História Oh Daddy - Justin Bieber Version - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Fifth Harmony, Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Lauren Jauregui, Personagens Originais
Tags Daddy, Filha, Incesto, Justin, Justin Bieber, Pai, Papai, Proibido, Sexo
Exibições 1.019
Palavras 1.609
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


* Boa leitura ♥

Capítulo 7 - Capítulo Seis - Realmente Grande?


Fanfic / Fanfiction Oh Daddy - Justin Bieber Version - Capítulo 7 - Capítulo Seis - Realmente Grande?

NOTAS FINAIS!!!

CAPITULO SEIS Realmente Grande?

Oh, obrigado, papai! Você é o melhor!  ela se sentou no meu colo e me abraçou apertado. Oh! Seu galo está realmente duro agora.

É claro que está duro. Você não deveria estar me provocando assim. E se eu tivesse realmente colocado meu pau em sua boca?  ela sorriu para mim.

Eu acho que você nunca vai saber.

— Você provavelmente teria se assustado, me diria que você estava brincando e eu era um porco nojento por colocá-lo em sua boca. — ela riu. 

— Sim, provavelmente, ou eu provavelmente teria apenas sugado-o até que você gozasse. — olhei-a, tentando descobrir se ela estava falando sério. Ela tinha um sorriso diabólico no rosto.

— Tudo bem, eu te dou os duzentos dólares. É hora de dormir. Provocadora do caralho. — resmungo.

Depois de entregar mais de 200 dólares, Abby e eu carregamos as roupas até o andar de cima. Deixei-as com ela para arrumar. Dei-lhe um beijo rápido na bochecha em sua porta e disse:

— Boa noite, querida.

— Boa noite, noite, papai. Obrigado novamente pelo o dinheiro. — sussurrou.

— Shh! — eu sussurrei, olhando pelo corredor para o meu quarto.

— Oh, desculpe. — ela fechou os lábios. Eu sorri e então rapidamente roubou um beijo extra em seus lábios zipados. Ela engasgou, mas eu coloquei meu dedo aos lábios. 

— Shh. — ela riu.

 — Noite. — murmura.

— Noite, princesa. — ela fechou a porta, e eu fui para o meu quarto. Sophia estava deitada na cama, fumando um cigarro, assistindo televisão. Eu tinha pedido a ela para não fumar em casa, mas eu nunca poderia impedi-la de fumar no quarto. Fechei a porta e, em seguida, comecei a trocar de roupa. Eu queria que a minha mulher para me ver despisse-se, porque eu tinha que admitir, depois que minha filha me provocou, eu estava sentindo muito tesão. Eu puxei minha camisa sobre a minha cabeça e deslizo minhas calças de jogging para baixo, juntamente com os minhas boxers. Fiquei ali nu por alguns momentos, mas seus olhos estavam colados à televisão. No entanto, eu deslizei na cama nu. 

— Ah, é bom estar em casa na minha própria cama. — eu digo me aconchegando em meio aos lençóis.

—Uh huh — disse ela. 

— Como está a minha garota favorita? — ela olhou para mim.

 — Segunda menina favorita. — eu suspirei.

— Sophia. Vamos lá. — Ela desligou a televisão e jogou para fora o cigarro. 

— Boa noite. — então ela virou as costas para mim e apagou a luz. Pus a mão em suas costas e acariciei delicadamente. Ela não parecia responder então eu avanço para mais perto dela, deslizando minha mão em torno de seu estômago, trazendo-a para um abraço. Ela empurrou meu braço.

— O que você está fazendo? — pergunta.

— Huh? — eu pergunto — Eu estive fora por seis dias. — eu disse. 

— Sim, e eu tenho certeza que você está cansado de sua viagem, para ir dormir. — ela debocha.

— Sophia, você não sente minha falta? — eu disse, dando-lhe um beijo no ombro. Então eu gentilmente roço minha virilha em sua parte traseira. — Eu senti sua falta.

— Ugh! — ela disse, empurrando-me para longe.

 — O que você está fazendo?

— Uh, tentando brincar com você? — constato o obvio.

— Não, eu estou cansada e eu tenho uma dor de cabeça. — ela voltou para a posição, completamente me ignorando.

— Vamos, baby. — eu disse, esfregando seus ombros. 

— Eu disse que não estou no clima. — disse ela, encolhendo-me.

 — Baby, eu preciso de você. — eu sussurrei, puxando-a para mim. 

— Eu disse não! — ela gritou para mim, virando-se e me empurrando para longe. Ela acendeu a luz. — Não significa não, Justin!

— Jesus Cristo, Sophia! Acalme-se! 

— Não me force! — dispara nervosa.

— Eu não estava! Deus! Eu estava apenas tentando fazer amor com minha esposa. 

— E eu disse que não estou no clima! — grita.

— Você nunca está de bom humor! — eu gritei de volta, ficando com raiva. Eu saí da cama para levantar a minha voz, mas é difícil argumentar nu, então peguei meu moletom e vesti-o. — Eu não te como á seis meses!

— Talvez eu não queira foder! — ela gritou. — Talvez eu não queira ficar dolorida amanhã! Não parece bom para mim, Justin! 

— Deus, não isso de novo. Isso é só uma porra de desculpa, e eu estou cansado de ouvir isso! 

— Sim? Bem, se você está tão cansado de mim, por que você não vai pedir o divórcio como a sua filha quer? 

— Oh, não, porra pra que trazer isso à tona. Por que eu sou o único lutando por este casamento? Que diabos você faz por nós ultimamente? Você seriamente quer que eu peça o divórcio? — pergunto irritado.

— Se é isso que você quer, com certeza eu não vou pará-lo.

— Isso é a mais fodida coisa que você já disse a mim.

— Basta sair, Justin. — eu saio, batendo a porta atrás de mim. Eu marcho escada abaixo e caio no sofá, suspirando. Olhei para o teto no escuro, pensando. — Cadela —eu murmurei. 

Será que Sophia realmente quer o divórcio? O que eu tinha feito para afastá-la? Sim, eu tive que viajar para o trabalho, mas ela não compreendia que eu fiz isso para pagar por todas as coisas que ela fez esta casa, seu carro, suas roupas, seus sapatos, tantos sapatos. Eu não tinha certeza, mas era claro que o meu casamento estava desmoronando. O que é pior, eu não sabia se eu queria lutar mais. Peguei o cobertor que estava pendurado no braço do sofá e coloco-o sobre o meu corpo. Eu ouvi as escadas ranger, eu levantei o pescoço para olhar. Eu pensei que poderia ser Sophia, vindo para desculpar-se, mas não era. Era Abby, vestida com sua roupa de dormir de costume: uma camisa que mal chegava á suas coxas e calcinha. Parecia que metade da sua camisa, tinha pertencido a mim. Sempre que eu tentava jogá-las fora, ela reciclava-as em seu guarda-roupa, mas apenas para vestuário de dormir. Este era de anos atrás. Eu estava contente em vê-la. Eu precisava de um ombro para chorar, e ela nunca iria embora. 

— Ei, querida. — eu disse quando me sentei. 

—Oi. — ela disse calmamente, enquanto se sentava no sofá. Ela me deu um olhar severo. — Eu ouvi vocês brigando. 

— Sim. Infelizmente, não tive a intenção de incomodá-la.

— Oh, não, está tudo bem. Eu me sinto tão culpada quando eu ouvi-a gritando com você.

— Está tudo bem. A sua mãe e eu só temos que resolver nossos problemas.

— Meu pobre pai. — disse ela. 

Ela colocou os braços em volta da minha cintura. Os meus braços deslizaram por suas costas, e eu puxei-a com força para o meu peito. Eu amei segura-la. É realmente me fez se animar. Ela me deu um sorriso.

— Posso deitar com você por um tempo?

 — Claro. — eu murmuro.

Eu me deitei no sofá. Ela deslizou sob o cobertor, tomando a lasca de espaço que deixei para ela. Obrigou-se a se encaixar, no entanto, o ombro debaixo da minha axila, a cabeça no meu peito, os seios macios amassada contra minhas costelas, sua perna em cima da minha. E seus braços apertados em torno de mim. 

— Não é melhor? — ela disse, olhando para mim. 

— Sim. — eu disse. — Eu precisava de um abraço caloroso. — ela estendeu para beijar meu queixo. 

— Eu sempre vou te dar abraços calorosos, papai.

— Obrigado, querida. — eu disse, esfregando suas costas. Ela estava se contorcendo. Eu senti o joelho esfregando cima e para baixo da minha coxa. Os dedos dos pés frios estavam em meus pés. 

— Está frio hoje à noite.

 — Um pouco. — eu disse. Ela olhou para cima novamente. 

— Eu ouvi o que vocês estavam discutindo. 

— Sim. 

— Hum, você está pensando sobre o que ela disse, o divórcio? 

— Baby, por favor, não agora. 

— Eu sei, eu sinto muito. Eu só não a entendo. Se ela quer o divórcio, por que ela não apresentar?

— Ela não quer um divórcio. Ela apenas disse aquilo para me machucar. 

— Hum. Não, eu realmente acho que ela quer que você peça o divórcio. Quer dizer, se você pedir, ela tem a mão superior no tribunal, certo?

— Abby. Vamos lá. 

— Eu só estou dizendo, ela não tem um emprego, não tem uma fonte de renda, e não seria capaz de sustentar-se. Se você pedir o divórcio, ela pode fazer-se vitima no tribunal.

— Ok. Podemos deixar isso, por favor?

— Sinto muito, papai. Eu não disse para te machucar. 

— Eu sei. — ela assentiu com a cabeça, esfregando o rosto contra meu peito. 

— Você ainda deve amá-la muito, não é? 

— Que tipo de pergunta é essa? Ela é sua mãe. É claro que eu a amo. 

— Mas você a ama, porque você quer que sejamos uma família, ou você a ama porque a ama? — eu engoli. 

— Olha o que eu sinto em relação a sua mãe é um negócio meu certo? 

— Eu só estou tentando entender por que vocês dois estavam brigando. Como, hoje à noite você queria sexo, e ela não o fez.

 — Então?

— Será que é porque eu deixei você com tesão? — Abby perguntou, segurando a respiração. 

— Abby, não há resposta certa para essa pergunta. 

— Hmm. — Abby murmurou. — Ok, mas por que ela não queria fazer sexo com você?  — ela pergunta.

— Ela não estava de bom humor. — ela olhou para mim. 

— É por causa de seu pau, não é? Ela não gosta de como ele á faz se sentir? — sua curiosidade me deixa estarrecido.

— Não, eu acho que ela goste. — eu respondo-a.

— Porque é grande? — questiona novamente.

— Eu acho. Ela diz que dói. 

— Oh. — minha filha sussurrou. Ela colocou a cabeça para trás para baixo. Sua mão estava no meu peito nu, esfregando em círculos. Eu senti o joelho deslizando para cima e para baixo da minha coxa, e então eu senti-a empurrar meu pau. — Será que é realmente grande? 

 

NOTAS FINAIS!!!

 


Notas Finais


* Gostaram?

* Obrigado pelos comentários e favoritos do capítulo anterior.

* Desculpem pela tamanha demora ♥

* Gente só um recadinho, tem gente divulgando fanfic no comentários. Isso é errado. E é contra as regras. Eu venho deixando passar, mas me irritei com isso. As vezes a pessoa nem lê a minha fanfic e já vai direto para o comentários divulgar. Caso veja acontecer isso novamente eu vou denunciar a conta ou a fanfic, seja o quer for. Quer divulgar? Manda uma mensagem em privado e eu coloco o link da sua fanfic aqui! É só pedir e ser educada, simples.

* Favoritem ou comentem 😘😘

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* Até breve!


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