História Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 9


Escrita por: ~

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Categorias Justin Bieber, One Direction, Originais
Personagens Justin Bieber, Liam Payne, Personagens Originais
Tags Incesto, Justin Bieber, Liam Payne, Originais, Sexo
Exibições 1.563
Palavras 3.403
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Famí­lia, Ficção, Hentai, Mistério, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi :)
Primeiramente, espero que tenha alguém acordado.
Segundo: esse capítulo vai ser um dos poucos - senão o único - em que é o ponto de vista da Melanie, por isso ficou grande pra cacete. Então NÃO é o Justin narrando, certo? É um "especial".
Terceiro: a Melanie não é interpretada por nenhuma famosa, ela vai da imaginação de vocês.
Quarto: Recomendo que vocês leiam ao som de Let's Get it On do Marvin Gaye, uma das músicas mais sexuais e sensuais que existe (minha opinião). É a música tema do capítulo.

Enfim, boa leitura <3
(Pode haver erros)

Capítulo 9 - Especial: Let's Get It On, Baby!


Fanfic / Fanfiction Oh No, Melanie (Incesto) - Capítulo 9 - Especial: Let's Get It On, Baby!

Justin tinha um cheiro acolhedor de fim de tarde e chuva de verão. Eu sei, é uma comparação louca, mas isso sempre me trouxe paz. Sentir seu aroma significava que eu estava segura, ele estava ali para mim, o mundo não podia mais me machucar. 
Uma vez, numa tarde de inverno, ele me levou à cidade para tomarmos o famoso leite com chocolate na 15th Avenue Diamond, em meio a táxis barulhentos e carros coloridos buzinando na luz verde do semáforo. Como Audrey Hepburn em Bonequinha de Luxo, aquela cafeteria decorada com uma fachada simples porém excêntrica - digna de fotos hipsters em redes sociais - era minha Tiffany's. Coloquei minha melhor roupa mesmo parecendo não ter nenhuma que superasse a sutileza clássica do asfalto da Avenue Diamond - a avenida no extremo sul da cidade, com seus astros americanos se escondendo atrás de chapéus enormes, prontos para as compras diárias. Entre vitrines de jóias mais caras que a vida de alguns e paparazzis a espreita, eu apertava a mão de meu tio alto, com cheiro delicioso e cabelos de alguém que saiu de um comercial de shampoo anticaspa. Lembro do sorriso desajeitado que ele tentava esboçar cada vez que seu olhar se cruzava acidentalmente com o meu, o jeito simples de um cara que queria fugir do seu destino de fazendeiro e se misturar com os baladeiros mais profanos da cidade. Algo havia acontecido e eu descobriria mais tarde, porém naquele momento a visão celestial de Justin trincando o maxilar em um aparente desconforto e apreciar meu delicioso macchiato de caramelo com chantilly extra, parecia mais interessante do que tentar adivinhar o que diabos ocorria em casa. 
_Mel, precisamos conversar - foi quando minha vida mudou. Justin com seu sotaque do interior, cantando as palavras num falsete que dispensa comparações enquanto puxava o R como se precisasse dele.
Minha mãe havia traído o meu pai. Eles iam se separar. Tudo bem. Nada de novo. 
Suas palavras cuidadosas saíam entre os folículos de açúcar nos lábios instigantes e dentes brancos sem-vergonha. Papi tentou me acalmar. Mas eu não precisava ser acalmada. Eu estava bem.

Sempre soube que meu tio era diferente pra mim. 
Nossa atração era química, que mais se parecia com biologia, beirando a física pura, pairando entre nossos pensamentos, algo completamente diferente. O que eu sentia por ele era singular, um amor além do fraterno, uma coisa estritamente física, impulsiva, capaz de avassalar dogmas num momento de impulso impensado. Por anos pensei que tudo aquilo era coisa de criança, e até poderia ser. Sabe quando você ganha um urso de pelúcia, o querido Teddy Bear, e convive com ele por anos de aventuras sobre a grama fresca, pulando entre cercas mal pintadas numa tarde preguiçosa e, quando finalmente a noite cai, lá está você e o Teddy, abraçados na hora de dormir, ouvindo a história entediante sobre princesas presas num castelo de tijolos rosas e um príncipe afeminado, cavalgando em cima de um unicórnio de chifre colorido? Bem, Justin é meu Teddy Bear, meu ursinho Teddy, o que sempre esteve comigo. 
Hoje, eu cresci.
Teddy cresceu.
Nós evoluímos num lindo arco-íris recheado de pensamentos loucos e olhares obscenos, mãos naquilo e aquilo nas mãos. Você sabe. 
Hoje, eu e Teddy queremos foder.

Brincadeiras de crianças a parte, essa idéia de genética nunca impediu ninguém. Afinal, o que é certo e errado nos dias de hoje? Quem é correto o suficiente para implantar isso? Quem não tem pecados que atire a primeira pedra, certo? 
Ele é homem, eu sou mulher e é tudo o que precisamos discutir. O pensamento de ter meu tio metendo em mim sempre me foi algo presente. Minhas amigas sonhavam com vampiros homossexuais que desfilavam brilhando em telas de alta definição, outras preferiam fantasiar com qualquer mexicano metido a cantor, rebolando enquanto sua voz computadorizada soava em canais abertos, eu continuava a imaginar meu delicioso tio entre minhas pernas, me fazendo mais mulher do que qualquer uma delas. 
Ele não sabe, mas já o vi fazendo isso antes, eu o peguei comendo uma loira peituda no quarto de uma pousada a beira mar, quando passávamos o reveillon na praia. Seu ritmo feroz e barulhento sobre as coxas bronzeadas da mulher oxigenada, me trouxe momentos de prazer sozinha com meus dedos ágeis. Claro que me imaginava no lugar dela, cedendo a cada estocada firme, profunda, bem lá dentro, a cara de mau dele, como um vilão psicótico saído diretamente dos filmes de Alfred Hitchcock, me encarando conforme segurava minhas pernas abertas e metia. Ele era minha Psicose. 
O tempo passou, mas a cada ano era como se nenhum garoto suprisse a falta que o corpo do meu tio me fazia, mesmo nunca tendo entrado em mim. Minha vagina pedia por ele, implorava a cada noite por um mísero carinho de seu pênis, mesmo nunca tendo provado. 
Morar na cidade me fez perceber o quão mal a urbanização era por me tirar do lado dele. Os garotos da capital, com seus cabelos cheios de spray e músculos bombardeados por suplementos para cavalos, não conseguiram me satisfazer. O campo, a fazenda, a grama, tudo isso sempre fez sentido porque Justin estava lá, sim, ele era o verdadeiro sol que ardia em minhas bochechas, o dono dos meus orgasmos particulares, o que me fez descobrir minha sexualidade mais cedo que o usual, o cara que me viciou em vídeos pornográficos apenas para ter uma idéia de como seria ter sua língua brincando de doces ou travessuras entre minhas pernas bambas. 
Ele me deu sentido. E era nele que eu pensava ao ser fodida por qualquer frouxo com ejaculação precoce da cidade grande. Oh Deus, eles não faziam nem cócegas em minha vagina.

Era segunda-feira quando acordei pela manhã com o cortador de grama dando seu melhor grito na janela roxa do meu quarto. Levantei, cambaleante e a abri, pronta para chingar quem-quer-que-fosse e voltar ao coma induzido por sonolência atrasada.
_Oh desculpe - me fez sorrir o maravilhoso sotaque canadense, vindo diretamente de um caipira vestido com uma regata branca colada no abdômen suado. Justin desligou a máquina que apresentava seu concerto, gritando alto como Whitney Houston em O Guarda-Costas e tirou o pano vermelho do bolso da calça jeans - me esqueci de que essa é a janela do seu quarto - algo na voz dele soava estranho. Talvez o fato de ter recebido um oral de sua sobrinha na capela, sobre os singelos olhares de São Pedro, dificultasse seu timbre normal. 
_Tudo bem - pausei para um bocejo matinal - já deve ser a hora de eu levantar mesmo - meu hálito preguiçoso incomodava meu olfato.
_Han, Melanie - o dono dos fios dourados, talvez já grandes demais, caminhou em minha direção, esmagando o resto de grama verde com as botas bege - sobre o que aconteceu ontem, bom, aquilo não pode se repetir.
_Ah por favor - balancei meus ombros pesados pelo desejo incontrolável de ser fodida por aquele homem de braços tatuados, vestido como um exemplar mal feito, quase patético, de um gângster gay do Sul de Atlanta - eu acabei de acordar e você já quer falar sobre sexo? 
_Melanie o assunto é sério, nós temos que esquecer aquilo. 
_Mas é você quem está lembrando, eu nem toquei no assunto.
Suas pílulas minúsculas devido a luz do sol fizeram uma volta pelo globo ocular, um revirar de olhos rápido. Ele queria mais daquilo só não estava disposto a admitir. Numa realidade anterior, aquela em que meu tio comia qualquer vagina que quisesse, regada a vodka e maconha, eu jamais teria qualquer chance de ser o motivo de sua intimidação, a causa de suas mais profundas preocupações carnais, mas naquele momento em que sexo era a última coisa que Justin tinha por seu voto de castidade idiota, eu poderia ser sua estrela sensual, sim, eu poderia ser sua Marilyn Monroe.
_O almoço sai em dez minutos. - disse o caipira sexy, me dando as costas com aparente fardo de culpa nos ombros largos.
_Papi - meu chamado alcançou sua atenção novamente, fazendo-o se virar para mim - desculpe.
_Pelo que?
_Eu não deveria ter te provocado. É injusto, como você disse. 
_Mel, eu-
_Isso não vai acontecer outra vez - ergui o queixo numa posição firme e determinada - Não se preocupe mais. - e saí rumo ao banheiro para formalizar minha higiene.
Decidi que não ia mais provoca-lo, bem, não explicitamente como antes. Justin ia ser meu, isso era fato, mas até chegar ao ápice - o incrivel momento que eu derreteria com uma cachoeira quente jorrando no meio das minhas pernas - eu deveria instiga-lo. Mesmo que implicitamente.

(...)

Dois dias se passaram. 
Dois dias em que eu não fiz a mínima questão de fixar meus olhos em meu tio, por mais que meu corpo implorasse para admirar sua silhueta curvilínea de músculos desenhados e camiseta apertada. Uma espécie de James Dean canadense de íris dourada, talvez um pouco mais baixo também mas igualmente sensual. Toda vez que Justin andava para perto de mim eu podia ouvir a voz rouca de Marvin Gaye, cantando o blues mais sexual da música no mesmo ritmo, eu só queria que ele realizasse minha fantasia e tirasse sua roupa enquanto eu cantava Let's Get It On mentalmente, não me esquecendo do instrumental protagonizado por saxofones e guitarras elétricas. 
Enfim, dois dias torturantes que se resumiram em bom dia, boa tarde e boa noite. 
Ele estava odiando isso, queria me ter por perto, quase implorava pela minha atenção mas continuei firme mantendo a suspeita ideia de não tortura-lo com minhas provocações, sendo essa frieza parte de meu mais novo plano para tira-lo do sério. 
E então, somando os dias que não falei com ele, me encontrei no meio de uma tarde ensolarada de quarta-feira. Justin chegou da cidade, provavelmente mais um de seus leilões caros onde um par de bois gordos foram vendidos por alguns milhares. Ele afrouxava a gravata vermelha quando ultrapassou a porta larga de entrada e foi bombardeado por meu olhar obsceno, onde possivelmente se sentiu em meio a uma guerra violenta, eu contra ele, minha vontade de ser fodida e o auto controle que ele perdia cada vez que sua atenção se voltava aos meus seios.
_Você pode me ajudar? - parei em sua frente, metros de distância nos separando fisicamente. Eu estava com um roupão rosa, cabelos amarrados porém devidamente maquiada, como se fosse sair para um jantar á luz de velas num navio excêntrico flutuando sobre o cais. 
_Você vai aonde? - meu James Dean particular colocou suas mãos grandes na cintura após tirar a gravata do pescoço, me observando dos pés a cabeça.
_Lugar nenhum. Pode me ajudar ou não? - soei grossa, franzindo o cenho e tentando não pular em seu colo. 
_Ajudar. Claro. Com o que? - Papi começou a retirar a parte de cima do terno escuro, revelando a camisa social azul que esculpia o peitoral. "Let's get it on, baby!".
_Eu preciso fazer um favor a Elvis. Ele me pediu pra tirar umas fotos com a mercadoria de sua nova marca.
_Elvis? - ele suspirou cansado.
_Sim. Elvis, o publicitário dono de uma marca de roupas femininas. - na verdade Elvis tentava a vida nessa área já que estava falindo aos poucos após ser demitido por justa causa de uma empresa fotográfica famosa.
_Ah sim. Que seja. O que você precisa?
_Venha comigo.
Caminhei na frente dele, balançando meus quadris com uma leveza impecável porém sabia como rebolar com classe em cima de um par de scapins pretos, os mais altos do meu guarda roupa. Senti o peso da atenção de papi em minha bunda escondida pelo roupão rosa, o que de maneira alguma diminuía o tamanho.
_Você fique aqui - peguei minha câmera fotográfica pesada de cima da cama e coloquei nas mãos responsáveis dele, visivelmente confuso, que ficou parado na frente da porta fechada onde ordenei - e apenas tire algumas fotos. Ok?
_Ok. - deu de ombros. Papi realmente estava cansado.
Era hora de começar. Juntar o útil com o agradável. Provocações e desejos a flor da pele. 
Eu e meu James Dean.
"I've been really tryin', baby, tryin' to hold back this feelin' for so long"
Andando devagar desamarrei o laço do roupão e o deixei deslizar em meus braços, caindo no chão silenciosamente, apenas os saltos finos rugindo sobre o piso de cor fria. Naquele momento, apenas uma lingerie, negra como a noite, prevalecia escondendo meus atributos, talvez pequena demais, quem sabe, transparente demais. Desfilava como em uma passarela decorada por diamantes, passos leves contudo determinados. 
A noite surgia tímida lá fora. Aqui dentro, as luzes ficariam ligadas até de madrugada.
"And if you feel like I feel, then come on, oh, come on"
Sentei na cama em câmera lenta, desamarrando o coque frouxo dos meus cabelos e sentindo cada fio alisar minha pele, escorrendo até acharem lugar, do topo da minha cabeça ao meu umbigo: uma cachoeira confusa de castanho escuro. Cruzei as pernas sorrindo para o homem estático de boca aberta sobre a porta do meu quarto. Meu instinto mais sensual me avisava que ele gostava do que via, eu o ganhava a cada segundo. Papi caía. Como dominó, ele caía.
"Let's get it on, oh baby, let's get it on"
Meus olhos fixos nele. Os dele correndo meu corpo, desesperados para se encontrarem em algum lugar. Suas mãos teimosas apertavam a câmera, tremendo a lente numa tentativa falha de controle. Ele não se mexia, parado firme no chão se permitiu a apenas me encarar. Desajeitado como Tony Curtis perto de Marilyn Monroe em Some Like It Hot, Justin fechava as pálpebras e lambia os próprios lábios. Talvez citando um mantra tranquilizador em sua mente. Talvez rezando a alguma santa que o fizesse forte o bastante para não se deitar em minha cama. Não importava, ninguém seria capaz de ajuda-lo naquela hora, eu havia planejado aquele momento desde o minuto que soube que passaria duas semanas ao seu lado. Quanto mais quente, melhor.
"There's nothing wrong with me lovin' you baby, no"
Sua garganta engoliu com pesar quando me atrevi a pedir que ele ligasse a câmera e chegasse mais perto. 
_As fotos precisam sair perfeitas, papi - falei baixinho, quase um sussurro que morreu nos dois pares de paredes, as únicas testemunhas oculares do que estava prestes a acontecer ali.
Com os dentes cravados no lábio, seus curtos passos o deixaram mais próximos de mim, mesmo assim tão longe. O cansaço parecia sumir cada vez mais. 
"And givin' yourself to me could never be wrong"

Não era errado, eu o queria, sentia minhas canelas titubearem com seu corpo próximo ao meu. Justin percebia isso mas se limitou a ligar a câmera e colocá-la em seu olho, escondendo parte do rosto clássico, cheio de histórias, mistura de filmes românticos e comédias eruditas dos anos 60. O momento era meu, minha vez de mostra-lo o quão mulher me tornei. 
Joguei a cabeça para o lado, uma pose duvidosa que se desfez com o flash de 80 megapixels.
_Você está ótima assim - o áspero de seu timbre se misturou com o solo de sax em minha mente.
"Don't you know how sweet and wonderful life can be..."

Olhe só para mim, implorando para que ele me tocasse. 
Lentamente subi com os joelhos na cama, uma posição perfeita para que papi se enterrasse em mim, grudando seu corpo no meu. De quatro sobre o colchão, deixei a ele a vista clara de minha traseira. Me certifiquei de ter a calcinha cobrindo somente o necessário, pouco espaço para a imaginação. Sorri para a lente da câmera por cima do ombro, descendo os olhos até a cintura de Justin onde um indelicado monte se formava sobre a calça social. Meus cabelos acharam lugar no lençol branco, deixando minhas costas livres. 
Sim, a posição perfeita.
Eu implorava: por favor, me foda!
"I'm asking you baby, to get it on with me."

Sua mão apertou sua genitália. O gesto me fez estremecer. Mãos fortes, eu gostava. 
_Por quê está fazendo isso comigo? - James Dean tentava controlar a respiração com o maxilar trincado, soando baixo e se aproximando do meu corpo que deitava na cama para o próximo flash.
_O mundo não gira em torno de você - levantei meu tronco para desabotoar a parte de cima da lingerie.
Tapei meus seios com meu braço direito enquanto o esquerdo exibia o sutiã preto, rodando em meu dedo devagar, pronta para a foto. 
Xis.
"I ain't gonna worry, I ain't gonna push, I won't push you, baby..."

Papi piscava rápido, estava nervoso, excitado. O volume sem controle sobre suas calças pretas. Seu peito se mexia rapidamente. Tudo bem, seus pulmões suportariam a pressão. 
Então tirei meu braço que escondia o tesouro, deixando seus olhos fixos no lugar. Sorri quando o vi novamente morder o lábio, um ato inconsciente de seu desejo. 
_Melanie - ele gemeu franzindo o cenho, me vendo se aproximar, engatinhando com vontade de chupá-lo outra vez - por favor...
_O que eu fiz agora? - estiquei os braços para alcançar o cós de sua calca e o puxei para perto, minha boca se mantinha na altura de seu umbigo escondido na camisa.
_Por quê você insiste em me excitar? - Papi colocou a mão livre em meu rosto sem me atrapalhar no trabalho de abrir o botão de sua calça.
"Come on baby, stop beatin' round the bush!"

_Eu não fiz nada - olhei para sua boca que me chamava - ainda. 
Apertei o volume exposto, desistindo de abrir o zíper e o segurei na gola da camisa, puxando-o para baixo, para mim. Queria experimentar seu sabor, sentir seu beijo, sua língua na minha. Fantasiei isso minha vida toda. Ele se inclinou cedendo cada vez mais ao aproximar o rosto do meu.
_Eu não consigo mais - senti como se ele não falasse comigo naquele instante, porém me alegrei quando papi jogou a câmera na cama e molhou seus lábios nos meus, acariciando intensamente minha boca, uma cena digna de ser exibida numa tela cinza.
"I know you know what I've been dreamin' of. Don't you, baby?"
Contracenamos numa clássica cena de amor, sua mão trazendo meu queixo para mais perto, sua língua conhecendo a minha, nossos rostos se movimentando com cumplicidade dando espaço aos dentes travessos que morderam meu lábio antes de um delicioso barulho romper a carícia.
_Eu quero você, Melanie - a cara de mau tomou forma em sua expressão, James Dean dando lugar a Norman Bates no pornô conceitual da minha imaginação.
_Eu também quero você, Justin - sorri quando sua mão envolveu meu seio esquerdo - Quero que você me foda.
"My whole body is in love..."

O ver sorrir tão próximo de mim, seus olhos cerrarem ao visualizar minha boca molhada, foi uma das melhores paisagens que tenho o prazer de guardar para sempre no baú imaginário. Seus dentes molhados encontraram meu pescoço e meu corpo tremeu, ele realmente me queria. A respiração quente ecoava como uma sinfonia nos meus ouvidos, me fazendo fantasiar coisas eróticas, coisas que eu faria com ele - ou ele comigo. 
Meu tio era minha melhor fantasia. 
_Mel - outra interrupção, ele queria me enlouquecer - quero que pense bem - Justin se endireitou, me encarando por cima -  por que se eu pegar você, - seus dedos lentamente desabotoavam a camisa azul - eu vou fazer você gritar - cada vez mais seus músculos ficavam expostos, eu estava excitada - mas eu não vou parar, mesmo que você implore.
_E-Eu - era difícil falar com uma explosão deliciosa de tesão percorrendo meu corpo - eu quero!
"...I've been sanctified..."
_Eu vou comer você - a rouquidão crescente que saía de suas cordas vocais me estremeciam, ele chegava perto, sem camisa, semi nu, eu gostava assim. - Vou deixar você pedindo por mais, sabe por quê? - senti seus dedos puxarem os cabelos próximos a minha nuca, me fazendo erguer o rosto para receber o beijo quente novamente no pescoço.
_Por quê? 
_Porque você é uma garota má. - sussurrou em meu ouvido - E garotas más merecem ser fodidas com força. - seus caninos encontraram minha pele sem se importar com marcas.
"If you want to love me, just let yourself go."

Naquele momento eu soube: Justin queria apenas me comer. Mas eu estava apaixonada.

 


Notas Finais


Desculpa pelo tamanho.
Acho que a Melanie é a personagem mais parecida comigo que eu já criei na vida (não que eu tenha desejos sexuais por meu tio ou qualquer pessoa da minha família, que nojo)

grupinho no wpp pra quem quiser bater um papinho com essa que vos escreve: https://chat.whatsapp.com/DBPflDWDuPQ2ctYNYa7ZOj


É isso, valeu <3


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