História Ollie - Capítulo 2


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Aventura, Fanfic, Ficção, Ollie, Originais, Skate, Verônica
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Palavras 680
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Ficção, Mistério, Romance e Novela, Violência
Avisos: Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Oi pessoal! + 1 capítulo dessa fic pra vcs

Capítulo 2 - Consequências da morte


Fanfic / Fanfiction Ollie - Capítulo 2 - Consequências da morte

OLLIE

Olá. Bom, o meu nome é Ollie de alguma forma, e eu não sou a Veronica. Ela está morta agora. Apenas o seu dom, único, fez com que eu ficasse idêntica à ela. O nome "Ollie" provavelmente vem da última manobra de skate da vida dela. Contarei hoje a minha história. 

Bom, eu "nasci" com catorze anos mesmo, logo após a morte de Veronica. Na cama do quarto dela. Eu, de alguma forma, sabia que a "Vero" tinha morrido. A alma dela veio para esse corpo, um corpo idêntico ao dela, com mínimas diferenças. Como os cabelos. Os delas eram verdes com mexas brancas, o meu é roxo com mexas rosa. Seus olhos. Azuis-claro, os meus são verde-claro. Parecem ser apenas essas as diferenças.

Isso parece ser estranho demais para você. Realmente é. Ela é a única pessoa no mundo que tem esse "dom" de mudar a alma para um corpo idêntico quando morre. Mas apenas uma única vez. E isso não é o pior: eu tenho um segredo: Se eu morrer dessa vez, todos que já conheceram Veronica podem morrer. Qualquer um. Eu preciso evitar isso. Parece ser difícil.

                                  ***

Quando acordei na cama de Veronica ( eu sabia que era o quarto dela ), eu vi que estava com uma mochila sobre mim, uma roxa. Estava vestindo um suéter branco e uma calça jeans. Lá dentro da mochila, havia um casaco com capuz vermelho. Talvez fosse para me camuflar dos "humanos" normais. Logo o vesti, depois de tocar nos meus cabelos roxos. Havia também outros suéteres azuis e verdes e uma seringa com um líquido azul, quase transparente. Aquilo eu não sabia para o que servia. 

Então, vi um papel de fichário amassado no fundo da mochila. Eu o abri. Havia uma letra cursiva e bonita ali, e eu, com um pouco de dificuldade para ler aquele papel amassado, consegui apenas reconhecer algumas palavras nítidas:

               USE SOBREVIVER

Havia outra palavra no meio daquilo. Aproximo os olhos do papel e tento alisá-lo. Para.

               USE PARA SOBREVIVER

De acordo com o que entendi, então, era para enfiar a agulha em mim para viver. Deve ser diário. Viro o papel e vejo que há outra coisa ali. Dessa vez consigo ler:

ENFIE NO SEU BRAÇO TODA VEZ QUE SE SENTIR FRACA. DURA UM DIA.

Sabia. Amassei o papel e o joguei de volta na mochila. Analisei a seringa. Uma gota do líquido caiu em meu dedo. Doeu um pouco, como se alguém tivesse feito um pequeno corte nele. Não estava fraca, então não precisei usá-lo naquele momento. Vesti o casaco vermelho por cima do suéter e saí da casa pela janela.  

                                 ***

Bom, o presente chegou e estou caminhando isolada pela rua às quatro da tarde. Onde poderia dormir? De alguma forma, sabia o que havia acontecido com os familiares e amigos de Veronica depois de sua morte. É estranho, mas eu sei. E contarei para você.

Phillipe teve um destino horrível. Depois que descobriu que a melhor amiga estava morta, cortou os pulsos e sangrou até a morte em sua banheira com as cortinas fechadas. Acharam-o alguns minutos depois. 

Já Lena, ficou depressiva, e talvez ainda esteja. Assim como Sam ficou. Eles não conversam mais uns com os outros. Devem ter ficado piores quando descobriram que Phil havia se suicidado. 

Bom, eu vago pelas ruas e olho para o chão. Meus tênis são de um preto limpo e forte. Seguro na alça direita da mochila com força quando vejo um grupo de moradores de rua sentados na calçada. Parecem estar bêbados.

Dou meia-volta e vejo uma ambulância, no auge do campo da minha visão.

- Veronica - sussurro. Vou andando para parecer o menos suspeita possível. Quando chego lá alguns segundos depois, pisco e não há nada, apenas o asfalto. Uma alucinação. Eu ergo uma sobrancelha e ouço uma voz atrás de mim:

- Foi aqui que Veronica morreu. A conhece? 

Reconheço aquela voz de algum lugar. Me viro e dou de cara com Sam. Seu rosto está inchado. Ele arregala os olhos e franze a testa.

- Veronica?

 

 

 

 

 


Notas Finais


Oi pessoal! Amanhã posto outro capítulo dessa aventura;)


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