História Olhos Azuis - Destiel - Capítulo 19


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Anna Milton, Ash, Bobby Singer, Castiel, Charlene "Charlie" Bradbury, Chuck Shurley, Claire Novak, Crowley, Dean Winchester, Dorothy Baum, Ellen Harvelle, Jo Harvelle, Jody Mills, Lúcifer, Meg Masters, Personagens Originais, Rowena MacLeod, Sam Winchester
Tags Bottom!cass, Bottom!dean, Castiel, Dean, Destiel, Lemon, Sam, Supernatural, Top!cass, Top!dean, Yaoi, Yuri
Exibições 267
Palavras 1.398
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Sobrenatural, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


eu demorei ok? peço perdão pelo vacilo
maias aqui um cap pra vcs
novidades em breve

Capítulo 19 - Reconciliação


Dean e Castiel, começaram a se ver com mais frequência após o dia que passaram juntos. O loiro ainda estava preocupado com a decisão da filha de ir para casa do seu irmão, mas agora não doía mais como quando leu a carta. Castiel estava com ele e isso fazia com que Dean se sentisse melhor.

Porém é obvio que isso só aconteceu após muita conversa com Castiel, na verdade, Castiel falava e ele ouvia, e como o clichê mandava, ele estava dando tempo ao tempo.

E com isso tudo o moreno havia achado um jeito de conciliar Dean a sua vida, já que agora eles passavam muito tempo juntos, Dean fazia com que Castiel se sentisse como se fosse adolescente novamente.

Nesse tempo, eles sempre estavam jantando juntos, ou saindo para fazer alguma coisa apenas para passar o tempo, e nessa história toda, Claire era a informante do pai, já que ambos estavam tentando fazer mudanças nos ambos os lados, já que tanto Dean como Emma tinham uma teimosia pior que a do outro.

Até mesmo Charlie e Sam haviam entrado nesse jogo, e todos chegaram a uma conclusão, Dean precisava dar uma maneirada na bebida, isso seria o início.

E essa parte estava nas mãos de Castiel.

Dean começou a beber quando os pais morreram, mas parou durante a gestação que traria sua filha ao mundo, contudo acabou voltando a beber quando Amara faleceu. Ele não bebia porque gostava, mas sim para escapar das responsabilidades e da dor que sentia.

Entretanto Castiel aos poucos havia conseguido tirar a bebida do loiro, claro, ele ainda bebia, mas era menos do que antes, estava diminuindo aos poucos.

Dean ficou surpreso ao ver como Castiel tinha um poder sobre ele, como conseguia o que queria de uma maneira fácil e sem que o loiro ao menos percebesse o que ele estava fazendo. 

Em menos de duas semanas, Dean não saia para beber e havia cortado algumas bebidas mais fortes do cardápio. Estava bebendo menos e quando bebia era apenas cerveja. Já era um avanço.

Enquanto isso Claire havia ficado com a parte de tirar a ideia da cabeça de Emma de continuar na casa de Sam, o que estava sendo mais complicado.

Emma estava fechada após tudo aquilo. Ela não falava muito nem ao menos questionava várias coisas como sempre fazia, estava mal por estar longe do pai.

E ela sabia que a culpa era única e exclusivamente dela.

Claire a contava tudo sobre os avanços do pai, principalmente de como ele havia mudado o seu comportamento em relação a bebida.

Isso fazia Emma feliz e ela estava ansiosa para voltar, mas as coisas não estavam mais como ela queria, não em relação ao seu pai, agora em relação a si mesma.

Estava com medo.

Medo de que Dean não a perdoasse, medo de não conseguir perdoar a si mesma.

Fazia menos de duas semanas que ela “saiu” de casa, mas já não aguentava mais.

Emma mal dormia nos últimos dias e quando finalmente estava quase conseguindo fechar os olhos, alguém bateu na porta do quarto.

– Emma? Posso entrar? — Ela ouviu a voz da sua tia.

– Claro tia Jess. Entra. — A loira entrou e Emma sorriu ao ver que mesmo que minimamente já dava para notas a barriga.

– Chuck já chegou, está te esperando na portaria. — Ela avisou. — Promete que vai tomar cuidado?

– Prometo tia Jess, avise ele que eu desço em dez minutos ok? — Ela sorriu fraco.

– Tudo bem, querida.

Assim que Jess saiu do quarto, Emma começou a se arrumar apressada, havia se esquecido que naquele dia havia combinado de passar o dia com Chuck e seu primo Gabriel. E em exatos dez minutos Emma já estava na portaria com o tio e o primo.

– Oi priminha!

– Hey Gabe. — Eles se abraçaram. — Desculpa a demora.

– Não tem problema querida, venha, vamos. — Chuck disse após beijar a testa de Emma.

Passaram o dia juntos, Chuck falava sobre Amara para Emma, o que fazia com que menina pudesse ver que realmente só se parecia fisicamente com a mãe, mas para ela, era bom saber algo a mais sobre sua mãe, já que tanto ela como seu pai sabiam pouco perante tudo o que Chuck sabia. Mas isso era óbvio, ele viveu muito mais com ela do que ambos.

Gabriel era o alivio cômico em toda essa história, sempre rindo, fazendo piada e com um doce de prontidão, ele era uma pessoa maravilhosa.

Era o total contrário de Chuck, ele era mais calado, ainda parecia abalado por Emma lembrar tanto a irmão dele na juventude e por ter perdido ela.

Emma não estava mais tão confusa perante toda essa história. Claro, Chuck estava errado em não ter procurado essa parte da família antes de ter recebido a carta, mas após várias conversas, ela entendeu o lado dele. Isso não fazer com que ela perdoasse ele, mas era o começo de que o perdão pudesse nascer.

– Emma, obrigado por ter passado o dia conosco. — Chuck agradeceu. — Esse tempo foi importante para mim.

– E pra mim também. — Gabe disse levantado a mão.

– Mas nossa vida não é aqui, precisamos voltar para nossa casa. — Suas palavras saiam firmes.

– Eu entendo, não te obrigaria a ficar. Obrigada por ter sei lá, insistido e procurado por minha mãe. — Emma sorriu. — Eu me diverti nessas últimas duas semanas.

– Nós também, pode apostar. — Gabriel abraçou a prima forte. — A gente ainda vai se ver e nós não vamos perder contato.

– Pode apostar que não. — Emma riu.

Gabriel entrou no carro e em seguida Chuck foi despedir de Emma, o abraço foi silencioso, mas Emma ficou surpresa com que ele lhe disse.

– Ele não tem culpa, só queria te proteger.

Emma sorriu triste para tio e depois que Chuck entrou no carro e deu partida ela ficou observando o carro sumir, refletindo sobre o que seu tio havia dito.

Quando ela não viu mais o carro, começou a correr.

Emma corria em direção a sua casa, era domingo e sabia que Dean estaria lá. Correu rua por rua e agradeceu a Deus pela resistência física que tinha.

Sam e Dean não moravam longe, era um curto trajeto de uma casa para a outra e Emma deu o melhor de si para chegar em casa o mais rápido possível.

Era de tardezinha, o sol ainda estava começando a se por quando ela finalmente chegou em casa.

Sua verdadeira casa.

Ela não estava com suas chaves, então teve que tocar a campainha, ter que ficar esperando fez com que ela ficasse inquieta, ela não sabia muito bem o que estava fazendo ali, só sentia que precisava estar ali.

Quando a porta abriu e o seu pai, seu porto seguro apareceu ali, com o olhar surpreso de ver a filha, Emma só teve apenas uma reação.

Ela pulou em seu colo e o abraçou.

O abraçou como se fosse a primeira vez que o fizesse.

E ela não conseguiu manter as lágrimas.

– Me perdoa pai, por favor, eu fui idiota de ter feito isso, eu não posso acreditar que eu fiz isso com você! — Emma chorava de soluçar a esse ponto. — Eu nem sei se você vai me perdoar, mas eu juro que eu nunca mais vou fazer isso! Eu te amo tanto e eu estou tão orgulhosa de você! Você realmente está se esforçando pra melhorar por mim e isso não poderia me deixar mais feliz e eu não sei por que não voltei antes! E eu não sei porque eu também não estou me esforçando para ser uma filha melhor e...

– Hey, calma minha princesa, eu estou aqui. — Dean fazia o mesmo que a filha, abraçava-a com força também permitia que as lagrimas rolassem por seu rosto. — Eu te perdoo, eu também amo você minha princesinha. Eu acredito em você. E você é perfeita pra mim do jeitinho que é. Eu agradeço por me fazer ver como eu estava destruindo aos poucos, mas tenta da próxima não ser tão ruim para nós ok? — Dean pede antes de beijar a testa da filha.

– Obrigada pai, eu te amo, você é o melhor e eu nunca mais vou fazer isso de novo. Nunca. É uma promessa. — Emma falar firme e volta a abraçar o pai.

A verdade era que os dois haviam passado por muita coisa, coisas que as vezes os separavam, mas era impossível fazer com que eles se separassem.


Notas Finais


só posso pedir mil perdões pela demora e pelo cap pombo
mas é aquele ditado
isso são só as intrigas iniciais
o proximo (alem de ser o marco de metade da fic) vai trazer a treta definitiva
preparados?
eu amo vocês xoxo


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