História Olhares na Escola 3 - Desejo Mortal - Capítulo 52


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Personagens Personagens Originais
Tags Bruno, Gay, História Gay, Hoffenhein, Laços, Leandro, Mfc, Olhares Na Escola, Romance Gay, Universolove
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Palavras 2.974
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, Festa, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Mistério, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Gente, elaborar esse capítulo não foi nada fácil, ainda mais reduzir para ficar mais "claro".

Posso dizer que me sinto com um dever cumprido, pelo menos para este e o próximo capítulo, que será um dos mais emocionantes de todos os três OnE.



Espero que gostem e não deixem de comentar.



Abraço forte e beijo especial para a pessoa por quem meu coração bate mais forte e para quem eu entrego todas as rosas.

Capítulo 52 - 51. Doppel


Fanfic / Fanfiction Olhares na Escola 3 - Desejo Mortal - Capítulo 52 - 51. Doppel

51. Doppel
//Breno//

 

 

Talvez as outras pessoas jamais compreendessem o tamanho do meu sentimento por Marcos que foi se desenvolvendo no meio de tanto caos e entre conspirações, assassinos e situações fora do normal… ainda assim, meu coração batia forte por ele e talvez, se não fossem todos esses acontecimentos, tivéssemos vivido mais momentos bobos como dois namorados normais. Saber que ele estava indo embora me deixou muito pra baixo.

Entrei correndo em casa e subi para o meu quarto.

Mamãe bem que tentou conversar comigo, mas eu definitivamente, não estava a fim de conversar, só queria ficar sozinho e chorar em paz.

Só me restava aceitar o fato de ter um romance interrompido com Marcos que mal havia começado da forma certa e já estava chegando ao fim.

Joguei meus pertences no chão e fiquei pensando por um instante em tudo aquilo, era como se eu estivesse destinado a sofrer.

 

Algumas horas mais tarde, depois que dormi de tanto chorar, decidi vesti uma roupa mais ou menos e então saí pra caminhar.

Coloquei os fones de ouvido e fui andando pelas ruas do bairro onde eu morava.

Enquanto eu caminhava, chegava à conclusão de que Marcos não tinha o direito de me deixar. Ele deveria lutar para ficar comigo, deveria fazer o impossível para continuar ao meu lado, mas ao invés disso, ele simplesmente ia embora, sem nem lutar.

 

Parei numa pracinha depois de meia hora caminhando e sentei num banco.

Chorei ao som de Stone Cold, da Demi Lovato, que repetiu umas seis vezes.

- Logo agora que tudo parece estar voltando ao normal, ele inventa de ir embora! – resmunguei sozinho - ele deixa me me dar uma rosa pra dar uma pedra! Isso não se faz com um coração como o meu!

Decidi, então, que eu não o veria mais. Que eu evitaria falar com ele ou mesmo pensar nele. Seria menos doloroso cortar os vínculos com ele desde já.

 

 

//Leandro//

 

 

Fiquei sozinho naquele quarto com Bruno.

Aproximei minha cadeira de rodas dele e não consegui dizer nada, eu apenas chorava e soluçava.

- Você me faz sentir vivo. – disse Bruno de repente. Meu coração se apertou quando ouvi aquelas palavras tão marcantes em nossa história – Leandro… não chora meu amor… eu… eu estou aqui. Sempre estarei.

- Eu sei Bruno… é que… eu te amo tanto… nem acredito que sobrevivemos a tanta coisa…

- Eu sempre te disse… juntos… somos indestrutíveis! – ele de repente fez uma pausa. Como ele não conseguia se movimentar muito, apenas seus olhos me sequiam enquanto eu chorava – você está numa cadeira de rodas?

- Eu… - fiquei sem palavras – eu… me perdoa Bruno… eu queria ser perfeito pra você, mas agora sou um inválido de novo!

- Ei! Deixa de ser idiota! Pra mim você continua lindo… diferente de mim, que estou deformado e vou ficar com cicatrizes o resto da vida.

- Agora quem tá sendo idiota é você! – falei com um semi sorriso – você acha mesmo que eu ligo pra sua aparência? Eu não me importo com as cicatrizes nem com as sequelas que poderão ficar… eu só quero que você fique comigo pra sempre.

- Estamos conectados Lê… o pra sempre é pouco… quero ir além do pra sempre com você.

- Você promete? – ele ficou em silêncio – promete?

- Leandro… eu… eu sempre vou estar com você… mas… quero que me escute… se eu não sobreviver…

- Não diz isso!

- … se eu não sobreviver, quero que viva a sua vida na certeza de que estarei sempre com você, de alguma forma eu estarei e nos reencontraremos um dia…

- Para de dizer isso! Você vai sobreviver!

- Amor… - ele chorava – eu estou feio, só não morri de dor por causa das medicações, só que… eu estou com medo e quero que esteja preparado para qualquer coisa que possa acontecer.

- Eu não quero te perder! Você prometeu que ficaria pra sempre!

- … se… se eu não conseguir… você precisará de alguém que cuide de você… que não deixe você fazer nenhuma bobagem… foi por isso que eu chamei um velho amigo de volta para Braga.

- Velho amigo? Que velho amigo? – nesse momento, o doutor bate na porta e entra.

- Com licença… eu não quis atrapalhar, mas… tem duas pessoas aqui que acho que deveriam fazer parte desse momento! – ele disse isso e então Melissa entrou acompanhada por Rafael, que estava forte e bonitão.

- Eu não estou entendendo! Rafael? Melissa? Por onde você esteve Melissa? Porque sumiu de repente?

Melissa gesticulou para que o doutor saísse e então se aproximou de mim.

- Eu tenho que te contar uma história. Preciso que você mantenha a mente aberta… - enquanto Melissa falava, Rafa me olhava fixamente com os olhos marejados, ele parecia nervoso, talvez tímido. Ficamos nos encarando por longos minutos enquanto Melissa falava – Eu faço parte de um grupo de resistência secreto. Nosso objetivo é derrubar a Nova Ordem. Nos últimos anos, graças a Erast e Samantha, conseguimos ter duas pessoas muito importantes como aliadas: O médico que se chama Cláudio, e tem a mesma aparência e algumas memórias do seu enfermeiro morto há doze anos… e uma garota com as mesmas feições de Ana Clara… são quase como clones… eles estão aqui para garantir que vocês dois sejam mantidos a salvo – ela fez uma pausa para sorrir para Bruno e então continuou – Eu desapareci por estive cuidando do Bruno depois do primeiro incêndio.

- É verdade Lê… eu sobrevivi e encontrei Melissa e a fiz prometer que manteria segredo. – concordava Bruno.

- E você Rafael. Por que só agora? – perguntei em prantos.

- Isso eu também posso explicar! – disse Melissa antes que ele falasse.

Melissa se abaixou para ficar à minha altura e me olhar nos olhos>

- Eu senti ciúmes, é isso! – disse ela quase chorando – eu… eu sei que vocês dois sempre foram muito amigos, mas… a verdade é que o Rafael sempre foi gamado em você e eu fiquei com medo de que ele viesse e seus sentimentos despertassem mais uma vez… ainda mais quando você nunca poderia corresponde-lo. Eu… eu peço desculpas… fui egoísta demais, mas, agora, vejo que amar requer sacrifícios e eu estou disposta a fazer o meu! – disse ela olhando para Bruno. Senti na hora que eles estavam escondendo alguma coisa de mim.

- Rafa! – falei num suspiro cheio de dor e saudade, abrindo os braços para ele me abraçar.

Foi um dos abraços mais gostosos do mundo. Rever meu melhor amigo depois de tanto tempo não tinha preço… parecia até um daqueles reencontros do Programa do Gugu, só faltava a música melancólica.

- Eu senti tanto a sua falta… você… você mudou… tá mais forte e mais bonito… - me arrependi de ter falado essa parte final, pois logo a expressão de Melissa mudou – Mel… não seja boba… eu… o Rafa e eu somos irmãos, não somos Rafa? – ele nada disse, apenas concordou – eu estou muito feliz que você esteja aqui, eu só não queria que você me encontrasse nesse estado.

- Você continua o mesmo bobo de sempre… só ficou mais velho, mas ainda é um meninão! – disse me dando um beijo no rosto. Você achou mesmo que eu fosse sair da sua vida? – disse ele com os olhos lacrimejantes, tentando mudar o clima tenso do momento – você não sabe o quanto sua história está repercutindo por aí! Começando pelo Assassino Mascarado da cidade! Te aconselho a aproveitar seus quinze minutos de fama hein, amigo! – disse ele me dando um tapinha nas costas – olha só isso! ­ Fomos até a janela e abrindo a persiana pude ver uma pequena multidão de repórteres ávidos por informações sobre o incêndio e sobre a verdadeira identidade do assassino mascarado.

- Saiba que independente do que aconteça, estou ao seu lado. Sempre vou estar!

- Obrigado – falei com um sorriso espontâneo.

Olhamos novamente para os repórteres que gritavam “Lá está ele. Na janela!”

Houve um silêncio cortante quando meu sorriso se desfez e eu segurei levemente a mão de Bruno.

- Bruno…

- Tá tudo bem meu amor… ele é seu amigo. – disse ele com uma voz meio tremida.

Melissa, ficou meio afastada depois disso, em silêncio, assistindo aquela cena, só Deus sabe o que se passava em sua cabeça.

- E o meu filho? Conseguiu alguma pista sobre ele? – perguntei de repente. Melissa sorriu meio forçada para mim e então respondeu:

- O Emmet consegui localizá-lo, mas… - ela fez uma pausa, como se procurasse as palavras certas para me contar - …mas alguém o levou antes.

- Como assim? Quem o levou? Pra onde?

- A família adotiva dele foi encontrada morta e nem sinal do garoto. Eu acredito que ele esteja sob o domínio da Leben… de alguma forma eles tiveram acesso a toda a nossa operação.

- Isso significa que algum dos teus “amiguinhos” traiu você! – falei revoltado e logo sentindo minha pressão cair – eu não tô me sentindo bem.

- Você precisa descansar. Bruno, eu posso levar ele? – perguntou Rafael.

- Deve! Descansa meu amor. – disse Bruno com os olhos brilhando na minha direção.

- Eu não quero te deixar sozinho aqui. Bruno…

- Lê… descansa, quando você acordar, eu ainda estarei aqui? Tá bom? Eu te amo!

- Também te amo! Amo muito. Muitão! – falei enquanto Rafael me levava de volta para meu quarto.

Rafa me carregou no colo e me aconchegou na cama.

- Você está confortável?

- Não! Eu nunca vou estar confortável enquanto esse inferno não acabar! – falei bufando.

- Ei… se frustrar não vai solucionar os problemas. Seja forte, aguenta só mais um pouco… você não está sozinho! – disse ele beijando minha testa.

 

Quando a enfermeira com a aparência de Clara entrou, Rafa cochichou alguma coisa com ela e em seguida se despediu, prometendo voltar outra hora.

Pouco tempo depois, ela aplicou alguma coisa em minha veia, não a questionei, já que Melissa confiava nela a ponto de dizer que ela me manteria a salvo.

 

Sem demora, adormeci.

 

Ainda adormecido, tive pesadelos que pareciam tão reais… mas finalmente acordei, no meio da madrugada.

A janela estava aberta e o quarto estava frio.

Ventava muito e eu me perguntava o porquê de aquele lugar estar tão escuro e silencioso, pois, mesmo pra um hospital, não era normal.

Chamei pela enfermeira com o “bip” insistentemente, mas ninguém veio.

 

Algo estava fora do normal, talvez fosse coisa da minha cabeça por estar sempre rodeados de coisas anormais em uma vida que já não era nada normal, talvez tudo estivesse como devia estar e eu estivesse imaginando coisas ou tento falsa premonições, sei lá. De qualquer forma, eu não conseguiria mais pegar no sono, acho que o efeito do remédio havia passado.

 

Chamei pela enfermeira e não obtive resposta.

Meu coração já estava acelerado e inquieto a ponto de desejar sair correndo daquele lugar, mas eu não podia… não mais.

De repente vi uma sombra passar pelo vidro da porta e logo pensei em Bruno e em um possível perigo que pudéssemos estar correndo… mas. Mas Melissa havia colocado pessoas para garantir nossa segurança, ela mesma havia dito… entretanto, alguém havia lhe traído…

Aqueles pensamentos me deixaram atormentado.

- Talvez… é só um talvez… - falei para mim mesmo – talvez a pessoa que entregou o plano secreto da Mel saiba que estou aqui… e se…

Não consegui terminar meu monólogo, pois a porta foi aberta com um estrondo.

Comecei a gritar desesperadamente por socorro, mas aquele hospital parecia estar abandonado. Olhei para o lado esquerdo da cama e vi minha cadeira de rodas.

A enfermeira de plantão, a mesma que tinha o rosto de Ana Clara, me olhava com um sorriso maligno. Eu estava assustado.

- Ana Clara eu…

- Eu não sou a Clarinha Leandro. – disse se aproximando – sabe, eu juro que tentei me manter salva, mas sabe como é… ninguém permanece bom nesse mundo, além do mais, eu não estou nem um pouco a fim de sacrificar minha vida por um grupo de resistência a um sistema que já dominou o mundo! Por isso… eu não posso salvar você, me perdoa.

Houve um silêncio cortante.

Os olhos dela encontraram os meus… e vi de fato que aquele olhar era o tipo de olhar que Clarinha nunca teria, ela era pura.

De repente, o jaleco dela começou a manchar de vermelho. A mancha se espalhava e pingava ao chão.

Lentamente ela foi caindo sem se dar conta de que estava morrendo.

Atrás dela havia um homem usando um capuz. Eu não podia ver seu rosto com clareza, mas eu sabia que era um homem.

- Eu odeio Doppels! – dizia o homem sem se aproximar – eles acham que têm alma, mas nem filhos do Criador são… não deveriam existir!

- Doppels? – repeti sem entender o que ele quis dizer com aquilo.

- Me admiro você ter sobrevivido todos esses anos Leandro… mas resumindo… Doppels podem ser definidos como “cópias” exatas da aparência de uma pessoa… viva a ciência!

- O que você vai fazer? – falei me rastejando pra perto da cadeira, sem sucesso.

- Agora a coisa ficou mais séria e eu levei para o lado pessoal… portanto, quero terminar o que comecei. – dizia ele tirando o capuz e revelando ser Andrade – pois é… eu não estou morto! E acredite, foi meio complicado fazer parecer que eu estava… mas aqui estou eu! Bom, acho que vou cuidar primeiro daquele bichinha do Bruno, não saia daqui! – disse Andrade ironicamente com fogo nos olhos. Como é que aquele maldito ainda estava vivo depois de tudo o que aconteceu? Ele só podia ser de ferro! – me perdoa Leandro… mas eu preciso da cabeça de vocês, não só por causa da cura da minha filha… mas por mero prazer de vingança, entende? Vou matar seu namoradinho e depois eu volto pra acabar com você!

Andrade deu meia volta e saiu.

Eu estava desesperado e me rastejava para fora do quarto o mais rápido possível. Era como se minha vida dependesse disso, de fato dependia… Bruno era a minha vida.

Com muito esforço, cheguei ao quarto onde Bruno estava e Andrade estava sentado em uma cadeira ao lado de Bruno.

- Você demorou! Achei que tivesse desistido. – disse ele com um sorriso largo – estávamos esperando por você, não é Bruno?

- Deixa ele! – falei com ira.

Andrade se aproximou de mim e mostrou-me um tipo de objeto pontiagudo.

- Você não sente nada mesmo? Quer dizer… eu sou do tipo que só acredita vendo, então, acho que quero ter certeza! – disse ele se aproximando de minhas pernas. Tentei lutar, mas foi inútil, ele era maior e mais forte.

Eu assistia ele perfurar a minha perna como se aquilo lhe desse prazer.

- Para com isso! Por favor, para! – supliquei.

- Está bem! – disse ele cravando violentamente aquele objeto metálico em minha coxa – você acha que vai se dar bem dessa vez! – disse ele alterando a voz – Eu não vou deixar! Fernando não está aqui para te salvar e nem a sua gague de amigos idiotas! Eu vou… - Andrade foi interrompido pelo som de muitas sirenes vindas do lado de fora do prédio.

- Quem chamou a polícia? – perguntou ele confuso.

- Fui eu! – disse uma voz fraca que se aproximava. Era a voz de um senhor idoso apoiado por muletas.

- Meu Deus! Eu pensei que todos os pacientes estivessem dormindo! Que saco! Agora vou ter que te matar! – ele disse isso e empurrou o velho violentamente contra a parede.

- Você é um covarde! – falei irado.

- Você ainda não viu nada – disse ele levantando a mão para me bater, mas Bruno gritou nesse mesmo instante:

- DEIXA ELE EM PAZ! – Eu até podia imaginar o esforço que ele estava fazendo, afinal de contas, suas queimaduras eram muito profundas e não podia estar fazendo tal esforço.

- Olha só… Se não é Freddy Krueger tentando me assustar!

- Deixa-ele-em-paz! – disse Bruno se contorcendo na cama a todo custo.

Andrade foi até Bruno e começou a tortura-lo, mexendo em seus ferimentos e lhe agredindo fisicamente, pior que tudo isso era ver e não poder fazer nada além de berrar por socorro.

 

Logo a polícia entrou e apontou armas para Andrade, que não parecia intimidado, muito pelo contrário, ele sorria e chorava.

- Parece que esse foi o fim de minha carreira, não é mesmo colegas? Eu tentei, juro que tentei ser uma boa pessoa, mas as circunstâncias me levaram a isso! - ele fungou e prosseguiu – Vocês são tão tolos… todos já estão mortos. A água já espalhou seu vírus longe demais. – disse ele se aproximando da janela – Sabe de uma coisa Bruno… existem segredos que eu poderia levar comigo para o inferno, mas você precisa saber a verdade… eu jamais machucaria você, sabe porquê? Porque você é meu filho! – após estas palavras Andrade se jogou da janela, caindo do terceiro andar sobre uma viatura policial.

 

Houve grande euforia naquele momento. Bruno estava desacordado e eu chorava por vê-lo daquele jeito e estar em situação quase pior.

 

No final das contas, fomos transferidos para outro hospital enquanto os funcionários e seguranças do lugar eram investigados a fim de saberem porquê aquela ala do hospital estava isolada. Segundo os funcionários, havia um pedido de quarentena por conta de algum paciente com suspeita de MFC… talvez fosse verdade ou apenas uma distração, mas isso não me importava. E eu me importava muito menos com as perguntas sem respostas que ainda estavam noar.

O corpo da “Ana Clara do mal” nunca foi encontrado, muito menos vestígios do meu Médico com a cara de Cláudio… talvez fosse melhor que eles ficassem escondidos, eles deveriam ter suas razões, mas eu ainda precisava entender porque tudo aquilo estava girando em torno de mim, ao menos isso eu gostaria de compreender com mais clareza.

 


Notas Finais


Gente, a história do filho do Leandro mencionado aqui, já começou e está incrível.

Você pode favoritar, e ler através do link a seguir:

Um Grito de Liberdade: https://spiritfanfics.com/historia/um-grito-de-liberdade--hoffenhein-6031998


Vale lembrar que OnE3 que tinha 60 capítulos, pode ser reduzido para 55 ou 56 no máximo, okay?

Abraço forte e beijo especial para a pessoa por quem meu coração bate mais forte e para quem eu entrego todas as rosas.


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