História Olhares - Capítulo 33


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Olhares, Romance, Tragedia, Violencia
Visualizações 8
Palavras 3.015
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Drama (Tragédia), Escolar, Romance e Novela, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Olá :)

Demorei? Eu sei que sim... desculpa.
Bom, não quero demorar aqui em cima, então, sem mais delongas, boa leitura.

Capítulo 33 - Eu e Ela.


Fanfic / Fanfiction Olhares - Capítulo 33 - Eu e Ela.

Matheus

 

- Desculpa, Vi... – eu continuava dizendo. Os fogos acima de nós continuavam explodindo, brilhando e iluminando aquele local escuro e afastado de várias cores. 

A Victoria continuava chorando baixinho. Não consegui parar de pedir desculpas, sentia como se fosse realmente minha culpa e não sabia o que mais fazer além de abraça-la e me desculpar naquele momento. 

Qual é, Logan? Precisava de tudo isso mesmo? 

 

Às vezes parecia que ela tinha parado de chorar, mas então sentia ela chorar mais e mais. 

- Ei, Victoria. Tá tudo bem, não se preocupa com isso, ele que tá perdendo por causa disso tudo. – ela me abraçou ainda mais forte, apenas retribuí o abraço. – Aposto que ele só quer um tempinho pra pensar ou qualquer coisa, depois ele volta e pede desculpa. 

- Matheus... – ela começou, bem baixinho, de modo que quase não podia ouvir sua voz no meio do alto som dos fogos. – Eu só não queria que ele se afastasse tanto de nós... 

- Não se preocupe com isso, tá tudo bem. 

E então ficamos mais uns minutos ali, naquela posição, enquanto os fogos continuavam a queimar. 

Só queríamos o ajudar de alguma de alguma maneira, mas ele rejeitou a todos nós sem mais nem menos. 

Decidimos comprar alguma coisa pra beber enquanto assistíamos o final dos fogos, que já faziam mais de vinte minutos que queimavam intensamente no céu. 

Todos na praia já não estavam tão animados, muitos já tinham voltado pra dentro das barracas e muitos carros que ficavam encostados na rua não estavam mais lá. 

Nos sentamos em uma parte ainda mais afastada de todo o movimento e barulho que vinha lá de baixo e por vários minutos apenas olhávamos o mar e a alta lua cheia, que apareceu de leve bem acima de nós. 

- Matheus – ela chamou, ainda bem baixinho, olhando para o mar bem abaixo de nós. – obrigada... Só por estar aqui. 

- Claro, Victoria, é pra isso que eu tô aqui. Ainda tá com frio? 

- Só um pouco. Obrigada pelo casaco, de verdade, quer de volta? 

- Não, tudo bem, pode usar. Perguntei só pra saber se já estava melhor mesmo. – e então se fez silêncio de novo ali em cima. Eu estava de fato preocupado com ela, as coisas já não andavam bem entre ela e o Logan a um tempo. Decidi enfim perguntar. – Então, o que vai fazer quanto ao Logan? – ela continuou olhando pro mar, com o olhar perdido. Esperei, imaginei que nem ela mesma sabia ao certo o que fazer. 

- Acho que o melhor seria terminar logo, não?  Digo, as coisas não podem ficar assim, não somos mais um casal de qualquer forma. – ela encostou a cabeça no braço, que estava apoiado nos joelhos, e então ela pareceu triste de novo. 

Lembrei que não seria bom perguntar sobre isso de novo, já que ela ainda estava se recuperando pelas palavras cortantes de mais cedo do Logan. 

Que otário, deveria ter pensado melhor se perguntaria mesmo sobre esse assunto ou não. 

- Não quero beber refrigerante, vamos atrás de vinho, sei lá. – ela disse se levantando num vulto. Só concordei e fui com ela. Compramos uma garrafa de vinho e bem, era o que tinha para aquela hora. 

...

Um tempo depois, quando o vinho já tinha acabado e a Victoria estava bem mais emocional e falava de problemas de anos atrás que foram extremamente difíceis de passar, que alguns eram até engraçados, ela decidiu que queria beber alguma coisa mais forte. E então, fomos comprar cerveja. 

Já eram umas três da manhã e o movimento lá em baixo ainda estava bem animado. 

- Sério? Você quer mais? Já bebeu três latinhas, menina. O que acha que teus pais vão falar pra mim quando você chegar bêbada de manhã? – ela apenas ria e pedia mais. – Lembra que você tá sob minha responsabilidade. 

- Relaxa, Math. – ela falou como se falasse em inglês, como se fosse matemática. Eu quase ri por tão ruim que foi essa piada. E então ela continuou – Eles não precisam saber. É só chegar antes deles acordarem, ué. – concordei com a ideia, mesmo achando que ainda tinha a possibilidade de colocarem a culpa em mim. – Você acha que a Gabi e o Rodrigo ainda estão por aqui? 

- Não sei... quer ir atrás deles ou mandar mensagem? 

- Vou mandar uma mensagem mesmo, se eles estiverem por aqui vão responder uma hora ou outra. – e então do nada ela começou a rir, ainda olhando pro celular. – Gabi deve ter achado que a gente foi embora, deve tá morrendo de raiva – disse ainda entre risos. 

- Assim, foi basicamente o que a gente fez. 

- Não, só deixamos eles pra lá. – respondeu enquanto terminava de digitar a mensagem. 

Afinal, concordamos em ir atrás deles, ver se ainda estavam perto de onde os vimos na última vez. E lá estavam eles, não muito longe de onde os havíamos deixado, dando um super beijo. 

- Meu Deus, ele tá quase tirando a roupa dela. – Victoria disse entre risos, assim que os viu. Concordei e nos aproximamos, eles logo notaram nossa presença quando chegamos quase perto deles. 

- Gente, tem um motel ali do lado, não custa nada ir lá. – falei enquanto nos aproximávamos. 

- Vocês finalmente apareceram, não é? Onde vocês se meteram? – ela perguntou levantando as sobrancelhas, fazendo cara de safada – Estavam ali no motel? 

- Só bebendo pra lá, calma. – Victoria respondeu ignorando o sarcasmo da Gabi. 

- Não bebeu demais, bebeu Vi? – ela perguntou parecendo preocupada. 

- Tentei parar ela um monte de vezes, mas não adianta. – falei dando de ombros. – Então, a gente já tá indo. Vamos Victoria. 

- Ah, já? - ela perguntou fazendo uma voz manhosa. - A gente acabou de chegar aqui. 

- Não, vem. – falei puxando ela pela mão. Quando nos afastamos mais um pouco olhei pra trás e lá estavam os dois atracados de novo. Ela percebeu que eu havia olhado pra trás e olhou também. 

- Ah, entendi agora. – ela falou virando de volta. 

 

...

Voltamos pro nosso cantinho menos barulhento na praia e nos sentamos de novo. Naquela hora já deveria ser umas três e meia da madrugada, e estava mais frio do que nunca. 

- Ai, tô com sono. Não quer andar por aí? – parecia uma boa ideia. 

- Claro, quer ver o que tá rolando lá pra cidade ou prefere ficar aqui pela praia? 

- Fico com cidade, eu acho, as coisas já tão acabando por aqui. Vai que a gente ache um tio pra dar umas cervejas pra gente. 

- Não, Vi, chega por hoje. 

- Qual é? Não sou tão fraca a álcool assim. 

E então caminhamos pelo lado que fomos pra praia, pelo atalho pra não nos distanciarmos muito do centro, voltando pra cidade. Durante todo o caminho a Victoria foi falando alguma coisa sem sentido, que eu me matava de rir pela quantidade de baboseiras que ela conseguia falar. 

Depois de ela insistir muito, acabei comprando mais bebidas e as tomamos durante o resto do caminho. Não nos apressamos e nem definimos um destino, só queríamos andar, jogar conversa fora e beber. 

Não tinha acreditado de primeira que ela não fosse tão fraca à bebida, já que nunca tinha visto ela realmente beber pra valer, mas mesmo depois de tudo o que bebemos durante a noite toda, ela ainda estava só um pouco perdida no mundo, eu também nem sabia se podia dizer que estava bêbada de verdade.  

Quando nos demos conta já estávamos perto da minha casa, umas duas quadras antes, e o céu já estava alguns tons de cinza azulado mais claros do que antes. 

Não fazíamos menor ideia da hora e nem queríamos saber, já que isso provavelmente nos faria pensar duas vezes do que fazer a seguir. 

As estrelas, que antes brilhavam intensamente entre escuras nuvens de chuva, agora estavam infiltradas num céu meio cinza, azul e roxo, que indicava que a manhã estava prestes a vir. 

- A gente já tá bem pertinho de casa, quer passar lá em casa ou continuar andando? Sua casa também é aqui perto, se quiser encerrar a noite por aqui eu posso te deixar lá. – perguntei quando já podia ver a minha casa no final da rua. 

- Matheus, sinceramente, você acha mesmo que eu passaria a noite toda andando por aí contigo pra voltar pra casa uma hora dessas? – ela disse rindo. E bem, era verdade. Ela continuou, quando percebeu que eu concordava com ela. – Certo, sua casa então. Fazer o quê lá? 

- Sei lá, qualquer coisa. Que tal jogarmos no PC? 

- Hum, boa ideia. Na hora – e então continuamos caminhando. 

- Ah, e mesmo que você quisesse ir pra casa agora, eu ia te segurar aqui até pelo menos até de manhã. – ela parou por um segundo, então, só ouvi a risada dela atrás de mim, depois ela continuou seguindo. 

 

Ainda tinham pessoas sentadas na frente de suas casas. Jovens em rodinhas de conversas, crianças correndo de um lado para o outro, e o som alto de uma festa não muito distante se ouvia de longe. 

Entramos pela porta da frente, sem problema nenhum. Não estava nem um pouco preocupado com que os meus pais acordassem, o que eu duvidava já que os dois dormiam como pedras. 

- Tudo bem mesmo, entrar desse jeito? – ela perguntou quase como um cochicho, enquanto entrávamos em casa. 

- Ah, tudo bem. Eles não acordariam nem que você tentasse. 

- Emocionante. – falou sorrindo. Apenas ri. Subimos as escadas, passamos pela frente do quarto dos meus pais, viramos à esquerda e entramos no quarto. 

- Você não quer assistir alguma série? – perguntei, logo quando fechei a porta. 

- Por mim tudo bem. – ela disse se sentando na cama, tirando o casaco que eu havia emprestado a ela, e o jogando dentro do guarda-roupas. 

Então coloquei uma série que ambos gostávamos, e que por acaso já tínhamos visto umas cinco ou seis vezes juntos só por não ter nada pra fazer nos fins de semana, e me deitei. Assistimos deitados, fazendo comentários como se fosse pela primeira vez que a assistíssemos. 

Eu havia realmente me esforçado até aquele momento pra deixar ela melhor, esquecer ou pelo menos ignorar o que havia acontecido com o Logan, e bem, ela parecia estar melhor agora, ou pelo menos eu esperava. 

- Ei, Matheus, – ela chamou, ainda olhando pra TV. Olhei pra ela, esperando ela continuar. – E se sua mãe entrar aqui? 

- Por que ela entraria aqui, Vi? 

- Sei lá, já tá quase de manhã, ela não viria ver se você já chegou ou não? – realmente, seria provavelmente a primeira coisa que ela faria quando acordasse. 

- Verdade... – levantei e tranquei a porta. 

- O que ela faria se visse você e eu aqui a essa hora? – ela perguntou entre risos. 

- Sei lá, nada, levando em consideração que é você. 

- Então não devíamos deixar a porta aberta? – rimos juntos. Voltei e continuamos a assistir. 

 

- Onde você acha que a Gabi e o Rodrigo podem estar uma hora dessas? – perguntei por curiosidade alguns segundos depois.

- Bem, espero que tenham ido mesmo no motel. – rimos de novo. Agora a Victoria não parecia estar mais tão tristinha quanto estava no começo da noite, e isso me deixava aliviado. 

Eu não podia afirmar com certeza se era porque ela havia simplesmente esquecido por causa do tanto que ela bebeu, ou se ela havia bebido o tanto que bebeu pra esquecer. De qualquer forma, parece ter dado certo. 

- Victoria... e os seus pais não vão procurar por ti quando amanhecer? – perguntei dando ênfase em “seus”. 

- Eu digo que dormi na casa da Gabi. 

- Tem certeza? Quer dizer, se isso vai te trazer alg- 

- Xiiii! Silêncio, eu quero assistir, Matheus! Nunca vi essa parte. – ela disse, realmente concentrada no que estava acontecendo na série. A encarei por uns segundos, enquanto ela realmente assistia o episódio, ou pelo menos fingia muito bem. 

- Victoria – ela continuou olhando pra TV. – Victoria? – olhou pro lado, sorriu, e continuou olhando pra TV. – Victoria! – e então ela continuava me ignorando, mesmo deixando soltar um sorrisinho sarcástico quando a chamei. 

Minha cabeça já estava levemente dolorida, por conta de ter acabado bebendo até mais do que a Victoria. Pensei em fechar os olhos e dormir, mas não podia deixar a Victoria ali sozinha, assistindo série, bem, eu não pretendia. 

Enquanto decidiu se iria deixar meus olhos descansarem durante mais uma hora sem luz do sol ou não, fiquei olhando pra Vi. Ela realmente parecia concentrada no episódio, como se realmente não soubesse todas as falas dos personagens de cor.  

 

Victoria, eu havia a assistido crescer junto comigo. Éramos crianças que realmente não nos importávamos com o tanto que nossos pais brigavam conosco por fazer coisas erradas, pra crianças de nove anos. 

Certa vez, enquanto brincávamos de esconde-esconde, ela prendeu a perna no arame farpado enquanto corríamos pra nos esconder. Nossos pais não nos deixavam brincar muito longe, e bem, estávamos três quadras longe, o que é bastante quando se é pequeno. 

Eu entrei em desespero. Não sabia o que fazer, e então simplesmente chamei os meus pais, que chamaram os dela, e foi a maior confusão. Quando ela soube que meus pais haviam chamado os dela, ela começou a chorar, fingindo que estava doendo muito, pra ver se aliviava a bronca que ela receberia depois. 

Imagino que os pais dela me achavam um incômodo na época. Mas afinal, nunca deixamos de ser amigos, desde sempre. Ambos crescemos e mudamos, mas a nossa amizade sempre continuou a mesma. 

Quando me dei conta já fazia um tempo que eu ainda olhava pra ela. Cocei os olhos, e continuei. Por que eu a encarava? Eu não sabia, mas como eu nem queria mais assistir aquilo, não me parecia um problema prestar atenção nos detalhes do rosto dela. 

As sardinhas, o sinal no cantinho direito da boca, as mechinhas de cabelo alaranjados caindo no lado do rosto e por cima do ombro; tudo parece perfeitamente planejado e posto ali. Ah, Victoria...

 

E então, ela me olhou, séria. 

- Hm? – e esperou por uma resposta, mas só continuei a encarando, sem pensar em nada. – Você tá me encarando a um tempão. – e riu. Continuei só a olhando, sem nada demais pra comentar sobre. – Okay... 

E então ela deitou de lado e ficou me encarando também. Primeiro, achei que fosse começar a rir, mas com o passar dos demorados e lentos segundos que corriam, apenas continuei observando seu rosto. 

Os olhos, um castanho bem clarinho, quase verdes, que olhavam fixamente pra mim, os quais não expressavam quase nada naquele momento. 

As sardinhas, que marcavam uma pele bem clarinha, fina e gelada. As sardas se concentravam, basicamente, no nariz, e as bochechas tinham algumas sardinhas espalhadas de leve. 

O cabelo, um castanho bem clarinho alaranjado, com algumas partes mais claras loiras e outras mais castanhas. Combinavam perfeitamente com ela, por algum motivo. 

E então, meus olhos se dirigiram para a sua boca. Sempre bem vermelhinha, o que era fofo e um tanto sensual. Tentei tirar os olhos e os pensamentos do quanto ela me atraía naquele momento de lá, mas não conseguia. Era como se eu estivesse preso, e por mais que eu tentasse redirecionar meu olhar para outro lugar eu não conseguia. Foi quando vi seus lábios se movendo, bem de leve, quase não saindo do lugar. 

- Matheus – ela chamou, como sempre bem baixinho, dessa vez quase como um cochicho. Foi quando eu consegui sair do meu transe e olhar para os seus olhos de novo. Não respondi, apenas esperei ela continuar, o que não aconteceu. 

Continuei a observando por mais alguns breves segundos, enquanto ela fazia o mesmo. Era como se tudo tivesse desaparecido: eu não prestava mais atenção no que acontecia na TV, todo o quarto ao meu redor não importava mais, todas as possibilidades de respostas que eu poderia dar em resposta a ela sumiram, o tempo parou. 

A única coisa que restava era eu e a Victoria, nada mais. Só eu e ela. 

Eu me segurei por toda aquela noite, e então, finalmente, meu corpo se moveu sozinho e eu, totalmente atraído por ela, a beijei. Sinceramente, achei que seria uma sensação estranha, já que nos conhecíamos há muito tempo, mas na verdade não foi. 

A princípio foi um beijo leve, incerto, já que nenhum de nós sabia se era realmente aquilo que o outro queria, o que durou pouco. Eu não podia mais me segurar, mesmo não tendo total certeza se eu queria mesmo fazer aquilo. Encostei minha língua em seu lábio, e mesmo parecendo tão confusa quanto eu, ela apenas aceitou o beijo e o retribuiu. 

Logo o beijo foi de incerto para quente. Eu podia ouvir o perdido som da televisão, que no momento tocava uma música calma, numa provável muda de cena da série. 

Eu sentia a sua respiração na minha boca, o que na medida que ela acelerava ou inspirava mais forte foi me deixando mais imerso no forte desejo de tê-la naquele momento. 

Movi nossos corpos, me pondo por cima dela. Ela pressionava a minha nuca, o que estava me deixando louco. Podia sentir o seu cheiro, que mesmo depois da longa noite que tivemos ainda era o cheiro do seu doce perfume, que agora eu o sentia mais perto e forte do que já o sentira antes. 

Minha mão deslizava por sua coxa, de cima à baixo e depois de volta para a barriga. Enquanto ela ainda pressionava fortemente a minha cabeça contra a dela, deslizava a sua mão pelas minhas costas. 

E então, movido pelo momento, eu apertava seu seio, com a mão por de baixo de sua blusa, enquanto a Victoria gemia, bem baixinho. Então, ouvimos o som da porta sendo destrancada e, logo em seguida, aberta. Me joguei para o outro lado da cama o mais rápido que eu pude, enquanto a minha mãe entrava no quarto. Ela parou na porta e ficou nos encarando, em choque. 

 

- Matheus... o que tá acontecendo aqui?


Notas Finais


Se eu disser pra vocês que esse capítulo tá pronto desde março (ou antes) vocês acreditariam em mim? rsrsrsrs

Acontece que eu passei por um bloqueio horrível desde o último capítulo que postei aqui, então quando decidi que voltaria a escrever, eu tive que voltar e reler todos os capítulos pra não me perder na história. Desde então eu vinha escrevendo de pouco em pouco toda semana, e então, no final de Junho, eu comecei a escrever loucamente. Mas infelizmente, tive alguns problemas com o computador e fiquei sem Word, o que me fez dar mais um tempo.

Em Julho, eu decidi comprar um caderno, onde eu poderia escrever livremente todos os rascunhos de Olhares, e bem, funcionou. Mês passado eu escrevi bastante, bastante mesmo, me dediquei muito pra trazer um bom conteúdo pra vocês que me acompanham.

Quando voltei a estudar esse mês, descobri uma coisa: as aulas sugam toda a minha inspiração. Sim, não tenho feito muito progresso desde a volta às aulas, mas vamo que vamo.

Desculpem por qualquer erro de digitação que possa incomodar a leitura.

Espero que possamos nos ver em breve <3


PS: Não esqueçam de comentar o que acharam, adoro saber a opinião de vocês.


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