História Oi, Jungkook - Capítulo 34


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Tags Bangtan Boys, Bts, Jeon Jungkook, Jungkook
Visualizações 58
Palavras 1.628
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Mais capítulo na área procês. Tenham uma ótima leitura!

Capítulo 34 - Ops, alguém nos flagrou


Fanfic / Fanfiction Oi, Jungkook - Capítulo 34 - Ops, alguém nos flagrou

Após ter dado a entrevista, voltei para a Big Hit e treinei o vocal sozinho. Também pratiquei um pouco dos novos passos que já tinha visto com os meninos e fui almoçar quando terminei.

- Como foram as perguntas, Jungkook? - Namjoon perguntou.

- Não houveram coisas relevantes demais. - Respondi. - Eles perguntaram sobre o que eu achava legal em uma menina, se planejava me casar um dia e quantos filhos iria querer. O restante foi apenas sobre a nossa carreira.

- E você está bem? - Yoongi me encarou. - Fiquei sabendo da fã que tentou beijar você.

- Estou preocupado com o que ela disse, hyung. Ela pareceu muito confiante ao dizer que eu pagaria por não tê-la beijado. Fora o que disse sobre ''o motivo dessa confusão toda''.

- Acha que pode ser a Valentina? - J-hope arriscou.

- Não deixaremos que nada aconteça, filho. - Jin assegurou.

- Obrigado. 

Terminei de comer e olhei para o celular.

- Temos apenas cinco minutos para conversar com os familiares. - Namjoon informou. - Aproveitem bastante a conversa e... me perdoem por não conseguirem falar mais do que isso.

Fiquei muito triste ao escutar a fala dele. Aos poucos, cada um dos membros se levantou e foi fazer sua ligação. No fim, fiquei sozinho e digitei o número do telefone de minha omma bem rápido. Cada segundo era importante.

- Alô? - Ela atendeu. - Filho?

Comecei a chorar feito um bebê. Ouvir a voz dela era reconfortante e maravilhoso, fazendo uma onda de paz percorrer todo o meu corpo.

- Omma... - Falei, soluçando. - Como você está? Eu te amo!

- Eu também amo você, meu filho lindo. - A omma ameaçou chorar, mas se manteve firme por mim. - Eu estou bem, ainda mais nesse momento por ouvir a sua voz. E você? Como está sua agenda? Tem se alimentado direito?

- Sim, estou bem. A agenda só está começando, mas os hyungs têm me ajudado muito. E quanto a minha alimentação, tenho feito minhas refeições corretamente e como devem ser. Queria que estivesse aqui, omma.

- Eu estou, filho. Estou dentro do seu coração e você está no meu. Jamais deixarei de pensar em você e de te apoiar. Seu hyung e seu appa também estão sentindo muita falta de suas brincadeiras e mandaram um beijo enorme.

- Eu também sinto muito a falta deles e diga que mandei vários beijos e abraços. Vocês são o amor da minha vida e as pessoas que mais amo nesse mundo. Me dói ter que ficar longe de vocês, mas agradeço por compreenderem e apoiarem a minha carreira. Estou fazendo o que eu amo graças à vocês, meus hyungs e todas as armys.

- Você é muito amado, meu amor. Os rapazes são verdadeiros hyungs para você e eu os amo muito. Suas fãs também são muito especiais e sempre vão apoiar todos vocês. Lembre-se sempre delas.

- Eu me lembro, omma. Eu me lembro.

Falamos sobre minhas atividades recentes e sobre os shows que estavam por vir. A omma ficou muito feliz por saber que estávamos ganhando muitas coisas.

- Tenho muita felicidade em ter você como filho, Jungkook. - Ela disse. - Você sempre será o meu menininho, aquela criança tímida e sorridente que conquista todo o mundo.

- Tem tantas coisas que eu quero te contar... - Lembrei de Valentina. - Eu conheci o amor, omma. Me sinto tão feliz e completo, você tem que saber o que aconteceu.

- Filho, você conheceu alguém? - A omma perguntou. - O quê você está aprontando? Ou está se referindo as suas fãs?

- Não fique curiosa, está bem? - Eu ri. - Você saberá em breve. Só quero que saiba que eu estou muitíssimo feliz e que eu amo você. Obrigado por tudo e por ser a minha omma.

- Se cuide, ouviu? Durma bem e continue se alimentando como deve. Eu te amo, meu filho. Você é a minha vida.

- Eu também te amo, omma. - Segurei o choro. - Se cuide também.

Encerrei a ligação e voltei a chorar incansavelmente. Era muito duro ter que ficar longe de minha família, mas eu sabia que cada esforço vale e valeria a pena, tanto por eles quanto por mim.

Encontrei os meus hyungs, que também estavam muito chorosos, e voltamos a praticar. No fim, eles sempre são a minha força e meu verdadeiro refúgio.

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                                                                     Valentina

Aproveitei o ânimo que havia pairado em meu esqueleto e fui fazer uma corrida. Fiquei a manhã toda me exercitando e isso me fez muito bem.

- Nada mal para uma iniciante. - Myung comentou, parando meu ao meu lado com a bicicleta.

Dei um pulo de susto e bati no entregador logo depois.

- E a universidade? - Indaguei, bebendo a água da minha garrafinha

- Hoje não teve aula. Aproveito pra focar só nas entregas.

- Entendo.

Myung saiu de cima da bike e começou a empurrá-la.

- Ontem você estava bem? - Perguntou.

- Por quê?

- Ah, você parecia nervosa e saiu andando bem rápido. O que aconteceu?

- Foi apenas a vontade de chegar logo em casa. A Clover e eu andamos muito no Shopping.

Nem eu mesma sabia porquê tinha ficado nervosa e corrido depressa para o prédio. Dizer o que eu tinha dito ao Myung parecia se adequar mais ou menos ao momento, eu acho.

- Quer que eu te acompanhe? 

- Não precisa, obrigada. - Sorri.

- Te vejo depois, então. - Myung disse. - Só parei pra ver como você estava.

Me despedi dele e coloquei meus fones para voltar a correr.

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Entrei no apartamento e vi minha amiga sentada no sofá. Seus pensamentos pareciam estar bem longes da realidade.

- Tá pensando no Taehyung? - Provoquei, me sentando ao seu lado.

- Com o problemão que eu acho que está acontecendo, não consigo nem pensar que o Tae existe. - Clover respondeu, meio cabisbaixa.

- Mas o que foi que houve? - Me preocupei com seu estado.

Clover respirou fundo e me encarou.

- Eu falei com a minha mãe pelo celular e senti algo muito estranho em seu tom de voz. Alguma está acontecendo e eu quero saber.

- E ela não te disse nada? - Questionei, um pouco apreensiva.

- Não. - Clover franziu o cenho, notando meu comportamento. - O que que tá acontecendo com você, Valentina?

- Co-comigo? 

- Sabe de alguma coisa? Ou viu o Myung?

- Olha, eu vou tomar banho. Depois conversamos.

Levantei e fui depressa para o banheiro. Não iria conseguir fingir frente da Clover que eu não sabia de nada.

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Os meninos voltaram para casa junto com Yorin e Sejin. Não pareciam tão cansados como nos outros dias, mas dava pra ver que tinham treinado um bocado.

- Duas meninas lindas capturaram meus olhos. - J-hope sorriu. 

- Você é um amorzinho. - Clover o abraçou.

Jungkook demonstrou estar bem tristinho. E o pior é que eu nem podia falar com ele, pois além dos adultos, as outras staffs também estavam conosco.

- Clover, eu vou ao nosso quarto e já volto. - Falei, olhando para JK.

Ele entendeu meu recado e assentiu. Pedi licença à todos e me dirigi aos dormitórios. Jungkook veio logo em seguida e pegou minhas mãos, me conduzindo para o seu quarto.

- Temos que nos falar bem rápido. - Avisei. - Ninguém pode nos ver.

- Sim, jagi. - Kookie suspirou. - Me abrace, vai?

Juntei nossos corpos e envolvi seus braços com os meus.

- O quê você tem, meu amor? - Afaguei seus cabelos.

- Liguei para a omma, Valentina. - JK se derramou em lágrimas. - Quero tanto vê-la e abraçá-la! 

- Queria poder fazer algo pra você ficar melhor. - Acariciei sua face. - É muito doloroso ver você tristinho. Mas saiba que eu estou com você e, o que eu puder fazer pra te ver sorrir, eu farei.

- Eu te amo. - Kookie segurou o meu rosto.

- Também amo você.

Começamos a nos beijar intensamente. Jungkook parecia estar esperando isso há anos, me apertando com muita força e desejo.

- Jungkook, eu... - Alguém abriu a porta do quarto.

Era Ha Na. Kookie e eu paramos de nos beijar e ficamos assustados. A staff nos olhou mega surpresa e boquiaberta.

- Ai, eu não sei bem o que falar... - Ela disse, num tom cômico.

- E-eu posso explicar e...                        

- Não, Valentina. - Ha Na levantou a mão no ar em sinal de espera. - Tudo bem. Eu vou fingir que não vi nada, okay? Err...

Ha Na ficou bastante confusa, como se tentasse selecionar as palavras certas a se dizer.

- Não fale pra ninguém, por favor. - Jungkook pediu.

- Vocês estão namorando? - A staff indagou.

- Sim. - Kookie respondeu, tímido.

Ha Na soltou uma risada soprada.

- Vocês são malucos! - Ela falou. - Mas fazem um belíssimo par. Podem contar comigo, não vou dizer nada. Peço apenas que tomem cuidado, por favor.

Fiquei aliviada com a atitude dela. Um peso imenso saiu de meus ombros.

- Obrigada. De verdade. - Agradeci.

- Não precisa agradecer. - Ha Na sorriu. - Por isso na praia vocês ficaram me distraindo, não foi? Eu deveria desconfiar.

- Desculpe. - Kookie a abraçou. - Você é mesmo incrível.

- Isso porque eu gosto de você e dos meninos. Quantas coisas já encobri de vocês?

Arqueei as sobrancelhas, me interessando pela novidade.

- Quero saber disso depois. - Cruzei os braços, exigindo explicações.

Beijei a bochecha de Jungkook e o deixei conversando com a Ha Na. Depois, fui para o quarto dela no intuito conversar e esclarecer as coisas também.

 

 

                                                           

 

 

 

 


Notas Finais


Por sorte, nada de grave aconteceu com esse flagra, não é? Bem, ainda.
Abaixo, um gif dos membros do Bangtan em um momento muito fofinho de descontração: http://data.whicdn.com/images/213692784/large.gif


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