História Old Pages - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber, Selena Gomez
Tags Babá, Jelena, Justin Bieber, Romance, Selena Gomez
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Palavras 2.433
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


CAPA NOVA, QUE ARRASO NÉ. Foi feita pela Bitchcraft, rainha mesmo
LEIAM AS NOTAS FINAISSSS

Capítulo 9 - Nós estamos juntos.


Fanfic / Fanfiction Old Pages - Capítulo 9 - Nós estamos juntos.

Justin Bieber - Point Of View.

Droga, droga, droga!

Eu nunca me arrependi tanto por algo, como estou agora. Eu não devia tê-la deixado sair sozinha, a culpa dessa merda é toda minha. E isso me é confirmado ao ver tia Mandy chorando nos braços de Ricardo. Eu sou mesmo um idiota.

— Rapaz, pode repassar novamente o que aconteceu? Dessa vez eu vou gravar. — o detetive que já estava no caso a um tempo me pergunta. Eu estou nervoso demais para lembrar seu nome.

— Ela saiu pouco depois das 21:00. Só iria andar alguns quarteirões para comprar hot-dog. — prendo minha respiração, vendo tudo acontecer como um filme na minha cabeça. — Conversamos por alguns minutos pelo celular enquanto ela estava no caminho, eu liguei para contar algo.

— O que era? — questiona. O microfone que está entre nós me incomoda um pouco.

— Algo sobre eu ter irritado um professor na faculdade. Foi engraçado e eu queria ouvi-la sorrir.

Nesta hora, as atenções ficam ainda mais presas a mim. Meu pai, tia Mandy e tio Ricardo principalmente, eles estão curiosos para saber o que ainda não tinha exposto, e eles, com a preocupação em Selena nem forçaram a barra.

— Eu desliguei, e ela provavelmente já estava perto. Quando passou mais de dez minutos eu liguei de volta, pois eu estava estranhando a sua demora. — o detetive assente, esperando que eu continue. — Quando ela não atendeu foi ainda mais preocupante, porque eu comecei a ligar diversas vezes até que o celular parou de receber. Eu fui atrás dela e não a encontrei em canto algum.

O detetive aperta um botão no pequeno aparelho, e o coloca no bolso.

— Tudo bem, rapaz, isso era tudo. — ele se vira e diz algumas coisas para Ricardo. — Bom, eu irei atrás de informações. Amanhã voltarei aqui, se ela não aparecer, anunciarei o mandato de busca.

Todos assentimos, ansiosos até demais. Eu o vejo passar pela porta de saída, então o silêncio está novamente entre nós. É desconfortante porque eu pareço ser o único no lugar que realmente importa no momento, e também, porque não há um risada escandalosa entre nós.

— Justin? — olho para a voz que me chama, temendo a aqueles olhos que aparentam repreender. — Pode nos contar agora porque estava com Selena?

Eu nunca quis tanto que Selena estivesse aqui.

— Pai, eu... Nós...

— Vocês estão se relacionando? — dessa vez, é o tio Ricardo quem diz.

— Foi de repente, na verdade, a culpa foi minha. — assumo nervoso. — Ela não queria, mas eu fiquei tanto no seu pé, que teve alguns resultados.

Queria poder enfiar minha cabeça num buraco, ou melhor; queria que Selena estivesse no seu quarto, nua, para que eu pudesse enterrar minha cabeça no meio de suas pernas.

— Isso é errado! Vocês são quase irmãos, Justin, ela cuidou de você a maior parte da sua vida. — eu sei, Mandy, eu sei. — Como você pode ver ela com outros olhos? É inaceitável.

— Eu não queria, tá legal? — dessa vez eu elevo meu tom de voz, assustando aqueles que me olham. — Ela sempre foi linda, e eu quis ela desde o meu aniversário de 15 anos. — confesso, me sentindo derrotado por te que assumir. — Eu tive minha chance e eu não quis perder, tia.

O silêncio prevalece mais uma vez, e todos parecem chocados demais para dizer algo sobre. Mas eu preferia que dissessem. Eu queria receber mais sermões, pelo menos assim, eu teria noção de que no final meu castigo não iria ser tão ruim. O silêncio deles dizem tudo: decepção e pena.

— Vamos para casa, Justin.

Selena Gomez - Point Of View.

Como um baque eu sinto minha mente estralar me fazendo abrir os olhos com força. Eu me sinto anestesiada e elétrica ao mesmo tempo. É como se eu tivesse de resseca, mas ainda sim bebendo, quando se chega no auge. Tudo ao meu redor gira, e soa aguçado o vento da manhã. Há frio, mas também há dor nas minhas vistas pelo sol quente.

Eu estava em uma cama tentando me recuperar do meu estado caótico. Eu nunca acordei assim, ou me senti assim. Também nunca estive no lugar que estou agora. Apesar da cama macia, o colchão não está em meu quarto, mas sim, em um cômodo rústico, só não tão escuro pela luz que adentra a janela aberta.

A dor na minha cabeça é tão forte que me impede de lembrar como vim parar aqui. Porém, quando a porta que dá acesso à saída é aberta, eu consigo me recordar.

— Bom dia, amor! Como se sente? — ele soa casual, mas pra mim, é como um psicótico.

Suas vestes me chamam atenção. Ele está como fica ao domingos quando vê um jogo de Basquete na TV; bermuda, regata e chinelos. Também carrega uma bandeja sobre as mãos, há frutas, prováveis pães doces, e um copo de suco - que deduzindo pela cor, é de limão, coincidentemente, meu favorito -.

— Imagino que sua cabeça esteja doendo, eu trouxe um comprido para dor. — quando ele senta na beirada da cama, eu me assusto, encolhendo meu corpo para a cabeceira da cama, onde posso estar mais longe de si. — O que foi?

— Onde eu estou? — minha voz soa baixa e rala. A verdade é que eu tenho medo de dizer algo que soe errado para ele.

— Se lembra daquela casa dos meus avós? Que ficou como herança para mim? — eu não respondo, mas eu me lembro, pouco antes de terminamos, tínhamos planos de passar alguns dias aqui.

É uma casa no lago, longe de tudo e todos, fica em Brookline, ao lado de Boston. Ele é esperto, me trouxe para um lugar onde ninguém conhece, apenas seus avós - que agora estão mortos -. Se antes eu não havia pensando na possibilidade de que fui sequestrada, agora eu tenho certeza.

— Você vai adorar aqui, está sol e o lago fica uma delícia. — ele diz sorrindo. — Coma um pouco para irmos dar um mergulho.

— Eu não quero comer. — minto. Eu não jantei ontem com planos de comer hot-dog com o Justin. — Por que me trouxe aqui, Josh? O que quer?

— Não é óbvio? Eu quero acertar as coisas entre nós. Você queria voltar comigo, não entendo porque agora é diferente.

O quê?! Ou ele está me zoando, ou tem realmente problemas sérios.

— Você não pode deixar uma briguinha boba estragar o que temos.

— Você me bateu!

— Eu sei, eu sei, mas eu me arrependo tanto, amor. Eu quis te pedir desculpas mas você fugia de mim, estava sempre acompanhada. Você me denunciou!

— Eu estava com medo, Josh! Como queria que eu me sentisse? Você agiu como um louco sem motivos!

No segundo seguinte eu me arrependo da última frase solta. Seus olhos ficam escuros e ele parece assumir a forma que eu tanto temo nos últimos dias.

— Eu não sou louco, Selena. Nunca mais me chame assim, está ouvindo? — ele avança em mim, segurando meu rosto com as mãos. — Nunca mais.

Eu quero tanto chorar, mas há uma parte de mim que sente certa demais para deixar que eu me humilhe, essa maldita parte que está me fazendo questionar o louco a minha frente, deixando-o mais irritado ainda.

— Ficaremos bem, acredite. — a essa altura, eu já posso respirar; ele está longe e andando pelo quarto. — Quando voltarmos, você vai acabar qualquer merda que esteja tendo com aquele adolescentezinho.

— Eu faço as minhas escolhas! — merda, Selena, cale a boca.

 Você faz o que eu permitir que você faça, caralho. E eu não vou deixar você continuar sendo essa vadia. Nós estamos juntos, e isso não é pedido.

Meus olhos ardem por falta de lágrimas para aliviar. Eu estou chorando por horas, não é atoa que meu estoque tenha secado.

Eu pensei em diversas maneiras de sair daqui, mas eu se quer sabia como chegar a estrada. A casa é rodeada de mato; uma floresta, para ser bem clara. No máximo, eu morreria por não saber sobreviver sozinha, então, acabei por optar ficar aqui.

Não é como se eu tivesse desistido. Eu ainda tenho planos para me livrar de Josh, e o primeiro seria não desafia-lo, ele já me provou o que é capaz de fazer, e não estou afim de presenciar novamente. O segundo seria agir como se realmente fossemos um casal de novo. É aí que entra o terceiro e tacada final, ele iria me levar para Boston de novo, como se estivéssemos bem, e eu o denunciaria sem pensar duas vezes.

É brilhante!

Mas dai vem o questionamento, por que eu estou chorando como alguém acaba de ir ao velório? É simples, mas trágico. Eu tenho dó de Josh. Tudo o que está acontecendo foge do meu grau de insensibilidade, não é como se eu pudesse odiá-lo a partir de agora. Eu quero que com isso, ele possa se tratar de verdade, e volte a ser o homem que ele sempre me mostrou; mesmo sendo extremante convencido, ele era bom.

Meus pensamentos se trancam ao ouvir o trinco da porta ser girado. Ele adentra como hoje cedo, sorridente. Mas não há bandeja ou roupas despojadas. Ele está com roupa de moletom, já que é perceptível o frio que se apossa do ambiente.

— Vem jantar.

Penso em negar, mas há dois motivos para que eu não recuse: o primeiro, há um plano em jogo, e o segundo, sendo ainda mais importante, eu estou desmaiando de fome.

Quando me levando silenciosamente, o vejo ficar surpreso, mas logo sorri me erguendo sua mão. Com cautela, eu a pego. O caminho até a cozinha não é longo, mas é frio e isso não é pelo tempo, mas sim, pela tristeza dos móveis. É tudo rústico. E são pouquíssimos os moveis claros, o marrom escuro domina 90% desse lugar, deixando todo o clima ainda mais assombroso.

Eu queria ter solto sua mão, mas fui impedida quando tentei. Durante o longo tempo na mesa também quis me manter mais afastada, porém, os assuntos estavam transbordando por Josh; ele conseguia falar sobre tudo.

O plano pareceria cada vez mais difícil de ser mantido, e tudo só piorou quando encontrei seu corpo deitado na cama do quarto que eu estava, após eu sair do banho. Eu estava vestida com um moletom seu, pois não havia roupas para mim aqui, e o aconchego desses panos não me pareceu tão ruim.

— Onde dormirei? — minha voz sai baixa, quase como um sussurro, mas só há nós dois aqui, qualquer som é audível.

— Aqui.

Tento não surtar quando vejo sua mão bater ao lado vazio da cama.

— Eu não acho que...

— Venha, Selena. — sua expressão séria é a minha deixa para ser obediente.

Há um vazio entre nós por conta da minha distância excessiva. Logo, ela some quando meu corpo é arrastado para junto do seu. Mesmo conhecendo o seu típico cheiro, não consigo me afundar na curva de seu pescoço, ou descansar a mão em seu peito. Eu só consigo sentir repulsa por estar sendo obrigada a viver isso com o último homem que eu queria estar no momento.

— Você está tão cheirosa, amor. — sua mão passeia por minha cintura e uma lágrima escorre do meu rosto sem que eu consiga evitar. — Eu senti tanta falta de ter entre quatro paredes.

Pare com isso, pare!

Eu choro um pouco mais ao me ver tentando pará-lo. Ele parece estar cego por isso quando me vê sem as peças de cima. A ânsia me sobe tremendo quando ele belisca meus mamilos com os dentes. Dói. Dói ainda mais quando tento tirar seus lábios do meu corpo.

As pernas sendo abertas com brutalidades me deixam ainda mais em choque. E eu não consigo evitar mais quando estou completamente nua; exposta.

A cada impulso que seu corpo da sobre o meu, é um grunhido diferente, e eu tento não gritar como da primeira vez em que fui adentrada, pois o tapa de castigo em minha coxa arde como fogo. 
Ele não para um segundo com os beijos, assim como não para de me rasgar completamente.

— Gostosa. — é o que ele sussurra quando seu pênis escapa de mim, mas adentra com mais força ainda.

Em meio a todo esse desespero, eu imploro para morrer.

Ele para, mas não a pedido meu. Sua pausa é apenas para poder me preencher com sua nojeira, ainda derramando mais alguns vestígios em minha barriga.

Eu não vou conseguir viver com isso.

No outro dia eu ainda não estava recuperada. Meu corpo doía, e principalmente, na minha área íntima. Eu nunca senti dor tendo relações, fora a minha perda de virgindade. Mas o que aconteceu na noite de ontem não foi uma relação, não teve o meu consentimento. Eu fui estuprada pelo homem que eu julguei ser o certo pra mim por tempos.

Fora tudo isso, havia uma pontinha de felicidade dentro de mim, enquanto observava a paisagem correndo. Eu estava dentro do carro, especificamente no banco do passageiro, seguindo para Boston. 

— Você sabe que eu conheço muita gente, uh? — eu penso que é uma pergunta retórica, por isso não o respondo. — Pois bem, é bom que saiba.

Minha atenção é levada pela primeira vez hoje ao seu rosto. Ele tem um sorrisinho de lado, enquanto mantém os olhos focados na estrada.

— Eu não... Eu não entendi. — digo, baixo e pouco corajosa.

— Não seja sonsa. — rosna. — Sabemos que você planeja me entregar quando chegarmos em Boston.

Mesmo não tendo visão de tal, eu sinto minha pele empalidecer.

— Mas eu já vou te avisar, Selena, se algo acontecer comigo, pode dizer adeus aquela criança loira com quem você anda fodendo.


O caminho parece imenso até chegar ao meu apartamento. Eu tenho medo de abrir a porta a minha frente e ver Justin aqui dentro, mas graças a Deus, isso não acontece. Está vazio e intacto. 

Josh pede comida, comentando que estamos os dois famintos, mas eu rejeito. Ele come enquanto eu tomo banho, podendo finalmente vestir minhas roupas habituais. Ele também fez isso, e vestiu roupas que trazia de uma mochila, essa que trouxe da casa no lago. Eu deduzi que todo esse tempo ele esteve lá, e claro, se envolvendo com gente errada para poder me manter sua prisioneira.

Não conversamos mais sobre o assunto, mas na minha cabeça eu já aceitei a sentença que me foi dada. Jamais deixaria algo acontecer a Justin, mesmo que isso fosse levar a minha infelicidade.

— Pronta? — ele diz, me encarando na beirada da porta. Eu assinto, abandonando a penteadeira. — Já sabe o que fazer, não é?

— Sim.

— Ótimo, amor. — ele diz, já entrando no elevador. — Agora sorria como se fossemos o casal mais feliz do mundo, afinal, é o que somos.


Notas Finais


Me desculpem pela demora, e por não estar respondendo os comentários.
Hoje eu vim explicar pra vocês o motivo de tanta demora e do meu afastamento do site. Bom, eu venho a uns meses me sentindo mais madura, diferente. Isso foi mudando nos últimos dois meses; eu comecei a ter problemas demais, eu estou considerando isso tudo o alge da minha adolescência problemática. É problema dentro de casa, no meu novo trabalho, relacionamentos, alto aceitação... Entre outras coisas. Tudo parece estar me tirando do foco escolar e daqui.
Eu não irei desistir da história, ela é uma meta pra mim, eu preciso terminar, fora que eu tenho muitos planos e ela flui muito bem na minha cabeça. Mas eu não estou conseguindo manter um padrão de postagem, então, eu vou me desculpar, mas não irei prometer melhoras. Mas garanto que vou tentar!
E mais uma coisa, eu percebi que houve um afastamento de vocês, poucos comentários e tals, eu já digo que a história não é movida a isso, mas vocês comentarem é um grande incentivo pra mim.
Bom, é isso. Beijinhos!


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