História On melancholy Hill - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Yu-Gi-Oh!
Personagens Jaden Yuki, Personagens Originais, Shay Obsidian (Shun Kurosaki), Sylvio Sawatari (Shingo Sawatari), Valon, Yuri, Yuto, Yuya Sakaki, Yuzu Hiragi
Tags Kurosaki Shun, Shiunin Sora, Yu-gi-oh!, Yuya Sakaki
Exibições 19
Palavras 643
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Antes de qualquer coisa vamos as explicações:
Apaguei a fanfic porque resolvi lê-la e vi que estava horrível. Sério, como vocês conseguiram ler aquilo e ainda favoritar? Tava e ainda esta, pois não importa quantas vezes eu faça, sempre vai ficar ruim. Não sei quanto tempo vou demorar para reescrevê-la, mas vou tentar fazer isso o mais rápido possível. A história não estava salva no computador, pois escrevo em um caderno para poder passar pro site, vai ser um saco digitar tudo outra vez... Mas é um esforço que vai valer a pena... Eu acho... acho que já falei tudo que tinha pra falar. muito obrigada e peço que sejam pacientes, por favor. fiquem com Rá.

Capítulo 1 - Ruas


Kurosaki atravessava as ruas de Heartland totalmente desenfreado, entrando em becos frios sem importa-se com quem o que estaria o esperando do outro lado. Os escombros espalhados por todos os lugares dificultavam sua passagem, obrigando-o a desviar dos montes de lixo que antes formavam os lindos prédios daquela cidade iluminada. Não estava preocupado se algum soldado da academia o encontrasse. Nada no mundo iria o fazer parar, estava determinado a chegar ao seu destino.

Era difícil para ele olhar aquela destruição sem se sentir culpado, Heartland era o lar dele e das pessoas que lhe queridas, não conseguia engolir o “mas não foi sua culpa”, “você não podia fazer nada” que seus companheiros da resistência falavam para confortá-lo.  A perda de Ruri tinha deixado marcas profundas em sua alma. Quando tinha sorrido pela última vez? Quando tinha realmente se divertido? Seus amigos sempre o chamavam para conversar e tentar se distrair, mesmo que a ideia de diversão deles fosse caçar sapos no meio de uma noite chuvosa na mata fechada, mas ele estava muito ocupado pensando em vingança para perceber que até em uma guerra ainda existiam os momentos felizes. Foi notar isso somente quando todos já tinham ido embora. Desde então seu semblante sempre estava sério, amargurado com todos os seus problemas e incapaz de sentir algum remorso por seus inimigos. Transformava em carta quem caía em sua rede sem dó. Trilhava o caminho sozinho, aquele era o fardo que tinha que suportar.

As lembranças passavam pela cabeça do homem como um filme. Suas pernas falhavam, e os olhos amarelos estavam marejados, ele não podia parar de correr, precisava alcançar seu destino o mais rápido possível antes que desabasse no meio da rua. Quando chegou a uma pequena praça com os bancos de madeira quebrados e postes enferrujados avistou ao longe uma rua um pouco mais estreita e escura que as outras. A névoa que se espalhava pelo local contribuía ainda mais para a sensação de isolamento.

Ao entrar pela viela apressado não notou uma pedra levantada e acabou tropeçando, caindo em cima de cacos de vidro que lhe cortavam o rosto e as mãos. Levantou-se apressado e voltou a correr, estava cada vez mais perto.

Só parou ao chegar na frente de uma pequena casa com a pintura gasta. – Ruri... Yuto... – Retirou uma chave do bolso, encaixando-a na fechadura e girando a maçaneta, a porta fez um rangido agudo ao ser aberta. O local foi iluminado com um feixe de luz vindo do lado de fora, o cheiro de mofo que o local exalava não era nenhum pouco desagradável para o homem de cabelos verdes. Ele passou pela sala empoeirada experimentando a saudade que aquilo o proporcionava. Era uma moradia simples, somente com o básico, mas entre aquelas paredes ele tinha sentindo suas primeiras emoções, vivido desde a sua infância até a adolescência quando a guerra começou.

Por um momento Kurosaki vê Ruri e Yuto correndo entre os móveis, rindo altos com as mesmas piadas de sempre, ele pisca algumas vezes e a cena desaparece, voltando a ser somente ele naquela casa.

O homem sobe as escadas com tábuas soltas e degraus rangendo que ameaçavam cair a qualquer momento. Entrou em um quarto e desabou na cama de casal que ficava ao lado de uma janela com cortinas rasgadas. Naquela casa solitária, em uma Rua escura de uma cidade totalmente devastada, ele conseguiu finalmente soltar as primeiras lágrimas em anos, deixou todas as suas frustrações, medos e inseguranças naquele local. Seu peito doía como se fosse perfurando por uma faca. Não sabia se sentia raiva ou tristeza por tudo aquilo, queria que tudo fosse um sonho ruim e que seus amigos e parentes estivessem bem. Ele com certeza abraçaria Ruri o mais forte possível se ela o acordasse daquele pesadelo.

Naquele dia a chuva caiu como lágrimas de um céu entristecido.

 



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