doentio.

Sempre tento pensar em outra coisa, uma vez inconscientemente até tentei pensar em algo que me fazia feliz, mas só me senti ainda pior; 

me dei conta que aceitar o que estava acontecendo era menos infeliz.

"Pequeno, abre os olhos." O seu hálito me dá asco, a sua voz me dá asco, na verdade a sua existência me dá asco. "Não era um pedido, me obedeça." Branda irritado por eu não ser obediente, os meus olhos se enchem de lágrimas quando sinto o meu couro cabeludo arder a causa do puxão que ele dá nos meus fios.

 

É melhor morrer. 

Mas o que estou dizendo? 

Eu já estou morto.

E todos os dias sou obrigado a reviver o que me matou.

Como se a vida quisesse me lembrar que emotivamente posso estar morto, mas até o dia em que não me matar fisicamente, eu vou sofrer.

 

Respiro fundo algumas vezes, mando embora as lágrimas, e com muita dificuldade abro os olhos.

Dou de cara com o seu sorriso de lado, o mesmo de sempre. 

O sorriso que me assombra de dia e de noite, dormindo e acordado, com os olhos abertos e fechados.

 

O seu sorriso me dá brividos.

 

Quando ele me fita me sinto sujo. 

Sujo por o atrair fisicamente. 

Sujo por ser olhado por ele.

Sujo por ser tocado por ele.

Sujo por ser estuprado por ele.

 

Os seus olhos são negros como o carvão. 

E quando o olho fito o mau em pessoa.

Me sinto tão corajoso por conseguir o olhar nos olhos mas tão covarde por abaixar a cabeça e lhe permitir de fazer o que quer comigo.

Mas o que eu posso fazer? Sou só um garoto. 

Um simples garoto. Que tinha sonhos e vontades. Medos ingênuos e insignificantes. Certezas concretas que se dissiparam com o tempo. Um simples garoto que tinha uma energia vital. Que se sentia feliz com tão pouco porque aquele pouco o transformava em tudo.

Mas que já não tem mais nada.

Ele se levanta com dificuldade, e começa a desafivelar a cinta.

Começo a tremer levemente e consigo escutar a minha respiração irregular.

"Não tenha medo, eu não vou te machucar." Essa frase ecoa na minha mente. 

E eu continuo pensando em como pode ser tão falsa. 

Porque ele nunca me machucou, ele me matou, lentamente.

Eu só queria não sentir. Não sentir nada.

 

 

Abro os olhos assustado. De supetão me sento na cama e sinto o meu peito subir e descer como se tivesse corrido uma maratona.

Tomara fosse uma maratona. Qualquer coisa é melhor do que esses pesadelos. Esfrego a minha testa frustrado. Olho para o criado mudo e o relógio marca às 02:37 da manhã, droga, eu preciso dormir, amanhã devo trabalhar. Me arrasto até o bordo do colchão e me levanto. Vou até o guarda roupa, pego uma nova camisa, uma nova cueca, e me dirijo até o banheiro.

Sinto a água morna escorrer pelo meu corpo e sospiro tranquilamente. Uma ducha sempre me faz bem, é como se cada gota d'água levasse embora um meu problema.

Coloco a camiseta e me olho no espelho, bagunço os meus fios que insistem em colar uns nos outros por estarem molhados, e saio do banheiro indo rumo ao meu quarto. Me deito na enorme cama e sorrio levemente por dessa vez não ter deixado o sonho me afetar. Na verdade agora pode não afetar muito o meu humor, mas afeta a minha vida, o que é pior.

 

É difícil superar.

 

"Todas as vezes que a vida tenta te derrubar você deve lhe mostrar que é mais forte!"

A frase que SoonYoung sempre me diz ressoa na minha cabeça.

Vai ver você consegue JeongHan. Gradualmente, mas consegue.

 

"Algumas memórias nunca deixam os teus ossos; 

como o sal no oceano, elas viram parte de ti."


Notas Finais


Espero que tenham gostado.
Sei que não é legal ler coisas assim, mas é necessário para o desenvolvimento da fic.
Por favor expresse a tua opinião.❤️
Até mais, beijos📌


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