História Olhos na escuridão - Capítulo 1


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Categorias The GazettE
Personagens Aoi, Kai, Reita, Ruki, Uruha
Tags Amizade, Aoi, Cego, Deficiencia, Dor, Drama, Incesto, Jrock, Kai, Reita, Revelaçoes, Romance, Ruki, Sofrimento, Thegazette, Tragedia, Tristeza, Uruha, Uruki, Yaoi
Visualizações 34
Palavras 1.880
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Hentai, Lemon, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Estupro, Homossexualidade, Incesto, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Ja faz um tempo que não posto fics.
eu tinha algumas no Nyah, mas minha conta foi desativada.
Peço que ja me perdoem, pois meu teclado não esta funcionando a tecla do ponto de interrogação, mas logo estarei arrumando isso.
espero que gostem da historia, perdoem tbm os errinhos que tem por ai .. kkk
Bem... Boa leitura!

Capítulo 1 - Um encontro inesperado.


Fanfic / Fanfiction Olhos na escuridão - Capítulo 1 - Um encontro inesperado.

-

Era um noite fria, as calcadas estavam cobertas por uma camada fina de neve, os flocos que caiam bailavam pelo ar. 

Um loiro alto de traços delicados caminhava solitário, enquanto se encolhia dentro do seu casaco. 

Caminhou por mais alguns minuto, ate chegar em um pequeno parque de aparecia triste. Seus olhos percorreu o lugar, se aproximou do balanço se sentando no mesmo. 

-Minako ... - sussurrou para si. - Foi aqui que te conheci ... porque você se foi... porque! 

Lagrimas discretas desciam pela sua bela face, ficou se lamentando quando ouviu um choro sofrido vindo atrás de si. 

O lugar era mal iluminado, caminhou lentamente tentando enxergar algo, se guiou pelo som. 

Chegando próximo ao escorregador, na parte de trás no lugar mais escuro, com muito cuidado se abaixou para ver quem estava chorando, observou e viu um garoto encolhido abraçando seus joelhos e sua face escondida no mesmo. 

-Ei garoto! Porque esta chorando: – perguntou de forma suave. 

O garoto se assustou com a voz desconhecida, o mais velho observou um rosto delicado e infantil. Fios loiros e lisos cobria parcialmente seus olhos, sua aparência era suja e suas roupas estavam rasgadas, e não avia nenhum agasalho com o pequeno. 

Mas o que lhe chamou atenção foi os vários ferimentos que ele tinha, inclusive um grande na sua boca.  

-Você esta bem – Se aproximou  e tocou o braço do menor. 

-Por favor, não me machuque... - Em um instinto o menor se afastou visivelmente apavorado.  

-Calma...eu não vou machuca-lo – O maior ficou preocupado quando o menor começou a chorar e respirar com dificuldade.  

Estava realmente frio naquela noite, ele tirou o próprio casaco e colocou sobre o menor, que mais uma vez se afastou, mas não o encarava. O loiro maior estranhou e em um instinto balançou a mão na frente do rosto do garoto, e não ouve reação. 

-Você ... - O garoto se virou na direção da voz do homem em sua frente. -E cego! 

Somente teve um balançar de confirmação, antes do pequeno perder a consciência e cair no chão. 

-Hei garoto! Acorde... - o Homem sem pensar o pegou no colo e o levou para sua casa, que não ficava longe dali. 

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Ao entrar na residência sentiu os músculos relaxarem por causa do calor do local, rapidamente colocou o pequeno no sofá, correu e ligou o aquecedor, e trouxe mais cobertores.  

Quando fora cobri o menor, observou que suas calças estavam sujas de sangue, seu coração tremeu ao pensar o que havia acontecido com esse garoto. 

Não demorou muito para o maior perceber que o pequeno estava com febre, correu e pegou panos e agua fria, depositou o pano úmido na testa do menor. Com outro pano limpou seus ferimentos, observou mais atentamente seu rosto delicado e bonito. 

-Por favor.... pare.... não ... pare – Delirava o menor, se contorcia no sofá. 

-Hei, esta tudo bem garoto. - Realmente estava preocupado, deveria chamar um medico...levar para algum hospital, se levantou rapidamente, mas ao olhar pela janela viu estava nevando muito. Não ia conseguir sair de casa.  

Se voltou para o menor, não tinha jeito ele precisava ficar ali mesmo, foi ate a cozinha trazendo desta vez alguns remédios, com certa dificuldade fez o menor tomar. 

Ficou ali sentando observando o menino em seu sofá, e se perguntando porque diabos ele tinha levado um desconhecido para sua casa. Enquanto sua cabeça fazia mil perguntas o garoto finalmente havia acordado. 

Se mexeu incomodado sentindo dor, soltou um gemido baixinho. Com a mão tateou o sofá, depois a coberta em cima de si, se sentou com dificuldade, soltando mais um gemido de dor. 

-Esta se sentindo melhor! - Perguntou fazendo o menor se assustar, e querer fugir. - Calma eu não vou machucar você! 

Tome esse remédio, o menor não fez objeção obediente engoliu o comprimido, ele tinha os olhos fechados, mas eles se abriu para o loiro mais alto. 

-Obrigado senhor! - O homem ficou paralisado ao ver os olhos dele, eram belos... mesmo que não tinha visão ... era os mais lindos que ele já tinha visto, parecia que ele podia ver através de sua alma, se sentiu atraído, hipnotizado por eles. - Senhor: 

-Ah...sim...Então como se chama: - perguntou voltando a si. 

-Mastumoto Takanori. - Respondeu prontamente.  

-Muito prazer, me chamo Takashima Kouyou.  

-M...Muito prazer. - O pequeno se encolheu no sofa. - Obrigado Sr. Takashima, pensei que fosse morrer congelado! 

-Bem onde voce mora: posso levar voce la. – perguntou. 

-Eu... não tenho casa! - respondeu baixo 

-Voce mora na rua: - Perguntou mais uma vez o maior. 

-Não...Eu morava em um orfanato, mas eu fugi.- respondeu abaixando a cabeça. 

-Orfanato: e porque fugiu: - perguntou Takashima. 

Com força ele apertava o cobertor, demorou um pouco para responder... 

-Eles me maltratavam...me batiam....abusavam de mim. -Ele começou a chorar. - Todas as noites...ele me forçava...me machucava....ele fazia tantas coisas comigo...nunca sabia o que era...toda noite.... 

O loiro mais velho sentiu se coração doer, ao ve aquele pequeno garoto chorar e sofre daquela forma. Seu choro era desesperado. Bruscamente o pequeno se jogou para frente e agarrou o braço de Takashima. 

-Por favor, não me leve de volta para la, eu te imploro...eles vão me matar! Por favor. - se ajoelhou chorando nas pernas do maior. 

-Eles...eram varias pessoas que fazia isso com vc: - perguntou chocado. 

-Hoje...ele....me levou para algum lugar la dentro. - Takanori mordeu os lábios ate o mesmo começar a sangra novamente. - Ele me jogou no chão... e disse a diversão chegou...não sei quantos eram, mas começaram a rir....eles me amarraram...amarraram minha boca para eu não gritar....me forçaram...senti meu corpo sendo rasgado...a dor alucinante que sentir...pedia em minha mente para eles pararem, mas eles riam enquanto meu corpo era destruído! -Falava em meio as lagrimas 

-Por favor, já chega, não precisa me contar mais nada! - Takashima, em um impulso  abraçou o menor. - Esta tudo bem agora! 

-Eu não posso ver, mas eu sentia tudo. - chorou em meio ao abraço do maior. 

-Esta tudo bem. - falou novamente olhando para o menor. - Bem acho melhor você tomar um banho.  vendo que Takanori estava todo sujo de sangue, levantou segurou o menor pelo pulso e o foi guiando pelo corredor que dava para o banheiro, via ele andar com dificuldade.  

-Takanori, você tem quantos anos:-Perguntou. 

-Quatorze. Faço quinze daqui a três meses. - Respondeu o pequeno. 

-Consegue tomar banho sozinho: - Perguntou kouyou, o pequeno abriu seus olhos mais uma vez, fazendo o maior se arrepiar. 

-Consigo sim. -Respondeu tirando kouyou de seus pensamentos. 

-Bem aqui você abre o chuveiro. - Segurou a mão do menor, guiando de encontro com as coisas. -aqui esta o sabonete, e aqui os shampoos.  

Takashima observou o pequeno tateando as coisas, suas mão eram pequenas. Na verdade ele era pequeno e delicado para sua idade. Ele o achou de certa forma fofo; sorriu bobamente. 

-A sua esquerda esta a toalha, fique a vontade. Eu vou vê se encontro algo para você vesti.  

-Obrigado! - Agradeceu Takanori . 

Kouyou deu a ultima olhada no menor e saiu do cômodo. Takanori por sua vez se despiu procurou o registro do chuveiro e se pôs para baixo dele. Gemeu baixo ao sentir a agua bater em seus ferimentos. 

No quarto kouyou procurava algo que servisse no pequeno, sua mente estava uma confusão. Como  

E que ele tinha se metido nessa bagunça. Mas de alguma forma, o menor o tinha cativado. 

-Sr. Takashima! - chamou o garoto, o mais velho foi de encontro dele. 

-Terminou: - perguntou 

-Sim.  

Kouyou abriu a porta se deparando com o garoto agora limpo, seus cabelos loiros e molhados caiam graciosamente em seu rosto, seu corpo era definido, mas não escondia as marca da violência. O mais velho olhou triste vendo tantos hematomas no menor. 

-Pegue.- Entregou na mão de Takanori. - conjunto de moleton porque ta frio. É o menor que tenho, Espero que sirva em voce.  

-Esse comado é bem grande não é: - Perguntou o menor. 

-Como assim: - perguntou o mais velho confuso. 

-Nossas vozes formam ecos. - falou o menor. 

-Há sim, aqui desse lado tem uma banheira, do outro tem um armário onde guardo toalhas, medicamentos. - levou o menor ate a banheira.  Takanori começou a tatear a banheira. E sorriu triste. 

-Porque o sorriso: - Kouyou ficou curioso. 

-Minha mãe, amava a banheira de casa. E eu amava tomar banho com ela, era tão divertido. - sorriu, mas a tristeza tomou conta novamente do seu rosto. 

-O que aconteceu, com seus pais: - perguntou triste. 

-Meus pais e minha irmã morreram a quatro anos em um acidente de carro, eu fui o único que sobrevivi. - falou cabisbaixo. 

-Então voce perdeu a visão nesse acidente: - perguntou Kouyou.  

-Não. Eu nasci assim. - falou. - Fui deixado para vive com meu tio paterno, mas ele me colocou no orfanato. 

-Bem... depois que tal você tomar um banho na banheira: - Falou para quebrar o clima. - Acho melhor fazer algo para comer, você deve esta faminto. 

-Obrigado . -Ele sorriu, e essa foi a primeira vez que Kouyou tinha visto esse sorriso tão puro. E pensou como alguém podia machucar um garoto assim. 

Kouyou estava na cozinha preparando algo para eles comerem. 

-Sr. Takashima: - o menor entrou na cozinha. 

-Takanori, porque não me chamou eu ia busca... 

Kouyou se virou e começou a ri, as calças estavam enormes e cobria seus pes, a mesma coisa acontecia com as mangas do moletom, o deixando com uma aparecia mais fofa. Observou os botões abotoado errados. Ainda sorrindo se aproximou do menor arrumando os botões a casa certa.  

-È você é bem pequeno para sua idade – sorriu o mais velho. 

-Sr. Takashima. - chamou o menor. 

-hum – Respondeu ainda arrumando os botões da camisa. 

-Sera ... que eu posso tocar seu rosto: - perguntou tímido. 

-Eh...claro - respondeu incerto. 

Takanori ergueu as mãos ate tocar no rosto do mais velho, com os dedos pequenos e trêmulos passou a tatear a face de Kouyou, apertou os olhos já fechados se concentrando ao máximo, para poder desenhar o rosto do maior em sua mente. 

Seus dedos passou pelos olhos, nariz e cabelos. Mas parou quando chegou ate seus lábios, takanori corou ao sentir a textura da boca do mais velho. 

Seus lábios eram carnudos e bem desenhados. Kouyou observava a expressão de surpresa do menor.  

-Surpreso. - Sorriu para o menor. - Achou que eu era um tiozinho: 

-O senhor é muito bonito. - falou corando ainda mais. 

-haha obrigado – sorriu simpaticamente o maior. - Vamos comer. 

Eles sentaram na mesa, kouyou serviu o menor, vendo o mesmo procurar o prato na sua frente. 

-Espero que goste. Não tenho costume de cozinhar, então espero que se contente com um lanche. 

O pequeno agarrou o lanche o devorando rapidamente. 

-Hei, vai com calma, assim você se engasga. - estendeu o copo com chocolate quente. Quando viu que Takanori tinha entalado com o lanche. 

Depois de satisfeitos, kouyou arrumou o sofá para o menor poder dormi. 

Deitou em sua cama absorvendo tudo que tinha acontecido.  Não  podia simplesmente mandar o menino embora. 

-Ahh! O que eu faço agora: mais que encrenca você se meteu Kouyou. - Revirou-se na cama adormecendo. 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Espero trazer logo o próximo cap.
muita coisa vai rolar ainda.
ate a próxima.


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