História Oh, Dollynho - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Tags Dollynho, Justin Bieber, Nicole Bahls, Sexo, Suspense, Terror Sobrenatural
Visualizações 149
Palavras 1.731
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência

Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


primeiramente eu to só a nic bahls agora
segundamente vim trazer esse enredo de suspense super tenso para alertá-los: cuidado com o demonio-do-guarana-ruim-da-porra, ele é real e está entre nós, viados
reflitão

só isso mesmo
boa leitura e nao digam que eu nao avisei

Capítulo 1 - 00; demônio-do-guaraná-ruim


Fanfic / Fanfiction Oh, Dollynho - Capítulo 1 - 00; demônio-do-guaraná-ruim

Ele não aguentava mais. 
Simplesmente não dava. Nada lhe rendia uma boa história, seus pensamentos se intercalavam entre porno amador e os memes maravilhosos da Policia 24H, porém um bom enredo nunca vinha. Para se inspirar, Justino já tinha tentado ler de tudo: traficantes em Atlanta - e por quê Atlanta? Ninguém sabe -, Maridos Possessivos, integrantes de grupos de k-pop que se comem, padres que traçam menininhas - parece assustador mas naquele site era tipo câncer - e até se aventurou no estilo "O irmão do amigo do tio do avô do meu pai". Mas nada foi capaz de lhe dar uma boa ideia para criar uma fanfic. 

Se não por meio de histórias, como ser famosinho naquela rede social, onde o estupro romantizado é top? O que seria da vida de Justino sem seus seguidores e reconhecimento nas fics? Ele teria que arrumar um emprego e uma vida além de ficar com o rabetão sentado frente ao PC o dia todo? Ah não, não o Justino que conhecemos! 
Porém ele tentara tudo, até plagiar uma fanfic trocando algumas palavras por sinônimos pra ninguém desconfiar que era cópia, no entanto Justino havia se esquecido de algo: os administradores. Meu amigo, a justiça deles demora - pra cacete - mas não falha, e um banimento bem na cara de Tino o fez perder sua conta e todas as suas 47 drabbles sobre o feminismo.

Mas era aquele ditado: conta nova, vida nova. E ele estava decidido, ia ser um autor de sucesso nem que tivesse que criar uma personagem virgem transando como se fosse a Sasha Grey e engravidando dois dias depois. 
Totalmente confiante, Justino entrou na timeline e, antes de começar a trabalhar em sua nova obra que com fé em Jeje lhe renderia uns bons favoritos, o garoto postou algo no estilo "sasinhora hein gente, esse site é tão chato, deus me drible" porém Tino nunca deixava o site, afinal, se aquele lugar era chato, ele era mais ainda em ficar reclamando. Abrindo o word logo em seguida, o promissor fic-writer com icons aesthetic no avatar, passou a se concentrar, olhando profundamente na tela branca. 
— Vamos lá... — pediu, dedilhando os dedos em cima da mesinha do computador.
E mais uma vez se viu perdido num mundo sem ideias criativas e originais.

(...)
Era duas da tarde de uma segunda feira chuvosa, o garoto coçava os olhos com remelas acostumando-se a atmosfera de sua própria casa e com os eventuais gritos de sua mãe que já terminava de retirar a mesa do almoço. Justino não estudava mais, havia terminado o colégio há longos dois anos e também não trabalhava. Era só um embuste que comia, dormia e fazia merda, tanto na privada quanto na vida em geral. 

Tino nem se incomodou em sair de seu quarto, já que a louça do almoço provavelmente seria sua e ele seria obrigado a ajudar a mãe que tinha dois empregos para sustentá-lo — e com certeza o garoto reclamaria de ajudá-la, afinal qual o problema com ela? Só porque ela trabalha como uma condenada e ele não fazia nada da vida, é obrigado a ficar lavando as louças?

Já irritado só em pensar no serviço, o belo adormecido assentou-se em sua mesinha, esperando o windows iniciar com a velocidade do Lula fazendo discurso. E então, assustando o garoto com sua silhueta musculosa de maromba, Nicole Bahls — a vizinha e amiga de Tino — adentrou no quarto com cheiro de maconha e punheta.
— Fala viado! 
— Nicole Halls, que susto, não dá dessas, para de entrar na sorrateira assim, doida. 
— Você tava fazendo o que? — perguntou a bombada, fechando a porta atrás de si ao entrar no quarto bagunçado. 
— To sofrendo pra tentar ligar meu computador começar uma fic. Deus me livre não ter história boa e ser conhecido no site só por arrumar treta desnecessária.
— Sofrimento pra mim é câncer. — acrescentou sabiamente — É muita dramatização, deus me livre...
Nicole se assentou na cama para observar mais a fundo a situação do white girl problem, com seu olhar inerte na fisionomia patética de Justino, que ainda trajava seu pijama dos minions.
— Coragem né, — resmungou — tem gente que tem coragem...
— Para de ser uma vaca e me ajuda a pensar num enredo, ô piranha desenvolvida pra viver fora da água doce.
— Eu não me prestaria a esse papel... Mas to na torcida aqui ó, de pompom!

Já de saco cheio pelas frases que pareciam já estar na ponta da língua de Nicole, o garoto a ignorou e, irritado, tirou a fiação da tomada para desligar de vez o computador. Voltando a se assentar na cadeira, Justino se permitiu a um momento de paz, sentindo a brisa do hálito de Nicole o envolver. 
— Já ouviu falar na lenda do Dollynho? — perguntou a garota, quebrando o minuto de paz.
— Que Dollynho?
— Espera bicha...— ela arregalou os olhos.
— O quê?
— Tino, eu acabei de ter uma ideia top!
O garoto, porém, sabia que que "ideia" e "top" na mesma frase, saída diretamente da boca de Nicole, não era algo nada bom.
— Não tenho interesse, obrigado.
— Justino, você me disse que tava esses dias tudo chorando em posição fetal por não ter uma ideia topperson pra sua fanfic, — na realidade, Justino já tinha comprado o kama sutra para chorar em posições diferentes pois a fetal já havia perdido a graça— mas eu sei como podemos mudar isso!
— Podemos? — perguntou, incrédulo — Nem vem viado, não vou te colocar como co-autora não, daí eu escrevo 900 palavras, você só 100 e ainda vai levar os créditos. — ele não queria papo, e Nicole sabia que não conseguiria muda-lo de ideia quanto a isso. 
Ela apenas deu de ombros e continuou sua sentença:
— Biba, a lenda do Dollynho: ele pode te ajudar!
— Que lenda é essa?
A lenda a qual NiHalls se referia era a do pequeno Dolly: uma garrafa pet animada, verde, com um líquido ruim pra porra dentro de si, que seus criadores insistiam em chamar de refrigerante mas que, na verdade, era pior que beber água sanitária. Rezava a lenda que, aquele que cantasse o jingle na frente do espelho receberia a visita de Dollynho, e se cumprisse o desejo do pequeno esverdeado, este o pouparia a vida, lhe concedendo também o direito de fazer um pedido.
— Nossa senhora, cê tem retardo no cú Nicole, não é possível. — Justino debochou — Como pode ser tão burra de acreditar nessas coisas... 

(...)
Mais tarde naquele mesmo dia, a noite tornava-se presente de uma forma linda e gostosa — tipo a Lauren Jauregui. Então Tino e Nicole, entediados por serem dois inúteis desempregados, decidiram que talvez invocar o antigo Dollynho pudesse agitar a rotina realmente. E o que o garoto poderia perder caso a invocação desse errado, a vida? Ah meus caros, esse era o sonho dele. 

Depois de discutirem acerca de suas crenças e direitos, ambos chegaram a conclusão que, aquele que tinha um pênis (por menor e mais microscópico que fosse), mais parecido com um clítoris, devia ser o último a cantar o jingle, já que as damas sempre têm de ir primeiro. 
Nicole bufou, resmungou, rugiu, gemeu mas foi. Andando devagar pelo corredor da casa de seu amigo, ela chegou até o banheiro e, acompanhada por Justino, olhou no espelho e começou:
Dolly... — respirou fundo com os olhos atentos de seu amigo assistindo-a — Dolly guaraná Dolly-
O MELHOOOOR! — Justino gritou, cantando inconscientemente como se fosse uma força maior que ele mexendo sua boca.
— Olha aqui querida, isso não é High School Musical não, fica na tua. — repreendeu Nicole, querendo invocar o demônio sozinha. — Dolly guaraná — continuou — o sabor brasileiro. Dolly, Dolly, Dolly, Do-oh-oh-lly!
De repente, uma rajada de ventania vinda do interior do corredor os fez arrepiar a nuca. A porta de entrada da casa de Justino pareceu abrir, dando uma pausa para que alguém entrasse, e então bateu. Os dois inconsequentes se abraçaram de medo, tentando fazer silêncio quando passos ecoaram na direção em que estavam. Uma silhueta estranha, de 1,40, com uma espécie de tampa giratória na cabeça se fez presente no inicio do corredor. Um sorriso sádico em seu rosto — ??? — brilhava meio a penumbra, e o ruído dos gases do refrigerante chiavam conforme ele andava. 
— Quem é você? — perguntou NiHalls com sua voz de macho.
Justino escondeu-se atrás dos músculos dela ao perceber que a entidade carregava uma faca.
— Eu sou o Dollynho, seu amiguinho! — respondeu o capeta, com a luz da lua permitindo os amigos a visualizarem seus olhos pretos e grandes.
— Meu amiguinho? — Nicole sorriu, encarando a feição assustadoramente animada de Dollynho — Eu nem te conheço, te orienta vagabunda.
Justino chacoalhou os bíceps de NiHalls com certo medo, seus olhos estavam lacrimejando de pavor vendo-a enfrentar uma entidade, quão demente ela poderia ser?
— Você não é meu amiguinho? — indagou o demônio em forma de garrafa, parando seu trajeto.
— Nem te conheço, aborto de satanás. 
— Mas você quer ser meu amiguinho? — novamente perguntou, com uma das mãos pequenas e escrotas apertando o cabo da faca grande.
— Meu deus, mas que galera chata do caralho, por isso eu prefiro andar com as gays. 

Assombrado e tremendo, vendo os olhos de Dollynho ficarem vermelhos, Justino cutucou a amiga, sussurrando um "MANO OLHA COM QUEM VOCÊ TÁ DISCUTINDO, COM O PRÓPRIO TINHOSO, SUA FILHA DE UMA PUTA QUE NÃO COBRA, PARA COM ISSO QUE EU NÃO QUERO MORRER", ao que NiHalls respondeu:
— Eu vou ficar discutindo com uma merda dessas pra quê? — e dando as costas a Dollynho, Nicole passou a andar na direção contrária do corredor, onde dava acesso ao quarto da mãe de seu amigo, rebolando aquela bunda mais dura que panela de inox. 
— Ah, — exclamou Dollynho, com sua voz alterada para o grave. A entidade tremia, seus olhos estavam vermelhos, os dentes pontudos e o líquido dentro dele se remexia com ferocidade — você vai ser meu amiguinho sim! — declarou.
Ao sentir os movimentos rápidos de Dollynho em sua direção, Nicole virou-se apenas para receber a apunhalada da faca pontuda que a acertou direto no seio esquerdo. 
Berro! — gritou NiHalls, caindo no chão. 

A estrutura do demônio-do-guaraná-ruim-da-porra, manchado pelo sangue de Halls, girou sobre os calcanhares a fim de procurar Justino que ainda se encontrava na porta do banheiro, segurando o grito com as mãos na boca. Dollynho sorriu, mostrando os dentes salpicados pelos fluidos e com sua voz de exu, perguntou a Tino:
— E você, quer ser meu amiguinho? 


Notas Finais


parece que eu usei entorpecentes enquanto escrevia né


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