História Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 7


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction, Originais
Personagens Justin Bieber, Liam Payne, Personagens Originais
Tags Incesto, Justin Bieber, Liam Payne, Originais, Sexo
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Palavras 2.102
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá :)

Boa leitura.

Capítulo 7 - Preste atenção no padre


Fanfic / Fanfiction Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 7 - Preste atenção no padre

Sim, eu a chamei para ir a missa. Eu não sabia o que fazer, como agir, o que falar. Melanie havia acabado de confessar que se masturbou a noite toda com minha imagem em seu pensamento, a imaginação me fazendo come-la e passar minha língua em suas partes, o que eu deveria dizer? Mais alguns minutos perto dela e sem duvidas eu perderia o controle. Nosso sentimento de tesão era mútuo porém desagradável para minha fé. Melly não era a primeira a se oferecer para mim mas certamente era a mais tentadora de todas, com seu jeito de menina e curvas exageradas. 
_Comporte-se - sussurrei em seu ouvido quando nos sentamos no banco de madeira da capela. Mel optou por um vestidinho preto solto e um suéter cinza para protegê-la do frio. Uma pena suas roupas não conseguirem protegê-la de meus pensamentos.
_Eu sempre me comporto - ela sussurrou de volta. 
Chegamos meia hora antes da missa e eu mal havia arrumado meu cabelo, joguei um pouco de gel na mão e o ajeitei para trás e deve ter ficado bem com minha calça jeans clara e camiseta branca, claro que com uma jaqueta por cima, os fiéis não precisam ver minhas tatuagens.
_Você não vai mesmo falar nada? - Melanie cochichou para mim, tentando disfarçar sua irritação jogando os cabelos longos e soltos para trás. 
_Você quer que eu puxe assunto numa igreja silenciosa? 
_Não estou falando disso. - suas sobrancelhas se franziram e ela cruzou as pernas, expondo suas coxas salientes e balançando os pés calçados com saltos pretos. - Eu te confessei algo e você simplesmente me ignorou.
_Melly aqui não - parei de olhar para suas pernas demoníacas e a repreendi com o olhar.
_Eu não deveria ter te falado nada - Mel bufou, revirando os olhos e jogando a cabeça para o outro lado. 
Tudo bem, eu entendia sua irritação, mas o que eu deveria falar? Obrigada por gozar pensando em mim querida sobrinha. Liam não me passou o manual para esse tipo de coisa.
_O que exatamente eu deveria dizer? - nossos sussurros incomodaram uma velha senhora sentada a frente, de cabelos acinzentados e pele escura enrugada. Fiz um cumprimento com a cabeça para a rabugenta, sorrindo sem mostrar os dentes.
_A verdade.
_Qual verdade?
_O que você pensou quando eu te disse aquilo? 
_Pensei que você é nova demais para se masturbar. 
Mentira.
_Vá a merda. - ela riu baixinho. Um silencio gostoso nos envolveu enquanto ficamos parados encarando um ao outro e sorrindo - Você fica bem com o cabelo para trás.
_Eu sei. - pisquei para Mel forçando uma sensualidade engraçada.
_Mas sabe - a garota com o decote encostando acima de meu cotovelo se esticou para sussurrar diretamente em meu ouvido - na minha imaginação, você me fodia com os cabelos bagunçados. 
Virgem Maria!
Merda, mordi minha língua sem querer. O talento de me deixar sem chão é sem dúvidas algo que ela domina.
A encarei e abri um sorriso. Ela retribuiu com uma abocanhada atrevida em seu lábio inferior.
_Bom dia - o padre interrompeu, começando a missa.

                                                                                              (...)
Estávamos sentados ouvindo o sermão já a longos minutos, mas minha mente não estava ali. Conforme o mastigar sereno de Melanie com o chiclete de morango na boca, minha concentração se esvaiu para seu corpo, novamente. Talvez se eu a levasse ao banheiro, ou dissesse a irmã Judy que Melly passava mal e precisava tomar um ar nos fundos da igreja, ou quem sabe se eu simplesmente a pegasse pela mão e a levasse para o carro, poderíamos conversar mais a respeito de sua longa noite. 
Eu queria, ah, por Deus, eu precisava comer aquela garota, se eu a pegasse, com a vontade que estava de fode-la, Melanie não conseguiria nem sentar direito quando eu terminasse. Não sou de aturar provocações, sexo comigo - claro, na época de minhas abominações - era sempre uma arte contemplável, nunca joguei para perder, se levava uma mulher pra cama era pra fazer direito, fazê-la gritar.
Melanie brincava com fogo sem saber que eu só precisava de uma faísca para queima-la por inteiro. Certo, eu estava num propósito íntimo com minha fé, mas minha carne não resistiria por muito tempo e eu sabia disso. Temo que Melly também já sabia.

Abaixei meus olhos até seu decote, fingindo olhar para o livro de hinos aberto nas mãos de Melly quando na verdade minha atenção estava no meio dos seus seios quase à mostra. A garota passava o indicador sobre a divisão sensual do decote, se acariciando como se ninguém mais tivesse ali. Sua concentração parecia estar no homem santo de batina mas obviamente ela pensava em outras coisas. Imaginei se, por um momento,  minha língua se descuidasse e sem querer tombasse para dentro de seu sutiã. Oh Cristo,eu me divertiria ali. 
_Pare com isso irmão - Mel falou ligeiramente baixo, ainda olhando para frente - o padre não gosta quando os homens ficam olhando para o decote das irmãs mais novas. - Ela riu maquiavelicamente.
_Não estou olhando o decote, estou lendo o livro que está nas suas mãos - protestei.
_Quando terminar, tenho outro livro pra você ler debaixo do meu vestido. 
Pecadora.
Sorri com sua ousadia mas tapei a boca quando percebi que duas freiras me encaravam feio. Até onde eu deixaria que ela levasse aquela história? Céus, estávamos na igreja e-
_O que está fazendo? - olhei para os lados com desespero, torcendo para ninguém estar vendo quando Melanie agarrou meu punho e colocou minha mão no meio de suas pernas fechadas, subindo devagar do joelho para dentro do vestido.
_Esqueci de dizer, o livro é em libras. - minha mão sumia dentro de sua roupa, chegando as suas entranhas calorosas - Você vai ter que aprender a ler com os dedos, papi - Melly me encarou firme e piscou sensualmente, logo voltou a visualizar o padre fingindo que nada acontecia.
Nós estávamos sentados perto de uma coluna branca com uma grande imagem de São Pedro pendurada. Melanie estava atrás dessa coluna e eu ao seu lado direito, sendo meu lado esquerdo uma parede. No nosso banco mais ninguém se assentou por ser um local muito longe da frente e escondido dos demais. 
As coxas dela se abriram um pouco para receber meu toque e, ao encostar meus dedos em seus lábios aparentemente grossos, senti um espasmo de excitação ao perceber que Mel saiu sem calcinha. Respirei fundo tentando controlar a futura ereção mas não tirei minha mão de suas pernas, pelo contrário, fiz questão de me aproximar mais. Eu queria aquilo, precisava senti-la.
_Você é totalmente errada, garota - inclinei minha cabeça para cochichar em seu ouvido e fingi me normalizar, endireitando a postura.
Mas meu polegar que tocava seus lábios secos se movimentou dentro do vestido, me fazendo sentir a pele raspada que ela fazia questão de depilar com cera e contar a toda família de tal feito. Era bem quente ali, sim, sempre quente, porém não o suficiente para satisfazer minha curiosidade. Eu não queria apenas o superficial. Ousando ainda mais e ignorando o sermão do padre, abri minha palma forçando Melly a separar ainda mais as coxas, e abracei toda a sua vagina, ignorando o vestido que subiu com o movimento, deixando parte de sua coxa exposta. 
Ela gemeu.
Sim, na igreja, ela gemeu.
Graças a nossa senhora ninguém além de mim a ouviu, as palavras do padre Tomas pareciam estar enfeitiçando a todos. 
_Oh - seus dentes cerraram e as sobrancelhas se arquearam quando meu dedo médio invadiu o meio dos lábios abafados, subindo até a extremidade do clitóris ainda escondido. 
Meu pau começou a pulsar quando Melanie umedeceu rapidamente em minha mão, sem que eu sequer tivesse me movimentado, apenas conhecendo suas partes. Coloquei meu livro em cima da ereção que se formava e ela riu ao me ver em agonia, tentando disfarçar. 
_Você é péssimo nisso - seu tom de voz era torturante, ela tentava se controlar também.
_Preste atenção no padre. - repreendi, apertando o dedo médio em sua vulva e o remexendo para cima e para baixo, da entrada da vagina até o clitóris, bem devagar.
Eu não ia masturba-la, oh não, que horror, estava apenas conhecendo o território. Cada vagina é diferente, cada uma com sua própria extensão e estética e a de Melanie se tornou minha favorita.
Os grandes lábios eram grossos, acolhedores, daqueles que escondem e protegem. Os pequenos lábios eram macios, mas finos, fáceis de deslizar com os dedos e talvez sensíveis demais quando eu os abrisse com meu pau. Eles quase escondiam o clitóris tímido, localizado logo no início da abertura e separação dos lábios, precisando de um estímulo muito agradável para inchar e se fazer perceptível, mesmo assim, não ficaria tão exposto. Deslizei o dedo até a abertura da vagina, não pretendendo introduzir mas apenas o pouquinho que me fizesse sentir se Mel era apertadinha. Ela ficava molhada rápido, não por ser fácil de se excitar mas por me querer. Coloquei a pontinha do dedo quase dentro e bem, talvez minha garotinha não fosse mais virgem já que parecia mais elástica na entrada, isso ou ela andava se masturbando com alguns brinquedinhos imorais.

Então sorri, tirando minha mão do meio de suas coxas e a levando disfarçadamente até meu nariz. O cheiro era suave, mistura de vagina com sabonete íntimo. O gosto era um pouco doce e meio amargo. Hum Melanie poderia ser deliciosa quando chupada direto da fonte.
_Meu Deus - ela me tirou de minha dedução - eu quero vir na missa mais vezes!
Então a encarei, percebendo seu rosto corado, a testa marcada pela expressão franzida e a boquinha rosa entre aberta. Fiquei absorto nos meus pensamentos de como era sua vagina e me esqueci de perceber se ela estava gostando ou não do toque. Mas tudo bem, pelo menos eu ja conseguia imaginar como sua parte mais indecifrável poderia ser.
Só havia um problema: meu pau rígido estava doendo abaixo do livro de hinos, fazendo-o se mexer com as contrações de tesão que bombeavam em minhas veias. Eu estava cheio de tesão no meio da missa, cercado de mulheres por toda a extremidade da igreja e com minha mão úmida pela excitação rápida de Mel. Não, eu não voltaria ao normal tão rápido.
_Fiquemos em pé, queridos - o padre Tomas pediu e todos se levantaram ligeiramente.
_Merda - praguejei sem saber o que fazer, olhando para os lados, buscando uma saída qualquer. -Não saia daqui - toquei o braço de Melly que arrumava o vestido - eu vou no banheiro.
(...)
_Aah, cacete - coloquei meu pau para fora sentindo um pouco de alívio quando fechei a porta do banheiro.
Aquilo doía, minhas bolas estavam agoniadas para colocar ainda mais para fora mas eu não pretendia me aliviar na igreja, por mais que minha mão tivesse o cheiro de Mel, por mais que eu tivesse me tocando com a umidade dela, por mais que meu pênis reconhecesse minha mão e respondesse positivamente quando, com leveza, movimentei a pele para cima e para baixo.
_Ei - um "toc toc" me fez dar um pulo de susto - sou eu! 
_Melanie, o que você faz aqui? Eu mandei você ficar lá - tentei arrumar meu pau de volta na calça para abrir a porta - e esse é o banheiro masculino!
_Eu sei - ouvi sua risada boba - eu só quero te agradecer.
_Pelo que?
_Ah, você sabe. O que acabou de fazer foi muito gostoso, pena que foi rápido.
_Tá, ok, esqueça isso. - meu músculo rígido e levantado insistia em não ficar dentro do jeans e estava me deixando irritado. O espaço ali era minúsculo e meus cotovelos batiam freneticamente nas divisórias de sanitário.
_Abra a porta - ela pediu.
_Desista, você não vai ver meu pau.
_Eu estou de olhos fechados. Juro. 
_Melanie-
_Ok, eu saio. - disse, antes que eu ordenasse.
Um silêncio profundo abraçou o banheiro por alguns segundos. 
_Como você é tonta - cai na gargalhada finalmente conseguindo fechar o zíper da calça, por mais que um relevo grosso tenha ficado explicitamente visível do lado esquerdo - eu sei que você está aí!
Ela riu junto comigo, talvez um pouco alto demais. Então eu saí da divisória e contemplei seu rosto curioso que logo se abaixou para minha cintura. Um sorriso maldoso foi tudo o que restou em seus lábios quando, se apoiando em meu quadril, Melly se ajoelhou como se fosse rezar e, me encarando com a sensualidade mais instigante que jamais vi, perguntou:
_Posso chupar seu pau?


Notas Finais


Obrigada por tudo gente <3

grupinho no wpp pra quem quiser bater um papinho com essa que vos escreve: https://chat.whatsapp.com/DBPflDWDuPQ2ctYNYa7ZOj


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