História Olhos Fechados [ Twice - Mimo ] - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias TWICE
Personagens Jungyeon, Mina, Momo, Personagens Originais
Visualizações 21
Palavras 871
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Drama (Tragédia), Fantasia, Mistério, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Spoilers, Suicídio
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olá, a clarinha chegou! Eu decidi postar esta história de fantasia, espero que gostem, pois demorou bastante para ter essa idéia! Fiz até um banner para o capítulo para animar mais vocês. Desta vez, eu coloquei traição porque eu sou a dona dos não-clichês, certo? Ah, a @Phynx me ajudou um pouco, obrigada bb <3 Não desanimem ainda, talvez terá um final feliz. Vamos para as regras básicas:

• Caso você plagiar, eu não irei pensar duas vezes para denunciar.

• Os personagens não são de minha autoria, mas as personalidades são.

• A história apenas está em +18 por suicídio, lembrando que é apenas um "suicídio".

• Terão dois Banners, e o personagem que estiver, será o que estiver narrando no capítulo.

Boa Leitura <333

Capítulo 1 - Efeito Borboleta


Fanfic / Fanfiction Olhos Fechados [ Twice - Mimo ] - Capítulo 1 - Efeito Borboleta

Eu, Hirai Momo levantei da poltrona que estava sentada. Pareço bem disposta a fazer algo. Caminhei à uma das porcelanas que comprei e senti me insatisfeita, poderia naquele instante fazer mais algo apavorador; o gesto que fiz, fez me perder no meu eu, ditado no dicionário. Dei dois passos para trás e me senti em uma sala vazia, mesmo que o cômodo que eu mais permanecia era repleto de móveis; móveis mais caros do que o saleiro no século anterior, e que me dariam ainda mais dores de cabeça e arrependimento. Meu temperamento renovou na última semana de Setembro, proferindo mágoas com pessoas queridas e mais estalos na cabeça. Na verdade, não se tinha muitos móveis depois do dia de meu caráter novo. Mamãe já havia me avisado duas vezes para ir ao psicólogo, mas a pobre dona ouviu os meus escândalos desgovernados.

O porque era simples. Tudo isso por Myoui Mina, uma mero aprendiz da arte, tinha prometido que faria um quadro a ela de presente do casamento  ou melhor, que faria dois anos logo hoje. Não queria nem mais uma vez dar-lhe um beijo tanto na bochecha, e nem viver no mesmo solo que ela, o que já era um problema.

A cortina balançava a cada por cento de tornar um estresse para mim, causando-me arrepios e lembranças desgostosas como: A lembrança de pintar pelo quintal nos dias que o céu escurecia igual a tinta cinza, e ventava um pouco, ainda mais porque a pintura que estava ao meu lado agora era meu retrato aquarela, talvez.

Lembro me honestamente do último dia que eu tinha gritado, apesar de eu ter gritado á trinta minutos atrás, mas com ela, que saiu da casa de minha casa com as lágrimas secas, iguais manchas de café pelo papel. Era ruim ficar naquele inferno, chamado de lar, no qual metade das coisas foram de Myoui.

Eu precisava imediatamente de algum psicólogo, já que não pudera ser fadada para meus objetivos darem errado. Hoje acredito que será diferente, pelo menos. O psicólogo seria daqui a trinta minutos, e eu nem tinha saído de casa. Ser traída não é uma coisa fácil, é como o efeito borboleta. A borboleta bate suas asas em qualquer país, e quando isso, há um tufão, tanto objetivo quanto subjetivo, que acontece no lugar onde estou neste momento e ainda não se foi uma das melhoras coisas que me vieram.

O tufão desta vez veio subjetivo, trazendo para cá onde moro, ou apenas para mim, e este tufão foi uma tsunami de coisas que ocorreram em setembro. Convivo em uma casa grandinha com modelo do século passado, na frente de casa há um jardim pequeno com um balanço de pneu. No interior da casa, eu e Mina decidimos que colocaríamos todos os quadros que ela fazia. A casa mesmo era clássica, básica e bonitinha, sem nenhum luxo, tudo feito á mão.

Suspirei pela milésima vez, dando um passo para frente ajeitando meu casaco e pegando a chave de meu carro, andando até a porta e tendo em mente o que iria fazer. Pelo efeito borboleta aconteceria mais um tufão, e este seria ir ao meu psicólogo.

                           - 暂停

O local era simples, uma sala pequena com várias cadeiras na qual eu estava sentada esperando ao lado para que a porta fosse aberta tanto por uma mulher ou por um homem. Tanto faz, o efeito borboleta sempre irá trazer um caos. Foi quando terminei de comer um doce que gostava aqui na Coreia, que me chamaram. No momento congelei um pouco, mas logo depois pensei que seria apenas um psicólogo, e que deveria desabafar com ele ou ela.

A sala onde eu entrei era escura, as persianas estavam entreabertas causando uma feição de filmes, onde o escritório do personagem é do jeito que estou vendo. Na mesa que tinha ali se encontrava lápis; papéis; documentos importantes, e duas cadeiras.

O que a senhora Hirai Momo tem?

Senhora. Senhora não é uma palavra adequada á mim, não mesmo. Senhora significa um termo dispensados às mulheres casadas. Eu não sou, ou não irei ser. Tudo pela culpa de que ainda não assinamos o divórcio.

- Eu fui traída. Traída por Myoui Mina, acho que seria melhor se não acontecesse aquilo.

- E como seria o melhor? - Ela me perguntou.

Então eu fechei os olhos, e comecei a ditar o que estava vendo, ou melhor, o que estaria imaginando naquele momento. Eu estaria em algum tipo de jardim nos quais eu e Mina estávamos no paraíso, o céu azul nos emociona, e nos dá a criatividade de pintas as telas a nossa frente, com o sol que queimava nosso olhos, e deixava lágrimas de tão brilhante. De vez em quando, ela ria para mim com seu sorriso angelical, acho que era assim quando estávamos felizes e não nos odiarmos igual agora.

Isto é chamado de Efeito Borboleta, aquele em que acontece um caos, e uma enxurrada de sentimentos ou coisas concretas acontecem.

O efeito borboleta chegou a minha mente rapidamente, me deixando fraca o bastante para estar em uma cama, eu não conseguia nem suportar o bater das asas de uma borboleta, ou ao mesmo tempo o silêncio que dava minha imaginação. Tudo me irritava, e tudo voltava á estaca-zero; estaca-zero da traição, a pior fase


Notas Finais


Eai, o que acharam? Conta pra mim! Os comentários são bem-vindos aqui :3! As vezes, com os comentários, há antecedência do capítulo e com que o autor não apague a história por este motivo.

Eu não vou enrolar igual as notas finais, por que se não irão pensar que o capítulo é menor do que as notas finais e iniciais.

Até mais, se cuidem! <3


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