História Old Love - Capítulo 14


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Categorias Harry Styles, Louis Tomlinson, Mitologia Nórdica, One Direction, Vikings, Zayn Malik
Personagens Floki, Harry Styles, Ivar, Katherine Pierce, Lagertha, Louis Tomlinson, Personagens Originais, Ragnar Lothbrok, Rollo, Zayn Malik
Tags Harry Styles, Ivar, Katherine Pierce, Lagertha, Louis Tomlinson, One Direction, Ragnar, Rollo, Vikings, Zayn Malik
Visualizações 14
Palavras 1.567
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Lírica, Luta, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


LEIAM AS NOTAS FINAIS, PERSONAGENS NOVOS NA ÁREA, FOTINHAS E PÁ

Capítulo 14 - Boleyn


Fanfic / Fanfiction Old Love - Capítulo 14 - Boleyn

Louis  William Tomlinson

Mercia

 

3 WEEKS LATER

 

Estava em meus aposentos, era meio de noite. A brisa forte entrou pela janela enquanto eu lia pela trigésima vez a belíssima carta de Katherine, me esforçando ao máximo para manter vivo em minha mente a sua imagem, sua pele delicada e seus olhos imensamente azuis. Respirei fundo, dobrando o papel agora um pouco gasto e o pus em cima da pequena cômoda de madeira e me permiti deitar na imensa cama. Fiquei fitando o teto por alguns instantes até ser interrompido pelo barulho brusco a porta abrindo. Em um segundo estava de pé, dando de cara com um guarda aparentemente nervoso.

- Algum problema soldado? - Falei lhe encarando, enquanto o mesmo suava frio.

- Perdão vossa majestade, mas - Ele respirou fundo, ofegante. - tem uma senhorita no salão, disse que precisa falar urgentemente com Vossa Majestade. Quando dissemos que o senhor já havia se retirado, para descansar, ela ameaçou entrar sem permissão, e ainda está tentando.

Eu permaneci o encarando.

- Está me dizendo que meus homens não conseguem conter uma simples dama? - Pus as mãos para trás ainda o encarando e vi sua expressão mudar de cansado para culpado.

- Mas Vossa Majestade, não podemos trata-la com agressividade, é filha de um importantíssimo Duque, o Sr.Bolena. 

Eu suspirei.

- Pouco me importa de quem ela é filha, irei resolver isso. - Peguei uma blusa no armário gigante, e pus saindo logo em seguida do quarto.

Andando pelos corredores, suspirei, só queria permanecer quieto no meu canto. Era até certo ponto ridículo ter que sair assim, a essa hora da noite, para fazer os gostos de uma garotinha mimada. Entrei no salão abruptamente, fazendo questão de bater com força na porta, queria que notassem de fato que estava irritado com a situação. Percebi os diversos olhares se voltando a mim no mesmo instantes. Eu até acharia graça da cena se não fosse tão tarde, e eu estivesse tão cansado e estressado. Os guardas estavam ao redor a garota, ela era agradavelmente bonita, cabelos médios, castanho claro, e devidamente arrumada. Ela discutia com um deles, até que me viu e parou.

- Finalmente. - Ela empurrou um deles, vindo até mim. Eu permaneci calado, olhando diretamente em seus olhos.

- Eu sou Mary Boleyn, filha do duque Thomas Boleyn de Wiltshire. - Ela abaixou um pouco, cumprimentando-me, e eu apenas fiz que sim com a cabeça. Ela me olhou, esperando algo provavelmente, porém as palavras soaram da minha mais ásperas que o normal.

- E o que diabos quer aqui? A essa hora da noite. - Ela levantou-se devagar, me olhando de cima para baixo.

- Perdão Vossa Majestade - Eu a interrompi novamente.

- Não quero perdão nenhum, só quero que me dê uma boa razão para ter saído de meu quarto. - Coloquei as mãos atrás no tronco novamente, respirando fundo.

Ela engoliu seco, passando as mãos pela barra de seu vestido.

- E-eu, eu fui roubada. Perto daqui, e eram jóias muito caras. - Ela falou tentando soar convincente. E passou as mãos pelo colar que ainda havia no pescoço. - Apenas sobrou esse por que um guarda me ajudou. - Ela estufou o busto, fazendo com que seus seios quase saltassem do apertadíssimo espartilho. Eu respirei fundo, tendo que contar até dez algumas vezes, e me aproximei devagar, parando ao lado de seu rosto, o mais perto que pude da sua orelha, sussurrando em seguida.

- E você espera mesmo que eu acredite nisso? - Vi sua nuca arrepiar. - Por que não diz logo que veio na intenção de deitar-se em minha cama? - Afastei-me dela, vendo suas bochechas adquirirem um tom rosado, quase vermelho. 

- Dá próxima vez que você aparecer aqui novamente, é melhor arrumar uma desculpa melhor para tentar fazer com que eu te note. Essa foi horrível. - Virei-me já saindo do salão.

- Vossa Majestade! - Ouvi seus passos vindo até mim. - Eu lhe juro, eu fui roubada! 

Eu continuei a andar. 

- Guardas procurem nas redondezas este suposto ladrão. - Ela ainda vinha atrás de mim, insistentemente. 

Sua voz fina estava me irritando. Quando passei da porta do salão, com ela ainda atrás de mim, vi os guardas vindo mas apenas fechei a porta antes que eles passassem. Ela me olhou fazendo-se de inocente, e eu apenas a puxei com força pelo braço, encostando-a na parede.

- O que você quer? Quer que eu te foda de uma vez? Eu posso fazer isso aqui, agora. - Eu segurei seu rosto fazendo-a me encarar. - Posso te fazer gritar meu nome pra que Mercia toda escute, mas não ache que você irá significar algo pra mim, por que não irá.

Ela me encarou séria, imagino que pensando, enquanto seu busto denunciava sua respiração acelerada. Não demorou para que ela usasse sua outra mão para alisar meu tronco, entrando por dentro da minha blusa. Eu rapidamente segurei sua outra mão, passando para a mesma que eu já segurava, seus pulsos eram finos, então pude segurar as duas mãos com apenas uma, e usei a outra para empurra-la mais na parede.

- Eu não gosto que ninguém fique me alisando, não sou como esses maricas que vocês estão acostumadas. - Eu subi suas mãos para o topo de sua cabeça, segurando-as firme na parede. - Eu comando tudo. 

Ela suspirou pesadamente, contorcendo-se um pouco.

- Sim Vossa Majestade. - Ela já estava de olhos fechados, vagabunda. Tive que soltar um breve riso, antes de vira-la de costas. Puxei impacientemente o barbante que amarrava seu vestido, era muito pano, e eu só queria aliviar um pouco da raiva que estava. Puxei toda aquela armação horrível de uma vez, vendo o fino tecido de suas roupas de baixo. Abaixei também a alça de seda fina pelos seus ombros vendo ele deslizar facilmente e ela virou para mim, exibindo-se com seus imensos seios de mamilos rosados, sorri de canto, apenas pensando que talvez não tenha sido tão horrível sair da cama.

 

 

 

Katherine Pierce Campbell

Northumbria

 

Eu subi no banquinho de madeira, vendo todo aquele pano branco em meu corpo. Era um pouco aterrorizante. O vestido era estupidamente lindo, perfeito eu diria, mas eu me sentia uma estranha dentro dele. Minha mãe me olhou sorrindo.

- Você está belíssima minha filha, esplêndida! - Eu sorri de leve, me sentindo enjoada.

Angel que também estava na sala, ficou me observando como se pudesse ler cada centímetro da minha alma. As vezes me assustava a ligação que tínhamos. Mas era legal. Desci do banco com cuidado.

- Estou ficando nervosa. Por que tem que ser tão cedo? Eu não estou pronta.

- Você está pronta meu amor. E seu casamento vai ser incrível, seu noivo é um amor, um belíssimo rei, muito responsável e cheio de riquezas e virtudes. Vocês vão ser tão felizes. - Ela veio até mim, segurando meu rosto, era quase impossível segurar a cara de bunda.

Ok, Zayn era incrível, cheio de virtudes, maravilhoso, mas. Tinha um mas. E esse era o problema, não deveria ter um mas. Eu deveria ama-lo, querer-lo como meu esposo, meu rei, apenas ele e mais ninguém. Maldito viking!

- Amanhã vai ser um dia e tanto! - Ela beijou minha testa. - Minha futura rainha da França!

Eu me olhei no espelho, enquanto ela colocava a imensa coroa, pesada, com as pedras mais brilhantes que eu já havia visto na minha cabeça.

 

24 HOURS LATER

 

Tudo estava pronto. Eu não sai do quarto um segundo sequer, me preparando, mas podia ver da janela toda preparação. As milhões de flores e jarros, e tudo de ouro que havia naquele reino. Estava soando frio, não conseguia nem raciocinar. Loreta estava junto com outras duas criadas arrumando meu cabelo.

- Está preparada princesa? - Ela me olhou tentando decifrar o que estava pensando.

Eu apenas fiz que sim com a cabeça, enquanto via passarem o imenso tapete vermelho.

 

-

 

 

Todos haviam saído, estavam apenas me esperando. Eu podia ouvir o barulho imenso que vinha do salão, deveria estar lotado, para nos acompanhar até a igreja. Eu me olhei no espelho mais uma vez suspirando. Não acreditava que estava prestes a me casar. Sai do quarto logo em seguida, e alguns/ vários guardas me acompanharam até as portas do salão.

- Com sua licença, vossa majestade. - Um deles sorriu para mim, prestes a abrir a porta.

Eu segurei sua mão.

- Não. Espere um segundo. - Eu não podia fazer aquilo.

- Podem me dar licença? Eu gostaria de entrar sozinha.

Eles se olharam por alguns instantes. E aos poucos foram passando por uma outra porta, menor, que havia ao lado. Eu fiquei parada olhando para porta enorme, ouvindo todos comentando euforicamente sobre o casamento. Eu não sei o que se passou por minha cabeça, mas eu só corri. Corri na direção oposta da porta. Sai pelos fundos, correndo o mais rápido que podia, e lancei-me no primeiro cavalo que encontrei. Pude ouvir os tinir das armaduras correndo pelos fundos da cozinha, mas não ousei olhar para trás. Apenas segurei-me com força no cavalo, e deixei que ele me levasse dali. Me recusei a pensar em qualquer outra coisa que não fosse seu abraço. Eu não podia me casar. Não se o homem que me esperasse no altar não fosse ele. Tinha que ser ele. Maldito Viking.


Notas Finais




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