História Omega (JiKook fanfic) - Capítulo 3


Escrita por: ~

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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Rap Monster, Suga, V
Exibições 128
Palavras 989
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Slash, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 3 - Lua Cheia


Fanfic / Fanfiction Omega (JiKook fanfic) - Capítulo 3 - Lua Cheia

Jimin sentia o cheiro de pão quente e o barulho de pessoas conversando enquanto tomavam seu café da manhã. Por um momento ele achou estar no local errado, foi então que abriu os olhos.

P.O.V Jimin

Eu continuava deitado na cama do apartamento que eu havia alugado, mas por que diabos eu ainda sentia aquele cheiro? 

Então meu coração acelerou e dei um pulo de cima da cama, parecia que um carro estava buzinando de frente á meu apartamento e não parecia incomodado em parar. Resolvi levantar-me e ver o que estava acontecendo.

Abri a porta e não vi carro algum ali. Porém vários cheiros invadiram meu olfato e eu não conseguia controlar minha visão, que passava de vermelha para a normal.

- Não pode ser... - praticamente rezei para que não fosse, mas era óbvio que era.

Noite de Lua Cheia e eu ainda tinha que ir para o colégio. Ótima ideia se passar por um mundano adolescente. comentei para mim mesmo.

Fui então tomar um banho para me arrumar.

 

Depois de usar meu uniforme fui até o pequeno espelho que ficava na sala e coloquei minhas lentes, por mais que minha visão mudasse meus olhos não mudariam.

Peguei minha bolsa e fui para o colégio, mas não antes de passar na padaria e comprar um pão quentinho para ir comendo.

 

Em minha cabeça ainda se passava uma pergunta: Por que uma Lua Cheia logo no começo desse mês?

Assim que pus meus pés no corredor, alguém esbarrou em mim:

- Olhe para onde anda! - disse um menino que eu mal conhecia, mas que despertou a raiva dentro de mim.

- Talvez quem devesse olhar para onde anda é você. - retruquei e o menino se virou para me encarar.

- Como é? Quem você pensa que é?

- Alguém que olha para onde vai, diferente de você pelo visto. - eu podia sentir minhas unhas se transformarem em garras e tive que fechar as mãos.

Droga de Lua Cheia!

- Ficou nervosinho? - provocou o menino ao observar minhas mãos.

Eu estava pronto para atacá-lo quando alguém ficou no entre nós dois:

- Vamos nos acalmar aqui! - o menino se virou e eu o reconheci, era o mesmo da minha turma de natação - Jinhwan, peça desculpas..

- Ele quem começou, ele que se desculpe. - então o , agora, Jinhwan se retirou junto de seus colegas.

- Você tá bem? - perguntou o menino me avaliando.

Ele parecia realmente preocupado, mas também mantinha suas mãos fechadas e delas saia sangue:

- Você tá bem? - perguntei apontando com a cabeça para suas mãos.

Ele pareceu um pouco surpreso por eu notar aquilo.

- Ah.. Isso? - ele abriu as mãos, mas não havia corte algum - Eu tive que separar uma outra briga.

Seus batimentos estavam acelerados, mas resolvi apenas assenti. Eu não tinha nada haver com ele .

Caminhei até o banheiro, perguntando para as pessoas aonde ficava. 

Me aproximei até a pia e observei meu reflexo pelo espelho ali. Eu parecia normal, pelo menos meus olhos continuavam castanhos.

Liguei a toneira e lavei minhas mãos e logo depois joguei um pouco de água em meu rosto:

- Manhã difícil? - perguntou aquele mesmo menino do meu primeiro dia.

Seu nome era.. Kim algumacoisa.

- Ahn... Suponho que não será apenas a manhã. - respondi e ele assentiu.

- Entendo... Brigou com seus pais?

Algo em meu coração pareceu ter se quebrado, na Lua Cheia minhas emoções eram duplicadas então acho que era por isso:

-Eu não... Eu não tenho pais. - respondi.

O Kim algumacoisa pareceu ter se arrependido da pergunta e se retirou constrangido.

 

 

Já eram nove da noite e eu podia sentir o poder que a Lua exercia sobre mim, ela parecia dizer: "Venha aqui pequena criatura, venha aqui e uive para mim. Não se importe se no meio do trajeto você acabar matando alguém. Apenas venha uivar para mim"

Foi quando eu escutei um uivo e em seguida vários outros.. Não podia ser...

Sai desesperado de meu apartamento, não me importar em estar apenas de calça jeans. Fiquei em posição e corri atrás dos uivos, no meio do caminho senti minha visão ficar melhor e tive certeza de que neste momento meus olhos estavam verdes .

Passei pela cidade o mais rápido que pude e fui até a floresta, aonde os uivos pareceram aumentar. Naquele momento agucei minha visão e meu olfato para tentar encontrá-los.

Infelizmente Omegas não podiam uivar.

Segui por uma trilha que resultou apenas em escuridão. Fiquei ali por alguns minutos tentando localizar aquela mesma alcateia.

Foi quando senti olhares sobre mim, então os observadores se revelaram.

Todos tinham forma meio humanas e meio lobo, menos um que era o Alfa. Todos os betas me encaravam com seus olhos amarelos e azuis, os olhos que eu tanto almejava e o Alfa ficou de frente para mim observando-me com aqueles seus olhos vermelhos. Me aproximei do Alfa e ele observou meus olhos, parecia surpreso por haver Omegas por ai.

- Sou Omega pois fui abandonado por minha própria matilha. - explicou uma voz estranha saindo de dentro de mim.

O Alfa me analisou por um momento e então levantou sua pata e rasgou a lateral de meu abdômen, o que me fez cair no chão e uivar de dor.

A matilha se retirou dali.

~narradora ON

A matilha voltou a se reunir em uma pequena floresta mais próxima da cidade e todos tomaram sua forma humana, exceto por continuarem com seus olhares sobrenaturais. O grande lobo revelou sua forma humana, mas manteve seus olhos cor de rubi e se virou para um de seus betas:

- Agora aquela criatura solitária faz parte de nossa matilha, então descubra quem carrega a marca de um Alfa no abdômen.

- Sim senhor. - a voz do jovem beta saiu humana, mas seus olhos azuis revelavam o quão cruel ele era.

 

 



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