História Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 8


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction, Originais
Personagens Justin Bieber, Liam Payne, Personagens Originais
Tags Incesto, Justin Bieber, Liam Payne, Originais, Sexo
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Palavras 1.686
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi olá oi :)
boa leitura

Capítulo 8 - É errado se te deu prazer?


Fanfic / Fanfiction Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 8 - É errado se te deu prazer?

No capítulo anterior:
Um sorriso maldoso foi tudo o que restou em seus lábios quando, se apoiando em meu quadril, Melly se ajoelhou como se fosse rezar e, me encarando com a sensualidade mais instigante que jamais vi, perguntou:
_Posso chupar seu pau?


_Oh não, Melanie - arqueei minhas sobrancelhas em expressão de misericórdia, como se implorasse um pouco de compaixão enquanto a via abrir meu zíper - Vamos, levante-se - puxei seu cotovelo esquerdo com força e ela se pôs de pé, meio cambaleante - Agora senta ali - ordenei apontando para a privada com tampa fechada, com cara de mau. Melly, submissa, apenas obedeceu. Tranquei a porta da divisória de sanitários, ficando apenas eu e ela dentro de um comodozinho minúsculo. Minha virilha dava na altura de seu queixo - Você já está me cansando com essas provocações, garota - discursei abaixando a calça até os joelhos revelando minha box preta com um relevo duro na esquerda. - Então por que não me mostra o que sabe? - sorri olhando-a por baixo.
Ela fez cara de gulosa, lambendo os lábios e subindo suas mãos atrevidas por minhas coxas. Ao chegar na cueca, Melanie acariciou por alguns segundos meu pau que se contorcia de tesão, logo colocou a língua para fora e lambeu devagar a extensão por cima do pano, chegando na glande e dando atenção especial ali. Melly percebeu que sua boquinha poderia se encaixar muito bem e como um pirulito, talvez mais grosso do que o usual, ela conseguiria se divertir - e me divertir.
Senti arrepios terríveis em minha virilha conforme ela passava a língua com certa força, tendo apenas uma fina camada de pano impedindo o toque molhado. Queria vê-la trabalhar com meu pau despido dançando entre seus dentes, estava ansioso para saber como ficaria sua boca em mim.
_Trabalhe pra mim, amor - pedi, colocando minha mão dentro da box e retirando meu músculo duro que permaneceu erguido na altura das sobrancelhas arqueadas de Melanie.
_Meu. Deus. Do. Céu - suspirou de surpresa quando enfim pôde ver bem de perto o que tanto ela desejava - Você poderia trabalhar como ator pornô! - gargalhou de olhos arregalados.
_Shh! -exigi silêncio, pegando seus cabelos e os juntando em um rabo de cavalo em minhas mãos, afim de deixar seu rosto livre para minha visão - Por que você não usa sua boca só pra me chupar agora? - sussurrei.
A vi morder o lábio enquanto colocava a mão direita em meu pau, agarrando-o como um cabo de vassoura. Então passou a me masturbar, movimentando os dedos deliciosamente para cima e baixo, escondendo a cabecinha do meu pênis com o prepúcio e a despindo até o deixar nu. Ficou óbvio com a praticidade dos gestos que ela sabia o que estava fazendo, não que hajam muitas formas de masturbar um homem, contudo a ausência de confusão na expressão de seu rosto deixava claro certa experiência. Aquilo relativamente bom apesar de lento demais, mas eu queria que ela me chupasse, queria que sua boca me fornecesse o boquete que eu tanto imaginei, a espera estava me matando de ansiedade. Se fosse só para masturbar, eu mesmo faria.
_Abre a boca pra mim, Mel? - pedi, ofegante. 
Apontando meu órgão para seu rosto, Melanie abriu a boquinha rosa e encaixou minha glande em cima de sua língua calorosa. A ação me provocou um espasmo de excitação nas veias e me fez gemer involuntariamente, vê-la se esforçando para engolir cada vez mais meus centímetros e sua garganta inchando com o esforço foi uma imagem que não pretendo esquecer. Eu me sentia quase delirando com aquela garota me chupando, aplicando intensidade no seu trabalho e lambendo meu pau como se precisasse daquilo. Sim, ela queria tanto quanto eu. O barulho era estimulante, deixava o momento mais caloroso se misturando com a canção que os fiéis cantavam no salão principal da capela.  Apoiei minha mão direita na divisória para não tombar para os lados. Minha cintura se movimentava conforme Mel engolia e soltava meu pênis, os movimentos passaram a ser pouca coisa mais rápidos porém as chupadas intensas eram exatamente o que estava me enlouquecendo. Seus dentes ficavam longe do meu pau, graças a Deus, mas de vez em quando ela os raspava em minha pele. Segurando perto dos meus testículos, Melly secou os cantos dos lábios molhados por sua própria saliva e decidiu se dedicar somente a minha cabeça que àquela altura, se encontrava quente e úmida porém totalmente sensível. Sua deliciosa língua lambeu a ponta, fazendo círculos molhados enquanto sua mão livre brincava com minhas bolas. Melanie não era exatamente uma profissional do sexo oral, por vezes deixou a desejar mas acredite: foi o melhor boquete apenas pelo fato de ser minha sobrinha sugando meu pau. Não me interessava sua experiência, se ela já tinha feito aquilo ou não.
 Apenas me chupe.
Tão errado. 
Tão gostoso.

Segurei seus cabelos, arfando de prazer e sem conseguir controlar minha respiração agitada. Meus gemidos baixos e graves estavam longe de ser voluntários, escapando de minha garganta sem qualquer permissão. Ela estava me enlouquecendo. A sensação de estar ganhando um boquete numa igreja me deixava extasiado, aumentando meu apetite pela lascívia. Eu queria comê-la ali, queria virar Melanie de costas e fazê-la se sentir mulher, minha mulher. Poderia mostrar a ela como um homem de verdade fode, deixar claro a diferença entre os moleques que ela conhecia e eu.
Já não estava mais aguentando, a garota me encarava com seu mar de mel sobre o meu, seus olhos refletiam o quanto ela estava gostando e entre uma chupada e outra, ela sorria com a maldade de um demônio. 
_Ah Melanie, faz assim vai - pedi novamente, colocando minhas mãos no topo de sua cabeça e a empurrando devagar até a metade do meu pau que já se contorcia pronto para gozar se eu quisesse. 
Ela engasgou, tossiu, e de uma forma diabólica aquilo me deixou louco. Respirou fundo e se preparou para tentar engolir tudo outra vez e com a cena joguei minha cabeça para trás tentando reprimir um gemido forte. 
_Ah não - Melanie olhou para o meio de suas pernas, segurando meu pênis com os dedinhos.
_O que foi? - eu não queria saber, só queria que ela terminasse o serviço.
_Eu estou molhada! - ela sorriu voltando a me olhar - Acho que encharquei até minhas canelas chupando você. 
Suas palavras me forçaram a morder meu lábio aumentando meu desejo ainda mais. Ela sabia me provocar juntando as letras e eu estava adorando aquilo. Dane-se sua inocência. Foda-se sua pureza. Eu só queria gozar na boca dela e depois devora-la com meu pau se apertando entre suas coxas.
_Porra - gemi, fechando os olhos com força. Minhas pernas estavam quase bambeando, uma corrente elétrica agressiva e potente atravessava meu corpo com rapidez parecendo me desgastar e sugar minha energia mas, ao mesmo tempo, me dando um prazer imensurável, contorcendo minha espinha com o tesão que se concentrou em minha virilha e logo se transformou em um jato ardente e potente, pronto para sair. - Melanie eu vou gozar! - avisei com agonia segurando ao máximo enquanto ela ainda engolia meu pau. - Eu... - segurei a respiração, não sabia se poderia soltar tudo dentro de sua boca - Eu não posso mais aguentar! Deus...
Então, com gemidos calorosos e puxões sobre os fios de chocolate de Mel, gozei em sua boca, vendo o líquido escorrer por entre seus lábios carnudos. Como um batom, Melly passou a glande do meu pau, usando-o para se divertir após a festa de gozo que despejei em sua garganta. Sendo uma boa garota, ela engoliu tudo, me encarando fixamente e lambendo os dentes, parecia a melhor coisa que ela já havia provado.
_Você é uma delicia, papi - Melanie expôs sua felicidade com cara de arteira, brincando com meu pênis que se amolecia. 
Quanto a mim, permaneci arfando tentando controlar meus batimentos ágeis, me sentia prestes a enfartar mas o alívio dentro do meu organismo me trouxe certa paz. Ok, minha sobrinha me pagou um boquete na capela, em meio à missa, fora isso eu me sentia bem. Talvez um pouco sujo pelo pecado, mas bem.
_Isso foi errado - tirei suas mãos de mim e guardei meu pênis quase mole e cansado dentro da roupa, erguendo o jeans e me arrumando.
_É errado se te deu prazer? - Mel se levantou encostando seu corpo no meu.
_Sim - respondi simplesmente.
_Eu fui bem? - ela parecia ignorar meu senso de consciência - Você gozou, não é? Então eu devo ter ido bem!
_Melly - sorri, pegando em seu rostinho corado - você foi ótima! Me faz pensar que essa não foi sua primeira vez.
_Ah Justin - a voz dela se transformou de um tom doce e inocente para um desafiador e sensual em segundos - grave bem minha cara de anjo, porque quando eu terminar o que quero fazer com você, vou ter te mostrado o meu demônio - e piscou, descendo a mão até meu abdômen. - Eu quero que você me foda. E você sabe que não vai conseguir resistir por muito tempo. Nós dois sabemos.
_E por que você quer isso? - perguntei sentindo minha antiga criatura pecaminosa voltar aos poucos. 
_Porque eu quero. 
_Não foi uma resposta.
_Ninguém deveria explicar o motivo de querer ser fodida. Se eu fosse você, não tentaria resistir tanto, sabemos onde isso vai dar. - Melanie não falava comigo como minha sobrinha, tudo nela de repente mudou, sua feição, tom de voz, postura, toque. - Enfim - ela deu pulinhos, seus seios saltando dentro do vestido, voltando a ser a garotinha que eu conhecia. Uma mutação rápida de personalidades oscilando entre a inocência e o erótico - te encontro lá no banco, do lado de São Pedro! 
Dando um beijinho barulhento em meu queixo, ela se retirou do sanitário, me deixando sozinho com o olhar perdido na parede encardida. 
_Deus - sussurrei para mim mesmo, seguindo com a mão o fluxo do meu penteado ajeitado para trás - me ajude!


Notas Finais


ALGUÉM SEGURA ESSA MENINA.
PECADORA.

Valeu <3


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