História Oh My Dog! - Capítulo 5


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Categorias Hunter x Hunter
Personagens Alluka Zoldyck, Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Kalluto Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Personagens Originais
Tags Comedia, Gon X Oc, Gon!híbrido, Hibridos, Killua!híbrido, Kurokura, Leopika, Oh My Dog!, Platonic!kurapika X Oc, Tentativa De Comedia
Visualizações 62
Palavras 3.000
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, FemmeSlash, Romance e Novela, Slash
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OIE
VEJAM SE NÃO É A MAIS FLOPADA DO SPIRIT DE NOVO COM VOCÊS!

Antes de tudo queria dizer que eu sou fodida e o capitulo anterior ficou meio errado na formatação (o texto repetiu duas vezes), mas eu arrumei logo em seguida, a maioria nem deve ter percebido, porém só queria avisar.

Vamos aos agradecimentos para as pessoas lindas dessa fanfic:@henricktaufner, @dinoswaurr (esse bb sempre aqui <3), @Lisezigha, @MeikoSakine_-, @SrtaaM, @nerferupitoulin, @kaiiwachii e @Tonaryan (AAAA SÓ VI AGORA QUE TU COMENTOU, DESCULPA). Meu obrigada também aos que favoritaram, amo vocês <3

Gente, vi que tem gente que não concorda com Leopika, e eu pretendo fazer um Leopika vs. KuroKura, mas vai ser mais pra frente, não se preocupem com isso agora.

Deixando isso de lado, vamos ao capitulo.

Capítulo 5 - Suki está roxa e Killua está vermelho


Fanfic / Fanfiction Oh My Dog! - Capítulo 5 - Suki está roxa e Killua está vermelho

28 de março de 2017

Já nos conhecemos a tempo suficiente para sabermos que eu já desisti de criar um bordão pra essa merda, então só vamos logo com isso.

13:e alguma coisa

O que foi? Vocês acham que vão receber os horários certinhos sempre? Para isso vocês precisam estar merecendo, ok? E rir da minha desgraça não é algo muito educado de se fazer.

Eu realmente tive uma gripezinha, mas depois de dois dias tomando remédio ruim não tem quem não melhore.

Posso ouvir o seu “Amém”?

Suki não se fodeu!

Se bem que o remédio é horrível, tem gosto de morte. Se a amargura do mundo tivesse um gosto seria o desse remédio (Me lembra de alguém). E eu ainda estou com o nariz entupido, mas a gente releva e finge que a vida é um arco-íris. Não está nos favoritos do mês, meninas.

É, esqueçam o que eu disse sobre eu Suki não ter se fodido.

Aliás, ficar gripada significa outra coisa: Uma visita do doutor Roberto, e do doutor Gon toda hora de tomar remédios. Não acho tão ruim, já que me faz rir, mas já que eu estou com o nariz entupido, como citado anteriormente (olha, falei bonito) faz a minha risada sair parecida com a de uma trombeta entupida, o que é exatamente o meu nariz no momento. Suki, a especialista em comparações.

Enfim, Killua e Gon estão cada vez mais friends (em inglês pra agregar ainda mais nessa obra de arte (ATA (Olha parênteses dentro de parênteses))) e com isso nós podemos, como posso dizer, ir para a mansão do remedinho e aproveitar todas as milhares de coisas que existem nela.

E adivinha quem está no mesmo lugar que o crush, mas não teve coragem de olhar? Isso mesmo, alguém normal, porque eu quase caí da cadeira de tanto me virar pra encarar ele.

Kurapika, vulgo meu futuro marido, está aqui, pois ele é estagiário da família do Killua, que fabrica os Chocorobots (Pois é, nem eu sabia que essas porras eram tão famosas) e ainda ajuda na loja dos pais, ai, meu marido tem dois empregos.

Não, eu não descrushei ainda, confesso que eu achei que tinha descrushado, mas a gente não pode desistir só por que passou duas vergonhas seguidas na frente do amor da sua vida, não?

Falando em vergonha acabei de lembrar toda minha vida. Só de pensar já me dá um mal estar.

Passar vergonha dá calor, né?

— Suki-san, vem pra água com a gente! — Gon gritou da piscina enorme que a casa tinha.

O moleque nem perdeu tempo, já estava dentro d’água junto com Killua — digo, Killua estava em cima de uma boia, sem encostar-se à água — e eu estava fora dela, embaixo de um guarda-sol para não perder o tom branco papel tendência, né meninas? Mentira é por que eu não consigo ficar moreninha como o Gon, só um vermelho camarão. Fora que eu sou tão branca que reflito luz, tipo o Edward do Crepúsculo. Só que um Edward que tá alguns quilos acima do que deveria estar.

Queria muito ser uma daquelas meninas que conseguem ser magrinhas, porque, né, você já sabem que eu sou seca.

Mas seca mesmo. Secou tudo. Desde a vida amorosa até a alma.

Autoestima para quê? Só se for pra comer ela também.

Mas que disse que a vida é um chocolate?

Se a minha vida um dia foi um chocolate, eu com certeza já comi também.

Calma gente, a gente não pode só falar das desgraças da minha vida. Agora a gente precisa ter o momento romântico aqui (Quanto gente, gente).

Kurapika chegou no pique Jhonny Bravo, a diferença é que se ele quisesse ele podia me beijar. É nessas horas que a gente queria que o Robert Oppenheimer nunca tivesse nascido, porque uma bomba nuclear foi jogada no meu coração (Tá achando que meu manual é só bagunça? Aqui tem cultura também (Nem pesquisei no Google (Olha parênteses dentro de parênteses de novo))).

Mas é claro que o tal Leório chegou junto, cumprindo muito bem seu papel de veneno para as borboletas no meu estômago. Enfim, não vou comentar nada sobre ele porque lactobacilo solta o intestino.

Olha a cultura nesse manual.

Gon me chamou mais uma vez para ir para a piscina e eu disse que ia pegar alguma coisa pra comer e já ia. Na verdade eu menti, eu não ia entrar não, é só pra ele me deixar em paz mesmo.

Fui até o barzinho que tinha na piscina. Sim, Killua tem um bar do lado da piscina, um fucking bar com barman e tudo. Pedi um drink (sem álcool, crianças) só pra me sentir parte daquela riqueza toda.

Eu fiquei lá por um tempo só para Gon esquecer que eu existo e parar de pedir para eu entrar na piscina, mas convenhamos, estava um calor do caralho. E não, não era por causa do Kurapika sem camisa.

Meu Deus, eu tô muito atacada hoje.

Fiquem com um trrá totalmente aleatório de gente atacada:

Trrá.

O que vocês estão fazendo aqui ainda, man? Vocês são masoquistas, é isso?

Voltei para a piscina devagarinho para não chamar atenção. Estava todo mundo atirando água no Killua, ele por sua vez estava desesperado, já eu estava no meu Emo World, lugar onde só ficam pessoas emos, se você não é emo, só se ausente.

Saí dos meus pensamentos (que coisa mais fanfic, né?) quando Gon chegou do meu lado de novo para me infernizar.

 — Entra na água com a gente! — Gon disse pulando no meu lado e jogando água pra todo lado.

— Não quero, inferno!

Gon parou de pular e olhou nos meus olhos, parecia que ele estava lendo minha alma, fiquei até com medo, puta que pariuzinho.

— Suki-san, você sabe nadar...?

Tá bom, eu sou idiota, mas não tanto. Nadar é uma necessidade para se sobreviver. Eu sou uma pirata nesse oceano que é a vida. Sou ótima em comparações, eu sei.

— Claro. Tá me achando com cara de âncora?

— Tu tens cara de mendigo! — Killua gritou enquanto balançava aquela bunda murcha que ele tem.

Eu ia mandar ele ir a merda, mas fui interrompida por um certo garoto me pegando no colo e me atirando na água. Eu oficialmente vou matar ele.

— Gon Freecs, vem cá!

— Desculpa Suki-san! — Gon gritou se atirando na água e nadando para longe.

— Me joga na água, tranca a educação no inferno com a chave da desgraça e enfia ela no cu.

Eu comecei a nadar o mais rápido que podia, mas não chegava nem perto do quão rápido Gon era, principalmente por que aquela piscina era enorme e tinha muitos lugares para ele fugir.

Nossa, é hoje que eu esquartejo ele e jogo de oferenda no mar.

— Vai lá Suki, quem sabe em 2025 você consiga alcançar ele. — Killua provocou e eu olhei para ele mortalmente.

Nadei até onde ele estava e o derrubei da boia. A cara que aquele gato otário fez foi tão hilário que eu fiquei um bom tempo rindo dele se esperneando na água, logo Gon se aproximou e começou a rir dele comigo, eu até faria ele engolir toda a água daquela piscina, mas nós tínhamos um inimigo em comum agora. Killua ficou puto da cara de felino.

— Gon, seu traíra! Vocês vão ver!

Gon, o moleque piranha.

Ele subiu na boia todo molhado e começou a vir atrás da gente como se estivesse em um barco.

Eu subi nas costas de Gon e ficamos correndo de Killua por... tipo, muito tempo. Tanto tempo que ficamos cansados e tivemos que sair da piscina.

— A cara que o Killua fez foi a melhor de todas! — Gon comentou enquanto bebia um pouco de água (sem álcool crianças... não, pera).

— Vocês me pagam!

— Fica quietinho aí, gato molhado.

E eu achando que meu olhar intimidador era bom, mas o do Killua é bem melhor que o meu. Eu até ficaria com medo se não achasse ele um medroso que não consegue levantar um tijolo sequer.

Na verdade meu olhar intimidador é melhor.

14:23

— Suki-san olha esse brinquedo aqui! E esse! Olha esse!

Nós chegamos até a casa de brinquedos da família do Killua. Pelo jeito ele tem mais alguns irmãos, mas eu duvido que sejam híbridos como ele. Por quê? Eu tenho experiências o suficiente para saber que ninguém conseguiria cuidar de mais de um.

Gon estava surtando com todas aquelas coisas — e eu também, mas só um pouco.

— Fiquem aí que eu vou me secar. Já volto.

Kurapika e Leório estavam lá também, mas isso é meio irrelevante quando se tem uma montanha de coisas para se usar. Isso inclui uma TV gigante com vídeo game e outros cabos que eu não faço ideia do que são, bichinhos de pelúcia gigantes e vários jogos de tabuleiro.

— Suki-san vamos jogar vídeo game?

— Aposto que ganho de você!

Encaramo-nos desafiando um ao outro com o olhar.

Estava tudo bem até o Leório decidir abrir a boca que estava fechada até agora.

— Obrigado por estarem se dando bem com o Killua. Ele sempre foi fechado e isso mudou agora que...

— Tá bom, de nada. — cortei-o rapidamente, o que eu menos queria agora é discutir. Mentira, eu queria era a treta.

— Olha eu estou tentando ser gentil, mas já que não quer minha gentileza pode engolir ela.

— Porra, baixou o santo é?

Kurapika estava pronto para falar alguma coisa, mas Killua apareceu na porta gritando alguma coisa que eu só fui entender depois, sendo suas palavras “Ataque de Nerf”.

Nessa brincadeira eu fiquei com um olho roxo. Vai se foder Benegripe.

Se Katsuo estivesse aqui ele confirmaria para mim se o Killua tem ascendente em filho da puta e o sol dele é em escroto. Acho que nem preciso de um especialista em signos para confirmar. Eu já tenho certeza.

Se eu bater na cara dele é porque Capricórnio é um signo bem esquentado.

14:34

Eu e Gon estávamos escondidos atrás de uma cadeira de sol, usada como um escudo.

Killua estava dormindo tranquilamente embaixo de um guarda-sol com seus óculos que provavelmente custaram mais que a casa que eu estou morando. Claro que eu não ia deixar barato os tiros de Nerf que nós levamos e meu olho roxo.

Gon estava ali obrigado, mas vamos fingir que ele tem uma mente malvada como a minha e incriminar ele também.

Agora eu entendi porque o Katsuo define meu signo em uma palavra só: Lúcifer.

Fomos até ele e tiramos o guarda-sol devagarinho para não acordá-lo.

Agora é só deixar o tempo e o sol desgraçado que está fazendo agir.

Vingança é um sorvete que se come derretido, e eu sempre preferi sorvete derretido.

15:43

Scorpion se moveu habilmente na tela, dando um pulo por cima de Subzero, seu inimigo, dando um soco em suas costas, quase nocauteando o rival.

— Você não vai ganhar, sua chata!

— Vou sim, seu merda.

Subzero quebra a defesa muito foda de Scorpion por pura sorte e dá um soco roubado no peito do rival, que é muito melhor que ele, mas por favoritismo do jogo ele é nocauteado.

— Ladrão!

— Suki-san, você é ruim, não vai me amedrontar com esse seu porte de quinta série!

Eu dei um tapa no braço de Gon e lhe mostrei a língua. Super maduro Suki, parabéns.

— Eu vou matar vocês! — Killua berrou, já podíamos ouvir seus passos no corredor.

— Espera esse round que a gente tá desempatando!

— O caralho!

Um Killua totalmente vermelho como camarão apareceu na porta, digo, quase totalmente porque os olhos estavam brancos, pois os óculos protegeram. Nós começamos a ter um ataque de risos novamente.

— Apenas. Esperem.

Killua disse tentando parecer amedrontador, mas depois começou a rir junto. Rir e chorar, né? Toda vez que ele ria, suas queimaduras doíam, o que fazia a gente rir mais.

— Se você se vingar da gente, a gente se vinga de você. Vai ser um ciclo vicioso.

Gon, o pensador contemporâneo.

— Foda-se.

Kurapika chegou na sala já dando aquele sermão massa na gente, dizendo que os pais do Killua iam ficar bravos. Sinceramente, eu não consegui parar de rir para ouvir o sermão dele. Nem Killua, muito menos Gon, que ria como uma hiena engasgada. Isso fez Kurapika rir também. Resultado: Quatro imbecis rindo de nada.

Leório se juntou ao grupinho logo que viu Killua naquele estado. O que fez ele subir uns pontos comigo por não tentar dar sermão.

— É sério, seus pais vão matar a gente. — Kurapika disse rindo de nervoso.

— “A gente”? — Leório diz, indignado — Mas eu nem na história estou envolvido!

— A partir do momento que você foi trouxa o suficiente para vir até aqui e rir, você já está envolvido na merda e sambando nela.

— Calma galera, ele não ficou com câncer de pele. — Gon disse parando de rir. Ele sabe o que é câncer de pele?

Recuperei minha respiração.

— Quem são os pais do Killua?

Houve um silêncio meio constrangedor após minha pergunta. Eu disse algo errado?

— Quem são vocês? — Uma voz grossa disse atrás de mim — O que aconteceu ao Kill?

Olhei para trás e vi uma mulher que parecia ser um pouco mais velha que nós, ela não tinha muitas expressões, então eu deduzi que ela estivesse zoando com a gente. Mais uma vez arrasando nas deduções Suki, parabéns para você de novo.

— Nós estávamos zoando com o Killua. Você é irmã dele?

— Suki... Illumi é um homem.

Pois é galerinha da pesada, eu estava até estranhando eu não ter passado vergonha ainda.

— Suki, dá para você pelo menos fingir que tomou o seu Semancol diário?

Eu devo ter atirado pedra na cruz. Aliás, pedra não, chiclete, porque não saiu até hoje.

16:e pergunta pra alguém que tem paciência.

— Peço perdão por Illumi, ele não é o melhor em demonstrar emoções, porém eu achei que a educação que eu lhe dei fosse suficiente. — Kikyou, a mãe da família olhou para Illumi repreendendo-o — Illumi trate melhor os amiguinhos do Kill. — A mulher acariciou os cabelos de Killua que ronronou em resposta.

— Sinto muito. — Illumi disse, mas com certeza ele não estava arrependido.

— Agora quero que conheçam o resto da família Zoldyck. Crianças! Venham e se apresentem aos amiguinhos do Kill. — Quando ela disse isso uma cambada de gente entrou na sala de jogos.

Como ela pariu tudo isso de filho? Depois do terceiro deve ir escorregando, só pode.

E puta que pariu.

Alô mãe? Pode anotar aí os candidatos para pais dos meus filhos.

Quer dizer, eu até pensei nisso, mas aí eu lembrei que são irmãos do Killua e fiquei com nojinho já. Bléh.

Se apresentaram respectivamente; Illumi, o cara que mal conheço e já me odeia.

Putz, e pior que ele é show. Tem um ar sério, tipo ator de filme. Nem parece irmão de um pato disfarçado de gato igual o Killua.

Nossa, queria.

Mas ele já me odeia, então não.

Macho pra Suki, vocês dizem. O negócio é ter trinta e seis gatos.

Também tem o Milluki, a lua que vai me orbitar. Meu Deus deve até ter uma força gravitacional em volta dele de tão gigante que é.

Ele até me estendeu a mão, e eu apertei meio receosa, imagina se ele cospe na mão antes de apertar. É irmão do Killua, não duvido.

Alluka, a irmãzinha muito meiga do Killua que só não vira minha crush por que é uma possível pedofilia.

Eu achei ela parecida com a Maisa — uma apresentadora brasileira de programa infantil que eu adoro — e eu até pensei em falar isso, mas imagina se ela conhece e tenta puxar assunto comigo. Nossa, Suki ia desmaiar.

E até que enfim, Kalluto, o irmão que eu agradeço até agora a Deus por descobrir que ele é homem antes de pagar um micão igual com Illumi e Kurapika.

Que família bonita, uma pena que são da mesma linhagem sanguínea do Killua, e isso já dá mais um milhão de pontos em pau no cuzisse para eles na ficha de RPG da vida.

— Espero que se deem bem com o resto da família Zoldyck, mas agora Killua precisa se retirar, precisamos cuidar dessas queimaduras, não é bebê? Vamos, vamos. Cuidem bem dos amiguinhos do Kill.

— Boa recuperação bebê. — Gon falou e Killua fez uma careta enquanto era arrastado para fora.

Olhei para os outros irmãos e eles não pareciam nem um pouco interessados na nossa presença.

— Nós mudamos de nome para “amiguinhos do Kill”? — eu disse.

— Parece que sim. — Respondeu rindo e dando um tapa no meu ombro. Acho que eu sou uma má influencia para o Freecs, até aprendeu sarcasmo.

Nossa, é estranho chamar o Gon pelo sobrenome, nem sei por qual motivo eu acho isso. Freecs.

Meu Deus, o Gon tem sobrenome de vara de pesca!

Wow! Que merda!

Eu nem sei mais o que eu estou fazendo da minha vida, apenas ignorem.

Esse foi um dia legal, apesar de tudo. E o melhor: Quase nem paguei mico. Uma vez, ok, mas todos aqui já se acostumaram com isso.

— Você é namorada do Killua? — Kalluto disse puxando a minha blusa, que inclusive estava úmida ainda.

— Não.

Tá amarrado e repreendido!

O universo é ruim comigo, mas nós esperamos que não tanto assim.

— Ah. Que pena. — Ele me olhou de cima a baixo — Se você mudasse essas roupas e fizesse uma maquiagem legal ficaria bem bonita.

Eu a olhei com uma cara de “Really niggaa?”, até ia a mandar ir se foder, mas eu lembrei que ela é só uma criança então eu só respirei fundo e me virei para o Gon.

— Vamos embora?

Era tarde demais. Ele já estava brincando com Alluka e parecia que não ia parar agora.

Nossa, amizade linda, sincera, verdadeira. Quero ver se ela te dá comida!

Talvez eu também eu devesse tentar puxar assunto sobre algo interessante. O Roberto, talvez?

Olhei para alguns ali presentes; Gon, Kurapika, Leório e até Killua tentando fugir de Kykiou. Aqueles são meus amigos? Isso é um circulo social?

Que merda.

Segundo item cumprido, acho...


Notas Finais


Hm, Suki, admite que essa vara tu quer. -qq
Não menti não. Eu tava atacada escrevendo isso. Ficou ruim? Não sei. Se ficou apenas esqueçam esse capitulo.
Até a próxima anjos <3


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